dezembro 01, 2011

Marcelinas: 100 Anos de Uma História Vitoriosa!


Rede de Educacão Marcelinas ou REDE MARCELINAS!
Já é um sinônimo de excelência no ensino. Com Unidades Educacionais por todo o Brasil, a CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MARCELINAS fez história nestes 100 Anos de caminhada educacional.

Atuando na educação, no setor sócio-educacional e no setor hospitalar, a REDE MARCELINAS cumpriu com méritos as propostas de seu fundador, MONSENHOR LUIS BIRAGHI e de sua Madre Fundadora, IRMÃ MARINA VIDEMARI. A Congregação de Santa Marcelina surgiu em Cernusco, Milão/Itália, em 1838. Veio para o Brasil em 1912, com o COLÉGIO DOS ANJOS, na cidade de Botucatu, Estado de São Paulo, a pedido de Dom Lúcio Antunes de Souza, o 1º Bispo, cuja Diocese de Botucatu respondia por 50% do território paulista. Uma imensidão. A CASA se ergueu, conquistou fama e se espalhou estrategicamente pelo Brasil: em São Paulo (capital); na Tijuca, Rio de Janeiro; Muriaé, em Minas Gerais; Palmas Tocantins; Piraí do Sul, no Paraná; Alto Paraíso, em Rondônia; Embratel, Rondônia; e Marcello Cândia, em Rondônia.



De Milão, a Congregação das Marcelinas já tinha, também, se espalhado pela Itália: Genova, Sori, Arona, Bolzano, Foggia, Lecce, Tricase e Roma. Pela Europa: na França, em Chamberry; na Inglaterra, em Londres; e na Suíça, em Lausanne. E na América do Norte: no Canadá, em Montreal e no México, na Capital. E na Albânia e no Benin.



Importante que se destaque a presença das Irmãs Marcelinas no setor hospitalar. Desde 1961, com a conclusão das obras do HOSPITAL SANTA MARCELINA, na Zona Leste (Itaquera) da cidade de São Paulo, numa planta do arquiteto Domingos Marchetti, o hospital foi num crescente impressionante. No início, contava com 150 leitos e, hoje, tem 720 leitos, sendo considerado um dos maiores hospitais do Brasil. Filantrópico, atende prioritariamente ao SUS. Situado quase ao lado do futuro Estádio de Futebol do E.C.Corinthians Paulista, que deverá sediar a abertura da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, o Hospital Santa Marcelina necessitará ampliar alguns serviços já visando esse importante evento que deverá mobilizar a capital e, especialmente, Itaquera.



No decorrer desses anos, o hospital se manteve fiel à sua missão, promovendo a vida, a saúde e a dignidade dos doentes, principalmente dos pobres, ao mesmo tempo em que formava profissionais para os serviços especializados. Hoje, é referência no Brasil para casos de alta complexidade. Faz transplantes de órgãos, medula óssea e tratamentos avançados de câncer. Mantém 42 programas de Residência Médica e de Especialização, sendo importante Centro de Ensino e Pesquisa.

Com a experiência adquirida, a atuação das Marcelinas na área da saúde cresceu de forma consolidada, a verba anual dos quatro hospitais que hoje são administrados pelas Marcelinas é de 400 milhões! Três ficam na zona leste (Itaquera, Itaim Paulista e Tiradentes) e um em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. É de 2.000 o total de leitos e são 12 mil o número de funcionários. É equivalente ao Hospital das Clínicas, a estrutura médica das Marcelinas! É um absoluto sucesso!

Também na área social, a Congregação se fez presente nos projetos de sua Rede Sócio-educacional, estando em Botucatu – Núcleo Assistencial “Madre Marina Videmari; Creche Escola, em São Sebastião do Passe, na Bahia; e Centro do Menor, em Terra Nova, na Bahia. Assim, para esta matéria, iremos dar uma rápida visão da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu/SP (1912); do Colégio Santa Marcelina/São Paulo, capital (1927); e do Colégio Santa Marcelina no Rio de Janeiro (1939):

COLÉGIO DOS ANJOS – “ALMA MATER DAS MARCELINAS”



Por empenho de Dom Lúcio Antunes de Souza – 1º Bispo Diocesano de Botucatu, cuja Diocese representava 50% do território paulista, feito diretamente ao Papa PIO X, a Congregação de Santa Marcelina foi escolhida para implantar esse importante projeto educacional voltado às meninas de toda a região. Aos 16 de fevereiro de 1912, decidiu-se fundar uma CASA em BOTUCATU, tendo à frente a Irmã Antonieta Valentini. Dom Lúcio designara o seu vigário-geral, Monsenhor Pascoal Ferrari, para supervisionar a implantação do mais novo educandário da cidade. Denominado COLÉGIO DOS ANJOS, representava bem o desejo de Dom Lúcio: “...tenho certeza de que esta minha Diocese poderá ter a felicidade de possuir um verdadeiro COLÉGIO CATÓLICO.”

