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dezembro 10, 2012

CENTENÁRIO DO
GINÁSIO DIOCESANO DE BOTUCATU
1913 – 2013

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CENTENÁRIO DO GINÁSIO DIOCESANO
Centenário do Ginásio Diocesano de Botucatu (La Salle) 1913 – 2013/leia aqui
Botucatu está, hoje, ligado às comemorações do centenário de suas principais instituições educacionais. Em 2011, comemorou-se o Centenário do Seminário. Em 2010, comemoramos o CENTENÁRIO DA ESCOLA NORMAL. Em 2012, comemoramos o CENTENÁRIO DO COLÉGIO SANTA MARCELINA (no início Colégio dos Anjos, hoje Marcelinas). Para 2013, estaremos comemorando o CENTENÁRIO DO GINÁSIO DIOCESANO (ao depois, Colégio Arquidiocesano e, hoje, Colégio La Salle).
TRIPÉ EDUCACIONAL DE BOTUCATU
É o famoso TRIPÉ EDUCACIONAL que possibilitou a que Botucatu merecesse o slogan: “Cidade dos Bons Ares e das Boas Escolas”. E na construção dessa realidade educacional, dois nomes se destacam: Monsenhor Paschoal Ferrari e Dom Lúcio Antunes de Souza!

O Monsenhor Ferrari, por ser o pioneiro da fé católica em Botucatu e região, muito deve a ele a nossa Arquidiocese. Foi um sacerdote invulgar que aliou à sua missão sacerdotal o muito do desbravador de larga visão e de grande alcance para o futuro de Botucatu Ao depois, Monsenhor Ferrari haveria de marcar com entusiástica dedicação a sua passagem por Botucatu: foram 33 anos dedicados à Igreja Católica. Em 1907, recebeu de Dom Duarte Leopoldo e Silva, a nomeação de Camareiro Secreto e, em 1908, foi agraciado pelo Papa Pio X, com o título de Monsenhor. Idealizou e batalhou pela criação da Diocese de Botucatu. Monsenhor Paschoal Ferrari foi, indiscutivelmente, o grande paladino da criação da Diocese em nossa cidade. Na ocasião, Botucatu disputou com Itu essa primazia. Respondeu pelo Bispado (criado em 07/06/1908 e oficialmente instalado em 15/10/1908) até a posse de nosso 1º Bispo Diocesano, Dom Lúcio Antunes de Souza, em 20/02/1909. Criado o Seminário Diocesano, em 25/03/1911, foi seu 1º Reitor.

Dom Lúcio Antunes de Souza foi um grande realizador, ao consolidar a sua Diocese que era a maior, territorialmente, do Estado de São Paulo. Era chamado de o BISPO CABOCLO, por sua extrema simplicidade e apesar de sua cultura notável. Criou novas paróquias e construiu novas igrejas. Construiu o Seminário (o prédio é onde está o Colégio La Salle) e o Palácio Episcopal. Trouxe o Colégio dos Anjos que se transformou nesse magnífico e modelar Colégio Santa Marcelina. Por justiça, a cidade lhe prestou homenagens: dando seu nome a uma Vila, a uma de suas principais avenidas e a um de seus Grupos Escolares.

Em 1913, Dom Lúcio consegue do Papa Pio X a autorização e a ordem para que a Congregação dos Padres Lazaristas viessem para cuidar do Seminário Diocesano. Com a vinda dos padres lazaristas, foi designado como Reitor o experiente Padre Isidoro Monteiro que já exercera idêntica função nos Seminários do Rio Comprido/RJ e Santa Maria/Bahia.

Criação do Ginásio Diocesano de Botucatu – 1913

Como conseqüência da criação da DIOCESE DE BOTUCATU, em 1908 – que tinha o maior território de todo Estado! – o seu 1º Bispo, Dom Lúcio, passou a trabalhar para consolidá-la e para dotar Botucatu, tanto para a educação das meninas como para os meninos, de Congregações Religiosas que além da catequese à cidade que nascia, tivessem por precípua finalidade a educação da juventude.

