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junho 02, 2020

DEMOCRACIA DE FARDA!


DEMOCRACIA DE FARDA!



É a melhor definição que se deu ao braço armado da DEMOCRACIA: é a DEMOCRACIA DE FARDA! 
A definição da atuação da Polícia Militar em defesa da sociedade no episódio da queima da BANDEIRA NACIONAL por baderneiros “pró-democracia” (rsrsrs). Definição perfeita!
DEMOCRACIA não consegue se manter sem seu braço armado.

DEMOCRACIA DE FARDA: 
S.O.S !


Brasil precisa rever a sua posição em relação à SEGURANÇA PÚBLICA! Como precisa rever sua posição com relação a SAÚDE e a EDUCAÇÃO!
SOCIEDADE CIVIL não pode mais aceitar desculpas da classe política brasileira.
As Forças Armadas devem atuar no disciplinamento da Segurança Pública Nacional. É preciso que as redes sociais, a imprensa e as entidades representativas passem a EXIGIR do Governo Federal um PLANO DE SEGURANÇA PÚBLICA INTEGRADO!

A Democracia, já o dissemos, NÃO consegue se manter SEM SEU BRAÇO ARMADO !

ATENÇÃO:

O BRASIL ESTÁ VIVENDO MOMENTOS DIFÍCEIS, AS FORÇAS POLÍTICAS QUE PERDERAM OS PRIVILÉGIOS E AS “MAMATAS” QUE ALIMENTARAM A ESQUERDALHA VIOLENTANDO E DESTRUINDO AS EMPRESAS PÚBLICAS E A ESTRUTURA DA NAÇÃO BRASILEIRA ESTÃO JOGANDO TUDO PARA DESESTABILIZAR, AGORA, O GOVERNO LEGITIMAMENTE ELEITO PELO POVO!

AVANTE !

SELVA !




novembro 18, 2015

BANDEIRA NACIONAL: Homenagem de Rubem Braga!


Nada como buscar as palavras de Rubem Braga – o maior cronista brasileiro! – para a abertura de nossa homenagem à Bandeira Nacional. É o Símbolo maior a representar a nossa Pátria. E Rubem Braga, bom aluno em redação, inovava com criatividade na exaltação à Bandeira. Vamos a um pequeno trecho de sua crônica “A Minha Glória Literária”:

“Quando a alma vibra, atormentada...”
Tremi de emoção ao ver essas palavras impressas. E lá estava o meu nome, que pela primeira vez eu via em letra de forma. O jornal era O Itapemerim, órgão oficial do Grêmio Domingos Martins, dos alunos do Colégio Pedro Palácios, de Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo.
O professor de Português passara uma composição: “A Lágrima”. Não tive dúvidas: peguei a pena e me pus a dizer coisas sublimes. Ganhei 10, e ainda por cima a composição foi publicada no jornalzinho do colégio. Não era para menos:


.
“Quando a alma vibra, atormentada, às pulsações de um coração amargurado pelo peso da desgraça, este, numa explosão irremediável, num desabafo sincero de infortúnios, angústias e mágoas indefiníveis, externa-se, oprimido, por uma gota de água ardente como o desejo e consoladora como a esperança; e esta pérola de amargura arrebatada pela dor ao oceano tumultuoso da alma dilacerada é a própria essência do sofrimento: é a lágrima.” É claro que eu não parava aí. Vem, depois, outras belezas; eu chamo a lágrima de “traidora inconsciente dos segredos d’alma”, descubro que ela “amolece os corações mais duros” e também (o que é mais estranho) “endurece os corações mais moles”. E acabo com certo exagero dizendo que ela foi “sempre, através da História, a realizadora dos maiores empreendimentos, a salvadora miraculosa de cidades e nações, talismã encantado de vingança e crime, de brandura e perdão.”
...........................................................................................................................................................................................
“...Uma semana depois o professor mandou que nós todos escrevêssemos sobre a Bandeira Nacional. Foi então que – dá-lhe Braga! – meti uma bossa que deixou todos maravilhados. Minha composição tinha poucas palavras, mas era, nada mais nada menos que uma paráfrase do Padre Nosso, que começava assim: “Bandeira nossa, que estais no céu...”
Não me lembro do resto, mas era divino. Ganhei novamente 10, e o professor fez questão de ler, ele mesmo, a minha obrinha para a classe estupefata...”


No dia 19 de Novembro – Dia da Bandeira! – nada mais justo que o destaque ao nosso símbolo cívico. Lembrando que a cidadania se constrói no dia a dia, na escola, quando unidos cantávamos os hinos cívicos: o Hino da Independência e o Hino à Bandeira. Mais o hasteamento da Bandeira, as preleções das professoras, as redações sobre o tema, enfim, a participação escolar que agrega valores, constrói o patriotismo e ajuda a formar o caráter do cidadão prestante!

