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julho 30, 2011

L’Armata Brancaleone/Dom Quixote de La Mancha/São Francisco de Assis!!!


É um grito de INDIGNAÇÃO! É a união dos extremos e a favor da DECÊNCIA e da CIDADANIA! É a postura dos escolhidos que se despojam dos bens materiais e dignificam a humanidade! É o lutar sem tréguas contra tantos moinhos de vento até que a luz apareça e um novo amanhã irradie um tempo bom de bonança! É a hora da sua manifestação – CIDADÃO BRASILEIRO! – mostrando o seu espírito cívico na defesa da Nação vilipendiada pela ação de tantos canalhas!!!

O manifesto abaixo, publicado na “Tribuna da Imprensa” é uma convocação “ad eternum”! A luta pela moralização da vida pública brasileira está apenas começando. Foram 8 anos com Fernando Henrique Cardoso e mais 8 anos com Luiz Ignácio Lula da Silva e, em todo esse tempo, apenas tivemos um (1) Líder do Governo no Senado: SENADOR ROMERO JUCÁ! Isso é emblemático: um senador do PMDB – repetindo:PMDB! – liderando um governo do PSDB e o outro do PT...E homem continua lá!!!
RESUMINDO: Qual a diferença entre eles?!? Qual?!?



sábado, 30 de julho de 2011 12:02
Amanhã, às 10 horas, manifestação suprapartidiária no Rio contra a corrupção em todos os níveis.
Carlos Newton
Será este domingo, a partir das 10h, na Av. Delfim Moreira, esquina de Rita Ludolf, no Leblon. O comentarista Mario Assis, que faz o convite, afirma que “até a indignação está sendo usada contra da democracia hoje em dia no Brasil”. Mas ele considera que a iniciativa de um ato público contra a corrupção merece apoio e participação, mesmo que os motivos de cada pessoa sejam diferentes ou mesmo divergentes.
“A corrupção” – diz Mario Assis - se tornou aqui uma ferramenta de controle do Estado. Não dá pra ficar assistindo. Não conheço os organizadores, mas vou lá. Recebi a mensagem e a repasso:
Prezados amigos,
Vamos colocar a bola no chão, deixar de viajar na maionese para tentar organizar o movimento e unificar o discurso do nosso grupo Brancaleone!!!
Tudo começou no dia 17 de julho, domingo retrasado, quando, num grupo de amigos reunidos no Clipper, a conversa girava sobre a grande indignação de todos com a roubalheira generalizada e com a inexplicável passividade da sociedade diante dos acontecimentos.
Estavam presentes nessa conversa eu (Marcelo), o Maninho e o Ony. Então, sugeri que fizéssemos algo como um protesto explícito e objetivo para que pelo menos nós demonstrássemos publicamente a nossa indignação. Chamamos o Lincoln e ele topou de imediato.
Naquele dia, ficou combinado que faríamos uma passeata para mostrar a nossa indignação com a roubalheira generalizada e com a impunidade.
Esse é o motivo único e explícito da nossa passeata. Somos uma L’Armata Brancaleone, como bem disse o Marchese.



Quem sabe se, a partir do nosso exemplo, outros que, como nós, também estão indignados, comecem a se manifestar publicamente, a ponto de modificar algo neste país. Isto é o que nos inspira.
Não vamos viajar na maionese e começar a dar entrevistas com pontos de vista pessoais e sugerir soluções discutíveis! Nós não temos um porta-voz. Nós não temos líderes (quando muito, organizadores: eu e Lincoln). Nós queremos que essa nossa iniciativa sirva de espelho para os que até agora estavam omissos, como nós mesmos estávamos antes disso.
Nós não temos as soluções, nós queremos as soluções! Somos um grupo de cidadãos indignados que querem as soluções como tantos outros cidadãos que estão omissos, mas também querem soluções, via executivo, legislativo e judiciário e que poderão começar a expor publicamente a sua indignação a partir do nosso exemplo.
Se formos falar com imprensa (mídia de qualquer natureza), temos que falar em nome de todos e o discurso será um só: estamos indignados com a roubalheira e a impunidade e queremos soluções imediatas. Nada mais do que isso, que é o único consenso do grupo. Qualquer outra coisa além disso será mera opinião pessoal que não cabe no nosso movimento do dia 31 de julho.
Lembre-se que somos um grupo eclético (um extrato da sociedade) que contempla pessoas com pensamentos, personalidades e caráter diversos : temos empresários (bem e mal sucedidos); temos militares (caxias e anarquistas); temos moderados; temos esquerdistas e direitistas (radicais); temos jovens e velhos; temos homens e mulheres (héteros e homossexuais); temos ricos e pobres; temos eleitores de Dilma, de Lula, de Serra e de Marina; temos de tudo; temos a sociedade!
Mas uma única coisa nos une por consenso: a vontade de protestar e mostrar a nossa indignação com a roubalheira e a impunidade, que já passaram dos limites há muito tempo. Isso é o que nos une como cidadãos.
As faixas do movimento que exprimem o nosso pensamento (a quem interessar possa!) serão: CHEGA DE ROUBALHEIRA! – ESTAMOS INDIGNADOS! – ABAIXO A IMPUNIDADE! – A IMPUNIDADE ALIMENTA A ROUBALHEIRA! – RESTAURE-SE A MORALIDADE PÚBLICA OU… – CANALHAS FORA, E NA CADEIA.

(Tribuna da Imprensa, 30/07/2011)

abril 22, 2011

PADRE MARCELO ROSSI ESTÁ CERTO!

