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abril 15, 2013

Vamos saquear Brasília?!?

Vamos saquear 
Brasília?!?
A Banda Capital Inicial representa o rock brasileiro com muita competência e criatividade. No música “SAQUEAR BRASÍLIA !” , eles mostram a visão da maioria do povo brasileiro diante da classe política, dos partidos políticos e dos políticos. Já há um cansaço por essas espertezas que são preparadas no Congresso Nacional e só visam a manutenção dos privilégios, das vantagens, e do empreguismo deslavado à custa do dinheiro público...
Enfim, é um grito de alerta. Grito forte e contundente. É o Grito CIDADÃO!
Como a dizer:
“Vocês são vermes, pensam que são reis

Não quero ser como vocês”

(Fátima- Capital Inicial)
É uma tomada de posição consciente, dia-a-dia amadurecida, conectada às redes sociais. É a SOCIEDADE BRASILEIRA que está se organizando e quando ela se organiza ela pode TUDO! A “intelligentzia brasileira” a tomar ciência da GRANDE MENTIRA em que se transformou o PODER LEGISLATIVO a atravancar o progresso e o desenvolvimento sustentável da Nação Brasileira!
É um grito de alerta! Grito forte e contundente! É O GRITO CIDADÃO!!!

Saquear Brasília

Capital Inicial

Excelentíssimo

Deita e dorme com os anjos
Sereníssimo
Só abraços e só sorrisos como em família
Você cuida de mim, eu protejo você
É uma maravilha ser poderoso em Brasília!

Eles mentem e não sentem nada

Eles mentem na sua cara

Eles mentem e não sentem nada

Eles mentem na sua cara

Nobre colega

Acha que a nação inteira
É surda e cega
Hipocrisia todo dia
Faz parte da mobília

Tragam os seus amigos

Tragam os seus pais
Tragam os seus filhos
E também as suas filhas
Pra saquear Brasília

Eles mentem e não sentem nada

Eles mentem na sua cara

Eles mentem e não sentem nada

Eles mentem na sua cara

Vamos saquear Brasília!

Vamos saquear Brasília!
Vamos saquear Brasília!
Vamos saquear Brasília!
Vamos saquear Brasília !


ATENÇÃO: 
NADA COMO OUVIR DO DINHO , O MOTIVO DE TEREM COMPOSTO A MÚSICA "SAQUEAR BRASÍLIA!"
"E aí, blza? Tô aqui pra falar de um assunto um pouco mais sério, nossos representantes no Congresso e A Rádio Rock.

O que uma rádio tem a ver com política? No nosso caso, uma música.

Preciso explicar um pouco mais, então vamos lá. Não é uma resposta rápida e peço antecipadamente um pouco de paciência, e também já me desculpo por algumas generalizações e simplificações exageradas.

Quem já foi a algum show do Capital já deve ter me visto espinafrando políticos. Reconheço que há uma ponta de ironia nisso, já que meu pai é um cientista político e talvez fosse de se esperar que eu me alinhasse a algum partido. No entanto, não me sinto representado por ninguém. Preciso dizer, antes de mais nada, que estou falando em meu nome, e não no nome do Capital.

Na banda, cada um pensa de um jeito, e, com frequência, discordamos.

Bom, eu reconheço e aplaudo os avanços sociais dos últimos anos, embora eu os considere tímidos. Acho que nesse ponto todos concordamos que ainda temos um caminho longo pela frente. E para que consigamos chegar lá, na minha opinião, o grande obstáculo são nossos políticos.

Nosso sistema é peculiar, às vezes parece Parlamentarismo, na medida em que o poder é dividido entre os partidos que apoiam o governo, e às vezes parece um Presidencialismo com uma tendência à mão pesada, visto o número de medidas provisórias e o poder exagerado do governo central.

Neste relacionamento entre partidos e o poder surge nosso principal problema, o fisiologismo. Eu sei que estou dizendo uma obviedade, um lugar comum. Mas o fato é que esse fenômeno contaminou todos os governos pós ditadura. As alianças que, tanto o PT quanto o PSDB fizeram tiveram que descaracterizar seus discursos e, no final, seus governos. No Congresso há uma miríade de Partidos que em sua imensa maioria não representam nada e ninguém fora seus próprios interesses. De interesses estritamente pessoais a interesses de poderosos grupos e o interesse de manter-se no poder, custe o que custar.

Na realidade, é como se princípios ou ideologia tivessem se tornado irrelevantes, quando não um anacronismo a ser evitado. Porém, é desse cipoal de siglas, que nasce a incapacidade de superarmos nossos problemas. Simples assim!

