Mostrando postagens com marcador Cesar Maia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cesar Maia. Mostrar todas as postagens

julho 13, 2013

O Novo Brasil &
O Começar de Novo!

COMEÇAR DE NOVO



A VOZ DAS RUAS JÁ DEIXOU O SEU RECADO: É HORA DE MUDANÇA! JÁ!

A política brasileira não evoluiu como se esperava após a implantação da Nova República. A esquerda se descaracterizou, adotando os “vícios” praticados no passado, como se fosse o “método esperto” de se fazer política (virou uma “direitona”). A direita praticamente sumiu: de um lado, a liderança egocêntrica e autofágica de Paulo Maluf e, de outro lado, o grupo do antigo PFL (hoje, DEM) que optou por ser mero apêndice do PSDB, descaracterizando-se como partido.


O quadro político brasileiro merece um estudo de um grupo de sociólogos “não engajados”... Um estudo e uma proposta efetiva de Reformulação Partidária positiva e sem os “balcões de negócios” como ficaram caracterizados alguns pequenos partidos. E não tem muito segredo no mundo atual. É um Partido Conservador e um Partido Progressista, abrigando cada um as várias tendências naturais com as suas propostas. A representação dos Estados Federados, igualitária no Senado e proporcional ao eleitorado para a Câmara dos Deputados. O voto facultativo, a fidelidade partidária, o voto distrital, enfim, toda uma estrutura que teria que sair de um grupo de estudos e propostas à população em uma Assembléia Nacional Constituinte.

clique na imagem para ampliá-la

E, enquanto tudo permanece nessa mesmice política, as decisões isoladas de alguns políticos democráticos, tem chamado a atenção pela coerência e pela importância que representam no atual sistema partidário.

Arthur Vírgilio Filho. Ex-Senador Líder do PSDB no Senado Federal foi candidato a Prefeito em Manaus, capital do Estado do Amazonas. E, para isso, teve que se afastar da Embaixada do Brasil em Portugal, onde exercia suas funções como diplomata de carreira.

Cesar Maia, Ex-Prefeito do Rio de Janeiro, pelo PFL/DEM, saiu também candidato a Vereador da cidade do Rio de Janeiro/RJ. Vitorioso e campeão de votos!


É decadência política? Para os “cabecinhas de croaca” pode parecer...rsrsrs Mas são atitudes maduras de lideranças políticas que sabem que o Brasil está politicamente doente e sem perspectiva imediata de uma REFORMA POLÍTICA. Assim, partiram eles, corajosamente, para um trabalho de reforço partidário visando, pelo menos, o fortalecimento de seus respectivos partidos.

Seria bom que o Brasil visse esses exemplos se repetindo pelos estados. A revitalização partidária, sem “senhorio” pode ser um poder regulador da qualidade política de seus  candidatos, excluindo os aventureiros e oportunistas e “peneirando” as novas e necessárias lideranças. A VOZ DAS RUAS está dizendo exatamente isso: "Vivemos momentos Revolucionários/ Queremos mudar as coisas!!!"

É um recomeço!

É uma releitura da prática política!

VAMOS "CONVOCAR" OS "CIDADÃOS PRESTANTES"!!!

VENHAM PARA A POLÍTICA!

VAMOS MUDAR ESSA "COISA FEIA", ESSA REALIDADE POLÍTICA ANÃ, ESSA DEMOCRACIA-MEIA-SOLA!

É um COMEÇAR DE NOVO!!!

junho 24, 2013

Luz no Fim do Túnel
ou Desperdício Cívico?!?

LUZ NO FIM DO TÚNEL OU DESPERDÍCIO CÍVICO?!?

E Agora?!? Da vaia na Dilma ao "tipping point”!
Não há um empenho pela solução global. Então começa o movimento contra a PEC 37; movimento pela redução do nº de deputados federais; movimento por autonomia da Polícia Federal; movimento pela redução da responsabilidade criminal para 16 anos, etc.

RESUMINDO: nada vai mudar desse jeito...não daria tempo e a enxurrada de demandas necessitaria de “anos luz” para solução. E é isso o que os deputados, a presidenta, os senadores, os governadores, os prefeitos querem: TEMPO!

Mas o BRASIL ESTÁ DOENTE!!!
Então, a solução é a REFORMA POLÍTICA que através de uma Constituinte, pode MUDAR TUDO!!!
Veja quem está propondo uma Constituinte: uma minoria...

OS MANIFESTANTES JÁ DEIXARAM CLARO QUE NÃO QUEREM ESSAS AUTORIDADES! Agora a presidenta se reunindo com governadores e prefeitos SÃO ELES COM ELES!!!

Muito bonito continuar, de forma individualizada, os pedidos de mudança...Com o tempo, ninguém mais vai querer ouvir falar em mudança. Sabe por quê? Nenhuma das reivindicações será atendida, ou apenas as mais fáceis como reduzir o preço das passagens ...A PEC 37, empurra-se com a barriga...

