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junho 09, 2016

10 de Junho - SALVE PORTUGAL!


"Tudo vale a pena se a alma não é pequena".                       Fernando Pessoa


É extremamente prazeroso fazer um trabalho como este. Pelo tema e pelo conteúdo. É praticamente uma revisitação à história de nossa língua, um olhar atento à construção da cidadania brasileira (dia 10 de junho é comemorado como o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas).

Viva Portugal, Camões e as Comunidades                                                                                          Portuguesas/Registro Histórico/leia aqui


O destino do Brasil, já o dissemos na edição da revista cultural Peabiru n°24, de maio/junho de 2008, dedicada a Dom João VI, nas comemorações dos 200 Anos da redescoberta do Brasil (1808/2008), estava ligado a Portugal. 

O nosso Descobrimento, em 1500. A nossa Redescoberta, em 1808!

Dom João VI “redescobriu” o  Brasil em 1808!


  “Foi o único que me enganou!"
Napoleão Bonaparte, nas suas memórias escritas pouco antes de morrer no exílio da Ilha de Santa Helena, referindo-se a D. João VI, rei do Brasil e de Portugal.


A citação é destaque no livro “1808”, de Laurentino Gomes, edição Planeta, 2007. Ao procurarmos trazer o perfil definitivo de Dom João VI, esse desabafo de Napoleão Bonaparte é marcante. Hoje, praticamente integrada, a colônia portuguesa foi muito importante na formação da Nação Brasileira. 

Sim, redescoberta! Porque o Brasil passou a ter outro destino após a vinda de Dom João VI e de toda a corte portuguesa para o nosso país. De colônia, passamos a sede do Reino Português. Todo o progresso daí advindo (Faculdade de Medicina, Biblioteca Nacional, os portos abertos, os costumes europeus, etc.) moldou uma Nação especial: unida, mesma língua, com território continental, objetivos definidos que levariam à implantação do Império Brasileiro, com Dom Pedro I.

E todos sabemos, pois é da nossa história, que D. Pedro I teve que abdicar do trono brasileiro a favor de seu filho D. Pedro II, pois o trono de Portugal, destinado a sua filha - futura rainha D. Maria II - , havia sido usurpado por seu irmão D.Miguel. E foi tão carinhoso e determinado o apoio que recebeu da população portuguesa ao desembarcar no Porto, em 1832, que o ex-Imperador do Brasil, Dom Pedro I (Dom Pedro IV, de Portugal), em reconhecimento, deixou, após sua morte, seu coração, que se encontra encerrado numa urna de prata, na Igreja da Lapa, na cidade do Porto.


CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA

Isso nos dá a verdadeira dimensão dos laços afetivos e cívicos entre Brasil e Portugal. Está registrado, na História de Portugal que D. Afonso VI, de Leão e Castela, na luta contra os árabes, quis recompensar os destacados serviços prestados por D. Henrique, Fidalgo da Casa de Borgonha que fora à península a fim de ajudá-lo. Assim, deu-lhe em casamento sua filha Teresa e como dote, o Condado Portucalense. Desse casamento nasce um filho, D. Afonso Henriques que, em 1143, separa o Condado Portucalense de Castela fundando, assim, Portugal. É o Primeiro Rei de Portugal. Essa é a história de Portugal. E, também, a nossa história...


E a revista cultural Peabiru, buscando homenagear a data dedicada a Portugal, a Camões e às Comunidades Portuguesas - o 10 de junho ! — procurou dar destaque ao grande poeta português - a alma da nacionalidade portuguesa ! - LUIZ VAZ DE CAMÕES! A data da morte do poeta passou a ser a data oficial das comemorações: 10 de junho!

Hino Triunfal a Camões/Carlos Gomes/ouça aqui

Amália canta “Alma Minha Gentil”/Luís Vaz de Camões/ ouça aqui

Declamação do poema “Alma Minha Gentil”/Luís Vaz de Camões/ouça aqui

Buscando cultuar os grandes escritores portugueses, como Camões, Camilo Castelo Branco, Gil Vicente, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Júlio Resende, Florbela Espanca e tantos outros, culminando com o único representante da língua portuguesa que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura: JOSÉ SARAMAGO.
É um esforço nosso. Impossível destacar todos os grandes escritores portugueses. A ligação entre escritores e intelectuais brasileiros com os intelectuais portugueses é exemplo positivo da valorização da língua portuguesa, da nossa origem comum e do futuro brilhante que nos espera através da posição geográfica de Portugal.

