Mostrando postagens com marcador Conta no Exterior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conta no Exterior. Mostrar todas as postagens

março 10, 2016

Corrupção "tucana" também é corrupção!!!

Tudo a mesma “lesma lerda”...


Essa notícia precisa ser lida sem comentários... Não é preciso!
E ler com o sentimento de que estamos sem saída com esses partidos que dominam o Estado e a Nação...
Isso é muito sério. Muito sério...
Ou alguém acredita que o braço direito de Covas, seu Chefe da Casa Civil e indicado por ele para o Tribunal de Contas do Estado tenha feito tudo à revelia do Chefão?!?

O “NÃO SABIA DE NADA”, já foi usado pelo Lula no caso do MENSALÃO e ninguém acreditou...

“Suíça revela documento da conta secreta de ex-chefe da Casa Civil de Covas

Cópia do cartão de abertura da conta de Robson Marinhofoi enviada para investigadores brasileiros

por Fausto Macedo

A Suíça enviou aos investigadores brasileiros cópia do cartão de abertura da conta secreta em Genebra do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Robson Riedel Marinho, ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB). Nessa conta, numerada 17321-1, do Credit Lyonnais Suísse – Credit Agricole, o conselheiro recebeu US$ 1,1 milhão.

O dinheiro que abasteceu a conta de Marinho, segundo suspeita oMinistério Público Federal, teve origem no Caso Alstom – esquema de pagamento de propinas na área de energia do Estado, entre outubro de 1998 e dezembro de 2002, nos governos Covas e Geraldo Alckmin.

Os investigadores classificam como “revelador” o documento bancário, uma das mais importantes provas já surgidas contra o ex-braço direito de Covas. Desde 2010, quando a Justiça de São Paulo acolheu ação cautelar de sequestro de seus valores. Marinho nega possuir ativos no exterior.

Em fevereiro, a Justiça Federal abriu ação penal contra 11 denunciados no caso Alstom, entre lobistas, executivos e ex-dirigentes da Eletropaulo e da Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE), antigas estatais do setor. A eles teriam sido oferecidos R$ 23,3 milhões em ‘comissões’para viabilizar contrato de interesse da multinacional francesa no valor de R$ 181 milhões.

Marinho não está entre os acusados neste processo porque desfruta de foro privilegiado. Ele é alvo de investigação criminal do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A suspeita sobre Marinho tem base em julgamento que favoreceu a Alstom do Brasil. Ele foi o relator. Em sessão de 27 de novembro de 2001, o conselheiro votou pela regularidade do ato declaratório de inexigibilidade de licitação para extensão da garantia de equipamentos, pelo prazo de 12 meses, prevista no décimo aditivo do contrato Gisel (Grupo Industrial para o Sistema da Eletropaulo).

(Estadão, 10/03/2014)

março 10, 2014

Tudo a mesma “lesma lerda”...

Tudo a mesma “lesma lerda”...


Essa notícia precisa ser lida sem comentários... Não é preciso!
E ler com o sentimento de que estamos sem saída com esses partidos que dominam o Estado e a Nação...
Isso é muito sério. Muito sério...
Ou alguém acredita que o braço direito de Covas, seu Chefe da Casa Civil e indicado por ele para o Tribunal de Contas do Estado tenha feito tudo à revelia do Chefão?!?
O “NÃO SABIA DE NADA”, já foi usado pelo Lula no caso do MENSALÃO e ninguém acreditou...

“Suíça revela documento da conta secreta de ex-chefe da Casa Civil de Covas

Cópia do cartão de abertura da conta de Robson Marinho foi enviada para investigadores brasileiros

por Fausto Macedo

A Suíça enviou aos investigadores brasileiros cópia do cartão de abertura da conta secreta em Genebra do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Robson Riedel Marinho, ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB). Nessa conta, numerada 17321-1, do Credit Lyonnais Suísse – Credit Agricole, o conselheiro recebeu US$ 1,1 milhão.

O dinheiro que abasteceu a conta de Marinho, segundo suspeita o Ministério Público Federal, teve origem no Caso Alstom – esquema de pagamento de propinas na área de energia do Estado, entre outubro de 1998 e dezembro de 2002, nos governos Covas e Geraldo Alckmin.

Os investigadores classificam como “revelador” o documento bancário, uma das mais importantes provas já surgidas contra o ex-braço direito de Covas. Desde 2010, quando a Justiça de São Paulo acolheu ação cautelar de sequestro de seus valores. Marinho nega possuir ativos no exterior.

Em fevereiro, a Justiça Federal abriu ação penal contra 11 denunciados no caso Alstom, entre lobistas, executivos e ex-dirigentes da Eletropaulo e da Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE), antigas estatais do setor. A eles teriam sido oferecidos R$ 23,3 milhões em ‘comissões’ para viabilizar contrato de interesse da multinacional francesa no valor de R$ 181 milhões.

Marinho não está entre os acusados neste processo porque desfruta de foro privilegiado. Ele é alvo de investigação criminal do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A suspeita sobre Marinho tem base em julgamento que favoreceu a Alstom do Brasil. Ele foi o relator. Em sessão de 27 de novembro de 2001, o conselheiro votou pela regularidade do ato declaratório de inexigibilidade de licitação para extensão da garantia de equipamentos, pelo prazo de 12 meses, prevista no décimo aditivo do contrato Gisel (Grupo Industrial para o Sistema da Eletropaulo).

(Estadão, 10/03/2014)