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outubro 09, 2015

PMDB foi CENTRÃO, BLOCÃO...agora é PODER!!!

Blocão = Centrão...kkkkk


O PMDB se transformou, desde o (des)governo de José Sarney, no partido mais fisiológico do Brasil! O PMDB tinha Ulisses Guimarães – o Senhor Diretas Já”-, tinha o Jarbas Vasconcelos, o Pedro Simon MAS tinha também o deputado federal, Roberto Cardoso Alves... E foi criado o CENTRÃO, deixando os peemedebistas autênticos sem rumo, e passaram a achacar o governo federal de todos os meios: cargos, licitações, verbas, emendas parlamentares, etc.

De um lado, os peemedebistas históricos e, de outro lado, a imensa maioria dos peemedebistas “adeptos” da famosa frase de São Francisco:

“É DANDO QUE SE RECEBE...”

E o presidente SARNEY não só conviveu muito bem com o chamado “CENTRÃO” do PMDB, sob o comando do Robertão (Roberto Cardoso Alves) como se integrou, hoje, completamente ao BLOCÃO – reedição mais despudorada ainda do antigo CENTRÃO.

E o BRASIL, desde 1985, está sendo VERGONHOSAMENTE colocado sob a DIREÇÃO do atual BLOCÃO! É UMA VERGONHA!!!

O artigo “Fala, PMDB!”, do Arnaldo Jabor, publicado no jornal “O Globo” é mais um alerta para que a SOCIEDADE BRASILEIRA SE ORGANZE E TOME O SEU DESTINO EM SUAS PRÓPRIAS MÃOS: 


Fala, PMDB!

O PMDB é a salvação da democracia; suja, mas muito nossa

Arnaldo Jabor

“Sem nós, a presidenta não faz nada! Não pensem vocês que estamos de brincadeira. Esses soviéticos não aprendem... Tentaram enrolar o PTB, logo com quem? — o ‘cobra criada’ Jefferson que os botou para correr. Sei que o plano da presidente(a) é combater nosso excesso de poder. Não adianta; em nosso ‘blocão’, além dos ‘nanicos’ nós temos os grandes mestres, os faixas pretas do país: Sarney, o eterno, a fênix Renan, e agora o implacável Eduardo Cunha, tantos... Estamos no Executivo sim, mas o comandante Temer não sacia nossa fome. E o Temer é o tipo de vice que ‘não aporrinha’, mas nós aporrinharemos, sim.

Esses comunas pensam que a gente é babaca. Temos séculos de aprendizado. O PMDB é uma das mais belas florações de nossa história. Temos interesses, claro. Queremos cargos e ministérios importantes porque sem nós não tem comuna que se dê bem. Não é assim que essa tigrada do PT fala: ‘os fins justificam os meios’? Pois é, nós somos os meios.

No entanto, os fins são deformados pelos meios e de ‘meios’ acabaremos sendo ‘fins’. Sentiram a profundidade do PMDB? Não há casamento sem interesse. É belo e progressista o interesse. O desprendimento, a honestidade alardeada são hipocrisia de teóricos. Já foi o tempo em que o PT nos dominava, debaixo de destemperos e esculachos da presidenta. Vocês acham que vamos sair em campanha para reeleger essa mulher antipática, brizolista? Vamos é defender a democracia com nossos métodos tradicionais em que a vaselina e o ‘toma lá dá cá’ sempre levaram o país para a frente.

O Eduardo Cunha, que era o ‘coisa ruim’, virou ‘coisa linda’, pois ele é um técnico, um expert tenaz em acochambramentos e perfídias brasilienses. Antes, nossas revoltas eram desorganizadas, sem rumo. Edu nos devolveu o orgulho e consolidou um projeto de militância.

E nossos fins são frutos de uma grande tradição brasileira que os maldosos chamam de ‘corrupção’, quando são hábitos incrustados em nossa vida como a cana, o forró, nossos bigodes que chamam de bregas, as ancas das amantes risonhas com ouro tilintando em pescoços e pulsos, diante da palidez infeliz de nossas esposas.
Vocês não entendem que isso é a cara do país? Vocês reclamam de nossa voracidade. E os milhares de glutões petistas — mais de 100 mil — que invadiram o batatal do poder para comer tudo?

O PMDB é um exército de amigos unidos — qual o mal? Admire a beleza superior deste patrimônio espiritual que nós possuímos, tanto em nosso partido como nas alas aliadas.
E tem mais: nós do PMDB temos um projeto sim para este país... Um projeto muito mais pragmático, mais progressista que esse dogmas de 1917 do Dirceu e outros — abstrações ridículas como ‘igualdade’, ‘controle social’ , ‘comitês centrais’, ‘palavras de ordem’.

Nosso projeto é mais Brasil. “São coisas nossas, muito nossas...”, como cantou o Noel. Nosso projeto é uma girândola de malandragens, de negociatas que deixam cair pelas brechas, pelas frestas, fecundas migalhas de progresso. É isto: tudo que houve de bom no país foi fruto de malandragens, do adultério entre o privado e o público.
Não, cara, não há corrupção no PMDB — trata-se apenas da continuação de um processo histórico. O dinheiro que arrecadamos em emendas do orçamento, em gorjetas justas de empresas e burocratas, esse dinheiro sempre foi a mola do crescimento do país. Haveria Brasília sem ela? Onde estaríamos nós? Na roça de um país agropastoril? Esta é a eterna verdade desde a Colônia, tão eterna quando a miséria que sempre haverá. Querem o quê? Que fiquemos magros também, que dividamos nossas conquistas com os que nada têm? Quando eu faço uma piscina azul em meio à seca, não é crueldade, porque é preciso que alguém tenha piscina na caatinga para que a dor dos miseráveis seja suportável. A vida do pobre ganha um sentido hierárquico: ele está embaixo, mas se consola porque alguém vive feliz em cima. Vamos olhar para a outra face da beleza: a alegria de ver a grande arte dos lucros fabulosos, as mandíbulas salivando a cada grande negócio fechado, o encanto dos shoppings de luxo, o eufórico alarido dos restaurantes, os roncos de jet skis à beira-mar, a euforia dos almoços de conchavos... Tudo isso doura o nosso progresso.

