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janeiro 13, 2014

Eu Quero que o Povo se Exploda!!!

Eu Quero que o Povo se Exploda!!!

Continua a “vergonha cívica” do Maranhão que humilhou o estado e conseguiu com que o governo federal procurasse, de todos os meios, ABAFAR os escandalosos acontecimentos e desse proteção “despudorada” àquela figura caricata de Roseana Sarney, integrante de destaque das CAPITANIAS HEREDITÁRIAS!
JOSÉ SARNEY, como sempre, está sumido. Afinal, o povo esquece fácil e...ele QUER QUE POVO SE EXPLODA!!!

"NO MARANHÃO, TODOS ERAM CEGOS, SURDOS E MUDOS

Celso Serra

No presídio situado nas terras do Ducado dos Sarney morreu um, dois, dez, vinte, trinta. Morreram assassinados e os corpos, mutilados, foram retirados do presídio. Mas, como em um espetáculo de mágica, ninguém viu. Todos os agentes públicos eram cegos.

Ninguém também ouviu coisa alguma. Todos os agentes públicos eram cegos esurdos. Como também eram mudos, ninguém falou nada.
Sendo cegos, surdos e mudos, ninguém sabia de nada. Nem os funcionários do presídio nem a alta cúpula da administração do Maranhão. Co
No dicionário da língua portuguesa “maranhão” significa “mentira bem engendrada”.

No caso, o silêncio absoluto sobre as mortes violentas assumiu os ares de uma mentira bem engendrada. Mas os fatos macabros, em elevado número, acabaram vindo à tona. O clã dos Sarney, embora tenha realizado esforço descomunal, não conseguiu mantê-los ocultos, apenas retardou a divulgação e o domínio público.
No Maranhão, só depois das 60 mortes no ano que findou e do relatório do Conselho Nacional de Justiça, foi possível o país tomar ciência da tragédia de dor e sangue que vinha ocorrendo sob as barbas e total inércia da cúpula da administração estadual.

NÃO TEM JEITO

Toda a nação tem a impressão que no Maranhão é assim mesmo, não tem jeito. O Maranhão é recordista absoluto (olímpico) da pior renda per capita do país. Chega em segundo no pior IDH estadual. Saneamento básico, ninguém do povo sabe o que é.

Porém, todos sabem que se nada mudou em cinquenta anos de domínio do clã Sarney, nada irá mudar… Faz bem para a saúde deixar tudo para lá…
O governo federal e o estadual estão muito ocupados com o momento político, afinal, este é um ano de eleições e, acima de tudo, o poder deve ser mantido. Por esta razão, não tiveram tempo para agir ou ficar, nem um pouquinho, chocados com cenas de cabeças rolando entre corpos dilacerados. Afinal, as carnes retalhadas eram de pouca importância, meros presidiários.
O governo Roseana Sarney insistiu e continua a insistir em acusar até mesmo relatório oficial do Conselho Nacional de Justiça de difundir “inverdades”. O governo da presidenta Dilma para, ouve, nada faz.

Aparentemente, não toma partido. Mas, ao assim proceder, passa a impressão de que tomou partido de dois poderosos aliados políticos: o o clã Sarney e o PMDB.
E essa impressão poderá estar maculando o currículo da velha guerrilheira que, segundo é de conhecimento público, na juventude, pegou em armas para combater a injustiça. O tempo mudou Dilma?
(Blog do Tribuna da Imprensa, 13/01/2014)

janeiro 12, 2014

Família Real Maranhense foge para o Amapá, por The Piaui Herald

Família Real Maranhense foge para o Amapá
09/01/2014

TERRA DE VERA CRUZ - Sob ameaça de ter seu território invadido por denúncias, a Família Real Maranhense anunciou a transferência de seus domínios para o Amapá. A decisão foi tomada pelo monarca D. José II, diante da situação insustentável criada pela princesa regente Roseana I, que abriu seguidas licitações para a reforma das capitanias hereditárias da família exatamente no meio do momento turbulento.

Antes de deixar o território maranhense, a família real salgou as terras férteis, saqueou moradias populares e incendiou o principal coreto da província de São Luís. Renomado por seu talento literário, D. Sarney II consultou o amigo D. Luís Inácio I, que lhe recomendou que declarasse guerra contra a imprensa.

Antes de dar início ao reinado na capitania do Amapá, D. Sarney II promulgou uma lei que conferia cinco concessões de rádio e uma concessão de TV ao príncipe Fernando I e concedia a direção do principal jornal local ao príncipe José III.