Assim, em 2012, o Colégio dos Anjos passava a ser uma realidade com as Irmãs Marcelinas. Em 2013, esse Bispo Pioneiro instalava o GINÁSIO DIOCESANO no prédio que construíra para o Seminário, passando o Padre Izidoro – Reitor do Seminário – a acumular a Direção do Ginásio. Ambos os estabelecimentos de ensino – Colégio dos Anjos e Ginásio Diocesano – passaram a atender aos jovens da região de Botucatu, de outros municípios distantes e até de outros Estados. Assim, atendia também em regime de Internato, propiciando um afluxo importante da juventude para os seus estabelecimentos.

O Ginásio Diocesano funcionou no mesmo prédio do Seminário até 1926, quando o Seminário foi para outro prédio da Diocese. Também por iniciativa de Dom Lúcio, a Escola Superior de Comércio foi incorporada pela Mitra Diocesana, passando a denominar-se “ESCOLA SUPERIOR DE COMÉRCIO DE BOTUCATU. Havia sido uma iniciativa do imigrante educador, Bartolomeu Vittone, em 1915, com a denominação inicial de “Instituto Comercial Vittone”, onde se formaram os primeiros “guarda-livros” da cidade.  Posteriormente, passa a denominar-se “ESCOLA TÉCNICA DE COMÉRCIO NOSSA SENHORA DE LURDES”, vindo a ser incorporada ao LA SALLE.


É importante destacar a importância e a influência que tinham as Escolas Superiores de Comércio, pois naquele tempo não tínhamos as Faculdades de Administração e de Economia, cabendo aos “guarda-livros” toda a responsabilidade no planejamento, controle e gestão das empresas que estavam iniciando as suas atividades nas primeiras décadas do séculoXX.

COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE BOTUCATU

Com a elevação da Diocese de Botucatu a Arquidiocese, passa a denominar-se COLÉGIO ARQUIDIOCESANO E ESCOLA TÉCNICA “NOSSA SENHORA DE LURDES”. A convite de nosso primeiro Arcebispo, Dom Henrique Golland Trindade, que fora aluno dos Irmãos Lassalistas em Porto Alegre/RS, a Congregação dos Irmãos Lassalistas adquiriu o Colégio Arquidiocesano e a Escola Superior de Comércio, assumindo oficialmente a sua Direção em janeiro de 1960.

Pode-se afirmar, com segurança, que os Irmãos Lassalistas implantaram um sistema educacional excelente em nossa cidade. No início, com uma equipe de Irmãos Lassalistas, imprimiram a sua marca de excelência na educação de nossa juventude. Gerações foram educadas pelo eficiente sistema do La Salle.

Em 2000, a denominação passou a ser COLÉGIO LA SALLE. Desde 1996, os irmãos lassalistas construíram o Centro de Educação e Promoção La Salle, voltado à população carente e de baixa renda, tudo sob o ensinamento pedagógico e espiritual de SÃO JOÃO BATISTA DE LA SALLE – PATRONO UNIVERSAL DOS EDUCADORES!
Em 2007, os Lassalistas celebraram os 100 anos de sua presença educativa no Brasil, tendo começado por Porto Alegre e, hoje, abrangendo o país todo com as suas unidades educacionais: em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso, Amazonas e Tocantins.

Em 2010, o Colégio La Salle comemorou seus 60 Anos em Botucatu! E, em 2011, o Centro de Educação e Promoção La Salle comemorou seus 15 Anos a prestar serviços educacionais e de assistência social à comunidade botucatuense.

CENTENÁRIO DE UMA HISTÓRIA EDUCACIONAL!
Assim, a cidade de Botucatu e o Colégio La Salle estarão comemorando, em 2013, o CENTENÁRIO DE UMA VITORIOSA HISTÓRIA EDUCACIONAL!
Primeiro, em 1913 – Ginásio Diocesano
Depois, em 1958 – Colégio Arquidiocesano
Em 1960 – Colégio Arquidiocesano La Salle
Agora, COLÉGIO LA SALLE!
FORMANDOS DO GINASIAL DO LA SALLE
1962


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 Fotos dos alunos externos - Formandos de 1962

JUBILEU DE OURO – TURMA DE 1962!

