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maio 08, 2014

Felipão confirma: saiu a “Família Scolari”

Felipão confirma:
saiu a “Família Scolari”



No post abaixo falamos da importância, para o Brasil na Copa, da “reconstrução” da “FAMÍLIA SCOLARI”. Ontem ela saiu! Com a convocação dos jogadores, os mesmos que Felipão vem preparando para que viessem a compor a “família”. A LIDERANÇA de Felipão é reconhecida e louvada pelos “experts” do futebol. É o que dará consistência ao Brasil na Copa.


FAMÍLIA SCOLARI:


GOLEIROS:
- Julio César (Toronto FC)
- Jefferson (Botafogo)
- Vitor (Atlético-MG)

LATERAIS:
- Daniel Alves (Barcelona)
- Marcelo (Real Madrid)
- Maicon (Roma)
- Maxwell (PSG)

ZAGUEIROS:
- Thiago Silva (PSG)
- David Luiz (Chelsea)
- Dante (Bayern de Munique)
- Henrique (Nápoli)

MEIAS:
- Paulinho (Tottenham)
- Ramires (Chelsea)
- Luiz Gustavo (Wolfsburg)
- Hernanes (Inter de Milão)
- Fernandinho (Manchester City)
- Oscar (CHelsea)
- Willian (Chelsea)

ATACANTES:
- Neymar (Barcelona)
- Fred (Fluminense)
- Hulk (Zenit)
- Bernard (Shakhtar Donetsk)
- Jô (Atlético Mineiro)

Vejam o post de 28 de novembro de 2012:


FELIPÃO: PENTACAMPEÃO +
PARREIRA: TETRACAMPEÃO
= SUCESSO EM 2014!!!




O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.

O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!

Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas do futebol com a política e com determinados políticos...



Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.

“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)


AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!



“Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”


“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”

“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso à conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldade de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”

( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

novembro 28, 2012

“Família Scolari”:
agora é pra valer!

Felipão: PENTACAMPEÃO! +
Parreira: TETRACAMPEÃO =
SUCESSO NA COPA DE 2014!!!
O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.
O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!
Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas com a política e com determinados políticos...
Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende sociologicamente por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.
“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)
AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!
 “Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”
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“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”
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“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso às conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldades de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”
( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

novembro 25, 2012

Marin é do ramo...Cuidado!!!

MARIN FAZ “LIMPA” NA CBF!!!!
O atual presidente da CBF, José Maria Marin é do ramo, ou seja, a vida toda esteve envolvido com futebol e tem mais: foi jogador profissional, jogando por 2 anos no São Paulo F. C. A par disso, foi vereador, deputado estadual, deputado federal, vice-governador e governador. Fez política na época do Maluf e em aliança com ele e não tem NADA que o desabone... Cuidado com Marin!
Marin: jogador do São Paulo F. C. : em pé: José Maria Marin é o segundo, da esquerda para a direita.

É advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e está com uma idade na qual só interessa valorizar o próprio “curriculum vitae”, nada de “pisar na bola”... Com certeza, irá escolher um bom técnico para a Seleção Brasileira e manterá com o governo federal cordiais relações.
Abaixo, o histórico de José Maria Marin, da WIKIPEDIA, inclusive falando do “sumiço”  da medalha...
RESUMINDO: fiquem atentos, JOSÉ MARIA MARIN está na CBF pra GANHAR A COPA DE 2014!!!
Leia aqui
- Seleção Brasileira: Alta Rotatividade Negocial! -
José Maria Marin (São Paulo, 6 de maio de 1932) é um advogado, ex-futebolista, dirigente esportivo e político brasileiro. Foi governador de São Paulo entre maio de 1982 e março de 1983, sendo o penúltimo do regime militar. É o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador para a Copa do Mundo de 2014 (COL).

Filho de Joaquín Marín y Umañes, de origem espanhola e um dos introdutores do pugilismo no Brasil, Marin se formou na turma de 1955 da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, custeando parte de seus estudos jogando futebol – tendo sido até contratado do São Paulo, entre 1950 e 1952, para jogar como ponta-direita.

Carreira Politica

José María Marín iniciou sua carreira política na década de 1960 como vereador em São Paulo, filiado ao Partido de Representação Popular, fundado pelo integralista Plínio Salgado. Foi presidente da Câmara Municipal de São Paulo em 1969.

Na década seguinte, Marín foi deputado estadual pela ARENA, proferindo discursos inflamados contra a esquerda, o mais notório deles publicado em 9.12.1975 no Diário Oficial do Estado de São Paulo, criticando a ausência da Tv Cultura na cobertura de evento do partido e exigindo uma providência para que a "tranquilidade" voltasse a reinar no Estado, discurso esse conhecido como uma das causas que levaram à morte do jornalista Vladimir Herzog dezesseis dias depois. Em 1978 elegeu-se vice-governador e entre 1982 e 1983 exerceu o cargo de governador por dez meses, em virtude da desincompatibilização de Paulo Maluf – o qual iria disputar uma vaga de deputado federal. Como governador, deu continuidade ao plano de governo de Maluf (como o prosseguimento do projeto energético do estado, inaugurando hidrelétricas no interior) e assinou a extinção do DOPS paulista, órgão de repressão policial da ditadura militar. No entanto, a exemplo de seu antecessor, ainda enfrentou denúncias de ação truculenta da Polícia Militar contra atitudes vistas como contrárias ao governo. Passou o cargo em março de 1983 para o senador oposicionista André Franco Montoro, que fora candidato pelo PMDB.

Ao longo do tempo, no entanto, Marín foi perdendo o prestígio político – notadamente após o fim do regime militar. No ano de 1985 foi um dos principais coordenadores da vitoriosa campanha de Jânio Quadros à prefeitura de São Paulo. Em 1986, candidata-se a senador pelo PFL, conseguindo apenas o quarto lugar - ficou atrás de Hélio Bicudo e dos eleitos Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso. Em 2000, Marin reapareceu como candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSC, tendo obtido 9.691 votos (0,18% dos válidos). Em 2002 disputou uma vaga ao senado por São Paulo, tendo obtido 63.641 votos (0,2% dos válidos). Atualmente está filiado ao PTB.

Dirigente esportivo

Foi presidente da Federação Paulista de Futebol (1982-1988) e chefe da Delegação Brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México. Como um dos vice-presidentes da CBF (representando a Região Sudeste), é o sucessor de Ricardo Teixeira, após a renúncia deste alegando motivos de saúde, no comando da Confederação e do COL (Comitê Organizador Local para a Copa do Mundo de 2014), assumindo os cargos em 12 de março de 2012.

A medalha embolsada

Em 25 de janeiro de 2012, durante a premiação após o jogo final da Copa São Paulo de Futebol Junior, vencida pelo S.C.Corinthians Paulista, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, o ex-governador Marin, "disfarçadamente", embolsou uma das medalhas que seria entregue ao jogador Mateus do Corinthians. O ato foi flagrado e exibido ao vivo em rede nacional pelas câmeras da Rede Bandeirantes de Televisão. O episódio causou revolta e foi muito comentado nas redes sociais. (Wikipédia)