Lula disse, há uns bons anos atrás, que o Congresso Brasileiro era um lugar com trezentos picaretas com anel de doutor. Não sei qual é o número preciso deles; Lula deve saber melhor do que eu. Mas a ideia está certa. Qual é a gravidade ou relevância disso? Funciona assim, os governos são obrigados a compor alianças muitas vezes incompreensíveis em nome da dita governabilidade, que por sua vez nada mais fazem do que garantir um estado disfuncional.

Foi com essa percepção da nossa realidade que escrevemos Saquear Brasília, uma canção do nosso disco novo. Essa canção, por sua vez, acaba de ser abraçada com entusiasmo pela Rádio 89 (que voltou a ser rock).

Eu suspeito que o público, tal como a Radio Rock, também espera das bandas nacionais uma seriedade e engajamento que existia, e no entanto parece ter se dissipado ao longo dos anos. Inclusive no Capital. Não me sinto bem dando lições a ninguém, e acho que é possível fazer boa música sem ser politicamente engajado. O rock é cheio de exemplos disso! Também não pretendo tentar levar o Capital a fazer só isso, a se tornar monotemático. Mas, indiferentemente do assunto sobre o qual o artista escreve, acredito que o público queira e deva ser levado a sério.

É isso aí, boas vibes à 89, que seja bem-vinda de volta a rádio rock!

Valeu, Dinho".

março 02, 2013

Sou, mas quem não é ?!?

Sou, mas quem não é ?!?
“Nessa Casa não há nenhuma vestal. A última vestal que tentou ser vestal nessa Casa foi desossado pela imprensa. Não há ninguém a levantar o dedo para o senador Renan Calheiros”.
(senador Lobão Filho – filho do Lobão - Ministro da Justiça!)

A verdade dramática, meus caros, é que, independentemente do que achemos de Renan e do que sabemos de sua trajetória, ele não é um marginal na Casa. Ao contrário: é uma de suas estrelas mais reluzentes. Isso fala um tanto sobre o Senado, mas também sobre a política e as escolhas populares, ora essa! Jaqueira não dá maçãs. E Renan está aí não é de hoje, certo? Foi homem forte de Fernando Collor por algum tempo. Rompeu. Chegou a ser ministro de FHC — da Justiça! (Reinaldo Azevedo)

Os Calheiros dominam a prefeitura há mais de uma década. O atual prefeito, Remi Calheiros, é seu irmão ─ importante: exerce o cargo pela quarta vez. O vice é o seu sobrinho, Olavo Calheiros Neto. Seu irmão Olavo é deputado estadual, e seu filho, Renan, é deputado federal (e já foi prefeito). Não faltam acusações envolvendo os Calheiros. Ao deputado estadual Olavo foi atribuído o desaparecimento de 5 milhões de reais da Assembleia Legislativa, que seriam destinados a uma biblioteca e uma escola. A resposta do Mr M da política alagoana foi agredir um repórter quando perguntado sobre o sumiço do dinheiro. E teve alguma consequência? Teve algum processo? Perdeu o mandato? Devolveu o dinheiro que teria desviado? Não, não aconteceu nada.
(trecho de Marco Antonio Vila)

O Brasil está DOENTE!
Abaixo, está linkado um artigo que escrevemos há um ano sobre o senador Renan Calheiros (“Renan Calheiros na rés-do-chão!”). Já tivemos a campanha encabeçada por Fernando Gabeira: “”Fora, Corisco!”. Recentemente foi entregue ao Senado Federal um abaixo-assinado,feito via redes sociais,com mais de UM MILHÃO E SEISCENTAS MIL ASSINATURAS! Entre as assinaturas está a deste escriba. Tudo em vão...

REPETINDO:TUDO EM VÃO!!!

E porquê?
Porque nenhuma mudança que prejudique a atual “classe política” passará pelo Congresso Nacional!
Eles assumiram o “SOU, MAS QUEM NÃO É?”

E mais: NÃO TEM OPOSIÇÃO!!!
O presidente eleito da Câmara, Henrique Alves, foi líder do Governo FHC!
O presidente do Senado,Renan Calheiros, FOI MINISTRO DA JUSTIÇA DE FHC!
O PSDBque se diz oposição! – não foi contra NENHUMA DAS DUAS CANDIDATURAS, salvo alguns votos individuais...