Portanto, não nos venham com papos de inclusão social. É tudo lero-lero para enrolar o povão. O PT não gosta do povo, não. O PT só gosta dele mesmo e de um poder imaginário no futuro que ninguém sabe qual é. Não fizeram uma mísera reforma estrutural, só houve shows de Lula na mídia e PACs irrelevantes. E nos chamam de ‘reacionários’; eles é que são.

Bolivarianismo caboclo não admitimos. Jamais viraremos a Venezuela, como querem o Rui Falcão, que já está lá puxando o saco do Maduro, e o Marco Aurélio Garcia, o último dos bolcheviques, para quem ‘tudo vai bem na Venezuela’, apesar do exagero da ‘mídia conservadora’. Nossa estratégia é mole, embuçada, insidiosa, mas muito eficaz.

A classe dominante deste país é uma grande família, unida por laços de amizade total, mesmo que definhe sob nossos pés a massa de escravos em seus escuros mundos.
Nós somos muito mais Brasil do que esse bando de comunas que chegaram aí, com um sarapatel de ideias feitas por um leninismo mal lido e um getulismo tardio. Querem nos colar a pecha de ladrões, mas, por exemplo, quem comprou uma refinaria para a Petrobras no Texas por 1 bilhão e 200 milhões que não vale nem 100 milhões? Quem comprou? E o esquema da Holanda? Quem está jogando bilhões (quanta propina...) em estádios? Eles roubaram e roubam muito mais e a gente fica com a fama?
No entanto, sou otimista — acho sim que a aliança PT-PMDB poderá ser doce e linda. Mas, do nosso jeito, pois na infraestrutura de nosso passado de donatários ninguém toca.

O PMDB é a salvação da democracia; suja, mas muito nossa.”

(jornal “O Globo”, de 18/03/2014)

março 18, 2014

Blocão = Centrão...kkkkk

Blocão = Centrão...kkkkk


O PMDB se transformou, desde o (des)governo de José Sarney, no partido mais fisiológico do Brasil! O PMDB tinha Ulisses Guimarães – o Senhor Diretas Já”-, tinha o Jarbas Vasconcelos, o Pedro Simon MAS tinha também o deputado federal, Roberto Cardoso Alves... E foi criado o CENTRÃO, deixando os peemedebistas autênticos sem rumo, e passaram a achacar o governo federal de todos os meios: cargos, licitações, verbas, emendas parlamentares, etc.

De um lado, os peemedebistas históricos e, de outro lado, a imensa maioria dos peemedebistas “adeptos” da famosa frase de São Francisco:

“É DANDO QUE SE RECEBE...”

E o presidente SARNEY não só conviveu muito bem com o chamado “CENTRÃO” do PMDB, sob o comando do Robertão (Roberto Cardoso Alves) como se integrou, hoje, completamente ao BLOCÃO – reedição mais despudorada ainda do antigo CENTRÃO.

E o BRASIL, desde 1985, está sendo VERGONHOSAMENTE colocado sob a DIREÇÃO do atual BLOCÃO! É UMA VERGONHA!!!

O artigo “Fala, PMDB!”, do Arnaldo Jabor, publicado no jornal “O Globo” é mais um alerta para que a SOCIEDADE BRASILEIRA SE ORGANZE E TOME O SEU DESTINO EM SUAS PRÓPRIAS MÃOS: 




Fala, PMDB!

O PMDB é a salvação da democracia; suja, mas muito nossa

Arnaldo Jabor

“Sem nós, a presidenta não faz nada! Não pensem vocês que estamos de brincadeira. Esses soviéticos não aprendem... Tentaram enrolar o PTB, logo com quem? — o ‘cobra criada’ Jefferson que os botou para correr. Sei que o plano da presidente(a) é combater nosso excesso de poder. Não adianta; em nosso ‘blocão’, além dos ‘nanicos’ nós temos os grandes mestres, os faixas pretas do país: Sarney, o eterno, a fênix Renan, e agora o implacável Eduardo Cunha, tantos... Estamos no Executivo sim, mas o comandante Temer não sacia nossa fome. E o Temer é o tipo de vice que ‘não aporrinha’, mas nós aporrinharemos, sim.

Esses comunas pensam que a gente é babaca. Temos séculos de aprendizado. O PMDB é uma das mais belas florações de nossa história. Temos interesses, claro. Queremos cargos e ministérios importantes porque sem nós não tem comuna que se dê bem. Não é assim que essa tigrada do PT fala: ‘os fins justificam os meios’? Pois é, nós somos os meios.

No entanto, os fins são deformados pelos meios e de ‘meios’ acabaremos sendo ‘fins’. Sentiram a profundidade do PMDB? Não há casamento sem interesse. É belo e progressista o interesse. O desprendimento, a honestidade alardeada são hipocrisia de teóricos. Já foi o tempo em que o PT nos dominava, debaixo de destemperos e esculachos da presidenta. Vocês acham que vamos sair em campanha para reeleger essa mulher antipática, brizolista? Vamos é defender a democracia com nossos métodos tradicionais em que a vaselina e o ‘toma lá dá cá’ sempre levaram o país para a frente.

O Eduardo Cunha, que era o ‘coisa ruim’, virou ‘coisa linda’, pois ele é um técnico, um expert tenaz em acochambramentos e perfídias brasilienses. Antes, nossas revoltas eram desorganizadas, sem rumo. Edu nos devolveu o orgulho e consolidou um projeto de militância.