1962 - 2012

Irmão Urbano e os cinco primeiros classificados da classe.  Da esquerda para a direita: Dirceu Franco de Almeida (4º), Salvador Tôrres Filho (1º), Thomás Barbosa Assumpção (3º), Armando Moraes Delmanto (5º) e Jair Felix Damato (2º).


Para ilustrar o histórico das atividades lassalistas em Botucatu, trouxemos os registros dos formandos do ginásio, de 1962 - Turma Jubileu de Ouro: 1962/2012 -, com os alunos externos e internos, sob a Direção do Irmão Elói Afonso, com a presença do Arcebispo Dom Henrique Golland Trindade e do Prefeito Municipal, Emílio Peduti. Com fotos dos alunos, com suas flâmulas comemorativas e o desejo de cada um para seu futuro profissional.

Convite de Formatura dos Alunos Externos e Internos do Colégio 
La Salle



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“TRIBUNA DO ESTUDANTE”  - 1963

No ano de 1963, o lançamento do jornal oficial dos alunos, com a colaboração dos alunos do Científico e dos alunos do Comercial.

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O jornal “Folha de Botucatu”, de 27 de agosto de 1988, com o título “Jornal Estudantil do La Salle: 25 anos!”, prestava a sua homenagem:
“O jornal estudantil “TRIBUNA DO ESTUDANTE”, órgão oficial dos estudantes do Colégio Arquidiocesano LA SALLE, surgiu em novembro de 1963. Com o incentivo dos educadores lassalistas, os estudantes da oitava série lançaram um jornal estudantil para que fosse o porta-voz dos estudantes de então.
A FOLHA DE BOTUCATU ao prestar a sua homenagem, deseja que o “TRIBUNA DO ESTUDANTE”, represente o incentivo para que alunos de todas as escolas criem seus jornais e divulguem os ideais da sua geração. É preciso cultivar o compromisso com o seu tempo. É preciso que a pratica democrática do debate através da imprensa, desde cedo, encontre abrigo junto à juventude.
Com a aprovação do voto aos 16 anos de idade ainda mais se reforça a nossa tese. Ao invés de críticas a essa iniciativa revolucionária da Constituinte , a nós cabe o incentivo e o apoio para que os jovens possam exercitar a democracia e vivenciá-la no dia-a-dia debatendo democraticamente os seus problemas.”

E o jornal, em editorial, destacava a importância da educação lassalista para Botucatu:
“No momento em que demos destaque à comemoração dos 25 anos de existência – JUBILEU DE PRATA – do jornal estudantil “TRIBUNA DO ESTUDANTE”, órgão oficial do Colégio Arquidiocesano LA SALLE, queremos apresentar as nossas mais sinceras homenagens aos Irmãos Lassalistas que tanto tem feito pelo ensino em nossa cidade.
Ao homenagearmos os Irmãos Lassalistas nas pessoas do Irmão Otávio Reinaldo Schneider – Diretor; Irmão Júlio Carlos da Silva – Assistente de Direção; Irmão Romeu Aloísio Muller – Disciplinário; e do estimado e decano Irmão Felipe (Sebastião Kappaun), queremos lembrar os queridos irmãos que, como o Irmão Felipe, ajudaram a construir a história educacional botucatuense: Irmão Elói Afonso, Irmão Urbano Simão, Irmão Florentino Benjamin, Irmão Egídio, Irmão Hilário e Irmão Paulino.


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A importância do Colégio LA SALLE na educação de Botucatu e região é por todos reconhecida.
Juntamente com o INSTITUTO SANTA MARCELINA e com a ESCOLA NORMAL DE BOTUCATU, o Colégio Arquidiocesano LA SALLE (originariamente Ginásio Diocesano e Escola de Comércio “Nossa Senhora de Lourdes”) forma o “tripé educacional” que possibilitou a que Botucatu merecesse o slogam: “Cidade dos Bons Ares e das Boas Escolas”.

