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abril 19, 2016

Médico Cidadão – Registro Histórico

Médico Cidadão – Registro Histórico

No ano de 2005 comemoramos o seu Centenário. Uma edição especial da revista cultural Peabiru trouxe toda a sua trajetória: como médico, como político, como esportistae como benemérito.


Médico Cidadão/ Registro Histórico/ Parte 1/ leia aqui

Médico Cidadão/ Registro Histórico/ Parte 2/ leia aqui

Médico Cidadão/ Registro Histórico/ Parte 3/ leia aqui

Essa tem sido a postura da revista Peabiru, sempre divulgando fatos relevantes para a cultura e a história de Botucatu, do Estado de São Paulo e do Brasil. Procurando ser um FORUM CULTURAL onde o debate democrático das idéias é sempre positivo.

O homenageado é meu pai, com muita honra. Nascido em Botucatu/SP, Antônio Delmanto passou toda a sua vida entusiasmado com a profissão. Era um vocacionado. Por 60 anos exerceu a medicina como um sacerdócio. Gostava da profissão. Tendo cursado também Farmácia, tinha pleno conhecimento das fórmulas dos remédios e as receitava com precisão. No exercício daMedicina, realizou cerca de 80 mil cirurgias, entre pequenas, médias e grandes. Após seu Curso de Medicina, especializou-se com o Dr. Benedito Montenegro, considerado o melhor cirurgião da época (1936/37), sendo professor e, depois, diretor da Faculdade de Medicina da USP.



Essa a nossa contribuição, em termos do histórico deAntônio Delmanto, com muitas fotos e ilustrações. Mostrando que ele exerceu a medicina como um sacerdócio e viu, sempre, a política como uma tarefa, exatamente isso: uma tarefa cívica a ser cumprida...

Buscamos, nas palavras do sempre mestre Prof. Agostinho Minicucci, o perfil do homenageado:

“Antônio Delmanto fez da medicina um sacerdócio, da política um ementário de idéias e ideais. Como pessoa foi um modelo e um exemplo às gerações que vem vindo.

Na Idade Média de Botucatu, se assim poder ser dito, foi um cavaleiro heróico e um menestrel, semeador edílico de um estro comunitário e idealístico.

Antes de viver para si, viveu e tem vivido para a sua Pátria. Ela se chama Botucatu.”







Saudosismo? Sim. Mas leve e com lembranças boas...

Meu Pai & Meu Amigo

O Ciclo da Vida: Meu Pai estaria Orgulhoso


Os Trigemeos de Botucatu

março 16, 2012

100 Anos da Missão Marcelina no Brasil


Rede de Educacão Marcelinas ou REDE MARCELINAS!
Já é um sinônimo de excelência no ensino. Com Unidades Educacionais por todo o Brasil, a CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MARCELINAS fez história nestes 100 Anos de caminhada educacional.

Atuando na educação, no setor sócio-educacional e no setor hospitalar, a REDE MARCELINAS cumpriu com méritos as propostas de seu fundador, MONSENHOR LUIS BIRAGHI e de sua Madre Fundadora, IRMÃ MARINA VIDEMARI. A Congregação de Santa Marcelina surgiu em Cernusco, Milão/Itália, em 1838. Veio para o Brasil em 1912, com o COLÉGIO DOS ANJOS, na cidade de Botucatu, Estado de São Paulo, a pedido de Dom Lúcio Antunes de Souza, o 1º Bispo, cuja Diocese de Botucatu respondia por 50% do território paulista. Uma imensidão. A CASA se ergueu, conquistou fama e se espalhou estrategicamente pelo Brasil: em São Paulo (capital); na Tijuca, Rio de Janeiro; Muriaé, em Minas Gerais; Palmas Tocantins; Piraí do Sul, no Paraná; Alto Paraíso, em Rondônia; Embratel, Rondônia; e Marcello Cândia, em Rondônia.



