Que pena, heim Lula?!?
Poderia ser assim: “Lula, líder operário autêntico, é a própria esperança!!!”
Sem preconceito para com um político que veio das bases e começa a assumir ares de intelectual. Apenas é a verdade: Lula não escreve bem e fala com “toda a carga de populismo” que o faz identificar-se com os mais humildes. Faz sucesso no palanque.
Mas o convite que lhe foi feito pelo jornal “The New York Times”, apenas mostra a curiosidade do chamado 1º mundo por sua ascensão política. Em seus 2 mandatos (8 anos), Lula viajou pelo mundo todo: todos queriam ver o “operário/presidente”. Viajou mais que FHC. Recebeu títulos de Doutor Honoris Causa de várias Universidades Européias...
Com a “mão do gato” escreverá tudo o que entende de economia, de política e de como o 1º mundo deve fazer para socorrer os mais pobres. Dará como exemplo o “Bolsa Família” que copiou de FHC com seu “Bolsa Escola” que, por sua vez, copiou do projeto da “Renda Mínima” do senador Eduardo Suplicy. E nem FHC e nem Lula deram o devido crédito ao Suplicy...
“Lula, líder operário autêntico, é a própria esperança!!!” Esse seria o tratamento que Lula teria como um fenômeno político a mostrar a força, a autenticidade e a personalidade de um líder popular coerente com seus princípios e com sua origem...
Mas só restou o: “Que pena, heim Lula?!?”.
O Lula de hoje faz palestras no mundo todo sempre que haja interesse das multinacionais brasileiras (as empresas campeãs). Viaja às custas das empresas que são tão bem apoiadas pelo BNDES do Luciano Coutinho...
“Que pena, heim Lula?!?”.
BNDES: Imperialismo do Tio Sam é mau, mas Imperialismo Brasileiro é bom!!!/ leia aqui




