"Por ser da academia, acredito na República e na democracia e não há república e nem democracia sem um Legislativo forte" Fernando Haddad
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É simplesmente uma nova e promissora realidade: São Paulo tem “cara” nova!
Sim. Numa postura supra-partidária a Capital Paulista tem na chefia de seu governo municipal uma liderança que promete mudar os rumos da capital, solucionando seus problemas e preparando, com projetos urbanísticos, o seu futuro.
A maior parte de seu secretariado é composta por técnicos. Aliás, esse é o perfil de Fernando Haddad: formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP), tem mestrado e doutorado. É cumpridor de horários e um executivo que literalmente comanda a execução de seus projetos.
A revista “FOLHA DOBRADA”, publicação da Associação de Ex-alunos da Faculdade de Direito, saudou a eleição de Fernando Haddad. A última vez que um ex-aluno dirigiu São Paulo, foi na gestão do ex-prefeito e ex-presidente da república Jânio Quadros.
Somamos os nossos votos de boa gestão ao novo prefeito. REPETINDO: numa postura supra-partidária, a Capital Paulista precisa de uma boa gestão para garantir um futuro melhor para seus milhões de habitantes.
A notícia:
Haddad toma posse em sessão na Câmara
“SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), tomou posse nesta terça-feira, 1, em sessão solene na Câmara dos Vereadores, pregando um trabalho conjunto com o Legislativo, em prol dos projetos prioritários para o desenvolvimento da cidade e redução das desigualdades sociais. A sessão foi presidida pelo vereador Gilson Barreto (PSDB), que é o mais antigo dentre os 55 eleitos.
Em rápido discurso, Haddad adotou um tom conciliatório em relação aos vereadores eleitos. "Por ser da academia, acredito na República e na democracia e não há república e nem democracia sem um Legislativo forte", frisou. Haddad afirmou também que as portas de todas as secretarias e subprefeituras estarão abertas para os vereadores, com a finalidade de discutirem as soluções para os problemas de São Paulo. "Tenho grande respeito e consideração pelo Legislativo, não sou daqueles que encaram o Legislativo como uma barreira."
Tomaram posse também os 54 vereadores eleitos em outubro do ano passado, sendo dois suplentes e a vice-prefeita Nádia Campeão (PCdoB). O vereador eleito Toninho Paiva (PR) não compareceu à cerimônia por motivos de saúde e, assim, não foi empossado.
Dentre os presentes, estavam o ex-ministro Orlando Silva e deputados federais e estaduais. Após a cerimônia solene na Câmara dos Vereadores, Haddad e Nádia Campeão seguiram para a cerimônia de transferência de cargo na Prefeitura de São Paulo.”
(01/01/2013 16:32 |



É preciso desarmar os espíritos.
ResponderExcluirÉ preciso que se dê um voto de confiança ao novo Prefeito de São Paulo!
Saímos de um marasmo de quase 20 anos de gestões sem Planos de Governo e sem um planejamento urbanístico para a Capital Paulista.
São Paulo está literalmente CONGESTIONADA. Qual a solução?!?
Mudar a Capital para o “CORAÇÃO GEOGRÁFICO DO ESTADO”, num lampejo cidadão inspirado em Juscelino e com a genialidade de Niemeyer?!?
Ou partir para a construção de um CENTRO ADMINISTRATIVO na Região Metropolitana?!?
São perguntas que precisam ser respondidas!
Nunca ouvi da boca do ex-prefeito José Serra ou desse Kassab qualquer tratativa que fosse digna da grandiosidade de São Paulo e da urgência como requer o dia a dia dos paulistanos.
É preciso coragem!
É preciso um ESTADISTA na Prefeitura Municipal!
Será que essa hora está chegando?!?
Vamos desejar sorte e entusiasmo ao novo prefeito Fernando Haddad!
Saudações “supra-partidárias”!!!
Olha, Delmanto, que grande coincidência. Em 1988, o Jânio Quadros derrotou o tucano Fernando Henrique Cardoso. Hoje, Fernando Haddad derrota o tucano José Serra e assume a Prefeitura da maior cidade brasileira. Isso está “cheirando” a uma grande novidade que vem por aí... São Paulo, como você diz, precisa de um governante criterioso, para planejar com seriedade e cidadania a Capital Paulista.
ResponderExcluirTô nessa!
(p.gomes@yahoo.com.br)
De qualquer ângulo que se examine a eleição de Haddad, a conclusão sempre tenderá para uma conclusão otimista. Fernando Haddad nunca foi da mesma corrente política do Lula e do Zé Dirceu dentro do PT. Se não tivesse havido o Mensalão as chances de Haddad ser candidato a Prefeito de São Paulo, seriam mínimas ou nenhuma.
ResponderExcluirCom o escândalo que abalou o país, os dirigentes que sobraram no partido partiram de uma premissa: ganhar a credibilidade ou recuperá-la passa pela escolha de candidatos preparados e capazes de dar um novo rumo político para o PT.
Daí surgiu o nome “limpo” de Fernando Haddad. E Lula pode se jactar de ter elegido o segundo “poste”, sendo o primeiro a própria presidente Dilma.
Tudo bem, a cúpula do PT representada pela figura do Lula acertou nos dois casos e nem vamos tirar o mérito de Lula em eleger Dilma e Haddad. Mas para por aí!
Agora, são 2 executivos que vão ajudar o partido, sem dúvida, mas dentro dos limites da legalidade. Sem mutretas e sem corrupção.
Essa postura republicana é indispensável para que o PT recupere a sua imagem e é vital para Dilma e Haddad se firmarem como novas lideranças no quadro político brasileiro.
É isso.
(haroldo.leao@hotmail.com)
Santod’us!
ResponderExcluirTemos um prefeitão. Cara escolado e que passa uma aura positiva ao contrário daquele Serra que estava sempre com cara de chupar limão...
Precisamos de ousadia na Prefeitura de S. Paulo. Planejamento Urbano. Com a mudança da capital para o centro geográfico do estado, como foi dito, sairiam da capital as administrações estaduais e municipais, permanecendo na capital somente a administração de uma cidade normal.
Vamos ver a força e a visão de Fernando Haddad.
Gostei da eleição da presidente Dilma e gostei da eleição de Fernando Haddad.
(maria-de-lourdes2004@hotmail.com)