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abril 02, 2013

A Wanda NÃO é de Botucatu!
Nem o Coronel!!!

WANDA, NÃO!!!!!!!!!!!!!!


Acho uma tremenda “sacanagem” colocar uma bandida, mesmo que seja de novela, como natural de determinada cidade. No passado, já escrevemos sobre as “furadas” de Paulo Francis, Ítalo Rossi e Luthero Maynard...
AGORA, CHEGA!!!!!!!!
A responsabilidade é da autora, Glória Peres e da Rede Globo!!! Por quê essa marcação em cima de Botucatu?!?
Vamos parar como isso! Botucatu é uma cidade de nível médio, um centro universitário renomado, com uma Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia com a avaliação do Enade de ser a melhor do Brasil; a sua Faculdade de Medicina da UNESP tem a preferência dos vestibulandos em todo o Brasil; temos fábricas de Avião (Embraer), de ônibus (CAIO/Induscar e Irizar), de processamento de madeiras (Duratex e Eucatex) e muito mais. O município – com muita honra! – foi uma FAZENDA JESUÍTA QUE ABASTECIA o Colégio em São Paulo, da Companhia de Jesus - a Ordem Religiosa do PAPA FRANCISCO!!!
Vejam, abaixo, o artigo que escrevemos sobre esses “desaforos” contra uma cidade que os rejeita e os denúncia:
PAULO FRANCIS
No lançamento da revista PEABIRU seria impossível não fazermos uma home­nagem especial ao jornalista Paulo Francis, o maior e mais polêmico jornalista brasileiro da atualidade. No último dia 04/02/97, o aguerrido intelectual brasileiro "deu seu adeus às armas" na cidade de Nova York. Perda irreparável... Com 66 anos de idade, Paulo Francis estava no auge de sua vitoriosa carreira. Tendo atingido o "estado de graça" no exercício da cidadania, Paulo Francis era dos raros brasileiros que podia se dar ao luxo de dizer, sempre, o que pensava. As suas críticas e as suas observações iam do Presidente Fernando Henrique Cardoso, passavam por intelectuais "politicamente corretos" como Antônio Houaiss e "peneiravam" políticos como Lula da Silva e Mário Covas, este último em pleno exercício da governança estadual. Não precisava agradar a ninguém. O seu sucesso estava, exatamente, em dizer o que todos gostaríamos de dizer...

