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setembro 16, 2018

Acapulco do Elvis + Cancún de Hoje: PARAÍSO MEXICANO!


Acapulco do Elvis + Cancún de Hoje:
PARAÍSO MEXICANO!







Acapulco do Elvis

Fun in Acapulco é um filme americano estrelado por Elvis Presley e Ursula Andress, em 1963. Ambos no auge de suas carreiras. Elvis revolucionando a música com seu estilo e carisma, Ursula famosa como a primeira bond-girl , com James Bond.
Após o fim de Cuba como paraíso tropical dos americanos, a bela Acapulco explodiu em sucesso, turismo, belas mulheres, enfim...como o paraíso mexicano... e dos americanos...
Eram os jovens se descobrindo para a vida, lindas garotas românticas vivendo o sonho do primeiro amor e das festas sem a “vigília” dos pais. E Hollywood soube aproveitar esse grande potencial turístico e financeiro. Sucesso total.
O México encontrava sua vocação turística pós sucesso de Cantinflas e durante o encantamento de Sarita Montiel com a Violeteira...
Nós, os jovens de então, vivemos esse sonho encantado. Todos queriamos ser Elvis, ter o sucesso de Elvis com as garotas, cantar como o Elvis, viver como o Elvis... Quem, não?!?

                                 caprichando no topete...rsrsrs

O México soube gravar essa fase da juventude de então para sempre. O México nunca mais regrediu em sua vocação turística. E essa fase romântica de Elvis Presley foi - com certeza! - sua melhor e inesquecível fase artística.

Cancún de Hoje





O turismo se expandiu por todo o México e suas belezas naturais... Cancún, hoje, representa o mais importante polo turístico do México. São centenas de resorts, aparelhados e localizados de forma estratégica em belezas naturais, com suas praias de águas translúcidas e apaixonantes, ao lado de seu rico patrimônio histórico muito bem preservado.

A EXCELÊNCIA TURÍSTICA LEVADA AO EXTREMO

panorâmica do hotel (AD)













Neste ano de 2018, conhecemos essa impressionante realidade turística. Através de indicação de amigos, fomos para o HARD ROCK HOTEL, na RIVEIRA MAYA/CANCÚN. É um complexo turístico destinado a atender o romantismo dos jovens e adultos e, também, o romantismo de famílias que não se separam, levando sempre os filhos para uma experiência turística e ambiental única. Sim, são dois enfoques e o complexo hoteleiro é dividido em dois resorts: um só para adultos, com todos os complementos necessários e, outro, igualzinho, para as famílias com crianças... Os dois com seus restaurantes, suas piscinas e sua praias.




Com uma programação planejada, os visitantes podem além do aproveitamento de lazer, conhecer os registros turísticos do passado rico do Mayas.


Le Petit Cochon - restaurante francês

Toro - churrascaria

Frida - restaurante mexicano

Eu fiz parte da juventude que acompanhou as diversões e romances tão bem eternizados pelos filmes de Elvis e, agora, pude também viver a experiência de curtir esse paraíso turístico nas férias com a família. E agradeço a oportunidade de poder ter essa família que me faz tão bem e tão feliz...




novembro 29, 2014

Foi sem querer...querendo...

Foi sem querer...querendo...


Com a perda do “Chaves”, as suas “tiradas” ficarão para sempre. Fenômeno da comunicação, esse personagem simples e com estórias simples, ganhou o mundo. Aqui, no Brasil, “bateu” seguidamente a toda poderosa TV Globo...

FOI SEM QUERER...QUERENDO...


Essa frase “pegou”. Retrata os sentimentos do dia a dia despidos da hipocrisia e assumidos na sua desconcertante sinceridade...

ROBERTO GÓMEZ BOLAÑOS, MORREU no México aos 85 anos. Teve seis filhos com a escritora Graciela fernandez e vivia há 30 anos com Florinda Meza, a Dona Florinda.
Seus programas foram dublados para mais de 50 idiomas, segundo a TELEVISA,  fazendo sucesso em países como a Tailândia, China, Japão e Grécia.

Em um de seus livros, em sua autobiografia “SEM QUERER QUERENDO”, Roberto Bolaños deixa o registro de uma vida de sucesso, criativa e que levava às pessoas de todo o mundo, momentos de ingenuidade e simplicidade, mas que alegravam e conquistavam a todos.


setembro 10, 2012

Brasil reage!
Brics perde espaço para o Mist!