De Milão, a Congregação das Marcelinas já tinha, também, se espalhado pela Itália: Genova, Sori, Arona, Bolzano, Foggia, Lecce, Tricase e Roma. Pela Europa: na França, em Chamberry; na Inglaterra, em Londres; e na Suíça, em Lausanne. E na América do Norte: no Canadá, em Montreal e no México, na Capital. E na Albânia e no Benin.



Importante que se destaque a presença das Irmãs Marcelinas no setor hospitalar. Desde 1961, com a conclusão das obras do HOSPITAL SANTA MARCELINA, na Zona Leste (Itaquera) da cidade de São Paulo, numa planta do arquiteto Domingos Marchetti, o hospital foi num crescente impressionante. No início, contava com 150 leitos e, hoje, tem 720 leitos, sendo considerado um dos maiores hospitais do Brasil. Filantrópico, atende prioritariamente ao SUS. Situado quase ao lado do futuro Estádio de Futebol do E.C.Corinthians Paulista, que deverá sediar a abertura da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, o Hospital Santa Marcelina necessitará ampliar alguns serviços já visando esse importante evento que deverá mobilizar a capital e, especialmente, Itaquera.



No decorrer desses anos, o hospital se manteve fiel à sua missão, promovendo a vida, a saúde e a dignidade dos doentes, principalmente dos pobres, ao mesmo tempo em que formava profissionais para os serviços especializados. Hoje, é referência no Brasil para casos de alta complexidade. Faz transplantes de órgãos, medula óssea e tratamentos avançados de câncer. Mantém 42 programas de Residência Médica e de Especialização, sendo importante Centro de Ensino e Pesquisa.

Com a experiência adquirida, a atuação das Marcelinas na área da saúde cresceu de forma consolidada, a verba anual dos quatro hospitais que hoje são administrados pelas Marcelinas é de 400 milhões! Três ficam na zona leste (Itaquera, Itaim Paulista e Tiradentes) e um em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. É de 2.000 o total de leitos e são 12 mil o número de funcionários. É equivalente ao Hospital das Clínicas, a estrutura médica das Marcelinas! É um absoluto sucesso!

Também na área social, a Congregação se fez presente nos projetos de sua Rede Sócio-educacional, estando em Botucatu – Núcleo Assistencial “Madre Marina Videmari; Creche Escola, em São Sebastião do Passe, na Bahia; e Centro do Menor, em Terra Nova, na Bahia. Assim, para esta matéria, iremos dar uma rápida visão da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu/SP (1912); do Colégio Santa Marcelina/São Paulo, capital (1927); e do Colégio Santa Marcelina no Rio de Janeiro (1939):

COLÉGIO DOS ANJOS – “ALMA MATER DAS MARCELINAS”



Por empenho de Dom Lúcio Antunes de Souza – 1º Bispo Diocesano de Botucatu, cuja Diocese representava 50% do território paulista, feito diretamente ao Papa PIO X, a Congregação de Santa Marcelina foi escolhida para implantar esse importante projeto educacional voltado às meninas de toda a região. Aos 16 de fevereiro de 1912, decidiu-se fundar uma CASA em BOTUCATU, tendo à frente a Irmã Antonieta Valentini. Dom Lúcio designara o seu vigário-geral, Monsenhor Pascoal Ferrari, para supervisionar a implantação do mais novo educandário da cidade. Denominado COLÉGIO DOS ANJOS, representava bem o desejo de Dom Lúcio: “...tenho certeza de que esta minha Diocese poderá ter a felicidade de possuir um verdadeiro COLÉGIO CATÓLICO.”

Em 1913, é nomeada a nova Superiora, Irmã Camem Ortolina e são iniciadas as suas atividades educacionais. A nova Irmã Superiora veio com todos os meios para a construção do COLÉGIO. A pedra fundamental foi colocada no dia 18 de dezembro de 1913, com a construção devendo estar terminada em 1915. Estava lançada a primeira semente da Congregação em terras brasileiras e Botucatu se torna o Berço da Congregação Marcelina no Brasil.

