maio 19, 2011

EDUCAÇÃO: “Apartheid” Cultural !

nova gramática DL*
* depois de Lula





http://ternuma.com.br/ternuma/index.php?open=2&data=175

“por que não me ufano – Ouço que um livro didático distribuído pelo governo a mais de 4 mil escolas, Por Uma Vida Melhor, diz que construções como “Os livro estão emprestado” e “Os meninos pega os peixe” podem ser consideradas corretas...Digamos que elas não deixam de comunicar seu sentido, no registro oral; afirmar que não estão erradas é outra coisa. Não vem de hoje esse populismo dos linguistas brasileiros, uma “zelite” sentada em gabinetes acadêmicos, mas parece que depois do governo Lula eles “está” mais à vontade que nunca.” (Sinopse/Daniel Piza/”Estadão”/15/05/2011)

Procuradora da República prevê ações contra livro com erros/aqui

Academia Brasileira de Letras contra livro adotado pelo MEC/aqui

É “apartheid lingüístico” diz
Critovam Buarque/leia aqui


“NÓS PEGA O PEIXE, E PERDE!” (Torcedor do Corinthians, fazendo uso de linguagem autorizada em livro didático do MEC) Do Blog do Tutty Vasquez/Fala tu/”Estadão”/17/05/2011.


linguagem e soberania/Mauro Santayana/veja aqui

É isso aí. Simples assim. “Nóis semo assim e pronto!” As duas citações esclarecem muito bem a tresloucada e irresponsável postura dos “teóricos” do Ministério da Educação e Cultura – MEC. As reações da sociedade brasileira não deixam dúvidas em relação à repulsa a essa “desconstrução” da cultura nacional. O Ministro da Educação, Fernando Haddad precisa dar uma explicação e uma solução para esse problema.

Haddad o verdugo/falar errado para não ficar com fama de bicha/Reinaldo Azevedo/muito bom/leia aqui

Por uma vida pior/Dora Kramer/”Estadão”/leia aqui

Desde o blogueiro e jornalista Reinaldo Azevedo, afirmando que “Haddad comanda o ministério da boçalidade” até o pronunciamento de uma Procuradora da República contra o uso desse “livro cultural”, culminando com a posição oficial da Academia Brasileira de Letras em nota de protesto contra o livro que, segundo seu presidente,”valida erros grosseiros”.


Livro Aprovado pelo MEC aceita erros de concordância




(charge de Leandro/"Diário de Guarulhos")

Destruindo a língua portuguesa/aqui

Haddad comanda o ministério da boçalidade/leia aqui

O ex-Ministro da Educação, ex-governador do Distrito Federal, ex-Reitor da Universidade de Brasília e atual senador Cristovam Buarque alertou que “permitir a criação de dois idiomas, o português dos condomínios e dos shoppings e o português das ruas e dos campos, é quebrar o que há de mais substancial na unidade de um povo. Permitir duas línguas é fortalecer o apartheid brasileiro...” E mais, segundo ele, “o povo e a elite precisam aprender a língua oficial e sem erros. Em concursos públicos e vestibulares, lembrou o senador, não são aceitos os erros de gramática”.


Sacerdote do Erro e Burguês do Socialismo na língua portuguesa/aqui

Os “livro” do MEC/Guilherme Fiúza/aqui

Em artigo anterior, “Educação: choque de gestão”, fizemos uma detalhada comparação entre o desenvolvimento do Brasil e da Coréia do Sul. O Brasil estava à frente em 1969, mas, daí para frente, a Coréia executou um COMPETENTE projeto educacional e...DESLANCHOU! Hoje, todos sabem do poderio da Coréia do Sul e de como o Brasil ficou para trás...




Educação: choque de gestão!/Brasil X Coréia do Sul/leia aqui

O Ministério Público Federal, a Academia Brasileira de Letras, educadores e pedagogos, políticos de diversos partidos, a grande maioria dos jornalistas e blogueiros, enfim, é a sociedade se organizando para por fim à “bagunça pedagógica” que está se instalando no Brasil.


