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agosto 26, 2017

ALEGRIA, ALEGRIA -Há 50 Anos!

O grito de revolta de Caetano Veloso

1967 - 2017

Foi o primeiro a sacudir a juventude no ano de 1967. Era o começo da “rebeldia” dos jovens que se viam sem perspectiva para o futuro e sob um regime sem liberdade. Caetano Veloso teve e tem esse mérito. Com muita criatividade e inspiração, ele alcançou o coração e as mentes de toda uma geração!

Revolução Cultural – Anos 60/ leia aqui

O texto, abaixo, do blog da Tribuna da Imprensa é muito bom:

"O cantor, músico, produtor, escritor, poeta e compositor baiano Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, o genial Caetano Veloso, na letra da marcha “Alegria, Alegria”apresentada no III Festival de MPB da TV Record, em 1967, rompeu com todos os estilos até então escritos, visto que encontra-se em um regime ditatorial no Brasile, com esta música, procura conscientizar e incentivar a população a se rebelar e protestar contra o governo da época, conforme explica o professor de português Alexandre Varela Castilho.

Segundo o professor, nos primeiros versos, Caetano já manifesta a sua idéia política contrária a ditadura militar, na época, vigente no país, ou seja, “caminhando contra o vento” significa resistência, “sem lenço e sem documento” eram acessórios obrigatórios para se andar nas ruas, então andar sem o lenço reforçava a ideia de resistência e rebeldia, já o documento seria para dificultar a sua identificação ao ser abordado pela polícia. Uma estratégia dos rebeldes do sistema politico.

Alexandre Castilho afirma que, a estrofe “O sol se reparte em crimes/Espaçonaves, guerrilhas/Em cardinales bonitas/Eu vou…”, refere-se ao jornal O Sol, que circulava na zona sul carioca. “O sol nas bancas de revista/ Me enche de alegria e preguiça/ Quem lê tanta notícia/Eu vou…”, trata-se de uma referência à censura, prossegue o professor Alexandre Castilho, porque o governo controlava todos os meios de comunicação e tudo que era divulgado ao povo.


A marcha “Alegria, Alegria” foi gravada por Caetano Veloso em Compacto simples, em 1967, pela Philips."
“Alegria, Alegria” com Caetano Veloso/Depoimento de Nelson Mota/Histórico!/ ouça aqui



ALEGRIA, ALEGRIA
Caetano Veloso

Caminhando contra o vento
Sem lenço, sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes,
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e brigitte bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou
Por que não, por que não
Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço, sem documento,
Eu vou
Eu tomo uma coca-cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome sem telefone
No coração do Brasil
Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou
Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou
Por que não, por que não…

(blog da TRIBUNA DA IMPRENSA - )
(Colaboração enviada por Paulo Peres - site Poemas & Canções)

dezembro 09, 2015

O BRASIL "REBELDE" & CAETANO VELOSO... URGENTE!!!


O grito de revolta de Caetano Veloso
Foi o primeiro a sacudir a juventude no ano de 1967. Era o começo da “rebeldia” dos jovens que se viam sem perspectiva para o futuro e sob um regime sem liberdade. Caetano Veloso teve e tem esse mérito. Com muita criatividade e inspiração, ele alcançou o coração e as mentes de toda uma geração!
Revolução Cultural – Anos 60/ leia aqui

O texto, abaixo, do blog da Tribuna da Imprensa é muito bom:

"O cantor, músico, produtor, escritor, poeta e compositor baiano Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, o genialCaetano Veloso, na letra da marcha “Alegria, Alegria”apresentada no III Festival de MPB da TV Record, em 1967, rompeu com todos os estilos até então escritos, visto que encontra-se em um regime ditatorial no Brasile, com esta música, procura conscientizar e incentivar a população a se rebelar e protestar contra o governo da época, conforme explica o professor de português Alexandre Varela Castilho.

Segundo o professor, nos primeiros versos, Caetano já manifesta a sua idéia política contrária a ditadura militar, na época, vigente no país, ou seja, “caminhando contra o vento” significa resistência, “sem lenço e sem documento” eram acessórios obrigatórios para se andar nas ruas, então andar sem o lenço reforçava a ideia de resistência e rebeldia, já o documento seria para dificultar a sua identificação ao ser abordado pela polícia. Uma estratégia dos rebeldes do sistema politico.

