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novembro 02, 2018

Você resolve: o Voto é Distrital! - Uma proposta política para o futuro governo BOLSONARO !


Você resolve: o Voto é Distrital!

"A reforma política é urgentíssima. É preciso ainda pensarmos na reforma do sistema de voto. Hoje temos apenas o Brasil e a Finlândia praticando o sistema proporcional. É hora de pensarmos no voto distrital misto "
Ex-Ministro Carlos Velloso do STF

VOTO DISTRITAL

Como é:

O atual sistema eleitoral contempla o voto proporcional , que são os votos válidos totais de cada partido que vão definir o número de vagas por partidos e os mais votados de cada partido serão os eleitos. Ocorre que nem sempre os candidatos mais votados são os eleitos. Exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato teve grande votação, mas a somatória dos votos dos outros candidatos do partido não atinge o quociente eleitoral e, mesmo com grande votação, esse candidato não se elege. Outro exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato tem votação surpreendente, a maior votação entre todos os candidatos de todos os partidos; assim, ele se elege e elege outros candidatos de seu partido que tiveram votação insignificante (em detrimento de candidatos bem votados de outros partidos). É o que aconteceu, algumas vezes, com o candidato Enéas.

Sistema Eleitoral/ leia aqui




O SISTEMA DO VOTO DISTRITAL MISTO:

O sistema do voto distrital misto resulta da somatória do voto distrital puro com o sistema de representação proporcional. Podendo ser aplicado para as eleições de Deputado Federal, Deputado Estadual e Vereadores.

Assim, o Estado de São Paulo, com 70 Deputados Federais, seria dividido, por exemplo, em 35 Distritos. Cada Distrito elegeria um candidato pelo voto distrital e o outro pela votação proporcional, quer seja o candidato indicado pelo partido, nos mesmos termos hoje vigentes (voto de legenda e quociente partidário). No caso, os eleitos poderiam ser por lista partidária fechada, ou por lista partidária aberta, onde os eleitos são os mais votados.

Voto Distrital/ leia aqui

Voto Distrital/ opinião Parlamentar/ leia aqui

E o eleitor, pelo voto distrital, tem melhores condições de acompanhar e analisar o trabalho de seu Deputado, se ele estiver ao alcance do exercício da sua cidadania, ou seja, em um determinado Distrito Eleitoral, pelo eleitor que lhe deu o voto e acompanha seu trabalho, sabe onde ele mora, às vezes o encontra na missa de domingo, sabe onde estão seus amigos e onde construiu sua vida política...

O eleitor, dessa forma, disporá de 2 votos: um para o candidato distrital e, o outro, para um candidato proporcional (ou seja, um candidato não ligado a um determinado Distrito, mas que tenha uma aceitação em todo o Estado, pela pregação que faz de forma ampla atingindo todos os Distritos).
Exemplo Didático: o candidato ideológico, ou o candidato representante sindical ou de representantes profissionais, o candidato evangélico, ou o candidato do “protesto”. Ou ainda, “pejorativamente”, o candidato “da mala preta”... Claro que uma campanha em todo o Estado seria infinitamente mais cara que uma campanha distrital.

O RODÍZIO PARLAMENTAR SACANA!!!

Representa o atual sistema eleitoral ou o sistema eleitoral majoritário, chamado de “Distritão”. Aqui, mais uma vez se aplicaria a “máxima” do Príncipe Salina: “É preciso mudar alguma coisa para tudo ficar como está...”

Sarney = Príncipe Salina/ leia aqui

É muito conhecido e “manjado” pela população, mas de combate muito difícil. Exemplo: o deputado estadual ou federal, no Estado de São Paulo, é eleito tendo por base um município do sul do estado. Pois bem, não faz nada pela região, mal aparece e, assim, resta a certeza de que não mais conseguirá votos suficientes em uma próxima eleição. O que faz o “esperto/malandro” parlamentar? Concentra a sua propaganda política tendo por base, desta vez, um município do norte do estado, onde faz muitas promessas e, naturalmente, gasta muito, muito dinheiro (poder econômico). É o “rodízio parlamentar sacana”. Se reelege e, como da outra vez, mal aparece e não faz nada. E assim vai circulando com o seu rico dinheirinho ($$$) nas várias regiões do estado e, quando tem que voltar novamente na primeira, a memória do povo é tão curta que ele pode montar a sua estratégia de enganação...


É simples assim! Todo mundo sabe que é assim...e continua...


PAÍSES QUE ADOTAM O VOTO DISTRITAL:

Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido (Inglaterra) e Alemanha.

VOCÊ RESOLVE: O VOTO É DISTRITAL!

