Papa fala palavrão sem querer no Vaticano!
O Papa Francisco, argentino e mesmo dominando bem o italiano, cometeu um erro de pronúncia durante sua benção semanal no Vaticano, em Roma. O Papa pronunciou um palavrão, com uma audiência de milhões de pessoas, mas, logo em seguida, se corrigiu.
No entanto, logo depois, a gafe foi parar na internet e o vídeo foi postado no Youtube, ganhando milhões de acessos em todo o mundo.
A palavra dita pelo Papa, em italiano, foi “cazzo” - gíria popular para o órgão sexual masculino, muito usada na Itália.
Em seu sermão, o Papa, de 77 anos, estava pedindo uma solução pacífica para a crise na Ucrânia. Falando a partir da janela de seu apartamento no Palácio Apostólico do Vaticano, ele disse: "É meu desejo que todos os cidadãos do país se esforcem para superar mal-entendidos e construir juntos o futuro da nação”.
Em seu sermão, o Papa, de 77 anos, estava pedindo uma solução pacífica para a crise na Ucrânia. Falando a partir da janela de seu apartamento no Palácio Apostólico do Vaticano, ele disse: "É meu desejo que todos os cidadãos do país se esforcem para superar mal-entendidos e construir juntos o futuro da nação”.
"Eu faço um apelo urgente à comunidade internacional para apoiar todas as iniciativas em nome do diálogo e da harmonia”, acrescentou o pontífice.
"Um coração cheio de vontade de posse é um coração vazio de Deus. Para isso, Jesus muitas vezes castigou os ricos porque o risco para eles procurarem segurança na riqueza deste mundo é alto. Neste ‘cazzo’, neste caso, a providência de Deus torna-se visível como gesto de solidariedade", completou o Papa.
Apesar do erro, comum para pessoas que falam vários idiomas, o deslize papal deixou a todos surpresos. Seu estilo acessível o levou a ser nomeado pela revista TIME como “Pessoa do Ano”, no final de fevereiro.
Bocatatu é a Vó / leia aqui
A então primeira-dama do Brasil, Rosane Collor de Mello, em entrevista, mandou um abraço à população de Botucatu/SP e, desacostumada, pronunciou “BOCATATU”. Foi uma "grita geral", mas fizemos o artigo “Bocatatu é a Vó” que serviu para colocar o erro de pronúncia em seu devido lugar. Até o consagrado escritor mineiro, Otto Lara Resende, com a repercussão do caso, escreveu o artigo “Boca, tatu, siri”, na Folha de São Paulo (reproduzido no link “Bocatatu é a Vó”).
Lembro-me, também, de uma solenidade no Palácio dos Bandeirantes, em plena campanha pelas “DIRETAS, JÁ!”, com a presença do deputado federal Dante de Oliveira, autor da emenda das eleições diretas, o então governador de São Paulo, FRANCO MONTORO, finalizando com empolgação o seu discurso, prestou suas homenagens “à postura democrática e à oportunidade da emenda de DANTE ALIGHIERI...”
É isso.
Coisas que acontecem...
Papa Francisco, Franco Montoro, Rosane Collor, Erros de pronúncia, Cazzo, Dante Alighieri, Bocatatu