Nós. particularmente, sempre fomos admiradores dos escritos de Paulo Francis. Ele faz parte de uma galeria de brasileiros que fizeram do jornalismo a porta principal na defesa da cidadania, tão necessária a este país. Com David Nasser. Carlos Lacerda, Samuel Wainer. Nelson Rodrigues e poucos mais, Paulo Francis é modelo de profissional competente e vencedor.
Durante 25 anos, em Nova York, ele fazia o contraponto da política e da cultura brasileiras.
Uma citação famosa de Paulo Francis era lapidar : "...a imprensa brasileira devia ter mais personalidade, mais opinião... "
Muito culto, escritor, ator e crítico teatral, estudioso, não se deixava "encantar pelo sucesso passageiro". Foi um guerreiro. Um vencedor.
Em 1993, no lançamento do 2° volume do "MEMÓRIAS DE BOTUCATU 2" , fazíamos a abertura do livro com uma citação de Paulo Francis : "Para mim, uma cidade sem passado, sem lembrança concreta de seus antepassados, sem as impressões digitais de sua história, me confrange... "
Brilhante!  Diz tudo...
Em 1991, tínhamos uma coluna, "RECADO URGENTE' , no Jornal de Botucatu e, em 04/01/91, escrevíamos o artigo"Paulo Francis, Ítalo Rossi, Luthero Maynard e outros..." Nesse artigo, fruto de "garimpagem beneditina" na grande imprensa de tudo que era relacionado a Botucatu. fazíamos a sugestão de que o Poder Público fizesse um trabalho dirigido objetivando a divulgação positiva de nossa cidade. Com certeza, a própria sonorização da palavra BOTUCATU propiciou a que fosse usada como referencial pouco sério... Dois momentos de Paulo Francis no espaço de praticamente 20 anos...Vamos ao artigo :
"É extremamente importante que se busque - caso a caso - o resgate da imagem de Botucatu. A imprensa brasileira tem trazido citações de pessoas famosas que denigrem a imagem de Botucatu. São citações que tomam Botucatu como referencial negativo, como mau exemplo.
 Três dessas citações tínhamos arquivadas para estudo e posterior análise: a do ator botucatuense ITALO ROSSI, que em entrevista à revista "Manchete " (de 4/6/77), sobre o sucesso de sua carreira, ao dizer que era botucatuense o fez de forma pouco elogiosa à cidade; a do jornalista Luthero Maynard (sobrinho do Prof. Alceu Maynard de Araújo, botucatuense de coração e Patrono da Academia Botucatuense de Letras) que em sua coluna "Definições", no jornal "Folha da Tarde ",de 12/12/90, de forma gratuita fez a seguinte afirmação: "O inferno existe. E é pior que Botucatu ", e a do jornalista brasileiro mais agressivo, culto, idolatrado e bem pago do momento: PAULO FRANCIS. Temos dois registros de Paulo Francis referentes à Botucatu.
 O primeiro, data de 13/12/73, quando em sua coluna no jornal carioca "Tribuna da Imprensa ", referindo-se à eleição doPresidente Ford pelo Congresso Americano em substituição a Nixon que renunciara, dizia que "... o Congresso, seguindo a vigésima-quinta emenda da Constituição "elegeu" Ford, mas lugar de executivo é em próprio executivo e não legislativo. Fordfez todos os ruídos apropriados de lealdade a Nixon, por certo. Deve o diabo a Nixon. Chega a vice-presidente da nação mais poderosa do mundo, tendo um nível de competência de vereador de Botucatu. E tão chato que ninguém se dá ao trabalho de acatá-lo. Mas não bate carteira. Já é alguma coisa nos Estados Unidos de hoje ").
 O segundo registro, nos traz o consagrado jornalista em sua coluna do jornal "Folha de São Paulo", de 26/01/89, analisando o Presidente Bush, recém eleito, e sua mulher Barbara : "...Ela tinha 16 anos quando conheceu Bush, foi o primeiro e, presumivelmente, o último que beijou na boca. porque foi amor a primeira vista. Sabe-se que ela prefere mil vezes ficar em Kennebunkport, o palácio da família , no Maine, mas o que fazer ? Toda mulher inteligente sabe que os homens são essencialmente infantis toda a sua vida e precisam fazer alguma coisa que os faça sentir realizados, já que não podem, comoBarbara, ser mãe, avó e "with a litle bit of luck", bisavó . Há 42 pessoas da família Bush com quem ela convive. Basta como "realização ". Mas não para George. Sabe-se que Barbara odeia Washington, que acha. corretamente, provinciana, Botucatu-sur-mer, e , nunca disse, mas imagino que considere o Texas uma aberração da natureza, mas foi lá que Bush, financiado pelo Tio, brincou de empresário e começou sua carreira política. "
Dá para formar um quadro crítico ? Botucatu tem sido usada como referencial negativo, como exemplo do que há de pior.
Que fazer ? Lançar artigos agressivos contra esses notáveis ? Fazer Moções indignadas através da Câmara Municipal ? Que fazer ''
Talvez um trabalho de relações públicas direcionado e de alto nível surta melhor resultado ou algum resultado. O importante é que as autoridades constituídas e as forças culturais da cidade realizem um trabalho profissional que busque a divulgação junto a essas pessoas e à mídia em geral de que Botucatu tem, sim, os seus defeitos, como qualquer cidade, de qualquer Estado, de qualquer país, mas que tem também as suas coisas boas, que são muitas, tem um povo bom, mesclado de tantas raças quanto o próprio Brasil e que esse mesmo povo, através dos tempos, a tem colocado em destaque perante a história paulista e nacional. "
Luthero Maynard e Paulo Francis esclareceram que não citaram Botucatu com "animus injuriandi", muito pelo contrário...
Os dois volumes do "MEMÓRIAS DEBOTUCATU" e este artigo transcrito chegaram às mãos de Paulo Francis, através do malote que o jornal "O ESTADO DE SÃO PAULO" enviava regularmente àquele seu jornalista.
A imprensa brasileira e nós todos - brasileiros participantes - prestamos nossa homenagem a esse excelente profissional. O Brasil, com certeza, perde um de seus mais positivos referenciais do correto exercício da cidadania.
PAULO FRANCIS honrou o jornalismo brasileiro. Enfrentou com destemor os "politicamente corretos" e os "mansamente engajados''. Foi poderoso. Foi vencedor. (A.M.D)
( revista Peabiru, nº 01, de jan/fev/1997)