Quer assinando a lista de adesão, quer entrando em contato com o Deputado Federal da sua região, quer escrevendo em blog ou participando das redes sociais, VOCÊ PODE RESOLVER A QUESTÃO! APOIE A IMPLANTAÇÃO DO VOTO DISTRITAL NO BRASIL!!!

maio 26, 2015

REFORMA POLÍTICA VAI SER VOTADA: CUIDADO! ENGANAÇÃO! PICARETAGEM!


"A reforma política é urgentíssima. É preciso ainda pensarmos na reforma do sistema de voto. Hoje temos apenas o Brasil e a Finlândia praticando o sistema proporcional. É hora de pensarmos no voto distrital misto"

Ex-Ministro Carlos Velloso do STF




O Congresso Nacional está na eminência de APROVAR uma reforma política que só interessa a ele, mais precisamente ao PMDB e ao PT. Seria aprovado o chamado DISTRITÃO (não confundir com o VOTO DISTRITAL), o fim da reeleição e umas coisitas mais... O Congrsso Nacional NÃO votará NUNCA as Reformas que o Brasil PRECISA! Só as que interessam para a manutenção da atual realidade política.


COMO É:
O atual sistema eleitoral contempla o voto proporcional , que são os votos válidos totais de cada partido que vão definir o número de vagas por partidos e os mais votados de cada partido serão os eleitos. Ocorre que nem sempre os candidatos mais votados são os eleitos. 
Exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato teve grande votação, mas a somatória dos votos dos outros candidatos do partido não atinge o quociente eleitoral e, mesmo com grande votação, esse candidato não se elege.
 Outro exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato tem votação surpreendente, a maior votação entre todos os candidatos de todos os partidos; assim, ele se elege e elege outros candidatos de seu partido que tiveram votação insignificante (em detrimento de candidatos bem votados de outros partidos). É o que aconteceu, algumas vezes, com o candidato Enéas.

Sistema Eleitoral/ leia aqui 

COMO O GOVERNO QUER MUDAR:
O sistema proposto pela maioria dos deputados ligados ao Governo Federal propõe o voto majoritário, pelo qual cada Estado seria um distrito, um distrito gigante, daí a denominação de “distritão” . E por esse modelo de sistema eleitoral, o nosso Estado de São Paulo, por exemplo,elegeria os candidatos mais votados, independentemente do quociente eleitoral de seus partidos. Assim, como São Paulo tem 70 deputados federais, elegeria os 70 candidatos mais votados.

O sistema do voto majoritário é assim: quem tem voto se elege; quem não tem, não se elege... Não importa o partido!

Não mudaria quase nada. Haveria a valorização dos mais votados independente de qual partido pertença. Esse tipo de voto, erroneamente chamado “distritão”, foi muito defendido pelo Sarney, é defendido pelo Temer (PMDB), pelo Francisco Dornelles (PP) e pela maioria do pessoal do PT. Mas o senador Humberto Costa (PT), líder do partido no Senado, afirmou que o distritão significa a abolição definitiva dos partidos políticos, pois leva a uma personalização ainda maior das campanhas (já que o voto se destina unicamente ao candidato) e torna as eleições ainda mais caras, privilegiando os candidatos mais ricos –argumenta. E agora, José?!?

O SISTEMA DO VOTO DISTRITAL MISTO:
O sistema do voto distrital misto resulta da somatória do voto distrital puro com o sistema de representação proporcional. Podendo ser aplicado para as eleições de Deputado Federal, Deputado Estadual e Vereadores. Assim, o Estado de São Paulo, com 70 Deputados Federais, seria dividido, por exemplo, em 35 Distritos. Cada Distrito elegeria um candidato pelo voto distrital e o outro pela votação proporcional, quer seja o candidato indicado pelo partido, nos mesmos termos hoje vigentes (voto de legenda e quociente partidário). No caso, os eleitos poderiam ser por lista partidária fechada, ou por lista partidária aberta, onde os eleitos são os mais votados.

Voto Distrital/ leia aqui 

Voto Distrital/Opinião Parlamentar/ leia aqui 

E o eleitor, pelo voto distrital, tem melhores condições de acompanhar e analisar o trabalho de seu Deputado, se ele estiver ao alcance do exercício da sua cidadania, ou seja, em um determinado Distrito Eleitoral, pelo eleitor que lhe deu o voto e acompanha seu trabalho, sabe onde ele mora, às vezes o encontra na missa de domingo, sabe onde estão seus amigos e onde construiu sua vida política... 