Com sua construção pronta em 1915, o Colégio dos Anjos ganhou fama pela qualidade de seu ensino e pelo sucesso na educação e preparo de meninas vindas de todo o interior do estado e até dos Estados do Paraná e Mato Grosso. Nos anos 40, com a mudança na legislação do ensino, passa a denominar-se “Instituto Santa Marcelina”. Já em 1939, o senhor diretor-geral do Departamento de Educação autorizou a transferência da Escola Normal Livre de Pindamonhangaba para funcionar anexa ao Colégio dos Anjos. Desde então, o colégio pode outorgar às suas alunas o Diploma de Professora. No início e até 1973 era exclusivo das meninas e à partir dessa data passa a ser misto. Com cursos do Maternal ao 2º Grau e com as Faculdades de Música (1964) e de Educação Artística (1976). Atualmente, a Faculdade de Música está concentrada em São Paulo.

COLÉGIO SANTA MARCELINA/SÃO PAULO



Em 1927, foi inaugurado no bairro de Perdizes, na Capital, o COLÉGIO SANTA MARCELINA, conceituado colégio religioso, pela empreendedora Irmã Superiora, Sophia Marchetti, a mesma que viria a inaugurar o Hospital Santa Marcelina, em Itaquera. A Irmã Sophia dirigiu o Colégio até 1971, quando faleceu. Em sua homenagem, a Escola de Enfermagem que fundou, passou a chamar-se “SOPHIA MARCHETTI”.

Coincidentemente, está situado na rua Dr. Cardoso de Almeida, no nº 541. o Deputado José Cardoso de Almeida, advogado formado pela São Francisco e político de Botucatu, que exercia nessa época o cargo de Deputado Federal e era o líder do então Presidente da República, Washington Luiz. Esse político, ligado por laços de família ao Monsenhor Ferrari (que era Vigário Geral quando da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu), exerceu grande influência na política paulista (foi Secretário da Justiça, da Fazenda e da Segurança Pública), juntamente com seu cunhado, o arquiteto Ramos de Azevedo, autor dos mais belos prédios públicos da capital paulista.

O COLÉGIO SANTA MARCELINA, da capital, sempre foi considerado um dos melhores colégios do Brasil. Com internato, semi-internato, tinha a grade completa de cursos, além da Faculdade de Música que formou gerações de profissionais. Na mesma rua Cardoso de Almeida, no nº 1182, é mantido o Pensionato Santa Marcelina para aquelas jovens, já formadas no colegial e que faziam outras faculdades.

COLÉGIO SANTA MARCELINA NO RIO DE JANEIRO



No ano de 1939, foi fundado o COLÉGIO SANTA MARCELINA, do Rio de Janeiro, situado numa das áreas mais bonitas e preservadas da Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, em plena floresta, impressiona pelo seu tamanho e beleza. Em seu início, utilizou-se de uma mansão – o Castelinho! -, em estilo inglês do século XIX, construído por Mark Sutton, com todo o conforto e modernidade da época, onde hoje está funcionando a Educação Infantil.

O Colégio das Marcelinas teve a construção de seu amplo prédio próprio em 1940, destinando-o ao Ensino Fundamental e Médio. À partir de 1973, passou a receber também meninos, num sistema misto. O Colégio promove a formação de crianças e jovens desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, com excelentes professores e com a melhor técnica didática de ensino. É altamente positivo o ritmo de preparação dos alunos para os diversos Vestibulares, com avaliações todos os sábados e simulado a cada mês, com bons resultados: excelentes índices de aprovação nos concursos para Universidades como UFRJ, UERJ, UFF e outras. Os alunos do terceiro ano, por exemplo, estudam das sete da manhã às 16h30, nas segundas e quartas e, nos sábados, das oito ao meio dia.