E nossos fins são frutos de uma grande tradição brasileira que os maldosos chamam de ‘corrupção’, quando são hábitos incrustados em nossa vida como a cana, o forró, nossos bigodes que chamam de bregas, as ancas das amantes risonhas com ouro tilintando em pescoços e pulsos, diante da palidez infeliz de nossas esposas.
Vocês não entendem que isso é a cara do país? Vocês reclamam de nossa voracidade. E os milhares de glutões petistas — mais de 100 mil — que invadiram o batatal do poder para comer tudo?

O PMDB é um exército de amigos unidos — qual o mal? Admire a beleza superior deste patrimônio espiritual que nós possuímos, tanto em nosso partido como nas alas aliadas.
E tem mais: nós do PMDB temos um projeto sim para este país... Um projeto muito mais pragmático, mais progressista que esse dogmas de 1917 do Dirceu e outros — abstrações ridículas como ‘igualdade’, ‘controle social’ , ‘comitês centrais’, ‘palavras de ordem’.

Nosso projeto é mais Brasil. “São coisas nossas, muito nossas...”, como cantou o Noel. Nosso projeto é uma girândola de malandragens, de negociatas que deixam cair pelas brechas, pelas frestas, fecundas migalhas de progresso. É isto: tudo que houve de bom no país foi fruto de malandragens, do adultério entre o privado e o público.
Não, cara, não há corrupção no PMDB — trata-se apenas da continuação de um processo histórico. O dinheiro que arrecadamos em emendas do orçamento, em gorjetas justas de empresas e burocratas, esse dinheiro sempre foi a mola do crescimento do país. Haveria Brasília sem ela? Onde estaríamos nós? Na roça de um país agropastoril? Esta é a eterna verdade desde a Colônia, tão eterna quando a miséria que sempre haverá. Querem o quê? Que fiquemos magros também, que dividamos nossas conquistas com os que nada têm? Quando eu faço uma piscina azul em meio à seca, não é crueldade, porque é preciso que alguém tenha piscina na caatinga para que a dor dos miseráveis seja suportável. A vida do pobre ganha um sentido hierárquico: ele está embaixo, mas se consola porque alguém vive feliz em cima. Vamos olhar para a outra face da beleza: a alegria de ver a grande arte dos lucros fabulosos, as mandíbulas salivando a cada grande negócio fechado, o encanto dos shoppings de luxo, o eufórico alarido dos restaurantes, os roncos de jet skis à beira-mar, a euforia dos almoços de conchavos... Tudo isso doura o nosso progresso.

Portanto, não nos venham com papos de inclusão social. É tudo lero-lero para enrolar o povão. O PT não gosta do povo, não. O PT só gosta dele mesmo e de um poder imaginário no futuro que ninguém sabe qual é. Não fizeram uma mísera reforma estrutural, só houve shows de Lula na mídia e PACs irrelevantes. E nos chamam de ‘reacionários’; eles é que são.

Bolivarianismo caboclo não admitimos. Jamais viraremos a Venezuela, como querem o Rui Falcão, que já está lá puxando o saco do Maduro, e o Marco Aurélio Garcia, o último dos bolcheviques, para quem ‘tudo vai bem na Venezuela’, apesar do exagero da ‘mídia conservadora’. Nossa estratégia é mole, embuçada, insidiosa, mas muito eficaz.

A classe dominante deste país é uma grande família, unida por laços de amizade total, mesmo que definhe sob nossos pés a massa de escravos em seus escuros mundos.
Nós somos muito mais Brasil do que esse bando de comunas que chegaram aí, com um sarapatel de ideias feitas por um leninismo mal lido e um getulismo tardio. Querem nos colar a pecha de ladrões, mas, por exemplo, quem comprou uma refinaria para a Petrobras no Texas por 1 bilhão e 200 milhões que não vale nem 100 milhões? Quem comprou? E o esquema da Holanda? Quem está jogando bilhões (quanta propina...) em estádios? Eles roubaram e roubam muito mais e a gente fica com a fama?
No entanto, sou otimista — acho sim que a aliança PT-PMDB poderá ser doce e linda. Mas, do nosso jeito, pois na infraestrutura de nosso passado de donatários ninguém toca.

O PMDB é a salvação da democracia; suja, mas muito nossa.”

(jornal “O Globo”, de 18/03/2014)



novembro 01, 2013

Direito da São Francisco – Turma de 1973 – 40 Anos!


FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO/LARGO DE SÃO FRANCISCO

TURMA PROF. PINTO ANTUNES – 1973

Eu estava seguindo para São Paulo, em 1965, com a bagagem carregada de sonhos, muitos sonhos, grandes sonhos... Entre eles estava a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Marco emblemático do estudo do DIREITO! ACADEMIA que formou Rui Barbosa e por onde passaram quase todos os poetas do século XIX. Prudente de Moraes e quase todos presidentes (governadores) do Estado de São Paulo e da nova República Brasileira... E dos heróis da Revolução Constitucionalista de 1932: Marrey Jr, Ibrahim Nobre, Júlio de Mesquita Filho, Dante Delmanto, Ernesto Leme, Waldemar Ferreira, Antonio Carlos de Abreu Sodré, Theotônio Monteiro de Barros Filho, Paulo Duarte, Clóvis de Paula Ribeiro, Carlos de Moraes Barros, Aureliano Leite, Antonio Pereira Lima entre muitos outros valorosos idealistas que foram para a defesa da Constituição e do Estado de Direito, deixando a folha dobrada...

“Quando se sente bater
No peito heroica pancada
Deixa-se a Folha Dobrada
Enquanto se vae morrer...”