O eleitor, dessa forma, disporá de 2 votos: um para o candidato distrital e, o outro, para um candidato proporcional (ou seja, um candidato não ligado a um determinado Distrito, mas que tenha uma aceitação em todo o Estado, pela pregação que faz de forma ampla atingindo todos os Distritos). 
Exemplo Didático: o candidato ideológico, ou o candidato representante sindical ou de representantes profissionais, o candidato evangélico, ou o candidato do “protesto”. Ou ainda, “pejorativamente”, o candidato “da mala preta”... Claro que uma campanha em todo o Estado seria infinitamente mais cara que uma campanha distrital. 
Nesse exemplo, o "candidato da mala preta", ou seja, o candidato que não é líder sindical, nem representante profissional, ou líder comunitário (quer dizer UM CANDIDATO QUE NÃO É CONHECIDO) teria que gastar muito dinheiro ( é estimada de 6 a 8 milhões de reais a eleição pelo sistema da "mala preta"...rsrsrs   Depois...Ah, depois o DINHEIRO GASTO retornaria de "alguma" forma, afinal ninguém "rasga dinheiro"...

março 21, 2015

Custa muito caro a Eleição de Deputado!!!

Só a REFORMA POLÍTICA pode MUDAR o Brasil! 
Hoje, a compra de votos é uma VERGONHA NACIONAL!
Cada voto CUSTA DINHEIRO, muito dinheiro!
É irreal o nosso PARLAMENTO, quer nacional ou os estaduais...
Os DEPUTADOS de hoje NÃO representam sua base eleitoral, afinal "tiveram que comprar votos" em todo o território estadual...
SOLUÇÃO: Implantação do VOTO DISTRITAL MISTO, melhor representação por Estados, PARTIDOS POLÍTICOS bem estruturados e FIM do financiamento particular das campanhas políticas!
Hoje, cada candidato a DEPUTADO gasta de 6 a 8 milhões de reais! De onde vem esse DINHEIRO?!?
ACORDA BRASIL!
REFORMA POLÍTICA, JÁ!


"A reforma política é urgentíssima. É preciso ainda pensarmos na reforma do sistema de voto. Hoje temos apenas o Brasil e a Finlândia praticando o sistema proporcional. É hora de pensarmos no voto distrital misto"
Ex-Ministro Carlos Velloso do STF

COMO É:
O atual sistema eleitoral contempla o voto proporcional , que são os votos válidos totais de cada partido que vão definir o número de vagas por partidos e os mais votados de cada partido serão os eleitos. Ocorre que nem sempre os candidatos mais votados são os eleitos. Exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato teve grande votação, mas a somatória dos votos dos outros candidatos do partido não atinge o quociente eleitoral e, mesmo com grande votação, esse candidato não se elege. Outro exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato tem votação surpreendente, a maior votação entre todos os candidatos de todos os partidos; assim, ele se elege e elege outros candidatos de seu partido que tiveram votação insignificante (em detrimento de candidatos bem votados de outros partidos). É o que aconteceu, algumas vezes, com o candidato Enéas.


Sistema Eleitoral/ leia aqui 

COMO O GOVERNO QUER MUDAR:

O sistema proposto pela maioria dos deputados ligados ao Governo Federal propõe o voto majoritário, pelo qual cada Estado seria um distrito, um distrito gigante, daí a denominação de “distritão” . E por esse modelo de sistema eleitoral, o nosso Estado de São Paulo, por exemplo,elegeria os candidatos mais votados, independentemente do quociente eleitoral de seus partidos. Assim, como São Paulo tem 70 deputados federais, elegeria os 70 candidatos mais votados.

O sistema do voto majoritário é assim: quem tem voto se elege; quem não tem, não se elege... Não importa o partido!

Não mudaria quase nada. Haveria a valorização dos mais votados independente de qual partido pertença. Esse tipo de voto, erroneamente chamado “distritão”, é defendido pelo Sarney, pelo Temer (PMDB), pelo Francisco Dornelles (PP) e pela maioria do pessoal do PT. Mas o senador Humberto Costa (PT), líder do partido no Senado, afirmou que o distritão significa a abolição definitiva dos partidos políticos, pois leva a uma personalização ainda maior das campanhas (já que o voto se destina unicamente ao candidato) e torna as eleições ainda mais caras, privilegiando os candidatos mais ricos (OU QUE TENHAM "COSTAS QUENTES") –argumenta. E agora, José?!?

O SISTEMA DO VOTO DISTRITAL MISTO:

O sistema do voto distrital misto resulta da somatória do voto distrital puro com o sistema de representação proporcional. Podendo ser aplicado para as eleições de Deputado Federal, Deputado Estadual e Vereadores. Assim, o Estado de São Paulo, com 70 Deputados Federais, seria dividido, por exemplo, em 35 Distritos. Cada Distrito elegeria um candidato pelo voto distrital e o outro pela votação proporcional, quer seja o candidato indicado pelo partido, nos mesmos termos hoje vigentes (voto de legenda e quociente partidário). No caso, os eleitos poderiam ser por lista partidária fechada, ou por lista partidária aberta, onde os eleitos são os mais votados.