TRIBUNA DO ESTUDANTE – 50 Anos!

Juntamente com a comemoração do CENTENÁRIO DO GINÁSIO DIOCESANO, hoje COLÉGIO LA SALLE, em 2013, o jornal estudantil “TRIBUNA DO ESTUDANTE”, lançado em 1963, comemora seu JUBILEU DE OURO – 50 Anos!

Hoje, continua a mesma necessidade de comunicação entre os estudantes de todas as escolas, mas com uma facilidade muito maior! Hoje, temos a internet e a comunicação é imediata, podendo os estudantes criarem suas comunidades e exercerem a democracia com muito maior intensidade, discutindo os problemas de sua geração, participando de jogos virtuais, interagindo, mobilizando e criando uma geração participativa e atuante.

O Colégio La Salle, hoje, tem em sua Direção o Irmão José Vendelino e como Coordenador Educacional, o prof. Marcos Luciano Corsatto.

Fica o exemplo. O “TRIBUNA DO ESTUDANTE” foi pioneiro. Agora, as novas gerações de estudantes lassalistas farão – com certeza! – um presente digno da importância educacional de LA SALLE!

É REGISTRO HISTÓRICO!
1913 – 2013!

SALVE, O COLÉGIO LA SALLE!

SALVE, OS IRMÃOS LASSALISTAS!

SALVE, BOTUCATU!

março 16, 2012

100 Anos da Missão Marcelina no Brasil


Rede de Educacão Marcelinas ou REDE MARCELINAS!
Já é um sinônimo de excelência no ensino. Com Unidades Educacionais por todo o Brasil, a CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MARCELINAS fez história nestes 100 Anos de caminhada educacional.

Atuando na educação, no setor sócio-educacional e no setor hospitalar, a REDE MARCELINAS cumpriu com méritos as propostas de seu fundador, MONSENHOR LUIS BIRAGHI e de sua Madre Fundadora, IRMÃ MARINA VIDEMARI. A Congregação de Santa Marcelina surgiu em Cernusco, Milão/Itália, em 1838. Veio para o Brasil em 1912, com o COLÉGIO DOS ANJOS, na cidade de Botucatu, Estado de São Paulo, a pedido de Dom Lúcio Antunes de Souza, o 1º Bispo, cuja Diocese de Botucatu respondia por 50% do território paulista. Uma imensidão. A CASA se ergueu, conquistou fama e se espalhou estrategicamente pelo Brasil: em São Paulo (capital); na Tijuca, Rio de Janeiro; Muriaé, em Minas Gerais; Palmas Tocantins; Piraí do Sul, no Paraná; Alto Paraíso, em Rondônia; Embratel, Rondônia; e Marcello Cândia, em Rondônia.



De Milão, a Congregação das Marcelinas já tinha, também, se espalhado pela Itália: Genova, Sori, Arona, Bolzano, Foggia, Lecce, Tricase e Roma. Pela Europa: na França, em Chamberry; na Inglaterra, em Londres; e na Suíça, em Lausanne. E na América do Norte: no Canadá, em Montreal e no México, na Capital. E na Albânia e no Benin.



Importante que se destaque a presença das Irmãs Marcelinas no setor hospitalar. Desde 1961, com a conclusão das obras do HOSPITAL SANTA MARCELINA, na Zona Leste (Itaquera) da cidade de São Paulo, numa planta do arquiteto Domingos Marchetti, o hospital foi num crescente impressionante. No início, contava com 150 leitos e, hoje, tem 720 leitos, sendo considerado um dos maiores hospitais do Brasil. Filantrópico, atende prioritariamente ao SUS. Situado quase ao lado do futuro Estádio de Futebol do E.C.Corinthians Paulista, que deverá sediar a abertura da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, o Hospital Santa Marcelina necessitará ampliar alguns serviços já visando esse importante evento que deverá mobilizar a capital e, especialmente, Itaquera.