Portugal, hoje, é a melhor entrada de viajantes e de mercadorias de brasileiros na Europa (assim como a Espanha                                                             o é para os hispano-americanos).
Não apenas nos aproxima a língua, mas também os costumes. Se do seu imenso império do século XVI, somente restou a Portugal esse pequeno território europeu, com certeza lhe restou a amizade fraternal de mais de 250 milhões de pessoas que nos 5 continentes falam a mesma língua e respeitam e amam a Pátria-Mãe!

SALVE O DIA 10 DE JUNHO: DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS !

Texto do professor da Universidade de Coimbra, Eduardo Santos:
HOJE É DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS! MAS É MESMO?
Outrora foi dia de Camões, de Portugal e da Raça… Também, suplementarmente, dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal, que segundo rezam os crédulos apareceu em Fátima.
Hoje também se comemora o dia das Forças Armadas Portuguesas, para seu consolo, pois tão depauperadas estão, que já não conseguiam fazer outra revolução.
Dia de Portugal: mas é mesmo? Ainda existimos? Hoje num mundo onde os estados-nação desapareceram e apenas temos macrorregiões globalizadas, onde a Europa reina a partir da Alemanha, que impõe tratados económicos, cuja única ideologia é o do controlo financeiro totalitário da soberania dos países europeus, e das suas leis constitucionais, o que resta?
O que é Portugal? Uma loja dos trezentos em que a China nos transformou, um paraíso fiscal para os generais angolanos? Uma ampliada Olivença espanhola?
E o que é a Europa? Um sítio onde um dia se destroem muros e mais tarde se constroem outros de arame farpado e miséria? Onde muitos membros da EU querem agora fugir? É um mundo à deriva, onde os fluxos financeiros de dinheiro sujo deixaram de ter regulação e punição, onde os fluxos humanos de refugiados e migrantes se tornaram num inferno dantesco.
E agora Portugal? Fazer como dantes? Venderes-te uma vez mais aos USA e à NATO, agora que a guerra fria dos ocidentes com a Rússia voltou, e o Islão entrou em caos completo. Já o fizeste antes, pois não “estávamos orgulhosamente sós”, como mentia Salazar: deram-te 48 anos de fascismo, quando o mundo clamava por democracia, deram-te a colonização vergonhosa de África, pois havia outros “amigos”, como a África do Sul, a Rodésia, o Zaire, etc. E em troca ofereceste as nossas ilhas açorianas… como alvo, entre outros bens.
Mas fizeste uma Revolução depois… Parabéns! E agora?
Dia de Camões, também: um arquétipo bem português! Ele que morreu injustiçado e pobre, génio da literatura e poesia mundiais, glorificado como herói depois de morto… Eis a atual situação da cultura e da ciência no nosso país.
Dia das Comunidades Portuguesas, ou daqueles que para terem um mínimo de dignidade tiveram de migrar sem vontade? Pois se há vocação, que se façam as malas, mas não deste modo lamentável, enquanto se convidam corruptos estrangeiros para aplicarem as suas fortunas à beira-mar…
Mas o espetáculo continua: ontem voou para o Euro 2016 a seleção portuguesa de futebol, em busca da quimera do campeão. Partiu num avião da TAP, que já não é companhia nacional, de nome Eusébio, e cujo comandante se chamava Viriato!!! Simbólica caravela… Ao pormenor a encenação… Vamos, na tarefa nobre de, em terras francesas martirizadas pelo terrorismo e pelas políticas do seu governo, engalanar a montra bilionária de um desporto ferido de morte por atos criminosos. Enquanto se chutam bolas e milhões, bem perto morrem afogados milhares de refugiados do terrorismo. Para esses, a Europa não tem solução, passa a bola à Turquia, da NATO ora bem. Pois como se pode ser a solução de algo, quando se é parte integrante do problema???
Se gosto de Portugal? Amo-o! E por isso, luto aqui e em toda a parte por ele, para que, no meio de uma desastrosa e anedótica ignorância histórica de muitos portugueses, possamos vencer o verdadeiro jogo, o único que interessa, o da Vida!
Não o de muitos políticos, dirigentes, patrões, sindicalistas, e outras “raças”, que não passam de gente de 3ª classe, como bem nos lembra o livro de leitura no tempo do fascismo!
Camões, sim: também ele se indignou com o seu El-Rei D. Sebastião, e contra o poder político perverso. Do Canto IX da Ilha dos Amores, ficam estas três estrofes:
27
E vê do mundo todo os principais
Que nenhum no bem púbrico imagina;
Vê neles que não têm amor a mais
Que a si sòmente, e a quem Filáucia ensina;
Vê que esses que frequentam os reais
Paços, por verdadeira e sã doutrina
Vendem adulação, que mal consente
Mondar-se o novo trigo florecente.
28
Vê que aqueles que devem à pobreza
Amor divino, e ao povo caridade,
Amam sòmente mandos e riqueza,
Simulando justiça e integridade;
Da feia tirania e de aspereza
Fazem direito e vã severidade;
Leis em favor do Rei se estabelecem,
As em favor do povo só perecem.
29
Vê, enfim, que ninguém ama o que deve,
Senão o que sòmente mal deseja.
Não quer que tanto tempo se releve
O castigo que duro e justo seja.
Seus ministros ajunta, por que leve
Exércitos conformes à peleja
Que espera ter co a mal regida gente
Que lhe não for agora obediente.