Voto Distrital/ leia aqui 

Voto Distrital/Opinião Parlamentar/ leia aqui 

E o eleitor, pelo voto distrital, tem melhores condições de acompanhar e analisar o trabalho de seu Deputado, se ele estiver ao alcance do exercício da sua cidadania, ou seja, em um determinado Distrito Eleitoral, pelo eleitor que lhe deu o voto e acompanha seu trabalho, sabe onde ele mora, às vezes o encontra na missa de domingo, sabe onde estão seus amigos e onde construiu sua vida política...

O eleitor, dessa forma, disporá de 2 votos: um para o candidato distrital e, o outro, para um candidato proporcional (ou seja, um candidato não ligado a um determinado Distrito, mas que tenha uma aceitação (ou disponibilidade de gastos) em todo o Estado, pela pregação que faz de forma ampla atingindo todos os Distritos). 

Exemplo Didático: o candidato ideológico, ou o candidato representante sindical ou de representantes profissionais, o candidato evangélico, ou o candidato do “protesto”. Ou ainda, “pejorativamente”, o candidato “da mala preta”... Claro que uma campanha em todo o Estado seria infinitamente mais cara que uma campanha distrital. E é o que vem ocorrendo!

O RODÍZIO PARLAMENTAR SACANA!!!
Representa o atual sistema eleitoral ou o sistema eleitoral majoritário, chamado de “Distritão”. Aqui, mais uma vez se aplicaria a “máxima” do Príncipe Salina: “É preciso mudar alguma coisa para tudo ficar como está...”

Sarney = Príncipe Salina/ leia aqui 

É muito conhecido e “manjado” pela população, mas de combate muito difícil. Exemplo: o deputado estadual ou federal, no Estado de São Paulo, é eleito tendo por base um município do sul do estado. Pois bem, não faz nada pela região, mal aparece e, assim, resta a certeza de que não mais conseguirá votos suficientes em uma próxima eleição. O que faz o “esperto/malandro” parlamentar? Concentra a sua propaganda política tendo por base, desta vez, um município do norte do estado, onde faz muitas promessas e, naturalmente, gasta muito, muito dinheiro (poder econômico). É o “rodízio parlamentar sacana”. Se reelege e, como da outra vez, mal aparece e não faz nada. E assim vai circulando com o seu rico dinheirinho ($$$) nas várias regiões do estado e, quando tem que voltar novamente na primeira, a memória do povo é tão curta que ele pode montar a sua estratégia de enganação...É simples assim!Todo mundo sabe que é assim...e continua...

Esse tipo de voto, chamado erroneamente (com o intutito de enganar o povo) de “distritão”, é defendido pelo atual Governo do PT que pretende se perpetuar no Poder Político da Nação Brasileira. No mínimo por 20 anos, dizem eles!

PAÍSES QUE ADOTAM O VOTO DISTRITAL:
Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido (Inglaterra) e Alemanha.

outubro 01, 2011

Você resolve: o Voto é Distrital!