Alexandre Castilho afirma que, a estrofe “O sol se reparte em crimes/Espaçonaves, guerrilhas/Em cardinales bonitas/Eu vou…”, refere-se ao jornal O Sol, que circulava na zona sul carioca. “O sol nas bancas de revista/ Me enche de alegria e preguiça/ Quem lê tanta notícia/Eu vou…”, trata-se de uma referência à censura, prossegue o professor Alexandre Castilho, porque o governo controlava todos os meios de comunicação e tudo que era divulgado ao povo.

A marcha “Alegria, Alegria” foi gravada por Caetano Veloso em Compacto simples, em 1967, pela Philips."
“Alegria, Alegria” com Caetano Veloso/Depoimento de Nelson Mota/Histórico!/ ouça aqui



ALEGRIA, ALEGRIA
Caetano Veloso

Caminhando contra o vento
Sem lenço, sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes,
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e brigitte bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou
Por que não, por que não
Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço, sem documento,
Eu vou
Eu tomo uma coca-cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome sem telefone
No coração do Brasil
Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou
Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou
Por que não, por que não…

(blog da TRIBUNA DA IMPRENSA - 26/08/2013)
(Colaboração enviada por Paulo Peres - site Poemas & Canções)

agosto 19, 2015

Caminhando contra o vento....


                

Foi o primeiro a sacudir a juventude no ano de 1967. Era o começo da “rebeldia” dos jovens que se viam sem perspectiva para o futuro e sob um regime sem liberdade. Caetano Veloso teve e tem esse mérito. Com muita criatividade e inspiração, ele alcançou o coração e as mentes de toda uma geração!

Revolução Cultural – Anos 60/ leia aqui

O texto, abaixo, do blog da Tribuna da Imprensa é muito bom:

"O cantor, músico, produtor, escritor, poeta e compositor baiano Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, o genialCaetano Veloso, na letra da marcha “Alegria, Alegria”apresentada no III Festival de MPB da TV Record, em 1967, rompeu com todos os estilos até então escritos, visto que encontra-se em um regime ditatorial no Brasil e, com esta música, procura conscientizar e incentivar a população a se rebelar e protestar contra o governo da época, conforme explica o professor de português Alexandre Varela Castilho.

Segundo o professor, nos primeiros versos, Caetano já manifesta a sua idéia política contrária a ditadura militar, na época, vigente no país, ou seja, “caminhando contra o vento” significa resistência, “sem lenço e sem documento” eram acessórios obrigatórios para se andar nas ruas, então andar sem o lenço reforçava a ideia de resistência e rebeldia, já o documento seria para dificultar a sua identificação ao ser abordado pela polícia. Uma estratégia dos rebeldes do sistema politico.

Alexandre Castilho afirma que, a estrofe “O sol se reparte em crimes/Espaçonaves, guerrilhas/Em cardinales bonitas/Eu vou…”, refere-se ao jornal O Sol, que circulava na zona sul carioca. “O sol nas bancas de revista/ Me enche de alegria e preguiça/ Quem lê tanta notícia/Eu vou…”, trata-se de uma referência à censura, prossegue o professor Alexandre Castilho, porque o governo controlava todos os meios de comunicação e tudo que era divulgado ao povo.



A marcha “Alegria, Alegria” foi gravada por Caetano Veloso em Compacto simples, em 1967, pela Philips."
“Alegria, Alegria” com Caetano Veloso/Depoimento de Nelson Mota/Histórico!/ ouça aqui

ALEGRIA, ALEGRIA
Caetano Veloso

Caminhando contra o vento
Sem lenço, sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes,
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e brigitte bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou
Por que não, por que não
Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço, sem documento,
Eu vou
Eu tomo uma coca-cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome sem telefone
No coração do Brasil
Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou
Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou
Por que não, por que não…

(blog da TRIBUNA DA IMPRENSA - 26/08/2013)
(Colaboração enviada por Paulo Peres - site Poemas & Canções)

dezembro 14, 2013

Papa Francisco: Personalidade do Ano!!!

Papa Francisco: Personalidade do Ano!!!