Apesar de já ter estudado em São Paulo, no internato do Liceu Coração de Jesus, dos padres salesianos, a minha chegada na capital representou a chegada ao “mundo novo” sonhado... Terminei o curso científico e fiz o “Cursinho do Prof, Tolosa”, para ingressar na famosa Faculdade do Largo de São Francisco, em 1967. Tinha planos de trabalhar como revisor no jornal “O Estado de S. Paulo”, outro grande sonho acalentado...

Na minha adolescência sempre sonhara em seguir carreira naquele que representava, para mim, a maior Universidade do Brasil, ou seja, o “Estadão”. Era sonho, não há dúvida... No ano de 1967, já havia sido bem sucedido em entrevista para começar como revisor no jornal, através de seu então redator-chefe Flávio Galvão, quando recebi pedido irrecusável de meu pai para fazer um trabalho político junto ao novo governador. Mudança radical no rumo de meus planos...

Já cursando a Escola de Sociologia e Política, militando no movimento estudantil, nos protestos, nas passeatas, nas disputas internas da faculdade, eu me vi, de repente, num mundo completamente diferente: era o Poder Político – com certeza! – um mundo completamente diferente. E comecei a participar com o mesmo entusiasmo de sempre. Nas eleições municipais de 1968 e nas eleições estaduais de 1970 (quando fui candidato a deputado estadual, pregando o Poder Jovem e a necessidade da renovação política), sacrifiquei o meu curso de direito. Assim, originário da Turma que se formou em 1971, somente em 1973 é que consegui realizar o meu grande sonho.

O ano de 1973 foi muito especial, pois além da minha formatura tão sonhada na São Francisco tive, no mês de outubro/dia 31, o nascimento de meu filho Marcelo. A minha formação na tradicional ACADEMIA deu-me a base necessária para atuar em tantos processos jurídicos, nas empresas onde trabalhei, sempre com objetividade, muito estudo e sempre alcançando o sucesso e a realização profissional. Tudo foi positivo. Tudo somou para a minha formação de cidadão.


COMPLETANDO A MINHA CAMINHADA





Minha formatura, em 1973, foi uma grande vitória. Vitória sonhada. Vitória vivida. 
A alegria e os amigos e parentes fizeram essa vitória mais especial ainda...
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O juramento foi feito na presença do novo diretor da Faculdade de Direito, Prof. Manoel Gonçalves Ferreira Filho - professor de Direito Constitucional. 

Ao fundo, o busto do maior jurista brasileiro, RUI BARBOSA - autor da 1ª Constituição da República!
1ª Constituição da República/Registro Histórico/leia aqui
OS SÍMBOLOS DAS ARCADAS

A Faculdade de Direito tem algumas particularidades: é a única a manter um túmulo na parte central de seu prédio. Segundo o depoimento do ex-governador Carlos Lacerda, “...lá existem dois estranhos: um é Julius Frank que está enterrado num daqueles pátios internos sem nunca ter sido professor catedrático, nem aluno, nem funcionário.

 Foi o criador da BUCHA. A BUCHA esteve para a história da República como a Maçonaria para a independência... 

A Bucha, em São Paulo, na Faculdade de Direito, com Júlio de Mesquita e outros, muitos e muitos outros, com filial na Faculdade de Medicina, com Arnaldo Vieira de Carvalho, e muitos outros, levou o país à Abolição, à República, à luta que terminou pelo Partido Constitucionalista, à Revolução de 32...” E revela: “O outro estranho é a minha cabeça: posei para uma escultora chamada Adriana Janacopolis, irmã de uma grande amiga de Julinho chamada Vera Janacopolis, que era cantora.

Encomendaram a ela a cabeça do estudante morto na Revolução Constitucionalista e, como não havia nenhum estudante paulista morto disponível, no momento, no Rio de Janeiro, ela me pediu para posar. Eu posei e ela fez minha cabeça em bronze dourado que está lá no pátio da Faculdade de Direito. Somos dois estranhos. Só que ele fundou a BUCHA e eu não fundei nada...”(livro “Depoimentos”, de Carlos Lacerda, Editora Nova Fronteira, 1977, pág.86).
E o histórico da BUCHA passa a ser um dos tópicos mais empolgantes das ARCADAS...
Bucha – A Sociedade Secreta da São Francisco/ leia aqui
Já na parte externa da Faculdade de Direito, uma estátua chama a atenção por sua beleza e ousadia e, também, por estar ligada à Faculdade de Direito e aos estudantes da São Francisco. É a estátua do Idílio ou Beijo Eterno! 

O Idílio representa o amor entre uma indígena e um europeu. É monumento construído em 1920, pelo escultor sueco Willian Zadig, encomendada pelo Centro Acadêmico XI de Agosto para homenagear o poeta Olavo Bilac:


"Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo."


Pois bem, colocada no Largo de São Francisco, a estátua, em 1956, foi transferida para o Largo do Cambucci, pelo prefeito Jânio Quadros. Mas houve reação da sociedade local por achar a estátua de dois nus se beijando pouco adequada para o local. A estátua foi para o depósito. O prefeito Faria Lima, em 1966, determinou a colocação da estátua em frente ao túnel Nove de Julho. E, nos anos 70, após movimentação dos estudantes de Direito, a estátua voltou para o Largo de São Francisco.

OS 3 AMIGOS ACADÊMICOS DA TURMA DE 1973
clique na imagem para ampliá-la
Era uma amizade que tinha uma particularidade: um era descendente de sírio-libaneses e, o outro, de judeus. O João Assef Boueri Filho e o Sérgio Cukier (o pai tinha a rede de lojas “Casas Centro”). Seria o espírito das Arcadas?!? Não. Na verdade, apenas é a demonstração de como o brasileiro supera essas divergências históricas...



TURMA PROF. PINTO ANTUNES – 1973/2013 – 40 Anos!