"A reforma política é urgentíssima. É preciso ainda pensarmos na reforma do sistema de voto. Hoje temos apenas o Brasil e a Finlândia praticando o sistema proporcional. É hora de pensarmos no voto distrital misto " Ex-Ministro Carlos Velloso do STF VOTO DISTRITAL COMO É: O atual sistema eleitoral contempla o voto proporcional , que são os votos válidos totais de cada partido que vão definir o número de vagas por partidos e os mais votados de cada partido serão os eleitos. Ocorre que nem sempre os candidatos mais votados são os eleitos. Exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato teve grande votação, mas a somatória dos votos dos outros candidatos do partido não atinge o quociente eleitoral e, mesmo com grande votação, esse candidato não se elege. Outro exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato tem votação surpreendente, a maior votação entre todos os candidatos de todos os partidos; assim, ele se elege e elege outros candidatos de seu partido que tiveram votação insignificante (em detrimento de candidatos bem votados de outros partidos). É o que aconteceu, algumas vezes, com o candidato Enéas. Sistema Eleitoral/ leia aqui COMO O GOVERNO QUER MUDAR: O sistema proposto pela maioria dos deputados ligados ao Governo Federal propõe o voto majoritário, pelo qual cada Estado seria um distrito, um distrito gigante, daí a denominação de “distritão” . E por esse modelo de sistema eleitoral, o nosso Estado de São Paulo, por exemplo, elegeria os candidatos mais votados, independentemente do quociente eleitoral de seus partidos. Assim, como São Paulo tem 70 deputados federais, elegeria os 70 candidatos mais votados. O sistema do voto majoritário é assim: quem tem voto se elege; quem não tem, não se elege... Não importa o partido! Não mudaria quase nada. Haveria a valorização dos mais votados independente de qual partido pertença. Esse tipo de voto, erroneamente chamado “distritão”, é defendido pelo Sarney, pelo Temer (PMDB), pelo Francisco Dornelles (PP) e pela maioria do pessoal do PT. Mas o senador Humberto Costa (PT), líder do partido no Senado, afirmou que o distritão significa a abolição definitiva dos partidos políticos, pois leva a uma personalização ainda maior das campanhas (já que o voto se destina unicamente ao candidato) e torna as eleições ainda mais caras, privilegiando os candidatos mais ricos –argumenta. E agora, José?!? O SISTEMA DO VOTO DISTRITAL MISTO: O sistema do voto distrital misto resulta da somatória do voto distrital puro com o sistema de representação proporcional. Podendo ser aplicado para as eleições de Deputado Federal, Deputado Estadual e Vereadores.Assim, o Estado de São Paulo, com 70 Deputados Federais, seria dividido, por exemplo, em 35 Distritos. Cada Distrito elegeria um candidato pelo voto distrital e o outro pela votação proporcional, quer seja o candidato indicado pelo partido, nos mesmos termos hoje vigentes (voto de legenda e quociente partidário). No caso, os eleitos poderiam ser por lista partidária fechada, ou por lista partidária aberta, onde os eleitos são os mais votados. Voto Distrital/ leia aqui Voto Distrital/ opinião Parlamentar/ leia aqui E o eleitor, pelo voto distrital, tem melhores condições de acompanhar e analisar o trabalho de seu Deputado, se ele estiver ao alcance do exercício da sua cidadania, ou seja, em um determinado Distrito Eleitoral, pelo eleitor que lhe deu o voto e acompanha seu trabalho, sabe onde ele mora, às vezes o encontra na missa de domingo, sabe onde estão seus amigos e onde construiu sua vida política... O eleitor, dessa forma, disporá de 2 votos: um para o candidato distrital e, o outro, para um candidato proporcional (ou seja, um candidato não ligado a um determinado Distrito, mas que tenha uma aceitação em todo o Estado, pela pregação que faz de forma ampla atingindo todos os Distritos). Exemplo Didático: o candidato ideológico, ou o candidato representante sindical ou de representantes profissionais, o candidato evangélico, ou o candidato do “protesto”. Ou ainda, “pejorativamente”, o candidato “da mala preta”... Claro que uma campanha em todo o Estado seria infinitamente mais cara que uma campanha distrital. O RODÍZIO PARLAMENTAR SACANA!!! Representa o atual sistema eleitoral ou o sistema eleitoral majoritário, chamado de “Distritão”. Aqui, mais uma vez se aplicaria a “máxima” do Príncipe Salina: “É preciso mudar alguma coisa para tudo ficar como está...” Sarney = Príncipe Salina/ leia aqui É muito conhecido e “manjado” pela população, mas de combate muito difícil. Exemplo: o deputado estadual ou federal, no Estado de São Paulo, é eleito tendo por base um município do sul do estado. Pois bem, não faz nada pela região, mal aparece e, assim, resta a certeza de que não mais conseguirá votos suficientes em uma próxima eleição. O que faz o “esperto/malandro” parlamentar? Concentra a sua propaganda política tendo por base, desta vez, um município do norte do estado, onde faz muitas promessas e, naturalmente, gasta muito, muito dinheiro (poder econômico). É o “rodízio parlamentar sacana”. Se reelege e, como da outra vez, mal aparece e não faz nada. E assim vai circulando com o seu rico dinheirinho ($$$) nas várias regiões do estado e, quando tem que voltar novamente na primeira, a memória do povo é tão curta que ele pode montar a sua estratégia de enganação...É simples assim! Todo mundo sabe que é assim...e continua... Esse tipo de voto, chamado erroneamente (com o intutito de enganar o povo) de “distritão”, é defendido pelo atual Governo do PT que pretende se perpetuar no Poder Político da Nação Brasileira. No mínimo por 20 anos, dizem eles! PAÍSES QUE ADOTAM O VOTO DISTRITAL: Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido (Inglaterra) e Alemanha. VOCÊ RESOLVE: O VOTO É DISTRITAL! Quer assinando a lista de adesão, quer entrando em contato com o Deputado Federal da sua região, quer escrevendo em blog ou participando das redes sociais, VOCÊ PODE RESOLVER A QUESTÃO! APOIE A IMPLANTAÇÃO DO VOTO DISTRITAL NO BRASIL!!!

março 27, 2011

PARLAMENTAR FAZ RODÍZIO SACANA!