Em 1913, é nomeada a nova Superiora, Irmã Camem Ortolina e são iniciadas as suas atividades educacionais. A nova Irmã Superiora veio com todos os meios para a construção do COLÉGIO. A pedra fundamental foi colocada no dia 18 de dezembro de 1913, com a construção devendo estar terminada em 1915. Estava lançada a primeira semente da Congregação em terras brasileiras e Botucatu se torna o Berço da Congregação Marcelina no Brasil.

Com sua construção pronta em 1915, o Colégio dos Anjos ganhou fama pela qualidade de seu ensino e pelo sucesso na educação e preparo de meninas vindas de todo o interior do estado e até dos Estados do Paraná e Mato Grosso. Nos anos 40, com a mudança na legislação do ensino, passa a denominar-se “Instituto Santa Marcelina”. Já em 1939, o senhor diretor-geral do Departamento de Educação autorizou a transferência da Escola Normal Livre de Pindamonhangaba para funcionar anexa ao Colégio dos Anjos. Desde então, o colégio pode outorgar às suas alunas o Diploma de Professora. No início e até 1973 era exclusivo das meninas e à partir dessa data passa a ser misto. Com cursos do Maternal ao 2º Grau e com as Faculdades de Música (1964) e de Educação Artística (1976). Atualmente, a Faculdade de Música está concentrada em São Paulo.

COLÉGIO SANTA MARCELINA/SÃO PAULO



Em 1927, foi inaugurado no bairro de Perdizes, na Capital, o COLÉGIO SANTA MARCELINA, conceituado colégio religioso, pela empreendedora Irmã Superiora, Sophia Marchetti, a mesma que viria a inaugurar o Hospital Santa Marcelina, em Itaquera. A Irmã Sophia dirigiu o Colégio até 1971, quando faleceu. Em sua homenagem, a Escola de Enfermagem que fundou, passou a chamar-se “SOPHIA MARCHETTI”.

Coincidentemente, está situado na rua Dr. Cardoso de Almeida, no nº 541. o Deputado José Cardoso de Almeida, advogado formado pela São Francisco e político de Botucatu, que exercia nessa época o cargo de Deputado Federal e era o líder do então Presidente da República, Washington Luiz. Esse político, ligado por laços de família ao Monsenhor Ferrari (que era Vigário Geral quando da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu), exerceu grande influência na política paulista (foi Secretário da Justiça, da Fazenda e da Segurança Pública), juntamente com seu cunhado, o arquiteto Ramos de Azevedo, autor dos mais belos prédios públicos da capital paulista.

O COLÉGIO SANTA MARCELINA, da capital, sempre foi considerado um dos melhores colégios do Brasil. Com internato, semi-internato, tinha a grade completa de cursos, além da Faculdade de Música que formou gerações de profissionais. Na mesma rua Cardoso de Almeida, no nº 1182, é mantido o Pensionato Santa Marcelina para aquelas jovens, já formadas no colegial e que faziam outras faculdades.

COLÉGIO SANTA MARCELINA NO RIO DE JANEIRO



No ano de 1939, foi fundado o COLÉGIO SANTA MARCELINA, do Rio de Janeiro, situado numa das áreas mais bonitas e preservadas da Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, em plena floresta, impressiona pelo seu tamanho e beleza. Em seu início, utilizou-se de uma mansão – o Castelinho! -, em estilo inglês do século XIX, construído por Mark Sutton, com todo o conforto e modernidade da época, onde hoje está funcionando a Educação Infantil.