A prestigiosa revista TIME elegeu o Papa Francisco como A PERSONALIDADE DO ANO, estampando-o em sua capa. Este blog, nos links abaixo, abordou com entusiasmo a personalidade do novo papa. É um alento para os católicos a liderança e visão do mundo do PAPA FRANCISCO. O texto sobre essa homenagem faz justiça ao Novo Papa:

“Papa Francisco é a Personalidade do Ano
Tradução e edição: Leticia Nunes. Informações de Lizzy Davies [“Pope Francis is Time magazine Person of the Year”, The Guardian, 11/12/13]


O papa Francisco é a Personalidade do Ano da revista Time. A competição pelo posto foi, no mínimo, eclética: entre os concorrentes estavam o ex-técnico da NSA, Edward Snowden, a ativista dos direitos dos gays, Edith Windsor e o presidente da Síria, Bashar al-Assad.
Francisco venceu a disputa, segundo a Time, por “levar o papado do palácio para as ruas”. Eleito o 266º líder da Igreja Católica há nove meses, o cardeal argentino Jorge Bergoglio está constantemente na mídia. Extremamente carismático e adepto de hábitos simples, o papa mudou radicalmente o tom do discurso da igreja e tem uma agenda reformista. Segundo Nancy Gibbs, editora-chefe da Time, ele reconhece “o risco de que uma igreja obcecada por seus próprios direitos e justiça possa ferir mais do que curar”.
“Raras vezes um novo personagem no cenário mundial conseguiu tanta atenção tão rápido – de jovens e velhos, de crentes e cépticos”, escreve ela, completando que Francisco se colocou “no centro dos debates centrais do nosso tempo: sobre riqueza e pobreza, imparcialidade e justiça, transparência, modernidade, globalização, o papel das mulheres, a natureza do casamento, as tentações do poder”.
O papa Francisco é o terceiro pontífice a ser nomeado Personalidade do Ano da Time: João XXIII esteve na capa da edição especial em 1962, e em 2004 foi a vez de João Paulo II.”

Francisco: Um papa Guerreiro

Papa Jesuíta + Páteo do Colégio + Fazenda Jesuíta de Botucatu

O Papa e a Janela para o Futuro

1º Papamóvel (1980) + Poesia da Padroeira (1963)= REGISTRO HISTÓRICO



agosto 26, 2013

O grito de revolta de
Caetano Veloso

O grito de revolta de Caetano Veloso
Foi o primeiro a sacudir a juventude no ano de 1967. Era o começo da “rebeldia” dos jovens que se viam sem perspectiva para o futuro e sob um regime sem liberdade. Caetano Veloso teve e tem esse mérito. Com muita criatividade e inspiração, ele alcançou o coração e as mentes de toda uma geração!
Revolução Cultural – Anos 60/ leia aqui

O texto, abaixo, do blog da Tribuna da Imprensa é muito bom:

"O cantor, músico, produtor, escritor, poeta e compositor baiano Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, o genial Caetano Veloso, na letra da marcha “Alegria, Alegria” apresentada no III Festival de MPB da TV Record, em 1967, rompeu com todos os estilos até então escritos, visto que encontra-se em um regime ditatorial no Brasil e, com esta música, procura conscientizar e incentivar a população a se rebelar e protestar contra o governo da época, conforme explica o professor de português Alexandre Varela Castilho.

Segundo o professor, nos primeiros versos, Caetano já manifesta a sua idéia política contrária a ditadura militar, na época, vigente no país, ou seja, “caminhando contra o vento” significa resistência, “sem lenço e sem documento” eram acessórios obrigatórios para se andar nas ruas, então andar sem o lenço reforçava a ideia de resistência e rebeldia, já o documento seria para dificultar a sua identificação ao ser abordado pela polícia. Uma estratégia dos rebeldes do sistema politico.

Alexandre Castilho afirma que, a estrofe “O sol se reparte em crimes/Espaçonaves, guerrilhas/Em cardinales bonitas/Eu vou…”, refere-se ao jornal O Sol, que circulava na zona sul carioca. “O sol nas bancas de revista/ Me enche de alegria e preguiça/ Quem lê tanta notícia/Eu vou…”, trata-se de uma referência à censura, prossegue o professor Alexandre Castilho, porque o governo controlava todos os meios de comunicação e tudo que era divulgado ao povo.