 

Brasil reage!

O Brasil está reagindo, no momento certo, ao declive acentuado das economias dos países componentes do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul. Isso no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento de 0,8% do Brasil foi menor que os 2,1% da África do Sul, os 4,9% da Rússia, os 5,3% da Índia e os 8,1% da China. As informações foram divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com base em dados de institutos de estatística internacionais e do Banco Mundial.
Então, as medidas que vem sendo tomadas pelo governo federal para o aquecimento de nossa economia são positivas. Sendo que o destaque maior foi para a REDUÇÃO SUBSTANCIOSA das tarifas de ENERGIA ELÉTRICA para o consumo doméstico e comercial/industrial. É o que tem que ser feito. O desemprego ainda não atingiu o Brasil e, se bem dosada a atuação governamental em parceria com a iniciativa privada, será possível EVITAR que maiores turbulências venham a prejudicar o Brasil.
E esse momento de declive das economias dos países que compões o Brics coincide com o momento especial que estão vivendo os países que compõem o chamado Mist: México, Indonésia, Coréia do Sul e Turquia. Material jornalístico da revista VEJA nos dá a real dimensão desse perigo e da fragilidade do Brics:

“Com Brics em baixa, Mist é novo oásis econômico

Catedral do México

México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia despertam a atenção de um mercado frustrado pela crise no mundo desenvolvido e desaquecimento nos emergentes

O termo Brics – sigla que se refere ao grupo de países em desenvolvimento composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul –, que por uma década foi pronunciado à exaustão como promessa de crescimento e retorno aos investidores, está a um passo de ter um concorrente. O motivo é a ascensão de outro time de emergentes que atende pelo apelido de Mist: México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia
Esses países crescem mais, passaram nos últimos anos por turbulências econômicas menos profundas e possuem menos burocracia. Em suma, são hoje vistos como um novo oásis num mercado frustrado por perdas na Europa, nos Estados Unidos e, mais recentemente, no Brasil e na China. Jim O'Neill, presidente do Goldman Sachs Asset Management (GSAM) e criador da alcunha Brics, é considerado o autor, mesmo que involuntariamente, da nova sigla. "Muitos pensam que criei esse acrônimo, mas ele nasceu do fato de eu ter definido, cerca de quinze meses atrás, onze novos países como economias promissoras. Como, do grupo de onze, os quatro são os que mais se destacaram, jornais disseram que havia criado o conceito de Mist. Achei engraçado", disse em entrevista ao site de VEJA.
Mist: as novas potências que hoje ofuscam os Brics
Desaceleração dos BRICS abre espaço para um novo grupo de promessas econômicas formado por México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia
A dependência econômica do México em relação a seu vizinho, os Estados Unidos, foi sua maior dor nos últimos anos, mas também sua maior sorte. Após quatro anos sombrios, a economia americana dá sinais cada vez mais claros de recuperação – e o México se beneficia quiçá mais dessa nova realidade que os próprios americanos.
Enquanto a expectativa para a expansão do PIB dos EUA em 2012 é de 2%, o México deverá crescer 4%. O país também colhe os frutos de investimentos em infraestrutura e privatizações feitas na década de 1990. Ainda que controversas – já que, em alguns casos, criaram verdadeiros oligopólios, como no setor de telecomunicações –, as privatizações propiciaram ao país um ambiente de crescimento menos atravancado que o do Brasil. Além disso, a própria influência da Casa Branca faz com que o governo mexicano interfira pouco na economia do país, o que proporciona um ambiente de estabilidade aos investidores. A taxa de juros no México permanece inalterada em 4% ao ano desde 2008.
Contudo, o principal ativo mexicano é hoje justamente a conjuntura econômica chinesa. Com a valorização do yuan e o aumento dos custos trabalhistas, a China está deixando de ser o país mais barato para se produzir, sobretudo para os EUA – seu maior parceiro de manufatura. "O México sofreu um baque quando a China se tornou o maior exportador para os Estados Unidos. Agora que a China não está mais tão barata assim, o México vai se beneficiar", diz Jim O'Neill, ao explicar porque o país latinoamericano é seu "MIST" preferido. O fácil acesso ao mercado interno dos EUA e a proximidade geográfica fazem do México uma nação mais atrativa aos negócios do que o Brasil, diz a Economist Intelligence Unit (EIU).”
(matéria de Naiara Infante Beltrão e Ana Clara Costa – Veja – 26/08/2012)