O Colégio das Marcelinas teve a construção de seu amplo prédio próprio em 1940, destinando-o ao Ensino Fundamental e Médio. À partir de 1973, passou a receber também meninos, num sistema misto. O Colégio promove a formação de crianças e jovens desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, com excelentes professores e com a melhor técnica didática de ensino. É altamente positivo o ritmo de preparação dos alunos para os diversos Vestibulares, com avaliações todos os sábados e simulado a cada mês, com bons resultados: excelentes índices de aprovação nos concursos para Universidades como UFRJ, UERJ, UFF e outras. Os alunos do terceiro ano, por exemplo, estudam das sete da manhã às 16h30, nas segundas e quartas e, nos sábados, das oito ao meio dia.



Desfruta do prestígio de ser um bom e tradicional educandário, atendendo a nível de excelência a população carioca.




9 comentários:

Delmanto disse...

REGISTRO HISTÓRICO. Quem diria que no CENTENÁRIO da vinda das IRMÃS MARCELINAS para o Brasil (Botucatu/SP), surpreendentemente, uma delas, estaria a ter destaque no mundo econômico, social e político do Estado de São Paulo...E é exatamente isso o que está vivendo a jovem IRMÃ EXECUTIVA ROSANE GHEDIN!
Jovem, de olhos azuis, já com cabelos brancos, mas a Irmã Rosane tem apenas 41 anos. Nascida no Paraná (Boa Vista), neta de italianos, com sete irmãos, foi a única da família a optar pela vida religiosa. Entrou com 15 anos para o convento. Complementou a sua formação religiosa com o Curso de Administração Hospitalar da Fundação Getúlio Vargas, em 1998. Mora com 32 Irmãs em uma casa anexa ao Hospital Santa Marcelina (Itaquera), são freiras médicas e religiosas. A Irmã Rosane Ghedin é vivo exemplo de sucesso em gestão de recursos públicos, estando há 5 anos na Direção das CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS DE SANTA MARCELINA. O total da verba que ela administra atinge a vultosa soma de 700 milhões (400 milhões na área da saúde) entre verbas de hospitais, contratos e projetos na área da saúde e da cultura.
Uma Executiva desse porte não passaria desapercebida do Poder Público. Convocada e liberada pela Congregação para atividades paralelas, algumas em parceria com o Estado, a Irmã Rosane dirige a Escola de Música TOM JOBIM, um projeto da Secretária da Cultura, desde 2008.A Irmã Rosane também acumulou a gestão do PROJETO GURI. Começou com 20 polos na capital e hoje coordena 32, ou seja, todos da cidade, com 12 mil alunos. O FESTIVAL DE CAMPOS DE JORDÃO também está sob sua batuta. Revitalizou o famoso Festival. Em parceria com a Prefeitura propôs e implantou oficinas de capacitação de professores, que poderão dar cursos para a formação de músicos. Foi um novo ânimo que mobilizou a cidade e o Poder Público local.
IRMÃ Rosane acorda cedo, às 5h45 min. , toma café e segue para a Escola de Música TOM JOBIM. Sempre de hábito, usa apenas um crucifixo como acessório no peito e tem, sempre à mão, o seu iPhone, trazendo mesnsagens e tocando sem parar... À noite, chegando em casa, há os emails para ler e anotar compromissos e, depois, baixa músicas evangélicas na internet. Gosta de percorrer os sites de composições eruditas e religiosas, tanto católicas como evangélicas.
Essa é a grande surpresa no CENTENÁRIO, a mostrar o PERFIL religioso, que interage com a sociedade e com os poderes constituídos, extremamente preocupada com o social e com um desempenho executivo que surpreende positivamente empresários e dirigentes da administração pública do Estado!!!

Delmanto disse...