Desfruta do prestígio de ser um bom e tradicional educandário, atendendo a nível de excelência a população carioca.


dezembro 01, 2011

Marcelinas: 100 Anos de Uma História Vitoriosa!


Rede de Educacão Marcelinas ou REDE MARCELINAS!
Já é um sinônimo de excelência no ensino. Com Unidades Educacionais por todo o Brasil, a CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MARCELINAS fez história nestes 100 Anos de caminhada educacional.

Atuando na educação, no setor sócio-educacional e no setor hospitalar, a REDE MARCELINAS cumpriu com méritos as propostas de seu fundador, MONSENHOR LUIS BIRAGHI e de sua Madre Fundadora, IRMÃ MARINA VIDEMARI. A Congregação de Santa Marcelina surgiu em Cernusco, Milão/Itália, em 1838. Veio para o Brasil em 1912, com o COLÉGIO DOS ANJOS, na cidade de Botucatu, Estado de São Paulo, a pedido de Dom Lúcio Antunes de Souza, o 1º Bispo, cuja Diocese de Botucatu respondia por 50% do território paulista. Uma imensidão. A CASA se ergueu, conquistou fama e se espalhou estrategicamente pelo Brasil: em São Paulo (capital); na Tijuca, Rio de Janeiro; Muriaé, em Minas Gerais; Palmas Tocantins; Piraí do Sul, no Paraná; Alto Paraíso, em Rondônia; Embratel, Rondônia; e Marcello Cândia, em Rondônia.



De Milão, a Congregação das Marcelinas já tinha, também, se espalhado pela Itália: Genova, Sori, Arona, Bolzano, Foggia, Lecce, Tricase e Roma. Pela Europa: na França, em Chamberry; na Inglaterra, em Londres; e na Suíça, em Lausanne. E na América do Norte: no Canadá, em Montreal e no México, na Capital. E na Albânia e no Benin.



Importante que se destaque a presença das Irmãs Marcelinas no setor hospitalar. Desde 1961, com a conclusão das obras do HOSPITAL SANTA MARCELINA, na Zona Leste (Itaquera) da cidade de São Paulo, numa planta do arquiteto Domingos Marchetti, o hospital foi num crescente impressionante. No início, contava com 150 leitos e, hoje, tem 720 leitos, sendo considerado um dos maiores hospitais do Brasil. Filantrópico, atende prioritariamente ao SUS. Situado quase ao lado do futuro Estádio de Futebol do E.C.Corinthians Paulista, que deverá sediar a abertura da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, o Hospital Santa Marcelina necessitará ampliar alguns serviços já visando esse importante evento que deverá mobilizar a capital e, especialmente, Itaquera.



No decorrer desses anos, o hospital se manteve fiel à sua missão, promovendo a vida, a saúde e a dignidade dos doentes, principalmente dos pobres, ao mesmo tempo em que formava profissionais para os serviços especializados. Hoje, é referência no Brasil para casos de alta complexidade. Faz transplantes de órgãos, medula óssea e tratamentos avançados de câncer. Mantém 42 programas de Residência Médica e de Especialização, sendo importante Centro de Ensino e Pesquisa.

Com a experiência adquirida, a atuação das Marcelinas na área da saúde cresceu de forma consolidada, a verba anual dos quatro hospitais que hoje são administrados pelas Marcelinas é de 400 milhões! Três ficam na zona leste (Itaquera, Itaim Paulista e Tiradentes) e um em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. É de 2.000 o total de leitos e são 12 mil o número de funcionários. É equivalente ao Hospital das Clínicas, a estrutura médica das Marcelinas! É um absoluto sucesso!