Se é FOTO é FATO: Na Convenção do PMDB, a presidenta Dilma e Renan Calheiros... Tá bom assim?!? (capa do Estadão de 03/03/2013)


RESUMO DA ÓPERA:
O POVO BRASILEIRO PRECISA SE ORGANIZAR E TOMAR EM SUAS MÃOS O SEU PRÓPRIO DESTINO! O futuro depende dos brasileiros! E o futuro, todos sabemos, é a sociedade organizada (é a vanguarda da "intelligentzia brasileira", são os seus centros universitários, a imprensa independente, os jornalistas com colunas ou blogs, os cientistas sociais, as lojas maçônicas, os clubes de serviço ,Rotary, Lions, aOAB, a CNBB, a ABI, as Academias de Letras de todo o país, os órgãos representativos dos profissionais liberais e tantas outras entidades representativas e com destaque junto às comunidades às quais prestam serviços) caminhar para uma Assembléia Nacional Constituinte para repor o Brasil na rota segura da democracia plena e do desenvolvimento sustentável.
SOMENTE UMA CONSTITUINTE NOS LIBERTARÁ!!!

Somente a sociedade organizada fará a REFORMA POLÍTICA e as demais reformas necessárias. E isso somente através de uma CONSTITUINTE, soberana e eleita pelo povo. NÃO esperem NADA do atual Congresso Nacional.

CONSTITUINTE, JÁ!!!

fevereiro 12, 2013

O Tempo Não Pára...


“As épocas saem umas das outras, como as bonecas russas. Não há rupturas absolutas. O Renascimento veio da Idade Média, como a Idade Média viera do Império Romano. O Iluminismo, a mais recente revolução histórica, não existiria sem o Renascimento, que lhe abriu as portas da percepção burguesa, para ficar na melhor interpretação marxista. Mas o Iluminismo está pedindo, agora, que de seu ventre venha nova época.



Plutarco atribui a Pompeu Magno uma frase que, repetida por Ulysses Guimarães, foi emblemática no processo de transição política nacional: navigare necesse est, vivere non est necesse. A máxima do grande general escapou da circunstância, para se tornar forte símbolo da política. Ela nos incita a resistir. A vida, qualquer vida, é um processo de resistência, e mais ainda na política.”
(Mauro Santayana – Blog Conversa Afiada)


Na crítica a essa “geléia geral” e mal cheirosa que é a política nacional, o grande mal que infecta o país – que é a corrupção! – fica o alerta de que ela, a corrupção, já tomou o tecido social, contaminando setores importantes da sociedade civil. Assim, no futebol, por exemplo, com a figura caricata que foi Ricardo Teixeira. São os sinais de que é preciso que haja mudança! Tiramos o "Chefão", mas a CBF ainda precisa de uma boa reciclagem...

É muito fácil a crítica gratuíta. É muito fácil o comentário negativo de expoentes da vida nacional. Mas, também, é verdade que existem ícones do “mal feito” ainda mandando e decidindo no exercício do Poder. E ponha tempo nisso...

Já abordamos a figura jurássica de José Sarney em outros posts e em datas diversas. Pode até parecer marcação injusta... Para que não pairem dúvidas sobre o negativismo desse elemento que sobrevive há décadas na política brasileira, vamos buscar alguns dados que definem o perfil de Sarney:

“Em todos os indicadores sociais, o Maranhão de José Sarney só ganha das Alagoas de Collor de Mello. Os dois estados têm os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) – Maranhão, 0,683, e Alagoas, 0,677 - ; lideram os rankings de analfabetismo e de mortalidade infantil - Alagoas com 66 mortes por mil de crianças até um ano de vida e o Maranhão com 39 em mil -, e o de menor expectativa de vida. Somam-se aí taxas pornográficas de saneamento: o Maranhão tem apenas 1,4% de esgoto tratado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico”. (Mary Zaidan é jornalista / Blog do Noblat – 26.06).


Sarney = Príncipe Salina/ leia aqui

Blog Conversa Afiada

A busca dessa figura política marcada pelo negativismo é proposital. Porque na busca do tempo da mudança, na espera das mudanças que estão varrendo o mundo, na expectativa de que a apatia aparente da Nação se transmutará na energia reparadora que fará do Brasil o país do presente e não do futuro, é que procuramos exorcizar os demônios que entorpecem a Nação Brasileira.

É simples assim. No Brasil, hoje, onde campeia a corrupção nas empresas estatais e nos ministérios, a predominância política é de personagens como Sarney, Temer, Renan Calheiros, Lula, Jader Barbalho, José Genoíno, Delúbio Soares, Wagner Rossi e tantos outros “políticos” do sistema.

Agência Nacional da Propina/ Blog do Noblat/ leia aqui

Flagrante da Corrupção no Brasil/ Luís Nassif/ leia aqui

Mas acreditamos, como tantos brasileiros, que “a vida, qualquer vida, é um processo de resistência, e mais ainda na política”, como disse na abertura Mauro Santayana. E, na “resistência democrática brasileira”, acreditamos, como ele, que está no tempo de vir uma nova época!