O programa oficial começava com o Culto Ecumênico realizado em 12/12/1973, no Salão Nobre da Faculdade de Direito, oficializado pelo Cardeal Arcebispo de São Paulo, D. Paulo Evaristo Arns, pelo Rabino-Mór de São Paulo, Prof. Dr. Fritz Pinkuss e pelo Bispo Metodista de São Paulo, Prof. Dr. Alípio da Silva Lavoura.

A Colação de Grau, realizou-se no dia 13/12/1973, no
Palácio das Convenções do Parque Anhembi:




Prof. Pinto Antunes na entrega dos diplomas


TURMA: Prof. Dr. José Pinto Antunes
PARANINFO: Prof. Dr. Oscar Barreto Filho
PATRONO: Prof. Dr. Cândido Rangel Dinamarco
ORADOR: Adão Nonato de Oliveira.

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo:
MAGNÍFICO REITOR: Prof. Dr. Miguel Reale
VICE-REITOR: Prof.Dr. Orlando Marques de Paiva
DIRETOR: Prof. Dr. José Pinto Antunes
VICE-DIRETOR: Prof. Dr. Silvio Rodrigues
SECRETÁRIA: Dra. Drinadir de Castro Coelho

HOMENAGENS ESPECIAIS:
Prof. Dr. Dalmo de Abreu Dallari, Prof. Dr. Goffredo da Silva Telles Júnior, Prof. Dr. Joaquim Canuto Mendes de Almeida, Prof. Dr. José Carlos de Ataliba Nogueira, Prof. Do. José Carlos Moreira Alves, Prof. Dr. José Cretella Júnior, Prof. Dr. Manoel Augusto Vieira Neto, Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel, Prof. Dr. Rogério Lauria Tucci, prof Dr. Tomás Francisco de M. Pará Filho, Bedel Joaquim de Oliveira.

HOMENAGENS PÓSTUMAS:
Prof. Dr. José Loureiro Júnior
COLEGAS: Emílio Jafet Filho, Luiz Carlos Fernandes Aliende, Miguel René Lopes Rabello da Fonseca Brasil.
“...São sonhos que ficaram apenas em sonhos.
São sonhos que não foram integralmente sonhados.”

CORPO DOCENTE
Afonso Insuela Pereira, Alfredo Cecílio Lopes, Alexandre Augusto de Castro Corrêa, Antonio Ferreira Cesarino Júnior, Antonio Roberto Sampaio Dória, Arnaldo Siqueira, Basileu Garcia, Cândido Rangel Dinamarco, Carlos Schmidt de Barros Júnior,Celso Lafer, Dalmo de Abreu Dallari, Fued Miguel Temer, Gustavo Zanini, Henny Goulart, Ingeborg Sgrid Gerson, Irineu Strenger, João Baptista de Oliveira e Costa Júnior, João Bernardino Garcia Gonzaga, Joaquim Canuto Mendes de Almeida, Jorge Ignácio Penteado da Silva Telles, José Carlos de Ataliba Nogueira, José Carlos Moreira Alves, Geraldo de Camargo Vidigal, Geraldo de Ulhôa Cintra, Georgette Nacaro Nazo, Goffredo da Silva Telles Júnior, Guido Fernando Silva Soares, José Cretella Júnior, José Geraldo de Ataliba Nogueira, José Loureiro Júnior, José Luiz de Anhaia Mello, José Nabantino Ramos, José Pinto Antunes, Luiz Gastão Paes de Barros Leães, Luiz Gonzaga Senna Rebouças, Luiz Machado Fracarolli, Marly Antonieta Cardone, Manoel Augusto Vieira Neto, Manoel Gonçalves Ferreira Filho, Manoel Pedro Pimentel, Miguel Reale Júnior, Octany Silveira da Mota, Odon Ramos Maranhão, Oscar Barreto Filho, Otto de Souza Lima, Renato Cirell Czerna, Rogério Lauria Tucci, Ricardo Antunes Andreucci, Ruy Barbosa Nogueira, Teóphilo Arthur de S. Cavalcanti Filho, Thomas Benes Felsberg, Thomaz Marchi, Tomás Francisco de M. Pará Filho, Vicente Marotta Rangel, Walter Barbosa Corrêa, Walter Moraes, Willard de Castro Willard.

COLEGIADO DA FORMATURA
Geny Pereira Agostinho
James Fichmann
José Carlos Potin
José Luiz Farina
José Torquato dos Santos
Sérgio Rubinstein

CONSELHO FISCAL
Anabel Batistucci
Isamara Cossoy
Marcial Herculino H. Filho
Sidney C. Damanico

JURAMENTO
“Ego promitto me, semper principiis honestitatis inhaerentem, mei gradus muneribus perfuncturum atque operam meam in jure patrocinando,
Justitia exequenda et bonis praecipiendis, nunguam
Causae humanitatis defuturum.


BACHARELANDOS
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Os formandos com o Paraninfo - Prof. Oscar Barreto Filho