No decorrer desses anos, o hospital se manteve fiel à sua missão, promovendo a vida, a saúde e a dignidade dos doentes, principalmente dos pobres, ao mesmo tempo em que formava profissionais para os serviços especializados. Hoje, é referência no Brasil para casos de alta complexidade. Faz transplantes de órgãos, medula óssea e tratamentos avançados de câncer. Mantém 42 programas de Residência Médica e de Especialização, sendo importante Centro de Ensino e Pesquisa.

Com a experiência adquirida, a atuação das Marcelinas na área da saúde cresceu de forma consolidada, a verba anual dos quatro hospitais que hoje são administrados pelas Marcelinas é de 400 milhões! Três ficam na zona leste (Itaquera, Itaim Paulista e Tiradentes) e um em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. É de 2.000 o total de leitos e são 12 mil o número de funcionários. É equivalente ao Hospital das Clínicas, a estrutura médica das Marcelinas! É um absoluto sucesso!

Também na área social, a Congregação se fez presente nos projetos de sua Rede Sócio-educacional, estando em Botucatu – Núcleo Assistencial “Madre Marina Videmari; Creche Escola, em São Sebastião do Passe, na Bahia; e Centro do Menor, em Terra Nova, na Bahia. Assim, para esta matéria, iremos dar uma rápida visão da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu/SP (1912); do Colégio Santa Marcelina/São Paulo, capital (1927); e do Colégio Santa Marcelina no Rio de Janeiro (1939):

COLÉGIO DOS ANJOS – “ALMA MATER DAS MARCELINAS”



Por empenho de Dom Lúcio Antunes de Souza – 1º Bispo Diocesano de Botucatu, cuja Diocese representava 50% do território paulista, feito diretamente ao Papa PIO X, a Congregação de Santa Marcelina foi escolhida para implantar esse importante projeto educacional voltado às meninas de toda a região. Aos 16 de fevereiro de 1912, decidiu-se fundar uma CASA em BOTUCATU, tendo à frente a Irmã Antonieta Valentini. Dom Lúcio designara o seu vigário-geral, Monsenhor Pascoal Ferrari, para supervisionar a implantação do mais novo educandário da cidade. Denominado COLÉGIO DOS ANJOS, representava bem o desejo de Dom Lúcio: “...tenho certeza de que esta minha Diocese poderá ter a felicidade de possuir um verdadeiro COLÉGIO CATÓLICO.”

Em 1913, é nomeada a nova Superiora, Irmã Camem Ortolina e são iniciadas as suas atividades educacionais. A nova Irmã Superiora veio com todos os meios para a construção do COLÉGIO. A pedra fundamental foi colocada no dia 18 de dezembro de 1913, com a construção devendo estar terminada em 1915. Estava lançada a primeira semente da Congregação em terras brasileiras e Botucatu se torna o Berço da Congregação Marcelina no Brasil.

Com sua construção pronta em 1915, o Colégio dos Anjos ganhou fama pela qualidade de seu ensino e pelo sucesso na educação e preparo de meninas vindas de todo o interior do estado e até dos Estados do Paraná e Mato Grosso. Nos anos 40, com a mudança na legislação do ensino, passa a denominar-se “Instituto Santa Marcelina”. Já em 1939, o senhor diretor-geral do Departamento de Educação autorizou a transferência da Escola Normal Livre de Pindamonhangaba para funcionar anexa ao Colégio dos Anjos. Desde então, o colégio pode outorgar às suas alunas o Diploma de Professora. No início e até 1973 era exclusivo das meninas e à partir dessa data passa a ser misto. Com cursos do Maternal ao 2º Grau e com as Faculdades de Música (1964) e de Educação Artística (1976). Atualmente, a Faculdade de Música está concentrada em São Paulo.