"A reforma política é urgentíssima. É preciso ainda pensarmos na reforma do sistema de voto. Hoje temos apenas o Brasil e a Finlândia praticando o sistema proporcional. É hora de pensarmos no voto distrital misto "
Ex-Ministro Carlos Velloso do STF

COMO É:
O atual sistema eleitoral contempla o voto proporcional , que são os votos válidos totais de cada partido que vão definir o número de vagas por partidos e os mais votados de cada partido serão os eleitos. Ocorre que nem sempre os candidatos mais votados são os eleitos. Exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato teve grande votação, mas a somatória dos votos dos outros candidatos do partido não atinge o quociente eleitoral e, mesmo com grande votação, esse candidato não se elege. Outro exemplo: em um pequeno partido, determinado candidato tem votação surpreendente, a maior votação entre todos os candidatos de todos os partidos; assim, ele se elege e elege outros candidatos de seu partido que tiveram votação insignificante (em detrimento de candidatos bem votados de outros partidos). É o que aconteceu, algumas vezes, com o candidato Enéas.

Sistema Eleitoral/ leia aqui


COMO O GOVERNO QUER MUDAR:
O sistema proposto pela maioria dos deputados ligados ao Governo Federal propõe o voto majoritário, pelo qual cada Estado seria um distrito, um distrito gigante, daí a denominação de “distritão” . E por esse modelo de sistema eleitoral, o nosso Estado de São Paulo, por exemplo, elegeria os candidatos mais votados, independentemente do quociente eleitoral de seus partidos. Assim, como São Paulo tem 70 deputados federais, elegeria os 70 candidatos mais votados.

O sistema do voto majoritário é assim: quem tem voto se elege; quem não tem, não se elege... Não importa o partido!

Não mudaria quase nada. Haveria a valorização dos mais votados independente de qual partido pertença. Esse tipo de voto, erroneamente chamado “distritão”, é defendido pelo Sarney, pelo Temer (PMDB), pelo Francisco Dornelles (PP) e pela maioria do pessoal do PT. Mas o senador Humberto Costa (PT), líder do partido no Senado, afirmou que o distritão significa a abolição definitiva dos partidos políticos, pois leva a uma personalização ainda maior das campanhas (já que o voto se destina unicamente ao candidato) e torna as eleições ainda mais caras, privilegiando os candidatos mais ricos –argumenta. E agora, José?!?

O SISTEMA DO VOTO DISTRITAL MISTO:
O sistema do voto distrital misto resulta da somatória do voto distrital puro com o sistema de representação proporcional. Podendo ser aplicado para as eleições de Deputado Federal, Deputado Estadual e Vereadores.Assim, o Estado de São Paulo, com 70 Deputados Federais, seria dividido, por exemplo, em 35 Distritos. Cada Distrito elegeria um candidato pelo voto distrital e o outro pela votação proporcional, quer seja o candidato indicado pelo partido, nos mesmos termos hoje vigentes (voto de legenda e quociente partidário). No caso, os eleitos poderiam ser por lista partidária fechada, ou por lista partidária aberta, onde os eleitos são os mais votados.

Voto Distrital/ leia aqui


Voto Distrital/Opinião Parlamentar/ leia aqui


E o eleitor, pelo voto distrital, tem melhores condições de acompanhar e analisar o trabalho de seu Deputado, se ele estiver ao alcance do exercício da sua cidadania, ou seja, em um determinado Distrito Eleitoral, pelo eleitor que lhe deu o voto e acompanha seu trabalho, sabe onde ele mora, às vezes o encontra na missa de domingo, sabe onde estão seus amigos e onde construiu sua vida política...

O eleitor, dessa forma, disporá de 2 votos: um para o candidato distrital e, o outro, para um candidato proporcional (ou seja, um candidato não ligado a um determinado Distrito, mas que tenha uma aceitação em todo o Estado, pela pregação que faz de forma ampla atingindo todos os Distritos).
Exemplo Didático: o candidato ideológico, ou o candidato representante sindical ou de representantes profissionais, o candidato evangélico, ou o candidato do “protesto”. Ou ainda, “pejorativamente”, o candidato “da mala preta”... Claro que uma campanha em todo o Estado seria infinitamente mais cara que uma campanha distrital.

O RODÍZIO PARLAMENTAR SACANA!!!
Representa o atual sistema eleitoral ou o sistema eleitoral majoritário, chamado de “Distritão”. Aqui, mais uma vez se aplicaria a “máxima” do Príncipe Salina: “É preciso mudar alguma coisa para tudo ficar como está...”

