A Atlântida era na América + As Pirâmides da Amazônia
Templo Negro Fálico & Frei Fidélis!/ leia aquiComplementando os estudos de Frei Fidélis, citados no post sobre “O Templo Negro Fálico”, seria impossível não reproduzir, com destaque, este artigo de Pedro Marangoni, já tantas vezes citado no Blog do Delmanto.
O post “Quimeras Incas: pirâmides na Amazônia?” precisa ser lido e divulgado. O capuchinho austríaco, Frei Fidélis, que foi Superior dos Frades Capuchinhos foi até a Amazônia para comprovar e ampliar seus conhecimentos sobre a povoação das Américas pelos SUMÉRIOS.
O artigo abaixo vem se somar a tudo o que já se escreveu sobre o tema. É um testemunho muito importante.
Quimeras Incas:pirâmides na Amazônia?
“No início da década de 90 recebi a missão de deslocar um Bell 212,helicóptero bi turbina para 15 ocupantes ou 1500kg de carga da Base da Petrobras de Porto Urucu,Amazonas,com destino à cidade de Cruzeiro do Sul,no Acre,às margens do Rio Juruá,onde ficaria baseado para deslocamentos de apoio a uma sonda de petróleo na região do Rio Ipixuna. Voo sem passageiros ou carga,apenas eu no comando e a co-piloto Lia,com previsão de abastecimento
Com a co-piloto Lia,na missão que deu origem ao livro |
Após pousar no aeroporto de Cruzeiro do Sul,enquanto arrumava meus pertences para abandonar a aeronave alguém se aproximara e conversava com minha co-piloto,que me chamou. Já fora do helicóptero dirigi-me ao personagem nitidamente europeu,baixo,ligeiramente calvo,suado,com o rosto avermelhado e vestido como explorador de filmes de Hollywood,os típicos trajes cáqui cheios de bolsos... Se apresentou em francês como um pesquisador sobre Incas,perguntou-me sobre minha rota e disparou:
-por acaso não avistou um agrupamento de pirâmides na margem direita do Juruá?
Num ápice meu cérebro,que ignorara as elevações atípicas avistadas durante o voo,reviu o que eu considerara apenas um ponto relevante para a navegação e lembrei-me de um fator importante:aflorações de cassiterita costumam ser isoladas,não em grupo!
-Lia,por favor,a carta WAC! Mostrei ao francês o mapa com os montículos desenhados e ele conseguiu ficar mais vermelho ainda:
-Exato,exato,é no ponto onde o Juruá se alarga que eles entraram floresta adentro!
-Eles quem,monsieur?
-Os Incas,é claro!
E foi minha vez de ficar embasbacado... Sua teoria era que descendo o rio e procurando um refúgio seguro e distante dos espanhóis ou guerras internas haviam evitado prosseguir na parte mais larga do Juruá -que poderia ser habitado- e se embrenharam na selva para construir uma cidade...
E foi minha vez de ficar embasbacado... Sua teoria era que descendo o rio e procurando um refúgio seguro e distante dos espanhóis ou guerras internas haviam evitado prosseguir na parte mais larga do Juruá -que poderia ser habitado- e se embrenharam na selva para construir uma cidade...
Este meu relato pode ser confirmado pela co-piloto,pelos operadores do aeroporto que permitiram que o francês entrasse no pátio das aeronaves e a missão aérea através dos livros de bordo e registros da firma de táxi aéreo. Uma história que achei tão interessante que resolvi,mesclando realidade com ficção,escrever o romance "Quimeras Incas"(Amazon/Kindle) e que está sendo traduzido para o inglês por Rafa Lombardino,CEO da http://wordawareness.com/ da Califórnia,USA.”