Também na área social, a Congregação se fez presente nos projetos de sua Rede Sócio-educacional, estando em Botucatu – Núcleo Assistencial “Madre Marina Videmari; Creche Escola, em São Sebastião do Passe, na Bahia; e Centro do Menor, em Terra Nova, na Bahia. Assim, para esta matéria, iremos dar uma rápida visão da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu/SP (1912); do Colégio Santa Marcelina/São Paulo, capital (1927); e do Colégio Santa Marcelina no Rio de Janeiro (1939):

COLÉGIO DOS ANJOS – “ALMA MATER DAS MARCELINAS”



Por empenho de Dom Lúcio Antunes de Souza – 1º Bispo Diocesano de Botucatu, cuja Diocese representava 50% do território paulista, feito diretamente ao Papa PIO X, a Congregação de Santa Marcelina foi escolhida para implantar esse importante projeto educacional voltado às meninas de toda a região. Aos 16 de fevereiro de 1912, decidiu-se fundar uma CASA em BOTUCATU, tendo à frente a Irmã Antonieta Valentini. Dom Lúcio designara o seu vigário-geral, Monsenhor Pascoal Ferrari, para supervisionar a implantação do mais novo educandário da cidade. Denominado COLÉGIO DOS ANJOS, representava bem o desejo de Dom Lúcio: “...tenho certeza de que esta minha Diocese poderá ter a felicidade de possuir um verdadeiro COLÉGIO CATÓLICO.”

Em 1913, é nomeada a nova Superiora, Irmã Camem Ortolina e são iniciadas as suas atividades educacionais. A nova Irmã Superiora veio com todos os meios para a construção do COLÉGIO. A pedra fundamental foi colocada no dia 18 de dezembro de 1913, com a construção devendo estar terminada em 1915. Estava lançada a primeira semente da Congregação em terras brasileiras e Botucatu se torna o Berço da Congregação Marcelina no Brasil.

Com sua construção pronta em 1915, o Colégio dos Anjos ganhou fama pela qualidade de seu ensino e pelo sucesso na educação e preparo de meninas vindas de todo o interior do estado e até dos Estados do Paraná e Mato Grosso. Nos anos 40, com a mudança na legislação do ensino, passa a denominar-se “Instituto Santa Marcelina”. Já em 1939, o senhor diretor-geral do Departamento de Educação autorizou a transferência da Escola Normal Livre de Pindamonhangaba para funcionar anexa ao Colégio dos Anjos. Desde então, o colégio pode outorgar às suas alunas o Diploma de Professora. No início e até 1973 era exclusivo das meninas e à partir dessa data passa a ser misto. Com cursos do Maternal ao 2º Grau e com as Faculdades de Música (1964) e de Educação Artística (1976). Atualmente, a Faculdade de Música está concentrada em São Paulo.

COLÉGIO SANTA MARCELINA/SÃO PAULO



Em 1927, foi inaugurado no bairro de Perdizes, na Capital, o COLÉGIO SANTA MARCELINA, conceituado colégio religioso, pela empreendedora Irmã Superiora, Sophia Marchetti, a mesma que viria a inaugurar o Hospital Santa Marcelina, em Itaquera. A Irmã Sophia dirigiu o Colégio até 1971, quando faleceu. Em sua homenagem, a Escola de Enfermagem que fundou, passou a chamar-se “SOPHIA MARCHETTI”.

Coincidentemente, está situado na rua Dr. Cardoso de Almeida, no nº 541. o Deputado José Cardoso de Almeida, advogado formado pela São Francisco e político de Botucatu, que exercia nessa época o cargo de Deputado Federal e era o líder do então Presidente da República, Washington Luiz. Esse político, ligado por laços de família ao Monsenhor Ferrari (que era Vigário Geral quando da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu), exerceu grande influência na política paulista (foi Secretário da Justiça, da Fazenda e da Segurança Pública), juntamente com seu cunhado, o arquiteto Ramos de Azevedo, autor dos mais belos prédios públicos da capital paulista.