Eles só querem que o tempo passe. Querem que o povo se acomode, querem continuar nessa DEMOCRACIA-MEIA-SOLA! Este blog tem sempre reproduzido os comentários do ex-prefeito do Rio de Janeiro (por 3 vezes), Cesar Maia. Político sério, administrador competente, Cesar Maia iniciou sua carreira no serviço público como Secretario do Planejamento do Rio, foi exilado e tem uma formação técnica. Vamos à sua análise das Manifestações e de suas perspectivas:

“TENDÊNCIAS QUE ESTIMULARAM REDES SOCIAIS E MANIFESTAÇÕES E QUE APONTAM PARA 2014!

1. As eleições de 2012 mostraram números recordes de não voto (abstenção + brancos + nulos), algo em torno de 35% pelo Brasil todo, num crescimento de uns 10 pontos sobre os últimos anos. Era certamente um sinal. No Rio, apenas 14% dos jovens entre 16 e 18 anos com direito a voto se inscreveram para votar. Era outro sinal.

2. O governo federal –desde Lula- entendeu como ‘paz social’ cooptar os movimentos sociais (sindicatos, associações, UNE, ONGs e até intelectuais) com generosos –digamos- subsídios. O governo federal resolveu comprar partidos e políticos ideologicamente antípodas e transformar o Congresso num departamento do executivo ao qual chamou de base aliada. Apoiou e contratou um partido novo (PSD) para minimizar a oposição. Mensalões se espalharam. Externalidade de riqueza de políticos (guardanapos...), idem. Os respiradouros institucionais de opinião pública foram obstruídos. Era outro sinal.

3. A onda de desqualificação do setor público e exaltação do setor privado como cogestor dos governos, com consultores substituindo governantes, privatizações, terceirizações, construíram um ambiente autoritário em nome da técnica e da modernidade, reprimindo as manifestações das corporações de servidores. Era outro sinal.

4. A ideia que o povo era o problema e que os governos deveriam reprimir hábitos e substituir a prevenção pela repressão –apelidando de choques de tudo-, da urina à exponenciação dos “pardais” de trânsito, foi criando uma sensação de sufoco. Era outro sinal.

5. O uso e abuso da publicidade pelos governos com gastos bilionários foram gerando a certeza que se tratava tudo de uma fraude, tentando iludir as pessoas. O que se mostrava não correspondia à realidade. Era outro sinal.

6. A blindagem dos governos que a imprensa –especialmente no Rio- fazia, destacando números e fatos positivos e omitindo tantos outros, sem equilíbrio entre os apologistas e os críticos, apontou na mesma direção de dicotomia entre a opinião publicada e a opinião pública. Isso foi se esgotando. Era outro sinal. Neste momento (vide marketing de grande semeadura), a cobertura das manifestações passa a expandir as redes sociais e a mobilização por elas e nas ruas (paradoxalmente?). É um forte sinal de continuidade.

7. Sem canalização institucional, tudo isso foi sendo canalizado para as redes sociais. A vaia em Dilma na abertura da Copa das Confederações foi o primeiro ato. O aumento no preço das passagens de ônibus foi o “tipping point”. No Rio, a coincidência com a proibição de vans na zona sul no mesmo momento do aumento, foi uma imprudência. Era outro sinal que a reação não seria uma procissão.

8. Jovens são a maioria nas redes sociais. Mas eles têm pais, professores, parentes, amigos, colegas e chefes de trabalho... Jovens são a grande maioria nas ruas, não porque sejam a grande maioria dos Indignados, mas pela característica, até natural, de energia e ousadia. Quem traduzir como movimento jovem apenas, vai se iludir.

9. As agências que pesquisam as redes e que acompanharam dia a dia, desde o dia 17, a dinâmica nas redes, mostraram que, do foco passagens de ônibus, os protestos se alargaram tematicamente. Nas redes, a proporção de notas, cartazes e vídeos é de 200 mostrando os excessos policiais, para 1 mostrando excessos das manifestações. Na imprensa a proporção é muito diferente.

10. A leitura dos dados econômicos por especialistas e pela imprensa não percebe o mundo fora dos mercados. Por exemplo: O IBGE apresenta taxa de desOcupação e não de desEmprego. O subemprego e o emprego precário nas tabelas do IBGE somados aos 5,8% de taxa de desocupação, somam 26% de -aí sim- Desemprego.

11. As manifestações têm três tendências, ao analisar o que ocorreu em outros países: a) tendem a ser descentralizadas em curto prazo, ampliando casos de violência; b) tendem a ser totalmente pacíficas, se somando com cartazes e palavras de ordem à Jornada da Juventude Católica; c) tendem a ser retomadas com a mesma ou maior intensidade em 2014, perto da Copa do Mundo e provavelmente culminando com um forte movimento pelo não voto -voto nulo, branco e abstenção.