novembro 20, 2012

Alcides Nogueira
ganha o Prêmio Emmy:
o Oscar da televisão!

O DRAMATURGO E NOVELISTA ALCIDES NOGUEIRA GANHA O PRÊMIO EMMY!
Aniversário Feliz + Presente Global / Alcides Nogueira/ leia aqui

É A GLÓRIA DA DRAMATURGIA NACIONAL!
O Prêmio Emmy representa o OSCAR para a televisão mundial. Em 2009, a Rede Globo de Televisão ganhou o Prêmio Emmy com “Caminhos da Índia”, da novelista Glória Peres. O prêmio, dedicado à produções feitas fora dos EUA, recebeu 1.100 inscrições, que foram analisadas por jurados de 67 países. Ao todo, foram selecionados 38 finalistas de 15 países que disputaram títulos em 9 categorias.

Alcides Nogueira e Mauro Mendonça Filho fizeram o remake de “O Astro”, novela exibida em 2011, que arrematou a grande premiação. Isso representa uma conquista que consolida a qualidade das produções da Rede Globo. Alcides Nogueira já está preparando o texto da novela do horário das 18:00 h, que será exibida em 2013.
Mauro Wilson, Mauro Mendonça Filho, Geraldo Carneiro, Alcides Nogueira e Claudio Torres com os troféus do Emmy Internacional (Foto: Luiz Ribeiro/ TV Globo)


No recebimento do prêmio, em Nova York, emocionado, Alcides falou: "Eu sou de uma geração de autores que sempre admirou e desejou o Emmy. Ganhar este prémio, ainda mais na sua 40.ª edição, enche o meu coração com uma alegria indescritível. Sinto-me honrado. Mas o prémio não é só meu, é de Geraldo Carneiro, Roberto Talma e de Mauro Mendonça Filho, e da Rede Globo. É da televisão brasileira". Foi com estas palavras que Alcides Nogueira, autor de O Astro, reagiu ao ver a novela brasileira ser distinguida com um prémio Emmy na categoria de Melhor Telenovela.

Rosamaria Murtinho, Alcides Nogueira, Geraldo Carneiro e Mauro Mendonça Filho recebem o prêmio de O Astro (Foto: Luiz Ribeiro/ TV Globo)


A vitória do botucatuense Alcides Nogueira é também a vitória de sua cidade natal: BOTUCATU. Membro de uma família numerosa e muito benquista na cidade, Alcides leva sempre a lembrança de seus saudosos pais, o médico e professor Dr. Sebastião de Almeida Pinto e da prefessora Dona Lali Nogueira Pinto. Abaixo, um histórico da carreira de Alcides Nogueira, da Wikipedia, que fica como registro histórico:

“Alcides Nogueira Pinto (Botucatu, 28 de outubro de 1949) é um dramaturgo e telenovelista brasileiro. De família tradicional, sendo seu pai médico e também escritor, Alcides cresceu num ambiente culto, tendo mesmo aprendido a ler e escrever antes de começar a frequentar a escola. De início sonhava em ser diplomata, mas termina por formar-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, com pós-graduação em Direito Autoral.
Em 1977, escreve sua primeira peça teatral, chamada A Farsa da Noiva Bombardeada, a qual lhe rende problemas com a Censura. No ano de 1981 acontece o primeiro sucesso, Lua de Cetim, ganhadora de dezesseis prêmios. Porém, o primeiro grande sucesso vem mesmo a ser a adaptação para teatro que Alcides faz do livro Feliz Ano Velho, de Marcelo Rubens Paiva.
Os primeiros trabalhos de Alcides para a televisão foram em programas educativos e em textos para o Caso Verdade e para a série Joana (1984). Sua estreia em telenovelas acontece neste mesmo ano, como colaborador de Walter Negrão em Livre Para Voar. No ano seguinte, faz sua estréia como autor-solo em De Quina pra Lua. Ainda na década de 1980 é co-autor de Direito de Amar (1987) e O Salvador da Pátria (1989).
Atua como co-autor de Silvio de Abreu em várias novelas, dentre as quais Rainha da Sucata (1990), Deus nos Acuda (1992), A Próxima Vítima (telenovela) (1995) e Torre de Babel (1998). Em 1997 escreve outra novela-solo, O Amor Está no Ar, lembrada pela abordagem da cultura judaica.
Na década de 2000, estabelece uma parceria com Maria Adelaide Amaral, escrevendo as minisséries de sucesso Um Só Coração (2004) e JK (2006).
Em 2008, escreveu para o horário das 18h a novela Ciranda de Pedra, segunda adaptação do romance de mesmo nome, de Lygia Fagundes Telles. O mesmo já havia sido adaptado anteriormente por Teixeira Filho em 1981.
No teatro, outras obras de Alcides são Pólvora e Poesia, pela qual recebeu o Prêmio Shell de melhor autor, Paris Belfort, Gertrude Stein, Alice Toklas & Pablo Picasso, A Javanesa e Ópera Joyce. Em 2011 escreveu, junto com Geraldo Carneiro e a colaboração de Tarcísio Lara Puiati e Vitor de Oliveira, a novela O Astro, primeira a ser exibida no denominado horário novela das onze, estreou em 12 de julho de 2011, com direção geral de Mauro Mendonça Filho e direção de núcleo de Roberto Talma. A trama é um remake da novela de mesmo nome, exibida no horário das 20h entre 1977 e 1978, de Janete Clair, dirigida por Daniel Filho.Foi seu primeiro sucesso como autor principal em novelas.”

fevereiro 13, 2012

Fora Globo! Fora Globo!

Demorou mas aconteceu. Em plena REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO, com as redes sociais interagindo e levando aos cidadãos, online, a realidade político-social do país e a emissora “VÊNUS PLATINADA” agiu como fazia nos tempos do Regime Militar e, na implantação da NOVA REPÚBLICA, quando “ganhou” a eleição para Fernando Collor de Mello, derrotando Lula em uma manipulação de notícias, na edição do debate, enfim, forjando uma “realidade própria” que liquidou com qualquer possibilidade de vitória do PT.

Os tempos mudaram e o acesso democrático à informação, facilitado pela mídia virtual, deixou a todos que acompanharam durante toda a semana um sentimento de revolta - mas, mais! – um sentimento de que uma emissora já suspeita de manipulações anteriores estava, desta vez, ultrapassando toda ética jornalística ao forçar, em todos seus noticiários (Rede Globo E Globo News), uma versão “calhorda” do movimento do policiais militares na Bahia e no Rio de Janeiro. Procurando caracterizar o movimento como uma bandidagem, um desserviço ao Estado. E NÃO é verdade!

O movimento na Bahia e no Rio de Janeiro sentiu o “peso” da GLOBO e arrefeceu...Ganharam?!? Eu acho que não! Eu acho que perderam DEFINITIVAMENTE a credibilidade! O futuro dará à GLOBO uma destinação histórica... Vamos à manchete e notícia do JORNAL DO BRASIL:
“Rio: bombeiros e policiais expulsam equipe da Globo em protesto”
“Acusados de manipular imagens e diálogos dos bombeiros, a equipe da TV Globo foi hostilizada e expulsa por membros da corporação e da Polícia Militar que faziam manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro. Bombeiros e policiais - militares e civis - pediam na manifestação a libertação do cabo bombeiro Benevenuto Daciolo e outros 15 colegas que estão presos na penitenciária de segurança máxima de Bangu I.
Os bombeiros grevistas seguiram os jornalistas até que eles entrassem no carro da empresa e fossem embora. A conduta da TV Globo também foi questionada por algumas das pessoas que discursaram durante a manifestação. Ninguém ficou ferido na confusão.”