VIVA PORTUGAL

junho 09, 2015

DIA DE PORTUGAL - 10 de Junho !


"Tudo vale a pena se a alma não é pequena".                       Fernando Pessoa



É extremamente prazeroso fazer um trabalho como este. Pelo tema e pelo conteúdo. É praticamente uma revisitação à história de nossa língua, um olhar atento à construção da cidadania brasileira (dia 10 de junho é comemorado como o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas).

Viva Portugal, Camões e as Comunidades                                                                                          Portuguesas/Registro Histórico/leia aqui


O destino do Brasil, já o dissemos na edição da revista cultural Peabiru n°24, de maio/junho de 2008, dedicada a Dom João VI, nas comemorações dos 200 Anos da redescoberta do Brasil (1808/2008), estava ligado a Portugal. 

O nosso Descobrimento, em 1500. A nossa Redescoberta, em 1808!


Dom João VI “redescobriu” o  Brasil em 1808!


  “Foi o único que me enganou!"
Napoleão Bonaparte, nas suas memórias escritas pouco antes de morrer no exílio da Ilha de Santa Helena, referindo-se a D. João VI, rei do Brasil e de Portugal.


A citação é destaque no livro “1808”, de Laurentino Gomes, edição Planeta, 2007. Ao procurarmos trazer o perfil definitivo de Dom João VI, esse desabafo de Napoleão Bonaparte é marcante. Hoje, praticamente integrada, a colônia portuguesa foi muito importante na formação da Nação Brasileira. 

Sim, redescoberta! Porque o Brasil passou a ter outro destino após a vinda de Dom João VI e de toda a corte portuguesa para o nosso país. De colônia, passamos a sede do Reino Português. Todo o progresso daí advindo (Faculdade de Medicina, Biblioteca Nacional, os portos abertos, os costumes europeus, etc.) moldou uma Nação especial: unida, mesma língua, com território continental, objetivos definidos que levariam à implantação do Império Brasileiro, com Dom Pedro I.

E todos sabemos, pois é da nossa história, que D. Pedro I teve que abdicar do trono brasileiro a favor de seu filho D. Pedro II, pois o trono de Portugal, destinado a sua filha - futura rainha D. Maria II - , havia sido usurpado por seu irmão D.Miguel. E foi tão carinhoso e determinado o apoio que recebeu da população portuguesa ao desembarcar no Porto, em 1832, que o ex-Imperador do Brasil, Dom Pedro I (Dom Pedro IV, de Portugal), em reconhecimento, deixou, após sua morte, seu coração, que se encontra encerrado numa urna de prata, na Igreja da Lapa, na cidade do Porto.


CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA

Isso nos dá a verdadeira dimensão dos laços afetivos e cívicos entre Brasil e Portugal. Está registrado, na História de Portugal que D. Afonso VI, de Leão e Castela, na luta contra os árabes, quis recompensar os destacados serviços prestados por D. Henrique, Fidalgo da Casa de Borgonha que fora à península a fim de ajudá-lo. Assim, deu-lhe em casamento sua filha Teresa e como dote, o Condado Portucalense. Desse casamento nasce um filho, D. Afonso Henriques que, em 1143, separa o Condado Portucalense de Castela fundando, assim, Portugal. É o Primeiro Rei de Portugal. Essa é a história de Portugal. E, também, a nossa história...


E a revista cultural Peabiru, buscando homenagear a data dedicada a Portugal, a Camões e às Comunidades Portuguesas - o 10 de junho ! — procurou dar destaque ao grande poeta português - a alma da nacionalidade portuguesa ! - LUIZ VAZ DE CAMÕES! A data da morte do poeta passou a ser a data oficial das comemorações: 10 de junho!