Abel Ferreira de Assis, Abel Moreira Miguéis, Accacio Vaz de Lima Filho, Adalberto Montes, Adão Nonato de Oliveira, Adelia Miyuki Yano, Adelina Gianecchini, Ademir de Carvalho Benedito, Adherbal dos Santos Acquati, Agueda Maria Lavorato Pereira, Aguinaldo de Almeida, Akie Hamassaki, Alaerte Marquetti, Alberto Mayer, Alcides Martins Lima e Silva, Aloisio Afonso dos Santos, Alvaro Benedito de Oliveira, Amélia Borja, Ana Celina Ribeiro Sanches, Ana Maria da Cruz, Ana Maria Ferdinando, Ana Maria Ferreira da Cunha, Ana Maria Guerrero Mendez, Ana Shirley Macedo falcão, Ana Silvia Duarte Ribeiro Marques, Ana Svartman, Anabel Batistucci, Angelo Carrizelo, Anna Maria Minezes Wallerstein Pomarico, Annete Alice Alves, Antonia Maria Zappa, Antonio Augusto Machado de Campos Neto, Antonio Carlos Castilho, Antonio Carlos Malheiros, Antonio Carlos Marcato, Antonio Carlos da Silva de Almeida, Antonio Celestino Toneloto, Antonio Celso Aguilar Cortez, Antonio Cesar Nogueira Ribeiro, Antonio Diego de Salles, Antonio Dutenhefner, Antonio Euclides A. Cardoso de Mello, Antonio Falcão Andrade, Antonio Fernando Miranda, Antonio Flávio Leite Galvão, Antonio Joaquim Sanches, Antonio José Batista, Antonio Rodrigues Rocha, Antonio Teles da Rocha, Antranig Kalaidjian, Aparício Dias, Araci Gomes, Arlete Souza Machado, Armando Moraes Delmanto, Aroldo Mendes Viotti, Arthur Paes Leme Canguçu Filho, Augusto da Conceição Faria, Augusto Francisco Mota Ferraz de Arruda, Aurelia Dirce Bandeira de Faria, Beatriz Helena de Albuquerque Penteado, Beatriz Helena de Oliveira Marques, Benedicto da Silva, Benedito de Jesus Marques Fain, Benno de Barros, Benta de Carvalho Vaz, Berenice Lopes Rodrigues, Boanésio Borges Filho, Braz Martins Neto, Breno Granja Coimbra Filho, Carlos Alberto Baston, Carlos Alberto Delaye Carvalho, Carlos Alberto Pereira Leitão, Carlos Frederico Hackerott, Carlos Henrique Ferraz Rosa, Carmem Vistoca, Catarina Gordillo de Souza, Cecília Aparecida de Abreu Moura, Cecília da Costa Mattos, Célia Dimov Patrício, Celso de Souza Azzi, Cesar Florindo Carrari, Chieko Nishimura, Christina Maria Prospero, Cícero Augusto Vieira Filho, Ciro Silva, Clair Covo Castro, Claudia Maria Vieira Fernandes Pinheiro, Claudio Tucunduva, Clotilde Chaparro Rodrigues Rocha, Cyomara Pagano Tacconi, Dagoberto Meirelles de Carvalho, Daniel Honorato Soares Filho, Denis Assis Navarro, Dinaura Folla, Diva de Aquino Salles, Diva Maria Piedade Vieira Santos, Dorival Fiorini, Dulce Luiza de Rezende Andrade, Durval Tadeu Guimarães, Edgard Camargo Rodrigues, Edgard de Novaes França Neto, Edson José da Silva, Edson Macari, Eduardo brito da Cunha, Eduardo de Azevedo Barros, Eduardo Eugenio Maia Westphalen, Eduardo Hallage, Eleonora Nilcéa Viccino, Eliana Alonso, Eliane Daniele Galvão, Elio Pedersoli, Elisabeth de Almeida Meirelles, Elisabeth Yara Forte Martins Cordeiro, Elisabeth Mangione, Elza Angela Battaggia, Erasmo Valladão Azevedo e Novaes França, Estenor Pinto Santos, Evelyn Sgarzi Serra de Oliveira, Fabio Caetano, Fábio de Moura Hildebrandi, Faissal Ahmad Kharma, Fátima Fernandes Catellani, Félix Suriano Domingues Neto, Fernando Antonio Cruz, Fernando Baccarin Júnior, Fernando Vieira de Figueiredo, Flávio José de Souza Brando, Flavio Tadeu Garcia La Selva, Floriano Viriato de Miranda, Francisca Emília Santos Gomes, Francisco Chagas de Moraes Filho, Francisco Eduardo de Vasconcelos Filomeno, Francisco Ribeiro Alberto Brick, Francisco Thomaz de Carvalho Júnior, Gentil Nunes Dourado, Geny Pareira Agostinho, Geraldo Antonio Corrêa de Toledo, Geraldo Fonseca Filho, Geraldo Vilela de Socorro, Gerson Bernardo de Almeida Santos Behr, Gerson Tomaz, Getúlio Evaristo dos Santos Neto, Gilberto Carlos Leifert, Gilberto Ottani, Gilberto Pinheiro Passos, Gilberto Rodrigues Esgalha, Gladus Di Monaco Martins de Souza, Glayds Pontieri, Gustavo Augusto de Carvalho Andrade, Harry Nelson Bauer, Hebe Mendes Gonçalves, Helio Crescêncio Fuzaro, Helio Eduardo C. de Toledo da Costa Manso, Hideki Teramoto, Hilda Rodrigues Garrote Sierra, Ibsen Souza de Albuquerque Lima, Inajá Guedes Barros, Inês do Amaral Bischel, Inês Pereira Lins, Inês Rosa Levis, Iraci Tamiko Umisedo, Irajá de Souza, Irma Docha, Isamara Cossoy, Isuro Shirai, Ivani Gladys Miguel, Ivelize Sibinelli Bernardes, Jacira Bottino de Moraes, Jacy Rhormens, Jaime Gotlib, Jair Cordeiro Grava, Jair Sanches, James Fichmann, João Assef Boueri Filho, João Batista Chiachio, João Batista de Souza, João Carlos Dornelles Airosa Galvão, João Castanho Dias, João Celestino de Lima, João Costa Pinto, João Vieira de Moraes, João Víspico, João Vivanco, Joaquim de Antonio, Jorge Eustácio da Silva Frias, Jorge Sato, José Abdalla Abud, José Antonio Tonus, José Alvaro Canduro Padin, José Antonio Tonus, José Benedito Franco de Godoi, José Carlos Barbuio, José Carlos Lombardi, José Carlos Pontin, José Delfino Lisbôa Barbante, José Eloi Diegues Santana, José Fábio Amaral Vieira, José Francisco Lopes de Miranda Leão, José Geraldo de Lima, José Guerino Raso, José Julio Cardoso de Lucena, José Luiz dos Santos Neto, José Luiz Farina, José Luiz Fenyo, José Mauricio de Macedo Franceschini, José Menezes, José Pereira Paes, José Priscilio Gonzales Diniz, José Renato Teixeira de Campos Carvalho, José Roberto Ferreira Gouvêa, José Roberto de Moraes, José Roberto Pacheco Di Francesco, José Roberto Pinheiro Franco, José Roberto Thomazinho, José Ronaldo Curi, José Tarciso Beraldo, José Torquato dos Santos, Josué Alves Ribeiro Chagas, Julio Artur Fontes Junior, Júlio Silvestre de Lima, Keiji Matsuzaki, Lairton