“A batina é a identidade sacerdotal. Acho um perigo não usá-la. A batina impõe respeito, é uma proteção – inclusive contra o assédio das mulheres. Você não imagina a quantidade de besteiras que eu ouço.” Padre Marcelo Rossi

Eu estudei em colégio interno, o tradicional Liceu Coração de Jesus, dos Salesianos, na Capital e estudei no Colégio Arquidiocesano La Salle, dos Lassalistas, em Botucatu/SP. Em ambos, ainda era obrigatório o uso da batina. Até para jogar futebol...

Isso me faz lembrar uma estória de uma freira com um soldado militar, sobre se a batina faz o monge ou a freira...

Em rua movimentada, uma freira jovem e bonita, sem o hábito (traje ou vestido, especialmente o distintivo dos eclesiásticos e congregações religiosas, em Dicionário Melhoramentos) é assediada de forma explícita e grosseira por um rapaz. Revoltada, ela vai até um PM que está próximo:
- Seu guarda, eu sou Freira e aquele rapaz faltou com o respeito comigo.
O policial, com muita calma, respondeu:
- Como a senhora sabe que eu sou policial?
A freira, já nervosa:
- Ora, porque o senhor está fardado!
E o policial sentenciou:
- Sem o seu hábito, ninguém pode saber que a senhora é uma freira...


Pequenas estórias à parte, o famoso Padre Marcelo Rossi, em entrevista histórica dada à revista Veja (de 20/04/2011), abriu o seu coração e denunciou o verdadeiro boicote do qual tem sido vítima na Igreja Católica Apostólica Romana. Pura inveja, nós sabemos. Inveja das grossas, cabeludas!



PADRE MARCELO ROSSI - SONDA-ME/veja vídeo


Conheça a biografia do Padre Marcelo Rossi/aqui

Na entrevista, “Confissões de um padre”, nas destacadas páginas amarelas, dedicadas às entrevistas mais importantes da revista, “Padre Marcelo Rossi – líder da Renovação Carismática – se diz boicotado durante a visita do papa Bento XVI e crítica os padres que não usam batina.”

Renovação Carismática/Wikipédia/leia aqui

Na entrevista, ele diz que “no início de 2007, passei por um tremendo baque durante a visita de Bento XVI ao Brasil. Eu tinha um sonho na vida: cantar para o papa na minha terra. Nunca escondi isso de ninguém...” E ele não conseguiu cantar para o Papa. E concluiu magoado: “Mas ser impedido de me aproximar do papa, de pedir sua bênção, me magoou profundamente. Faço tanto pela Igreja e fui jogado de lado.”

Padre Marcelo Rossi: fui vítima de boicote/leia aqui

Quem é o responsável por isso? Não interessa personalizar o acontecido. A Igreja, como um todo, errou. Ponto e basta! Se foi o Cardeal, o Arcebispo, o Coordenador do Evento, não interessa. Erraram. E erraram feio! O que ainda resta de positivo na triste decadência da Igreja Católica, nós encontramos em Padre Marcelo Rossi, no Bispo Dom Fernando Antônio de Figueiredo e nos padres de sua paróquia...



Ainda nessa mesma entrevista, destacou o importante prêmio que recebeu, no ano passado, das mãos do Papa Bento XVI, em Roma, por seu trabalho de evangelização. Esse prêmio condecora os “evangelizadores modernos”: “Esse prêmio foi muito especial. A confirmação de que estou no caminho certo. Interpreto como um cala-boca na Arquidiocese de São Paulo. Jamais esquecerei as palavras do papa ao me entregar o prêmio: “Continue assim”. Sabe quantos padres me ligaram para me cumprimentar pela condecoração? Um. A Confederação Nacional dos Bispos até agora não me procurou. E olhe que havia muito tempo que um padre brasileiro não recebia essa condecoração.”

É sem comentários!!!!

Em outro trecho, Marcelo Rossi aborda a importância do uso da batina pelos padres e, claro, do hábito pelas religiosas. Coisa raríssima de se encontrar. Como se eles fossem um “uomo qualunque” (expressão latina de “homem comum”). E não o são! São religiosos e, na minha modesta opinião, TEM SIM que usar a batina, eles, e, elas, o hábito. A estória do guarda e da freira, que já é muito antiga, retrata bem essa realidade. Acordem Bispos e Cardeais! Acordem pastores vocacionados! O “hábito não faz o monge” MAS mostra para o rebanho que seu Pastor está ali, ASSUMINDO a sua função e a sua vocação!

Ele diz o seguinte: “A batina é a maior identidade sacerdotal. Acho um perigo não usá-la. A batina impõe respeito, é uma proteção – inclusive contra o assédio das mulheres. Você não imagina a quantidade de besteiras que eu ouço.” E diz com ênfase: “Algumas mulheres conseguem até o número do meu celular. Já alertei o Fábio (o padre-cantor Fábio de Melo) para que não deixasse de usar batina. E ele está usando, por acaso? Bem se vê que eu não tenho influência sobre ele.”

Diante de tudo isso, eu me recordo de uma viagem à Europa e da maior emoção que senti: ao visitar o túmulo de São Francisco, em Assis/Itália, e ver a sua túnica, ou seja, a sua batina!


Ciência comprova autenticidade da túnica de São Francisco/aqui

A Túnica de São Francisco
/aqui


São Francisco era mal visto e invejado pela Igreja como um todo. “Um frade maltrapilho envergonha a Igreja!” Mas o Papa Inocêncio III aprovou a congregação de Francisco e lhe deu a missão de pregar a conversão, e aos frades que o acompanharam, permitiu que fizessem os votos clericais para que pudessem pregar a palavra divina.”

Longe de mim comparar o Padre Marcelo Rossi a São Francico de Assis, apenas destaco que àquela época, como agora, a Igreja Católica Romana passava e passa por um período onde a descrença e a grande diminuição da sua interação com seus fiéis é uma realidade. Tema para meditação!!!