Vamos, então, à letra do Hino à Bandeira que foi escrita por Olavo Bilac e a música composta por Franciso Braga. O hino foi apresentando, pela primeira vez, em 9 de novembro de 1906.

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Neste momento difícil por que passam todos os países do mundo, nada mais oportuno que a exaltação cívica de nosso Símbolo Nacional. Cada país tem os seus problemas que foram agravados pela crise financeira mundial. E oBrasil  passa por verdadeira provação no campo da moralidade pública. A CORRUPÇÃO grassa nos gabinetes ministeriais e milhões de reais são desviados, quer através de ONGs quer através de licitações fraudulentas e propinas vergonhosas... E as Reformas Fundamentais para que o país alcance um desenvolvimento sustentável estão sendo proteladas desde a promulgação da Constituição Federal de 1988.



Vamos deixar a nossa homenagem à Bandeira Nacional e o nosso posicionamento firme contra a CORRUPÇÃO e os MALFEITOS, esperando que se faça a tão necessária HIGIENIZAÇÃO POLÍTICA NACIONAL!!!

novembro 19, 2014

DIA DA BANDEIRA NACIONAL !


Nada como buscar as palavras de Rubem Braga – o maior cronista brasileiro! – para a abertura de nossa homenagem à Bandeira Nacional. É o Símbolo maior a representar a nossa Pátria. E Rubem Braga, bom aluno em redação, inovava com criatividade na exaltação à Bandeira. Vamos a um pequeno trecho de sua crônica “A Minha Glória Literária”:



“Quando a alma vibra, atormentada...”

Tremi de emoção ao ver essas palavras impressas. E lá estava o meu nome, que pela primeira vez eu via em letra de forma. O jornal era O Itapemerim, órgão oficial do Grêmio Domingos Martins, dos alunos do Colégio Pedro Palácios, de Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo.
O professor de Português passara uma composição: “A Lágrima”. Não tive dúvidas: peguei a pena e me pus a dizer coisas sublimes. Ganhei 10, e ainda por cima a composição foi publicada no jornalzinho do colégio. Não era para menos:

“Quando a alma vibra, atormentada, às pulsações de um coração amargurado pelo peso da desgraça, este, numa explosão irremediável, num desabafo sincero de infortúnios, angústias e mágoas indefiníveis, externa-se, oprimido, por uma gota de água ardente como o desejo e consoladora como a esperança; e esta pérola de amargura arrebatada pela dor ao oceano tumultuoso da alma dilacerada é a própria essência do sofrimento: é a lágrima.”
É claro que eu não parava aí. Vem, depois, outras belezas; eu chamo a lágrima de “traidora inconsciente dos segredos d’alma”, descubro que ela “amolece os corações mais duros” e também (o que é mais estranho) “endurece os corações mais moles”. E acabo com certo exagero dizendo que ela foi “sempre, através da História, a realizadora dos maiores empreendimentos, a salvadora miraculosa de cidades e nações, talismã encantado de vingança e crime, de brandura e perdão.”
...........................................................................................................................................................................................
“...Uma semana depois o professor mandou que nós todos escrevêssemos sobre a Bandeira Nacional. Foi então que – dá-lhe Braga! – meti uma bossa que deixou todos maravilhados. Minha composição tinha poucas palavras, mas era, nada mais nada menos que uma paráfrase do Padre Nosso, que começava assim: “Bandeira nossa, que estais no céu...”
Não me lembro do resto, mas era divino. Ganhei novamente 10, e o professor fez questão de ler, ele mesmo, a minha obrinha para a classe estupefata...”


Neste dia 19 de Novembro – Dia da Bandeira! – nada mais justo que o destaque ao nosso símbolo cívico.Lembrando que a cidadania se constrói no dia a dia, na escola, quando unidos cantávamos os hinos cívicos: o Hino da Independência e o Hino à Bandeira. Mais o hasteamento da Bandeira, as preleções das professoras, as redações sobre o tema, enfim, a participação escolar que agrega valores, constrói o patriotismo e ajuda a formar o caráter do cidadão prestante!

Vamos, então, à letra do Hino à Bandeira que foi escrita por Olavo Bilac e a música composta por Franciso Braga. O hino foi apresentando, pela primeira vez, em 9 de novembro de 1906.

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!


Neste momento difícil por que passam todos os países do mundo, nada mais oportuno que a exaltação cívica de nosso Símbolo Nacional. Cada país tem os seus problemas que foram agravados pela crise financeira mundial. E o Brasil não fica livre desses problemas. Mesmo estando economicamente estabilizado, passa por verdadeira provação no campo da moralidade pública. A CORRUPÇÃO grassa nos gabinetes ministeriais e milhões de reais são desviados, quer através de ONGs quer através de licitações fraudulentas. O MENSALÃO já pode ser enquadrado nas pequenas causas, tal é o tamanho do PETROLÃO!!!
E as Reformas Fundamentais para que o país alcance um desenvolvimento sustentável estão sendo proteladas desde a promulgação da Constituição Federal de 1988.