Sarney = Príncipe Salina/ leia aqui


É muito conhecido e “manjado” pela população, mas de combate muito difícil. Exemplo: o deputado estadual ou federal, no Estado de São Paulo, é eleito tendo por base um município do sul do estado. Pois bem, não faz nada pela região, mal aparece e, assim, resta a certeza de que não mais conseguirá votos suficientes em uma próxima eleição. O que faz o “esperto/malandro” parlamentar? Concentra a sua propaganda política tendo por base, desta vez, um município do norte do estado, onde faz muitas promessas e, naturalmente, gasta muito, muito dinheiro (poder econômico). É o “rodízio parlamentar sacana”. Se reelege e, como da outra vez, mal aparece e não faz nada. E assim vai circulando com o seu rico dinheirinho ($$$) nas várias regiões do estado e, quando tem que voltar novamente na primeira, a memória do povo é tão curta que ele pode montar a sua estratégia de enganação...É simples assim! Todo mundo sabe que é assim...e continua...

Esse tipo de voto, chamado erroneamente (com o intutito de enganar o povo) de “distritão”, é defendido pelo atual Governo do PT que pretende se perpetuar no Poder Político da Nação Brasileira. No mínimo por 20 anos, dizem eles!

PAÍSES QUE ADOTAM O VOTO DISTRITAL:
Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido (Inglaterra) e Alemanha.

Atenção: Leia neste Blog (Textos Anteriores) os artigos “Regime Parlamentarista” (30/01/11) e “Reforma Política do PT...”(01/03/11).

março 01, 2011

REFORMA POLÍTICA DO PT...

É preciso começar pelo começo. É preciso ter a real dimensão e gravidade da politicagem que a classe dominante brasileira faz para poder manter o povo alienado, descrente e explorado politicamente.

É preciso, também, que sejamos sinceros e objetivos: se a vanguarda da sociedade, se o núcleo pensante da intelligentzia brasileira, ou seja, da ELITE BRASILEIRA se posicionasse e mobilizasse a população seria IMPOSSÍVEL que o país continuasse nessa alienação social e calhordice política !

E para que os apressadinhos de sempre não torçam o nariz para a simples citação da palavra elite vamos, mais uma vez, buscar o ensinamento perene de Fernando Henrique Cardoso, o sociólogo, não o presidente: de que elite é a vanguarda, é o que há de melhor na sociedade, por exemplo, o melhor do futebol é o Pelé, o melhor líder sindical foi o Lula, o melhor jogador de basquete foi o Oscar Schmidt, o melhor empresário é o Antonio Ermírio, o melhor da Medicina é o Adib Jatene, o grande jurista foi Rui Barbosa, etc.

E que fique claro o óbvio: os núcleos pensantes da sociedade, a vanguarda da intelligentzia brasileira são os seus centros universitários, a imprensa independente, os jornalistas com colunas ou blogs, os cientistas sociais, as lojas maçônicas, os clubes de serviço (Rotary, Lions), a OAB, a CNBB, a ABI, as Academias de Letras de todo o país, os órgãos representativos dos profissionais liberais e tantas outras entidades representativas e com destaque junto às comunidades às quais prestam serviços.

Enfim, é preciso que os cidadãos prestantes retomem o comando de seus próprios destinos e do destino da Pátria numa cruzada cívica a favor da construção da Democracia e do desenvolvimento sustentável e moderno da Nação Brasileira.
E é exatamente isso: a vanguarda, o núcleo pensante da intelligentzia brasileira que deverá, sob o comando de sua ELITE, partir para a mobilização popular para essa grande missão: A Constituinte!

O perigo está crescendo. Ele está em Brasília, no Congresso Nacional. Urge a união dos cidadãos prestantes para que se afaste de vez essa farsa de Reforma Política que a figura folclórica do presidente do Senado Federal, José Sarney, está “montando” para o Governo Federal... A tão esperada Reforma Política corre um sério risco de ser transformada na “reforma política do PT” ... com vida curta e credibilidade zero, sob os auspícios daquele fiel “companheiro” que acompanhou Lula até São Bernardo!!!

Sarney X Lula/leia aqui

A experiente jornalista Dora Kramer, em sua coluna no “Estadão” (27/02/2011), destaca essa preocupação com o embuste político que está sendo armado em Brasília: “...Assim vamos de novo entrando na discussão sobre reforma política em situação de desequilíbrio total: os políticos sabendo demais e a população sabendo de menos.
Se os especialistas no tema se dedicassem a esmiuçar cada ponto, tudo muito explicado, detalhado com prós e contras, o cidadão então bem informado poderia fazer suas escolhas, cobrar e se manifestar, com conhecimento de causa, sobre o que acha certo ou errado
Utópica a sugestão? Não, apenas lógica, mas sem a menor chance de ser aceita pela óbvia evidência de que à ampla maioria do Congresso não interessa saber o que pensa a sociedade muito menos contribuir para a educação política do público. Pois sabemos como é: na falta de informação prevalece a manipulação...” (os destaques em negrito são nossos).