COLÉGIO SANTA MARCELINA/SÃO PAULO



Em 1927, foi inaugurado no bairro de Perdizes, na Capital, o COLÉGIO SANTA MARCELINA, conceituado colégio religioso, pela empreendedora Irmã Superiora, Sophia Marchetti, a mesma que viria a inaugurar o Hospital Santa Marcelina, em Itaquera. A Irmã Sophia dirigiu o Colégio até 1971, quando faleceu. Em sua homenagem, a Escola de Enfermagem que fundou, passou a chamar-se “SOPHIA MARCHETTI”.

Coincidentemente, está situado na rua Dr. Cardoso de Almeida, no nº 541. o Deputado José Cardoso de Almeida, advogado formado pela São Francisco e político de Botucatu, que exercia nessa época o cargo de Deputado Federal e era o líder do então Presidente da República, Washington Luiz. Esse político, ligado por laços de família ao Monsenhor Ferrari (que era Vigário Geral quando da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu), exerceu grande influência na política paulista (foi Secretário da Justiça, da Fazenda e da Segurança Pública), juntamente com seu cunhado, o arquiteto Ramos de Azevedo, autor dos mais belos prédios públicos da capital paulista.

O COLÉGIO SANTA MARCELINA, da capital, sempre foi considerado um dos melhores colégios do Brasil. Com internato, semi-internato, tinha a grade completa de cursos, além da Faculdade de Música que formou gerações de profissionais. Na mesma rua Cardoso de Almeida, no nº 1182, é mantido o Pensionato Santa Marcelina para aquelas jovens, já formadas no colegial e que faziam outras faculdades.

COLÉGIO SANTA MARCELINA NO RIO DE JANEIRO



No ano de 1939, foi fundado o COLÉGIO SANTA MARCELINA, do Rio de Janeiro, situado numa das áreas mais bonitas e preservadas da Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, em plena floresta, impressiona pelo seu tamanho e beleza. Em seu início, utilizou-se de uma mansão – o Castelinho! -, em estilo inglês do século XIX, construído por Mark Sutton, com todo o conforto e modernidade da época, onde hoje está funcionando a Educação Infantil.

O Colégio das Marcelinas teve a construção de seu amplo prédio próprio em 1940, destinando-o ao Ensino Fundamental e Médio. À partir de 1973, passou a receber também meninos, num sistema misto. O Colégio promove a formação de crianças e jovens desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, com excelentes professores e com a melhor técnica didática de ensino. É altamente positivo o ritmo de preparação dos alunos para os diversos Vestibulares, com avaliações todos os sábados e simulado a cada mês, com bons resultados: excelentes índices de aprovação nos concursos para Universidades como UFRJ, UERJ, UFF e outras. Os alunos do terceiro ano, por exemplo, estudam das sete da manhã às 16h30, nas segundas e quartas e, nos sábados, das oito ao meio dia.



Desfruta do prestígio de ser um bom e tradicional educandário, atendendo a nível de excelência a população carioca.


dezembro 01, 2011

Marcelinas: 100 Anos de Uma História Vitoriosa!


Rede de Educacão Marcelinas ou REDE MARCELINAS!
Já é um sinônimo de excelência no ensino. Com Unidades Educacionais por todo o Brasil, a CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MARCELINAS fez história nestes 100 Anos de caminhada educacional.

Atuando na educação, no setor sócio-educacional e no setor hospitalar, a REDE MARCELINAS cumpriu com méritos as propostas de seu fundador, MONSENHOR LUIS BIRAGHI e de sua Madre Fundadora, IRMÃ MARINA VIDEMARI. A Congregação de Santa Marcelina surgiu em Cernusco, Milão/Itália, em 1838. Veio para o Brasil em 1912, com o COLÉGIO DOS ANJOS, na cidade de Botucatu, Estado de São Paulo, a pedido de Dom Lúcio Antunes de Souza, o 1º Bispo, cuja Diocese de Botucatu respondia por 50% do território paulista. Uma imensidão. A CASA se ergueu, conquistou fama e se espalhou estrategicamente pelo Brasil: em São Paulo (capital); na Tijuca, Rio de Janeiro; Muriaé, em Minas Gerais; Palmas Tocantins; Piraí do Sul, no Paraná; Alto Paraíso, em Rondônia; Embratel, Rondônia; e Marcello Cândia, em Rondônia.