Vamos deixar a nossa homenagem à Bandeira Nacional e o nosso posicionamento firme contra a CORRUPÇÃO e os MALFEITOS, esperando que se faça a tão necessária HIGIENIZAÇÃO POLÍTICA NACIONAL!!!

novembro 19, 2011

“Bandeira nossa, que estais no céu...”


Nada como buscar as palavras de Rubem Braga – o maior cronista brasileiro! – para a abertura de nossa homenagem à Bandeira Nacional. É o Símbolo maior a representar a nossa Pátria. E Rubem Braga, bom aluno em redação, inovava com criatividade na exaltação à Bandeira. Vamos a um pequeno trecho de sua crônica “A Minha Glória Literária”:

“Quando a alma vibra, atormentada...”
Tremi de emoção ao ver essas palavras impressas. E lá estava o meu nome, que pela primeira vez eu via em letra de forma. O jornal era O Itapemerim, órgão oficial do Grêmio Domingos Martins, dos alunos do Colégio Pedro Palácios, de Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espírito Santo.
O professor de Português passara uma composição: “A Lágrima”. Não tive dúvidas: peguei a pena e me pus a dizer coisas sublimes. Ganhei 10, e ainda por cima a composição foi publicada no jornalzinho do colégio. Não era para menos:

“Quando a alma vibra, atormentada, às pulsações de um coração amargurado pelo peso da desgraça, este, numa explosão irremediável, num desabafo sincero de infortúnios, angústias e mágoas indefiníveis, externa-se, oprimido, por uma gota de água ardente como o desejo e consoladora como a esperança; e esta pérola de amargura arrebatada pela dor ao oceano tumultuoso da alma dilacerada é a própria essência do sofrimento: é a lágrima.”
É claro que eu não parava aí. Vem, depois, outras belezas; eu chamo a lágrima de “traidora inconsciente dos segredos d’alma”, descubro que ela “amolece os corações mais duros” e também (o que é mais estranho) “endurece os corações mais moles”. E acabo com certo exagero dizendo que ela foi “sempre, através da História, a realizadora dos maiores empreendimentos, a salvadora miraculosa de cidades e nações, talismã encantado de vingança e crime, de brandura e perdão.”
...........................................................................................................................................................................................
“...Uma semana depois o professor mandou que nós todos escrevêssemos sobre a Bandeira Nacional. Foi então que – dá-lhe Braga! – meti uma bossa que deixou todos maravilhados. Minha composição tinha poucas palavras, mas era, nada mais nada menos que uma paráfrase do Padre Nosso, que começava assim: “Bandeira nossa, que estais no céu...”
Não me lembro do resto, mas era divino. Ganhei novamente 10, e o professor fez questão de ler, ele mesmo, a minha obrinha para a classe estupefata...”


Neste dia 19 de Novembro – Dia da Bandeira! – nada mais justo que o destaque ao nosso símbolo cívico. Lembrando que a cidadania se constrói no dia a dia, na escola, quando unidos cantávamos os hinos cívicos: o Hino da Independência e o Hino à Bandeira. Mais o hasteamento da Bandeira, as preleções das professoras, as redações sobre o tema, enfim, a participação escolar que agrega valores, constrói o patriotismo e ajuda a formar o caráter do cidadão prestante!

Vamos, então, à letra do Hino à Bandeira que foi escrita por Olavo Bilac e a música composta por Franciso Braga. O hino foi apresentando, pela primeira vez, em 9 de novembro de 1906.

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Neste momento difícil por que passam todos os países do mundo, nada mais oportuno que a exaltação cívica de nosso Símbolo Nacional. Cada país tem os seus problemas que foram agravados pela crise financeira mundial. E o Brasil não fica livre desses problemas. Mesmo estando economicamente estabilizado, passa por verdadeira provação no campo da moralidade pública. A CORRUPÇÃO grassa nos gabinetes ministeriais e milhões de reais são desviados, quer através de ONGs quer através de licitações fraudulentas. E as Reformas Fundamentais para que o país alcance um desenvolvimento sustentável estão sendo proteladas desde a promulgação da Constituição Federal de 1988.



Vamos deixar a nossa homenagem à Bandeira Nacional e o nosso posicionamento firme contra a CORRUPÇÃO e os MALFEITOS, esperando que se faça a tão necessária HIGIENIZAÇÃO POLÍTICA NACIONAL!!!