O COLÉGIO SANTA MARCELINA, da capital, sempre foi considerado um dos melhores colégios do Brasil. Com internato, semi-internato, tinha a grade completa de cursos, além da Faculdade de Música que formou gerações de profissionais. Na mesma rua Cardoso de Almeida, no nº 1182, é mantido o Pensionato Santa Marcelina para aquelas jovens, já formadas no colegial e que faziam outras faculdades.

COLÉGIO SANTA MARCELINA NO RIO DE JANEIRO



No ano de 1939, foi fundado o COLÉGIO SANTA MARCELINA, do Rio de Janeiro, situado numa das áreas mais bonitas e preservadas da Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, em plena floresta, impressiona pelo seu tamanho e beleza. Em seu início, utilizou-se de uma mansão – o Castelinho! -, em estilo inglês do século XIX, construído por Mark Sutton, com todo o conforto e modernidade da época, onde hoje está funcionando a Educação Infantil.

O Colégio das Marcelinas teve a construção de seu amplo prédio próprio em 1940, destinando-o ao Ensino Fundamental e Médio. À partir de 1973, passou a receber também meninos, num sistema misto. O Colégio promove a formação de crianças e jovens desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, com excelentes professores e com a melhor técnica didática de ensino. É altamente positivo o ritmo de preparação dos alunos para os diversos Vestibulares, com avaliações todos os sábados e simulado a cada mês, com bons resultados: excelentes índices de aprovação nos concursos para Universidades como UFRJ, UERJ, UFF e outras. Os alunos do terceiro ano, por exemplo, estudam das sete da manhã às 16h30, nas segundas e quartas e, nos sábados, das oito ao meio dia.



Desfruta do prestígio de ser um bom e tradicional educandário, atendendo a nível de excelência a população carioca.




julho 14, 2011

Antônio Delmanto: Médico Cidadão !

Médico Cidadão – Registro Histórico

No ano de 2005 comemoramos o seu Centenário. Uma edição especial da revista cultural Peabiru trouxe toda a sua trajetória: como médico, como político, como esportista e como benemérito.



Médico Cidadão/ Registro Histórico/ Parte 1/ leia aqui

Médico Cidadão/ Registro Histórico/ Parte 2/ leia aqui

Médico Cidadão/ Registro Histórico/ Parte 3/ leia aqui

Essa tem sido a postura da revista Peabiru, sempre divulgando fatos relevantes para a cultura e a história de Botucatu, do Estado de São Paulo e do Brasil. Procurando ser um FORUM CULTURAL onde o debate democrático das idéias é sempre positivo.

O homenageado é meu pai, com muita honra. Nascido em Botucatu/SP, Antônio Delmanto passou toda a sua vida entusiasmado com a profissão. Era um vocacionado. Por 60 anos exerceu a medicina como um sacerdócio. Gostava da profissão. Tendo cursado também Farmácia, tinha pleno conhecimento das fórmulas dos remédios e as receitava com precisão. No exercício da Medicina, realizou cerca de 80 mil cirurgias, entre pequenas, médias e grandes. Após seu Curso de Medicina, especializou-se com o Dr. Benedito Montenegro, considerado o melhor cirurgião da época (1936/37), sendo professor e, depois, diretor da Faculdade de Medicina da USP.



Essa a nossa contribuição, em termos do histórico de Antônio Delmanto, com muitas fotos e ilustrações. Mostrando que ele exerceu a medicina como um sacerdócio e viu, sempre, a política como uma tarefa, exatamente isso: uma tarefa cívica a ser cumprida...

Buscamos, nas palavras do sempre mestre Prof. Agostinho Minicucci, o perfil do homenageado:

“Antônio Delmanto fez da medicina um sacerdócio, da política um ementário de idéias e ideais. Como pessoa foi um modelo e um exemplo às gerações que vem vindo.

Na Idade Média de Botucatu, se assim poder ser dito, foi um cavaleiro heróico e um menestrel, semeador edílico de um estro comunitário e idealístico.

Antes de viver para si, viveu e tem vivido para a sua Pátria. Ela se chama Botucatu.”