A marcha “Alegria, Alegria” foi gravada por Caetano Veloso em Compacto simples, em 1967, pela Philips."
“Alegria, Alegria” com Caetano Veloso/Depoimento de Nelson Mota/Histórico!/ ouça aqui



ALEGRIA, ALEGRIA
Caetano Veloso

Caminhando contra o vento
Sem lenço, sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes,
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e brigitte bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou
Por que não, por que não
Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço, sem documento,
Eu vou
Eu tomo uma coca-cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome sem telefone
No coração do Brasil
Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou
Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou
Por que não, por que não…

(blog da TRIBUNA DA IMPRENSA - 26/08/2013)
(Colaboração enviada por Paulo Peres - site Poemas & Canções)

março 31, 2013

PÁSCOA:
O MILAGRE DA VIDA!

PÁSCOA: O MILAGRE DA VIDA!

Quando eu era criança não entendia muito bem a
Páscoa. Só adorava procurar os ovinhos de
chocolate que o coelhinho escondia. Mas, o que
tem a ver coelho com ovos, seus símbolos, com a
ressurreição de Jesus ou a fuga dos hebreus do
Egito comandada por Moisés? Agora sei qual a
relação de tudo isto. Os ovos são o símbolo do
nascimento. Ali dentro, uma vida por vir ao mundo.
É o eterno milagre da vida que renasce todos os
dias. O coelho é o animal que se reproduz com uma
velocidade estonteante, é uma ode à família, uma
declaração de amor que a natureza faz todos dias.
Renascer é nascer, somos nós mesmos que
renascemos nos nossos filhos, é a vida que se
pereniza na prole. A fuga dos hebreus é o fim da
escravidão de uma povo. A escravidão equivale à
morte, escravizar equivale a tirar a vontade e a
alma de alguém, equivale a tirar sua vida. Se
libertar da escravidão é viver de novo, é
renascer, é estar sempre começando tudo de novo.
Por fim, Jesus é a ressurreição. Quer prova mais
clara do que digo? Este eterno milagre que nos
encanta é o milagre da vida que a Páscoa nos
relembra. A Páscoa é a ressurreição das nossas
almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de
novo. De nos libertamos do mal que corrompeu
nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza
da alma que tivemos um dia. Abandonar tudo o que é
velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos
dedicarmos à vida como quem sorve o sumo de um fruto
saboroso. Hoje é dia de renascer.
Feliz Páscoa para todos.
(Mensagens.Ws.)

FELIZ PÁSCOA A TODOS!!!

novembro 25, 2012

Marin é do ramo...Cuidado!!!

MARIN FAZ “LIMPA” NA CBF!!!!
O atual presidente da CBF, José Maria Marin é do ramo, ou seja, a vida toda esteve envolvido com futebol e tem mais: foi jogador profissional, jogando por 2 anos no São Paulo F. C. A par disso, foi vereador, deputado estadual, deputado federal, vice-governador e governador. Fez política na época do Maluf e em aliança com ele e não tem NADA que o desabone... Cuidado com Marin!
Marin: jogador do São Paulo F. C. : em pé: José Maria Marin é o segundo, da esquerda para a direita.

É advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e está com uma idade na qual só interessa valorizar o próprio “curriculum vitae”, nada de “pisar na bola”... Com certeza, irá escolher um bom técnico para a Seleção Brasileira e manterá com o governo federal cordiais relações.
Abaixo, o histórico de José Maria Marin, da WIKIPEDIA, inclusive falando do “sumiço”  da medalha...
RESUMINDO: fiquem atentos, JOSÉ MARIA MARIN está na CBF pra GANHAR A COPA DE 2014!!!
Leia aqui
- Seleção Brasileira: Alta Rotatividade Negocial! -
José Maria Marin (São Paulo, 6 de maio de 1932) é um advogado, ex-futebolista, dirigente esportivo e político brasileiro. Foi governador de São Paulo entre maio de 1982 e março de 1983, sendo o penúltimo do regime militar. É o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador para a Copa do Mundo de 2014 (COL).

Filho de Joaquín Marín y Umañes, de origem espanhola e um dos introdutores do pugilismo no Brasil, Marin se formou na turma de 1955 da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, custeando parte de seus estudos jogando futebol – tendo sido até contratado do São Paulo, entre 1950 e 1952, para jogar como ponta-direita.

Carreira Politica

José María Marín iniciou sua carreira política na década de 1960 como vereador em São Paulo, filiado ao Partido de Representação Popular, fundado pelo integralista Plínio Salgado. Foi presidente da Câmara Municipal de São Paulo em 1969.