De Milão, a Congregação das Marcelinas já tinha, também, se espalhado pela Itália: Genova, Sori, Arona, Bolzano, Foggia, Lecce, Tricase e Roma. Pela Europa: na França, em Chamberry; na Inglaterra, em Londres; e na Suíça, em Lausanne. E na América do Norte: no Canadá, em Montreal e no México, na Capital. E na Albânia e no Benin.



Importante que se destaque a presença das Irmãs Marcelinas no setor hospitalar. Desde 1961, com a conclusão das obras do HOSPITAL SANTA MARCELINA, na Zona Leste (Itaquera) da cidade de São Paulo, numa planta do arquiteto Domingos Marchetti, o hospital foi num crescente impressionante. No início, contava com 150 leitos e, hoje, tem 720 leitos, sendo considerado um dos maiores hospitais do Brasil. Filantrópico, atende prioritariamente ao SUS. Situado quase ao lado do futuro Estádio de Futebol do E.C.Corinthians Paulista, que deverá sediar a abertura da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, o Hospital Santa Marcelina necessitará ampliar alguns serviços já visando esse importante evento que deverá mobilizar a capital e, especialmente, Itaquera.



No decorrer desses anos, o hospital se manteve fiel à sua missão, promovendo a vida, a saúde e a dignidade dos doentes, principalmente dos pobres, ao mesmo tempo em que formava profissionais para os serviços especializados. Hoje, é referência no Brasil para casos de alta complexidade. Faz transplantes de órgãos, medula óssea e tratamentos avançados de câncer. Mantém 42 programas de Residência Médica e de Especialização, sendo importante Centro de Ensino e Pesquisa.

Com a experiência adquirida, a atuação das Marcelinas na área da saúde cresceu de forma consolidada, a verba anual dos quatro hospitais que hoje são administrados pelas Marcelinas é de 400 milhões! Três ficam na zona leste (Itaquera, Itaim Paulista e Tiradentes) e um em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. É de 2.000 o total de leitos e são 12 mil o número de funcionários. É equivalente ao Hospital das Clínicas, a estrutura médica das Marcelinas! É um absoluto sucesso!

Também na área social, a Congregação se fez presente nos projetos de sua Rede Sócio-educacional, estando em Botucatu – Núcleo Assistencial “Madre Marina Videmari; Creche Escola, em São Sebastião do Passe, na Bahia; e Centro do Menor, em Terra Nova, na Bahia. Assim, para esta matéria, iremos dar uma rápida visão da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu/SP (1912); do Colégio Santa Marcelina/São Paulo, capital (1927); e do Colégio Santa Marcelina no Rio de Janeiro (1939):

COLÉGIO DOS ANJOS – “ALMA MATER DAS MARCELINAS”



Por empenho de Dom Lúcio Antunes de Souza – 1º Bispo Diocesano de Botucatu, cuja Diocese representava 50% do território paulista, feito diretamente ao Papa PIO X, a Congregação de Santa Marcelina foi escolhida para implantar esse importante projeto educacional voltado às meninas de toda a região. Aos 16 de fevereiro de 1912, decidiu-se fundar uma CASA em BOTUCATU, tendo à frente a Irmã Antonieta Valentini. Dom Lúcio designara o seu vigário-geral, Monsenhor Pascoal Ferrari, para supervisionar a implantação do mais novo educandário da cidade. Denominado COLÉGIO DOS ANJOS, representava bem o desejo de Dom Lúcio: “...tenho certeza de que esta minha Diocese poderá ter a felicidade de possuir um verdadeiro COLÉGIO CATÓLICO.”

Em 1913, é nomeada a nova Superiora, Irmã Camem Ortolina e são iniciadas as suas atividades educacionais. A nova Irmã Superiora veio com todos os meios para a construção do COLÉGIO. A pedra fundamental foi colocada no dia 18 de dezembro de 1913, com a construção devendo estar terminada em 1915. Estava lançada a primeira semente da Congregação em terras brasileiras e Botucatu se torna o Berço da Congregação Marcelina no Brasil.