A “Revolução da Informação”, a “Rebelião dos Indignados”, acrescidas dos exemplos esparsos que tivemos, aqui mesmo no Brasil, como o “Movimento dos Bombeiros”(!!!), no Rio de Janeiro, nos leva a acreditar que é época de mudança, sim! É tempo de uma Nova Época!!!

E os Indignados Brasileiros ?!?/ leia aqui

Um de nossos últimos posts, os “E OS INDIGNADOS BRASILEIROS?”, deixamos a mesma pergunta : “e os indignados brasileiros?!?”

Vamos fazer as mudanças necessárias?
Vamos mostrar a nossa INDIGNAÇÃO?
Vamos iniciar uma NOVA ÉPOCA?!?

março 18, 2012

Renan Calheiros no rés-do-chão!


Já demos como exemplo a expressão “rés-do-chão”, para caracterizar uma situação difícil, quase chegando na expressão “no fundo do poço”... Isso porque, em Portugal, nos prédios, os elevadores não tem, como no Brasil, o “térreo” e, sim, o “rés-do-chão”! Até em São Paulo, o antigo prédio da LIGHT (majestoso ao lado do Viaduto do Anhangabaú), depois da ELETROPAULO e, hoje, é um Shopping, em seus elevadores marca, ao invés de “térreo”, “rés-do-chão”!
Já dissemos que a educação do Brasil precisa reagir, sair do “rés-do-chão” e realizar a grande revolução cultural que nos levará a um futuro seguro e auto-sustentável. E, agora, com precisão, o jornalista e blogueiro Ricardo Noblat usa a expressão “rés-do-chão” para caracterizar a atuação desastrosa, diria até “politicamente criminosa” de afastar da Comissão de Constituição e Justiça (???) dois políticos exemplares (Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos) e que, obviamente, se transformaram em obstáculos aos objetivos de Renan Calheiros... O artigo O que fez Renan. E o que ele é (05/10/2007)”, publicado hoje (18/03/2012), nos mostra a pobreza política que vive o Brasil e a urgência em sairmos da “rés-do-chão”:
“Quando adolescente, descobri a expressão rés-do-chão em um romance francês. No início do século XIX, um dos personagens do romance levava vida modesta ao rés-do-chão de um pardieiro em Paris. Estamos de acordo que o Senado está sendo empurrado por Renan para o andar térreo mais enlameado de sua história, não estamos? Mas o que isso tem a ver com o golpe aplicado por Renan em Simon e Jarbas? Tudo, ora.
Do rés-do-chão onde se encontra, e para onde procura atrair seus colegas, Renan cometeu uma patifaria – mais uma. Alvíssaras! Imagino finalmente ter encontrado a palavra certa para definir a ação de Renan - patifaria. Autor de patifaria é patife. E patife quer dizer velhaco, pusilânime ou covarde, alguém capaz de mandar todos os escrúpulos às favas para alcançar seus objetivos por quaisquer meios - de preferência os ilícitos.
O irônico é que quanto mais forte Renan parece estar, mais fraco se revela. Não se arrisca a passear na rua ou a freqüentar shoppings. Não tem peito de voar em avião comercial. Vive cercado de seguranças na residência oficial do presidente do Senado. A essa altura, depois de manipular a maioria dos seus pares e o governo nos últimos cinco meses, é um político desmoralizado. Que quer dizer, segundo Aurélio, desacreditado, estragado...”
E concluía:
“Debrucei-me durante a madrugada sobre um volume puído do dicionário do Aurélio à procura de uma palavra que definisse com razoável precisão o ato de Renan Calheiros de defenestrar da Comissão de Constituição e Justiça do Senado seus colegas Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos - ambos fundadores do PMDB. O lugar deles será ocupado por Almeida Lima (SE) e Paulo Duque (RJ), clientes de favores e servos fiéis de Renan.
Sim, porque foi Renan que decidiu substituir Simon e Jarbas. Ou vocês duvidam que ele segue mandando em quase todos os senadores do PMDB e em senadores de outros partidos reféns dos seus dossiês? Por acaso Valdir Raupp (RO), líder do partido e executor da ordem contra Simon e Jarbas, é algo além de um reles tarefeiro de Renan - assim como tarefeiro e reles é também Leomar Quintanilha (TO), presidente do Conselho de Ética do Senado?”
É chegada a hora da “sociedade civil organizada”, da “intelligentzia brasileira”, tomar a frente das mobilizações populares e limpar o país de políticos como José Sarney, Jader Barbalho e Renan Calheiros! No artigo que fizemos sobre Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos expressamos a importância HISTÓRICA desses dois políticos brasileiros!

PMDB: É a volta às origens?!?/ leia aqui