Importante testemunho foi publicado no livro “Familiando...em Prosa e Verso”, da professora Carmen Sílvia Martin Guimarães, Membro Efetivo da Academia Botucatuense de Letras – ABL. A Acadêmica Carmen Sílvia é ex-aluna do Santa, ex-professora do Santa, ex-Coordenadora do Ensino Médio da Santa Marcelina e Supervisora Estadual do Ensino aposentada. Vamos reproduzir trecho do artigo “Saudade do Colégio Santa Marcelina”:
“Não. Não dá para esquecer “o Santa”!
Neste final de ano de 1999, quando estávamos comemorando o final do milênio, não poderia deixar de escrever algumas palavras sobre a minha convivência com a comunidade Marcelina.
Era 1956 e eu entrava na primeira série do curso primário. A superiora era a Ir. Marcelina Novaes e D. Anita Ramos, a primeira e inesquecível professora. Nosso uniforme era bem fechado, discretíssimo, confeccionado pelas próprias irmãs da costura. No primeiro que usei, havia até uma gravatinha azul com bolinhas brancas. E como a gente gostava de mastigar a pontinha da gravata, o que a estragava, a Irmã Luisinha vivia chamando a nossa atenção. Do azul e branco, passamos para o xadrez escocês, sem esquecer que tínhamos uma para o dia-a-dia, e outro, de mangas longas, para as sessões solenes, procissões e para as missas de primeira sexta-feira do mês. O véu branco de bolinhas também fazia parte das atividades religiosas.
Ah! As missas da Primeira Sexta...Eram na primeira aula. Depois havia um delicioso café oferecido pelas irmãs para todas as alunas. (Naquele tempo não havia alunos na escola. Apenas mulheres. Os meninos começaram a freqüentar o colégio muito mais tarde). Serviam um chocolate delicioso do qual jamais me esqueci! Pão com manteiga, quentinho, muita conversa e que preguiça de voltar para as salas de aula!
Em cada sala de aula, ficava sentada, durante o tempo todo, uma mestra de sala que nos vigiava, tricotava, fazia crochê ou ainda bordava. Bastava um olhar dela para nós e qualquer brincadeirinha sem graça esmorecia. Ir. Luisinha e Ir. Benedita marcaram suas vidas ao nosso lado. Eram bem pequeninas e as apelidamos de “Mosquitinho”. Era só anunciar que o “Mosquitinho” vinha vindo, e era uma correria para dentro da sala.
Aqui fiz a primeira comunhão também. As próprias irmãs nos preparavam. Ficávamos uma noite inteira em jejum para o dia da primeira Eucaristia. Fazíamos o “Ramalhete” de jaculatórias e sacrifícios para oferecer a Maria e Jesus.
Nas festividades e solenidades, o maravilhoso coral das alunas se apresentava. Todas as séries do Clegial (naquela época curso Normal) participavam e as sessões de formaturas eram excepcionais. Eu me formei em 1966, juntamente a quase 60 colegas. Nossa turma se encontra de 5 em 5 anos aqui na escola para matar a saudade. Em 1996, celebramos os 30 anos de formatura e com alegria e emoção nos abraçávamos e abraçávamos as irmãs!...” (AMD)

Anônimo disse...

As Irmãs Marcelinas são famosas pelo tratamento que dão a seus hóspedes e pela extrema limpeza com que mantém o Colégio. Em Botucatu, ficou famoso o evento que recepcionou o então governador Jânio Quadros, que ficou hospedado no Colégio por recomendação do Bispo Dom Henrique. Ele , Dona Eloá e a filha Tutu. Já nos anos 60, quando os colonos belgas tiveram que sair rapidamente do Congo devido a independência do país, vindo para a Fazenda Monte Alegre, as meninas belgas estudaram internas no Santa Marcelina e os meninos no Colégio La Salle. E quando as autoridades belgas visitavam Botucatu, também ficavam hospedadas no Colégio Santa Marcelina. Só boas lembranças dessas Irmãs dedicadas e humildes. Saudades.
(maria-de-lourdes2004@hotmail.com)

Anônimo disse...

Sou moradora de Perdizes, Delmanto. Adoro o meu bairro. A minha mãe estudou no Colégio Santa Marcelina e eu e minha irmã, Pauao, fizemos do primário ao colegial lá. Decorei as calçadas da rua Dr Cardoso de Almeida. Na verdade, Perdizes é como uma cidade do interior, os moradores se conhecem, ainda não virou terra de ninguém: o grande mal das cidades que crescem muito. E as irmãs marcelinas são uns anjos, às vezes disciplinadoras demais, mas é sempre para o nosso bem. Quem conhece o conjunto de prédios do Colégio fica encantado. É uma pequena cidade. Tudo bem estruturado, amplo, lindo, lindo... Gostei do texto, parabéns! (carla.bueno2011@bol.com.br)

Anônimo disse...