Hino Triunfal a Camões/Carlos Gomes/ouça aqui

Amália canta “Alma Minha Gentil”/Luís Vaz de Camões/ ouça aqui

Declamação do poema “Alma Minha Gentil”/Luís Vaz de Camões/ouça aqui

Buscando cultuar os grandes escritores portugueses, como Camões, Camilo Castelo Branco, Gil Vicente, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Júlio Resende, Florbela Espanca e tantos outros, culminando com o único representante da língua portuguesa que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura: JOSÉ SARAMAGO.
É um esforço nosso. Impossível destacar todos os grandes escritores portugueses. A ligação entre escritores e intelectuais brasileiros com os intelectuais portugueses é exemplo positivo da valorização da língua portuguesa, da nossa origem comum e do futuro brilhante que nos espera através da posição geográfica de Portugal.

Portugal, hoje, é a melhor entrada de viajantes e de mercadorias de brasileiros na Europa (assim como a Espanha                                                             o é para os hispano-americanos).
Não apenas nos aproxima a língua, mas também os costumes. Se do seu imenso império do século XVI, somente restou a Portugal esse pequeno território europeu, com certeza lhe restou a amizade fraternal de mais de 250 milhões de pessoas que nos 5 continentes falam a mesma língua e respeitam e amam a Pátria-Mãe!

SALVE O DIA 10 DE JUNHO: DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS !

dezembro 08, 2014

Florbela Espanca

Florbela Espanca


Comemoramos 120 anos do nascimento (08 de dezembro) de FLORBELA ESPANCA e 84 anos de seu nascimento!

“O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades... sei lá de quê!”
―Florbela Espanca

A grande e revolucionária poetisa portuguesa tem, aqui no Brasil, uma das maiores autoridades sobre sua obra e sua vida: MARIA LÚCIA DAL FARRA!
Hoje, Maria Lúcia Dal Farra é poetisa consagrada e - por merecimento! – PATRONA DA ACADEMIA BOTUCATUENSE DE LETRAS. No início, honrou a ABL como MEMBRO CORRESPONDENTE.

Filha do Prof. Gastão Dal Farra e da Profa. Jesumina Domene Dal Farra, nasceu aos 14 de outubro de 1944. Concluiu seus estudos em Botucatu, inclusive em Música e Canto Orfeônico. Cursou Letras na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Foi professora assistente de Teoria Literária e Literatura Portuguesa do Departamento de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP. Fez Curso de Canto Lírico, na capital. Estudou em Lisboa e em Paris. Em Sergipe, foi Professora Titular em Letras pela Universidade Federal de Sergipe, chegando a exercer a Pró-Reitoria.



Na UNICAMP fez parte da pioneira e histórica equipe de ANTONIO CÂNDIDO, responsável pela fundação do Departamento de Teoria Literária (1975). Lançou, em 1994, o “Livro Auras” e, em 2002, o “Livro Possuídos”.

Especializou-se no estudo da literatura portuguesa e é considerada a maior especialista sobre literatura de Portugal, sendo famosos e elogiados os estudos e as publicações que fez sobre a poetisa FLORBELA ESPANCA, assim como os estudos sobre o poeta HERBERTO HELDER.
Mantendo e ampliando a ligação da intelligentsia botucatuense com os intelectuais e a literatura de Portugal, Maria Lúcia não só fez estudos literários e publicou livros sobre o assunto, mas tem tido uma participação muito efetiva como conferencista nas universidades portuguesas e como consultora literária tem participado de concursos e simpósios culturais.

O conceituado “Prêmio Portugal Telecom de Literatura – 2009” contou com a participação especial de Maria Lúcia Dal Farra como Curadora Especialista em Literatura Portuguesa e Africana. Em 2010, no mês de maio, nas comemorações do CENTENÁRIO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, a Universidade de Lisboa realizou o “Colóquio: Literatura Portuguesa e a Construção do Futuro”. Entre os convidados, podemos destacar nomes como Cleonice Berardinelli, Carlos Reis, Maria Lúcia Dal Farra, Helder Macedo, Mario de Carvalho, Nuno Júdice, Gonçalo Tavares entre outros.

Na produção literária de Maria Lúcia, podemos destacar “O Narrador Ensimesmado – estudo dos romances de primeira pessoa de Vergílio Ferreira”; “A Alquimia da Linguagem – leitura cosmogonia poética de Herberto Helder”; “Florbela Espanca – Trocando Olhares”; “Florbela Espanca”; “Poemas de Florbela Espanca”; “Lira dos Vinte Anos de Álvares de Azevedo”. No prelo, “Correspondência de Florbela Espanca”(Lisboa, Circulo de Leitores).

BIOGRAFIA DE FLORBELA ESPANCA:

Florbela Espanca – biografia wikipedia/ leia aqui