Com sua construção pronta em 1915, o Colégio dos Anjos ganhou fama pela qualidade de seu ensino e pelo sucesso na educação e preparo de meninas vindas de todo o interior do estado e até dos Estados do Paraná e Mato Grosso. Nos anos 40, com a mudança na legislação do ensino, passa a denominar-se “Instituto Santa Marcelina”. Já em 1939, o senhor diretor-geral do Departamento de Educação autorizou a transferência da Escola Normal Livre de Pindamonhangaba para funcionar anexa ao Colégio dos Anjos. Desde então, o colégio pode outorgar às suas alunas o Diploma de Professora. No início e até 1973 era exclusivo das meninas e à partir dessa data passa a ser misto. Com cursos do Maternal ao 2º Grau e com as Faculdades de Música (1964) e de Educação Artística (1976). Atualmente, a Faculdade de Música está concentrada em São Paulo.

COLÉGIO SANTA MARCELINA/SÃO PAULO



Em 1927, foi inaugurado no bairro de Perdizes, na Capital, o COLÉGIO SANTA MARCELINA, conceituado colégio religioso, pela empreendedora Irmã Superiora, Sophia Marchetti, a mesma que viria a inaugurar o Hospital Santa Marcelina, em Itaquera. A Irmã Sophia dirigiu o Colégio até 1971, quando faleceu. Em sua homenagem, a Escola de Enfermagem que fundou, passou a chamar-se “SOPHIA MARCHETTI”.

Coincidentemente, está situado na rua Dr. Cardoso de Almeida, no nº 541. o Deputado José Cardoso de Almeida, advogado formado pela São Francisco e político de Botucatu, que exercia nessa época o cargo de Deputado Federal e era o líder do então Presidente da República, Washington Luiz. Esse político, ligado por laços de família ao Monsenhor Ferrari (que era Vigário Geral quando da implantação do Colégio dos Anjos, em Botucatu), exerceu grande influência na política paulista (foi Secretário da Justiça, da Fazenda e da Segurança Pública), juntamente com seu cunhado, o arquiteto Ramos de Azevedo, autor dos mais belos prédios públicos da capital paulista.

O COLÉGIO SANTA MARCELINA, da capital, sempre foi considerado um dos melhores colégios do Brasil. Com internato, semi-internato, tinha a grade completa de cursos, além da Faculdade de Música que formou gerações de profissionais. Na mesma rua Cardoso de Almeida, no nº 1182, é mantido o Pensionato Santa Marcelina para aquelas jovens, já formadas no colegial e que faziam outras faculdades.

COLÉGIO SANTA MARCELINA NO RIO DE JANEIRO



No ano de 1939, foi fundado o COLÉGIO SANTA MARCELINA, do Rio de Janeiro, situado numa das áreas mais bonitas e preservadas da Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, em plena floresta, impressiona pelo seu tamanho e beleza. Em seu início, utilizou-se de uma mansão – o Castelinho! -, em estilo inglês do século XIX, construído por Mark Sutton, com todo o conforto e modernidade da época, onde hoje está funcionando a Educação Infantil.

O Colégio das Marcelinas teve a construção de seu amplo prédio próprio em 1940, destinando-o ao Ensino Fundamental e Médio. À partir de 1973, passou a receber também meninos, num sistema misto. O Colégio promove a formação de crianças e jovens desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, com excelentes professores e com a melhor técnica didática de ensino. É altamente positivo o ritmo de preparação dos alunos para os diversos Vestibulares, com avaliações todos os sábados e simulado a cada mês, com bons resultados: excelentes índices de aprovação nos concursos para Universidades como UFRJ, UERJ, UFF e outras. Os alunos do terceiro ano, por exemplo, estudam das sete da manhã às 16h30, nas segundas e quartas e, nos sábados, das oito ao meio dia.



Desfruta do prestígio de ser um bom e tradicional educandário, atendendo a nível de excelência a população carioca.