12. Os protestos e manifestações só massificam quando têm foco concreto no cotidiano, nos alvos e nos temas e alta probabilidade de resultar. Ficam fáceis de contaminar as redes sociais e por elas serem multiplicadas. Não voto- será fácil mobilizar nas redes e nas ruas. Nesse sentido, uma reforma eleitoral densa e em curto prazo poderia evitar que os 35% virassem 50% ou mais em 2014.
(Blog do Cesar Maia – 24/06/2013)

agosto 03, 2012

Arthur Virgílio & a Prefeitura de Manaus & Renovação Política

RENOVAÇÃO POLÍTICA

Colaborador deste Blog por meses, Arthur Virgílio Neto será candidato a Prefeito de Manaus, capital do estado do Amazonas. Mesmo servindo em Lisboa, eis que é diplomata de carreira, Arthur Virgílio nunca deixou de manter a sua atividade política, enviando seus artigos, regularmente, a este Blog e a outros veículos da mídia tradicional ou da mídia virtual.
Este Blog já se posicionou claramente a favor de uma renovação política no Brasil. E essa renovação política terá que ser feita na busca suprapartidária de homens públicos comprovadamente honrados, coerentes e competentes. Assim, demos o exemplo do ex-senador Arthur Virgílio que deveria sair candidato nas eleições municipais deste ano. O objetivo seria a renovação política com qualidade. Poderia sair candidato a Vereador de Manaus – surpreendendo a todos! – ou sair candidato a Prefeito, indo no comando de uma boa equipe propugnando pela renovação política. Seu lema de campanha: “A Esperança é Agora!”
Arthur Virgílio
Na oportunidade dessa matéria, focalizamos, também, a possível candidatura do ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, a Vereador do Rio de Janeiro, como um “puxador” de votos na batalha pela renovação política. Também poderia ter optado por sair candidato a Prefeito, mas optou pela candidatura à vereança para dar espaço à nova geração representada por seu filho, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM), que disputa a Prefeitura em uma aliança com o ex-governador Garotinho, que lança sua filha Clarissa Garotinho (PR) como candidata a Vice-Prefeita do Rio.
CESAR MAIA
A postura de ações cívicas na busca da renovação política, repetimos, tem que passar por um trabalho político suprapartidário na construção de um novo perfil político para o Brasil.
Desejando boa sorte ao nosso colaborador, Arthur Virgílio, em sua disputa pela Prefeitura de Manaus, queremos estender ao ex-prefeito Cesar Maia os votos de sucesso em sua campanha à vereança carioca. Sem dúvida é uma postura que eleva o sentido público de uma disputa política. Sendo o político que mais tempo ocupou o cargo de Prefeito do Rio de Janeiro – com uma boa administração! – despreza os degraus ascendentes da vaidade humana e da política e se lança – com ímpeto juvenil! – à candidatura de vereador da cidade do Rio, com os pés cravados literalmente no chão...

janeiro 31, 2012

Começar de Novo!!!

COMEÇAR DE NOVO
A política brasileira não evoluiu como se esperava após a implantação da Nova República. A esquerda se descaracterizou, adotando os “vícios” praticados no passado, como se fosse o “método esperto” de se fazer política (virou uma “direitona”). A direita praticamente sumiu: de um lado, a liderança egocêntrica e autofágica de Paulo Maluf e, de outro lado, o grupo do antigo PFL (hoje, DEM) que optou por ser mero apêndice do PSDB, descaracterizando-se como partido.
O quadro político brasileiro merece um estudo de um grupo de sociólogos “não engajados”... Um estudo e uma proposta efetiva de Reformulação Partidária positiva e sem os “balcões de negócios” como ficaram caracterizados alguns pequenos partidos. E não tem muito segredo no mundo atual. É um Partido Conservador e um Partido Progressista, abrigando cada um as várias tendências naturais com as suas propostas. A representação dos Estados Federados, igualitária no Senado e proporcional ao eleitorado para a Câmara dos Deputados. O voto facultativo, a fidelidade partidária, o voto distrital, enfim, toda uma estrutura que teria que sair de um grupo de estudos e propostas à população em uma Assembléia Nacional Constituinte.
E, enquanto tudo permanece nessa mesmice política, as decisões isoladas de alguns políticos democráticos, tem chamado a atenção pela coerência e pela importância que representam no atual sistema partidário.

Arthur Vírgilio Filho. Ex-Senador Líder do PSDB no Senado Federal deverá ser candidato a Vereador em Manaus, capital do Estado do Amazonas. E, para isso, deverá se afastar da Embaixada do Brasil em Portugal, onde exerce suas funções como diplomata de carreira.

Cesar Maia, Ex-Prefeito do Rio de Janeiro, pelo PFL/DEM, sairá também candidato a Vereador da cidade do Rio de Janeiro/RJ.

É decadência política? Para os “cabecinhas de croaca” pode parecer...rsrsrs Mas são atitudes maduras de lideranças políticas que sabem que o Brasil está politicamente doente e sem perspectiva imediata de uma REFORMA POLÍTICA. Assim, partem eles, corajosamente, para um trabalho de reforço partidário visando, pelo menos, o fortalecimento de seus respectivos partidos.

Seria bom que o Brasil visse esses exemplos se repetindo pelos estados. A revitalização partidária, sem “senhorio” pode ser um poder regulador da qualidade política de seus  candidatos, excluindo os aventureiros e oportunistas e “peneirando” as novas e necessárias lideranças.

É um recomeço!
É uma releitura da prática política!
É um COMEÇAR DE NOVO!!!