A Indignação dos brasileiros sensatos/Augusto Nunes/aqui

E esse Ministro da Educação ainda quer ser Prefeito de São Paulo...
“Tá bom assim” ou quer mais?!?!

9 comentários:

Anônimo disse...

Fala sério...Esse pessoal está de brincadeira. Tudo é tão absurdo que nem precisaria do exemplo comparativo entre o Brasil e a Coréia do Sul. O povo SEMPRE quer melhorar a sua cultura e tem orgulho quando aprende as coisas. Quem gosta de pobreza e miséria são esses intelectuais “fajutos”. O brasileiro mais pobre quer falar em igualdade com o de classe média e com o rico. Manter o povo “atrasado” é manobra de regimes autoritários. E o grande exemplo vem dos povos árabes que foram mantidos por décadas na ignorância, totalmente subjugados pelos Ditadores de plantão. Na maioria dos casos “esse buraco negro cultural e de informações gerais” durou de 3 a 4 décadas!!! Só com a REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO” é que passaram a conhecer como vivem os outros povos e quais são os seus direitos (via internet: facebook, orkut, twiter, redes sociais, TV online, etc.). E vem esses “burocratas parasitas” que só conseguem vender seus “livros” para o governo popular, querendo manter a “massa de manobra” com seus erros e impedindo a sua evolução. Vá de retro satanás!!! (p.gomes27@yahoo.com.br)

Anônimo disse...

Brilhante a definição do senador Cristovam Buarque: é o apartheid brasileiro! A verdade é que em qualquer concurso público e em qualquer prova de curso técnico ou de faculdade erro de português É ERRO! O que esses falsos educadores querem? Que o povo fique em seu “gueto” linguístico??? Isso tem que ser denunciado, porque é pura incompetência e “recalque” cultural desses “borra-botas” incrustados no MEC. Não bastam os escândalos com as provas, os erros primários de gestão, agora querem IMPEDIR que o povo aprenda, que o povo cresça, ora.... (ludmila.cunha@yahoo.com.br)

requeri disse...

já travei embates napoleônicos por conta da forma como a língua portuguesa é tratada na internet, nos bloggs, nos sites de relacionamento, por ai tudo ... os condescendentes atribuem os erros desumanos, à linguística.

linguística não combina com gramática normativa, com ortografia correta. linguística é o contraponto à gramática, e à ortografia.

a minha inteligência, ainda comemora um estágio primitivo ... oxalá!!! não há como me fazer entender que a escrita pode se omitir de respeitar regras.

só fico menos intransigente, quando trato do dialeto caipira.

é isso.

Anônimo disse...

Hoje, assisti a um debate (Espaço Aberto/Globo) do qual participou o ex-ministro da educação, o senador Cristovan Buarque. E respondendo a uma pergunta do Alexandre Garcia, o senador respondeu, com relação ao grande investimento que a Coréia do Sul realizou na educação e da necessidade do Brasil também eleger a educação como sua prioridade nº 1, ele disse: “Bastava o Brasil destinar, para a Educação, a verba que irá para os futuros Estádios da Copa do Mundo que a Educação no Brasil estria muito bem.” E eu completaria: bastaria isso e o país estaria em condições de ocupar lugar de destaque no concerto das Nações desenvolvidas. Que o Brasil vai crescer ninguém duvida. Apesar de seus governantes e apesar da educação não ser prioritária. Agora, SÓ COM EDUCAÇÃO é que o BRASILEIRO estará em condições de se relacionar, em pé de IGUALDADE, com os povos dos países do 1º mundo. Tudo o mais é enganação. E é preciso que fique claro: o professor é mal pago, ganha um salário humilhante; é preciso dar outro padrão para a profissão de professor, fazendo com que seja uma profissão admirada e respeitada pela população e pelos jovens; é preciso, neste país de tantas carências, institucionalizar a escola em tempo integral, com horário de estudo, de esporte e com as refeições na entrada, no almoço e à tarde. Como professor, eu me entusiasmo com a possibilidade da Educação passar a ser PRIORIDADE em meu país!
(jair.castro66@yahoo.com.br)

Anônimo disse...