Grace Maria Mattos: QUE BOM ARMANDO, FIQUEI FELIZ DE SABER QUE O" SANTA MARCELINA" , MEU QUERIDO COLÉGIO É TAO RECORDADO . NAO SABIA DO CENTENÁRIO .TAMBÉM, AQUI TAO LONGE ...SEMPRE LEMBRO DESSES DIAS DE COLÉGIO , DA HORA DA SAÍDA.. PARA SABER QUEM ESTAVA NA PORTA ESPERANDO...QUEM ESPERAVA A QUEM É GOSTOSO RECORDAR.OBRIGADO PELO SEU CARINHO.ESCREVA SEMPRE QUE QUEIRA QUE EU GOSTO. (FACEBOOK)

requeri disse...

sou ex-aluna, externa e interna. não pude voltar ao externato, depois que deixei o internato. não era permitido, por uma questão de sigilo ... coisa de freira!!!
eu adorava aquelas fitinhas que caiam de cada lado das casquetes das irmãs, e que elas dobravam no alto da cabeça.
nem hj tenho tanta roupa: eram 5 modelos diferentes de uniforme, se é que eu não estou esquecendo algum ... xadrezinho de gala, xadrezão, ginástica, branco de verão, listradinho de verão ...

e a comida??? não teve e não terá nada igual!!!

bons tempos!!!

Delmanto disse...

Relativamente a alguns temas é impossível não haver um envolvimento pessoal. No caso do Colégio Santa Marcelina, por exemplo. Foi meu primeiro olhar independente para o mundo. Nunca me esqueci daquela experiência...Com 6 anos de idade, lá estava eu convivendo com meninos e meninas da minha idade em um ambiente muito bom, com pessoas generosas e cuidadosas. E tinha a Ir. Olga: parecia uma esfinge, alta, imponente, carinhosa e bonita, muito bonita. Desse mundo eu gostei. Foi uma experiência da qual eu pude me recordar ao reencontrar a minha foto de uniforme, pronto para ir ao Santa. Essa foto estava no álbum de minha irmã, Fióca Helena. Foi um reencontro e uma viagem, da qual resultou a matéria “Dois Momentos”, com a minha foto de 1951 e a foto do meu neto, o “Neto”, no ano de 2011, no mesmo Santa. E peguei uma foto de minha irmã com o uniforme da época (1942!), também em seu início no Santa. Ela fez todos os estudos no Santa Marcelina de Botucatu, inclusive o curso completo de piano (5 anos), depois fez a Faculdade de Música, no Santa Marcelina das Perdizes, em São Paulo. São muitas interfaces. E a Irmã Leonilda e sua amizade com a Beth e, anos depois, a sua preocupação com o Marcelo no Colegial do Santa, de Botucatu.A verdade é que com 100 ANOS de atuação efetiva, a história do Santa Marcelina passa a se confundir com a história de Botucatu, com parte da história de São Paulo e com as histórias das outras localidades onde se estabeleceu e,,,venceu!
Este trabalho histórico foi muito prazeroso para mim. Com a ajuda do meu filho Marcelo na montagem e arte final pudemos, acredito, fazer um retrato fiel ao carisma dessa Congregação de Santa Marcelina e para a sua caminhada difícil, persistente, mas vitoriosa pelo Brasil.
Valeu! Gostei! Tempos bons! Saudade...

Anônimo disse...

Delmanto, eu li numa reportagem que falava do fenômeno que é a Irmã Rosane Ghedin, a Superiora da Congregação Santa Marcelina e que lida com um orçamento de 700 milhões! E um dos comentários dizia, porque não lançá-la para governadora?!? Excelente idéia! Uma pessoa que administra todo o complexo das Marcelinas e ainda é Diretora do Projeto (Estado) Guri, que é Diretora da Escola de Música TOM JOBIM (Estado) e, ufa!, ainda tem tempo para ser a responsável e executiva do Festival de Inverno de Campos do Jordão!!!
Parafraseando o presidente Obama, vamos dizer: “Essa é a mulher!”
Por quê , não?!?
Já pensaram? Políticos corruptos saem de cena e entra uma executiva (fez a Fundação Getúlio Vargas), jovem (41 anos!), carismática e ... pé de boi!
Vamos divulgar a idéia! Excelente! (bastosgustavo32@yahoo.com.br)

Sydney Castro disse...

Caro Delmanto, de grande saudade de nossos vizinhos LaSalle , Seminario Sao Jose, Residencia do Arcebispo, Escola Normal, Cardoso de Almeida e essa centenaria. insituicao de Ensino, acomapnhei de perto pois tinhamos em casa mimha cara irma que frequentou o C Anjos 13 anos , parabens e que essa ordem religiosa educacional e assistencial a saude mantenha sempre ativa a chama do ensino de qualidade
Do ex colega de La Salle
Sydney Pinheiro de Castro
Recife Pernambuco

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