Infelizmente a Educação Paulista não vai bem... Vamos começar pela divulgação feita no Facebook por um grupo de idealistas:
A REORGANIZAÇÃO ESCOLAR
No dia 23 de Setembro o Secretário da Educação do Estado de São Paulo apresentou o Plano de Reorganização Escolar, cujo foco principal é a transformação das escolas em escolas de ciclo único (1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental ou Ensino Médio). Ainda segundo o Secretário, o que se busca com isso é a melhoria da qualidade de ensino, não havendo preocupação com os custos econômicos, sendo que essa movimentação só é possível em função da existência de escolas com salas de aula ociosas.
Se o foco é a qualidade de ensino, não há preocupação econômica e existem escolas com salas de aula ociosas, por que o Secretário não baixa uma Resolução fixando em 30 (trinta) o número máximo de alunos em cada classe?
Será que em uma classe com 30 (trinta) alunos, ao invés dos habituais 45 (quarenta e cinco), o professor não teria melhores condições de ministrar sua aula, propiciando uma melhor compreensão pelos alunos e, consequentemente, uma melhoria da educação.
Por que o Secretário da Educação não começa o processo de Reorganização Escolar com a limitação do número máximo de alunos em classe para 30 (trinta) alunos, aproveitando a existência de salas de aula ociosas nas escolas, para só depois pensar em transferência de alunos de uma escola para outra?
Infelizmente, nessa questão da Reorganização Escolar, o discurso do Secretário não condiz com a prática.
http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/v/secretario-da-educacao-esclarece-duvidas-sobre-a-mudanca-na-divisao-de-alunos-nas-escolas/4486989/
No dia 23 de Setembro o Secretário da Educação do Estado de São Paulo apresentou o Plano de Reorganização Escolar, cujo foco principal é a transformação das escolas em escolas de ciclo único (1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental ou Ensino Médio). Ainda segundo o Secretário, o que se busca com isso é a melhoria da qualidade de ensino, não havendo preocupação com os custos econômicos, sendo que essa movimentação só é possível em função da existência de escolas com salas de aula ociosas.
Se o foco é a qualidade de ensino, não há preocupação econômica e existem escolas com salas de aula ociosas, por que o Secretário não baixa uma Resolução fixando em 30 (trinta) o número máximo de alunos em cada classe?
Será que em uma classe com 30 (trinta) alunos, ao invés dos habituais 45 (quarenta e cinco), o professor não teria melhores condições de ministrar sua aula, propiciando uma melhor compreensão pelos alunos e, consequentemente, uma melhoria da educação.
Por que o Secretário da Educação não começa o processo de Reorganização Escolar com a limitação do número máximo de alunos em classe para 30 (trinta) alunos, aproveitando a existência de salas de aula ociosas nas escolas, para só depois pensar em transferência de alunos de uma escola para outra?
Infelizmente, nessa questão da Reorganização Escolar, o discurso do Secretário não condiz com a prática.
http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/v/secretario-da-educacao-esclarece-duvidas-sobre-a-mudanca-na-divisao-de-alunos-nas-escolas/4486989/
Ora, isso é apenas uma das manifestações que estão ocorrendo em todo o Estado. Iniciativa das entidades representativas do professorado (APEOESP, Centro do Professorado Paulista, etc) além de movimentos espontâneos em várias cidades do interior do Estado.
O Governo Paulista, na outra gestão do governador Geraldo Alckmin, demagogicamente, anunciou, através do então Secretário e melhor amigo, Gabriel Chalita (agora é secretário da educação do prefeito Haddad e não é mais o melhor amigo de Alckmin...), que iria implantar Escolas de Tempo Integral. Mas, sem ter a infraestrutura preparada, a iniciativa NÃO deu certo. Provou-se o despreparo do Governo Paulista que vem desde a gestão de Mário Covas, quando a Secretaria era a profa. Rose Neubauer, de triste e confusa memória para o sistema educacional paulista. Hoje, são seus seguidores que estão propondo essa “reforma” educacional, tendo como Secretario da Educação, um professor vindo da área universitária (UNESP), portanto, pouco afeito à realidade do ensino básico e médio paulista.
É uma pena!
Já dissemos que apenas 2 governadores paulistas trataram a EDUCAÇÃO como prioridade: Armando de Salles Oliveira e Carvalho Pinto. Nos links postados, pode-se ver a matéria sobre esses dois Estadistas Paulistas e sobre o Idealizador dos CIEPs, no governo de Leonel Brizola, o prof. Darcy Ribeiro, fundador da Universidade de Brasília e Ministro da Educação.
Fica, aqui, o nosso apoio à iniciativa dos internautas que se preocupam com a educação de seus filhos, seus irmãos, seus parentes e seus amigos.
A lamentar, apenas, o SILÊNCIO sempre constante de nossa Assembléia Legislativa. Aliás, enquanto a Operação Lava-Jato está passando juridicamente a limpo o Brasil, o Ministério Público Paulista AINDA não viabilizou a apuração da PRIVATARIA PAULISTA, como é chamado o escândalo das propinas do Metrô Paulista.
Alerta, governador Geraldo Alckmin!
Educação Integral: Único Caminho!/leia aqui
Darcy Ribeiro & O Povo Brasileiro/leia aqui
Educação: Choque de Gestão/leia aqui
Choque de Gestão na Educação: Urgente!/leia aqui