Puxa vida, prezado Armando, seu blog me lavou a alma! Como sou pouco ledor do que vai por aí, estava mesmo achando um absurdo não ter havido reação contra o disparate da tal autora do "Por uma vida melhor". Quando vi no "jornal nacional" a autorização do MEC da publicação de um livro de português que ensina falar errado, como disse o pres. da Academia Bras. de Letras, com erros grosseiros de gramática, por causa de um pretenso zelo para impedir outro pretenso preconceito contra os que falam errado, achei que é a gota dágua. Só essa que faltava para dar o último golpe na cidadania e o que resta de um nacionalismo sadio. Afinal, o único elemento de identidade nacional brasileiro, que é a lingua (o Brasil é um dos raros países no mundo a ser monolinguista) seria o último baluarte contra a invasão desses modismos e apelações para descontruir o pouco que ainda nos resta. Já não bastava uma "reforma" ortográfica idiota e sem propósitos devidamente claros? Como disse o Buarque, era só essa que faltava: criar um apartheid cultural. O que mais farão aqueles que querem desunir nossa pátria? Se já não bastasse a desigualdade social... Então é melhor fazer um apatheid às avessas: vamos quebrar o país, unir apenas os Estados que se preocupam em tocar a máquina para a frente, promover o separatismo e deixar o resto às moscas da involução, tipo "Brasil, ame-o ou deixe-o!" Perdoe-me as ironias, mas fiquei p. da vida.
Abs. Sebastião. (jspmendes@hotmail.com)

Delmanto disse...


Vera Winter(Facebook) Mais se você quise pega uns livro emprestadu na biblioteca para fazê o tcc você pode. Sempre tem um pessoal que ajudam. Eu ouço muito esse dialeto. Gostou?
há ± 1 hora • CurtirCurtir (desfazer)
o
Delmanto responde:
Muito boa essa sua observação, Vera. De biblioteca você entende e é comum esse tipo de “linguagem...Muito bom. Esse é o retrato. Obrigado. Grande abraço.

Anônimo disse...

Marine comentou a notícia EDUCAÇÃO: “Apartheid” Cultural !.

Comentário:
Pior de tudo é que grande parte dos que estão no comando do país se dizem querer fazer um brasil mais justo para os pobres... Estamos vendo a justiça do "te sustento, mas não educo", ou seja, te pago para você calar a boca e continuar no mesmo lugar sem direito a crescimento pessoal e profissional...
Smacks no coração.

valdecio disse...

li uma certa vez quando ainda éra criança e não me esqueci,em um livro de Monteiro lobato,que quem faz a ligua,o idioma é a grande massa popular o povo falando certo ou errado feio ou bonito cada um com seus sotaques e costumes assim a língua vai se formando o que éra errado fica aceitável se todos falarem e escreverem assim assim cera,depois os acadêmicos aperfeiçoá coloca as regras,mas quem faz o nosso português é o povo.na minha opinião sempre foi assim a onde quer que seja no brasil ou em uma aldeia distante do Afeganistão que dita a língua é o povão os intelectuais vem depois vejam a evolução o que éra errado foi ficando aceito como certo
vossa mercê", que evoluiu sucessivamente a "vossemecê", "vosmecê", "vancê" e você.

Anônimo disse...

Eu nego veemente a ignorância árabe. Há uma problemática toda na região do Norte da África e Oriente Médio, mas a ignorância é religiosa, pois onde o estado é laico geralmente o povo tem um nível educacional melhor. E daí? pelo menos isso serve para evitar o domínio estrangeiro, por que na cabeça deles há anti-imperialismo, o que é ruim é só o terrorismo que acaba gerando, ao contrário do Brasil que parece parado no tempo em termos político. Como mudar um país, em que os abusos parecem ter se tornado tão comum que as pessoas até acostumaram. os combustíveis estão caros e o povo não parece estar nem aí, os professores entram em greve e o povo não parece tomar nenhuma atitude, há assaltos, roubos, corrupção, e cadê o povo protestando em Brasília? O Brasil precisa ser o país do presente antes de querer ser o país do futuro. Acorda povo, antes que seja tarde. A ignorância está acabando com esse país.

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