Então, é preciso que se coloque o “dedo na ferida” e se aponte, como exemplo negativo, a atuação de um colunista de jornal e titulado como consultor político, etc. Ora, se um cidadão, com coluna no “Estadão” e em sendo professor titular da USP, como é o senhor Gaudêncio Torquato e faz as seguintes afirmações: “...Nesse caso, o distrito seria o próprio Estado (distritão), diferente da proposta anterior, de repartir o ente federativo em unidades distritais em conformidade com suas densidades eleitorais.
Entre as duas propostas, qual a mais condizente com o preceito constitucional? O “distritão” parece mais afinado à letra normativa. O Estado como distrito e circunscrição eleitoral, nos termos propostos por Temer, se ajusta melhor ao modelo de representação do povo brasileiro, esteja ele em São Paulo ou no Acre. Já a concepção do “distritinho”, nos termos apregoados por Alckmin, aponta para a identificação do parlamentar com a localidade, a espacialidade, características próximas da representação senatorial. O Senador é a voz do Estado no Parlamento. Ademais, o poder econômico é mais forte em regiões restritas. É aí que predomina a força dos cabos eleitorais. É aí que se flagra o “voto de cabresto”, diferente do voto de opinião, racional e crítico, que emerge no seio dos conjuntos mais avançados politicamente...”

Podem parar!!! Esse senhor define o voto distrital como “distritinho” e o voto majoritário no Estado é o “distritão”. Se existisse pecado para afirmações políticas essa afirmação seria um PECADO CAPITAL! E mais: sem pejo, esse ilustre senhor afirma EXATAMENTE O CONTRÁRIO da realidade, ou seja, “...o poder econômico é mais forte em regiões restritas...” Tá bom então, o poder econômico é mais forte e tem mais resultado em um distrito DO QUE em uma campanha no ESTADO TODO!!! E o eleitor tem melhores condições de acompanhar e analisar o trabalho de seu Deputado caso este dependa de todos os votos espalhados pelo Estado do que se esse mesmo Deputado estiver ao alcance do exercício da cidadania, em um determinado Distrito Eleitoral, pelo eleitor que lhe deu o voto e acompanha seu trabalho, sabe onde ele mora, onde estão seus amigos e onde construiu sua vida política...É risível se não fosse trágico!!!

Todo mundo é livre para expor as suas idéias, mas não me venha posando de acadêmico e consultor fazer afirmações, no mínimo, passíveis de muita, muita e muita discussão. É como diria aquele saudoso comediante: “Há controvérsias...”

Nem se o artigo desse senhor, “Distritinho e distritão” (“Estadão”, de 27/02/2011), fosse um parecer para o próprio Vice-Presidente Michel Temer...

Pela madrugada...

Repetindo as palavras certas de Dora Kramer, acima citadas:”...Se os especialistas no tema se dedicassem a esmiuçar cada ponto, tudo muito explicado, detalhado com prós e contras, o cidadão então bem informado poderia fazer suas escolhas, cobrar e se manifestar, com conhecimento de causa, sobre o que acha certo ou errado...”

Portanto, a bandeira das oposições é a CONSTITUINTE !
E o povo só estará organizado, pronto, para uma Constituinte, quando os líderes da oposição se mobilizarem nesse sentido.

Constituinte/importante/leia aqui

Pois só o povo pode eleger as suas prioridades e NÃO os atuais parlamentares que estão encastelados em Brasília – a Ilha da Fantasia... É preciso eleger as prioridades e, entre elas, é preciso ficar claro que com o atual sistema político vigente é IMPOSSÍVEL o pleno exercício da democracia: partidos de fachada, verdadeiros “balcões de negócios”; desproporcional representatividade dos Estados Federados; Regime Presidencialista, no qual cada novo Presidente da República é um novo REIZINHO a mandar mais que os antigos Soberanos (não se aboliu a Monarquia para que os despreparados de toda espécie, de sociólogo a líder sindicalista, exercessem um Poder quase que ABSOLUTO!); o voto sendo obrigatório enseja a corrupção da parte dos maus brasileiros; o voto sendo proporcional impede o acompanhamento da atuação dos representantes eleitos; e muito, muito mais pontos negativos...

Atenção!! Cuidado com a “reforma política do PT”! Cuidado com a claque organizada para aplaudir esse embuste político!!!