Dênis de Souza, Léia Aparecida Silveira, Leili Odete Campos Izumida de Almeida, Lenira Tereza Atala Mansur, Leonardo Bolognesi, Leonardo Serra Neto Lerner, Leonel de Rezende Escorel, Leonor Franzini Costa Affini, Lígia Aparecida Martins Plentz, Lilian Ribeiro, Lincoln Luiz Borges, Lino Manoel Duarte Batista Ribeiro, Lourdes Maria Ortiz Credidio Mello, Lourenço Raimundo Costa, Lourival José dos Santos, Lucia Algarte Jeremias, Lucia Helena Rossi, Lucia Maria Lebre, Luciano Soares, Lucila Freire, Lucila Marcondes de Oliveira, Lucila Ribeiro Lyra Bezerra, Lucy Bell Hartiman, Lucy Toledo das Dores, Luís Carlos Guizelini Balieiro, Luís Eduardo leme Gotilla, Luís Washington Westmann, Luiz Adelar Schener, Luiz Ademario Gouveia, Luiz Alberto Nosé, Luiz Antonio Garrido de Paula, Luiz Antonio Lages de Magalhães, Luiz Antonio Sampaio Gouveia, Luiz Antonio Tolomei, Luiz Appolonio Neto, Luiz Bernardino Petracioli, Luiz Carlos Amando de Barros, Luiz Carlos Ferreira de Mello, Luiz Carlos Mendonça, Luiz Carlos Moreira, Pimenta, Luiz Carlos Paschoalique, Luiz Eduardo Rodrigues Greenhalgh, Luiz Fernando Camara Vitral, Luiz Gagliardi Neto, Luiz Geraldo Cunha Malheiros, Luiz Ricardo Gama Pimentel, Luiz Roberto Barletta Nunes, Luiz Roberto de Andrade Novaes, Luiza Satsiko Yokomizo, Lydia Cury, Lydia Maria do Amaral Gançales, Lygia Soares Pinto, Madalena Medeiros Martins, Manoel Justino Bezerra Filho, Manoel Salvador Barreto, Manoel dos Santos Ribeiro Pontes, Manuel Paulo Martins, Mara Ferreira Lara, Marcia Aricó Zamboni, Marcia Barberi, Marcia Cristina Paranhos Cordeiro, Marcia Ferrari, Marcia Heloiza Pereira da Silva, Marcia Madalena Morcelli, Marcia Moreno Duarte Moreira, Marcial Herculino de Hollanda Filho, Marcio Melo de Sá, Marcos Alves Barbosa, Marcos Antonio da Silva, Marcos Goscomb, Margarida Helena Nogueira, Maria Antonietta Fortino, Maria Aparecida Benisse, Maria Aparecida Giacomini Occhiutto, Maria Aurora Cardoso da Silva, Maria Beatriz Ferreira de Oliveira, Maria Celeste de Oliveira Santos, Maria Clara Treffner, Maria Cristina Campos Franco, Maria Cristina Duprat, Maria Cristina Zucchi de Camargo, Maria Dafne de Miranda Alves, Maria de Fátima Fuzaro, Maria de Lourdes Colacique, Maria do Carmo Leite de Moraes Prado, Maria dos Anjos Galeazzi, Maria Eliana Wuowey Tartuce, Maria Elisa Cazzoli de Oliveira, Maria Elizabeth Dias, Maria Elizabeth Guariglia, Maria Elizabeth Pinto ferraz Luz, Maria Helena Lopes Rodrigues, Maria Helena Marques Dias, Maria Helena R. Scavone de Miranda, Maria Ines Capuzzo, Maria Inês Martins Ribeiro, Maria José Rodrigues Mayer, Maria Laura da Silva, Maria Lúcia Orkov, Maria Luzia Noronha Bittencourt, Maria Madalena de Oliveira, Maria Marilene Henriques, Maria Thereza Gonçalves Pero, Marilda Helena Prado Ferreira, Marilene da Silva, Marilene Pereira Eboli, Mario Aguiar Pereira Filho, Mario Davis Veiga Bonorino, Mario Henrique Lozetti Seabra, Mario Kazutoshi Ojima, Mario de Mendonça Netto, Marisa Domingos, Marisa Scavone, Marisa dos Santos Pinotti Candeloro, Mariza Santos Figueiredo, Marlene de Oliveira Fernandes Varella, Marli Tavares da Silva Balzano, Marly Neide Vinci, Maurício Rosencrantz, Mauro Dell Ciello, Miguel Curi Neto, Miguel Martins Fernandes, Milton José Blay, Miriam Lazarotti, Nair Vicente, Natanael Soares Firmino, Nazario Sabino Carvalho, Nelson Moschetti, Nely Vancho Panovich, Neriney Evaristo Moreira, Neusa de Oliveira, Neusa Maria Saab, Neyde De Rose, Nilde Vernuncio Pontes da Silva, Nilo Miguel Garcia, Nilza do Amaral, Noemy Pinheiro Lima, Odila Regina Iudolfo, Olavo Martins dos Santos Junior, Olga Espinosa, Onélia De Nardi, Oscar Martim Renoux Niemeyer, Osvaldo Capraro, Oswaldo Garcia Pereira, Oswaldo Leite de Moraes Filho, Paschoal Vieira de Sá, Paulo Afonso Sciarra, Paulo Carneiro Maia Filho, Paulo Eduardo Razuk, Paulo Henrique Sampaio Cesar, Paulo Henrique Silva Giareta, Paulo Mandadori Florence, Paulo Rubens Soares Hungria Júnior, Paulo Van Deursen, Pedro Armando Gammaro, Pedro Artur Unger, Pedro de Godoy, Plínio José Gomes Ferraz, Plínio José Marafon, Raphael Sampaio Werneck, Raquel Camargo Pupo Pires Ferreira, Raul Marcelo Tichauer, Raulino Paiva Junio, Regina Celia Figueiredo, Regina Helena Prado Smit, Regina Mara Rivellino, Regina Maria Regos, Sálua Racy, Sandra Asche, Santino Calixto, Sebastião Vianei Borin, Selma Negro, Semi Anis Smaira, Sergio Cukier, Sergio Eleuterio, Sergi Henrique Santos Turqueto, Sergio José Bueno Junqueira Machado, Sergio Lorena de Mello, Sergio Noboru Sakagawa, Sergio Rubinstein, Shizuko Kaynuma, Sônia Regina Albano, Sidney de Carvalho Domanico, Silvana Lauria, Silvia Ricardino, Sílvio Carlos Pereira Lima, Silvio Rubens Michelman, Sônia Maria de Mello Zuccarino, Sônia Maria De Pierro, Sônia Regina Gomes da Silva, Suely Azevedo Fagundes, Suely de Almeida Braga, Suely Solferini, Takenori Nakagawa, Teodomiro Cerilo Méndez Fernández, Tereza Cristina Bittencourt M. Rocha, Tereza Cristina Motta Ramos Marques, Tereza Russo, Terezinha Tiusso Bergoudian, Thelma Nobrega de Mesquita Garcia, Tomaz Gomide, Tomoko Iris Alba Miyamura, Ulysses Antonio Narciso Belfort, Vagner Antonio Pichelli, Valéria Del Giorno, Valquíria Paiva de Freitas, Vicente Cardoso dos Santos, Vilma Sverzuti, Waldemar Marques, Waldir Bissan, Walter de Oliveira Bittencourt França, Walter Pugliano, Wanderlei Simões de Campos, Willian Roberto de Campos, Wilma Barros Di Lallo, Wilson Antonio Barbosa, Wilson Severo Marques dos Santos, Wilton Nunes de Oliveira, Yara Aparecida Gravina Santiago, Yara Chucralla Moherdaui, Yára Lúcia Domeneghetti.

