DILMA atingindo 77% de aceitação popular no Brasil, em mais uma das pesquisas sempre publicadas quando existe muita crise ou escândalos na área federal... E isso vem desde a época do Lula. E é sempre o mesmo instituto... Apareceu denúncia grave, a situação política do governo se complica e... lá vem a pesquisa salvadora: “NUNCA ANTES NESTE PAÍS...”
Tudo bem! Agora, a visita aos EUA, uma retribuição à visita que Obama e a família fizeram ao Brasil e, na agenda, a intenção de melhorar as relações “geladas” entre os dois países... Isso, sem se esquecer que os EUA é o 2º país que mais tem relação comercial com o Brasil. Tudo isso é fruto da “péssima” política feita pelo Itamaraty no governo de Lula, com o Celso Amorim (o Megalonanico) exercendo o Ministérios das Relações Exteriores com idéias jurássicas e superadas. E o atual ministro, Antonio Patriota, indicado pelo Amorim, vem mantendo, com mais discrição, a mesma política dos “TRAPALHÕES” (Amorim + Marco Aurélio Garcia).
(blog do Noblat/Charge de Chico Caruso)
São vários os assuntos que precisam ser debatidos e, quem sabe, obtendo o apoio dos EUA. Desde uma vaga no Conselho de Segurança da ONU, a liberação das sanções às importações do suco de laranja e do etanol, indo até um maior estreitamento das relações entre os dois países que fica na dependência da mudança da política externa brasileira, da qual a presidenta Dilma ainda NÃO tem o total domínio da área, que é reserva exclusiva do PT...(Leo Martins/Estadão)
Assim, é importante a opinião de Peter Hakim, presidente do Instituto de Análises Políticas Inter-American Dialogue, que afirmou:
“Nem os Estados Unidos nem o Brasil têm idéias sérias sobre o que pode ser feito para tornar a relação mais produtiva e cooperativa. Claro que as relações são majoritariamente amigáveis e cordiais, apesar de muitos desacordos e algumas disputas abertas. Os dois governos se acomodam e se toleram enquanto mantém sua distância”
(Blog do Noblat/Charge do Amarildo)

RESUMINDO: Inexiste esforço de ambos os países para uma melhoria nas relações mútuas internacionais. E fica claro que o Brasil, principalmente, é que seria o mais beneficiado com uma mudança no relacionamento e o estabelecimento de uma parceria confiável entre Brasil e EUA.
Vamos aguardar e esperar que a visita NÃO se resuma em mais um passeio internacional cheio de discursos e vazio de acordos comerciais concretos.