Na década seguinte, Marín foi deputado estadual pela ARENA, proferindo discursos inflamados contra a esquerda, o mais notório deles publicado em 9.12.1975 no Diário Oficial do Estado de São Paulo, criticando a ausência da Tv Cultura na cobertura de evento do partido e exigindo uma providência para que a "tranquilidade" voltasse a reinar no Estado, discurso esse conhecido como uma das causas que levaram à morte do jornalista Vladimir Herzog dezesseis dias depois. Em 1978 elegeu-se vice-governador e entre 1982 e 1983 exerceu o cargo de governador por dez meses, em virtude da desincompatibilização de Paulo Maluf – o qual iria disputar uma vaga de deputado federal. Como governador, deu continuidade ao plano de governo de Maluf (como o prosseguimento do projeto energético do estado, inaugurando hidrelétricas no interior) e assinou a extinção do DOPS paulista, órgão de repressão policial da ditadura militar. No entanto, a exemplo de seu antecessor, ainda enfrentou denúncias de ação truculenta da Polícia Militar contra atitudes vistas como contrárias ao governo. Passou o cargo em março de 1983 para o senador oposicionista André Franco Montoro, que fora candidato pelo PMDB.

Ao longo do tempo, no entanto, Marín foi perdendo o prestígio político – notadamente após o fim do regime militar. No ano de 1985 foi um dos principais coordenadores da vitoriosa campanha de Jânio Quadros à prefeitura de São Paulo. Em 1986, candidata-se a senador pelo PFL, conseguindo apenas o quarto lugar - ficou atrás de Hélio Bicudo e dos eleitos Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso. Em 2000, Marin reapareceu como candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSC, tendo obtido 9.691 votos (0,18% dos válidos). Em 2002 disputou uma vaga ao senado por São Paulo, tendo obtido 63.641 votos (0,2% dos válidos). Atualmente está filiado ao PTB.

Dirigente esportivo

Foi presidente da Federação Paulista de Futebol (1982-1988) e chefe da Delegação Brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México. Como um dos vice-presidentes da CBF (representando a Região Sudeste), é o sucessor de Ricardo Teixeira, após a renúncia deste alegando motivos de saúde, no comando da Confederação e do COL (Comitê Organizador Local para a Copa do Mundo de 2014), assumindo os cargos em 12 de março de 2012.

A medalha embolsada

Em 25 de janeiro de 2012, durante a premiação após o jogo final da Copa São Paulo de Futebol Junior, vencida pelo S.C.Corinthians Paulista, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, o ex-governador Marin, "disfarçadamente", embolsou uma das medalhas que seria entregue ao jogador Mateus do Corinthians. O ato foi flagrado e exibido ao vivo em rede nacional pelas câmeras da Rede Bandeirantes de Televisão. O episódio causou revolta e foi muito comentado nas redes sociais. (Wikipédia)

agosto 19, 2011

BRASÍLIA: Pinico dos Políticos!!!


Vamos dar um tempo...
Tempo para refletir em cima da frase, divulgada através do Dihitt, pelo blogueiro Aristides (TIDE MONTEIRO BLOGGER). Ela vem da sabedoria de nosso maior arquiteto – construtor de cidades e realizador de sonhos! – OSCAR NIEMEYER. Que para ser bem brasileiro, nasceu em 15 de dezembro de 1907, com o brasileiríssimo nome de Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho.



Oscar Niemeyer/ Uma Vida pela Arquitetura/ leia aqui
Vamos dar um tempo...
Vamos deixar de falar da política e dos políticos, lembrando o que disse Niemeyer! É claro que ele está certo. E é plenamente justificável que ele esteja com essa sensação de que derrubaram sujeira em sua obra de arte... Mas, exatamente por isso e em sua homenagem, vamos rever algumas fotos de Brasília e de Niemeyer:



Novo tempo...
Já idealizando um novo tempo, onde sua criação magistral – Brasília! – será utilizada como a grande capital moderna e planejada para o futuro e para os novos tempos da bonança. Deixamos nosso recado para a presidenta Dilma:

- Continue a FAXINA, presidenta. O Brasil lhe apóia e espera que nos traga novos tempos, de Brasília - a CAPITAL DA ESPERANÇA! - com a sua CHANCELA, com seu “lacre de qualidade” para a política brasileira!