março 14, 2013

NOVO PAPA É
A “OUTRA” IGREJA!

Nunca trabalhou na Cúria/Vaticano. Não gosta dos que fazem carreira eclesiástica. Ponto. É um soldado jesuíta. E agora se chama Francisco: é a sua marca...é a CHANCELA da NOVA IGREJA!

São Francisco de Assis

Papa Francisco – O Reformador!

O cardeal ítalo-argentino, Jorge Mario Bertoglio foi escolhido como o novo Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana. Segundo o presidente Obama, dos EUA, é o primeiro Papa das Américas. Para nós, da América do Sul é o primeiro Papa Latino-Americano, mas o que o marca como O REFORMADOR é a sua origem: a elitizada Ordem Religiosa dos Jesuítas - a Companhia de Jesus!

É o primeiro Papa Jesuíta, estranhamente pertencente a uma ordem religiosa admirada e temida pela sua importância histórica e modelar por sua atuação nas Américas com os índios, convivendo em uma simbiose que deu certo em suas Missões, ao depois, expulsos por Portugal e Espanha que implantaram os métodos colonialistas e trataram os índios como meros escravos e inimigos.

ESCOLHA SUI GENERIS:

Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam, et portae inferi no prevalebunt adversus eam.

Foi numa hora amarga da vida de Cristo que surgiu o problema de confiar a direção da Igreja a um chefe. Poderia ter sido João, o discípulo amado. Foi escolhido, porém, Pedro, aquele que deveria negar, por três vezes consecutivas, a seu mestre. Por quê não importava o nome e a pessoa do novo líder? Porque, simplesmente, o poder que teria sobre os demais apóstolos não adviria de suas qualidades, mas da determinação divina, e da assistência direta do Espírito Santo.
Assim, Pedro, o negador, foi escolhido chefe dos apóstolos. Quando Cristo lhe disse: apascenta minhas ovelhas; apascenta meus cordeiros, por dois mil anos se teve a designação do velho pescador como chefe inconcusso dos fiéis e dos demais pastores!

TRADUZINDO: o novo PAPA FRANCISCO não era cotado nem como plano B ou plano C. Mas foi ele o escolhido. Com formação na elitizada Ordem Religiosa dos Jesuítas e chancelando seu papado com o nome do REFORMADOR da Igreja, SÃO FRANCISCO DE ASSIS, o novo papa já delineou a sua Missão Papal: Reformar a Igreja Católica em sua estrutura, saneando-a e colocando-a a serviço de seus seguidores e aproximando-a dos mais humildes...

É EMBLEMÁTICO: SÃO FRANCISCO !!!
A túnica de São Francisco de Assis

São Francisco era mal visto e invejado pela Igreja como um todo. “Um frade maltrapilho envergonha a Igreja!” Mas o Papa Inocêncio III aprovou a congregação de Francisco e lhe deu a missão de pregar a conversão, e aos frades que o acompanharam, permitiu que fizessem os votos clericais para que pudessem pregar a palavra divina.”
A Igreja Católica Romana passava naquela época pela mesma provação por que passa agora. Era um período onde a descrença e a grande diminuição da sua interação com seus fiéis eram uma realidade.
Tema para meditação!!!