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fevereiro 25, 2013

“O Diabo Mora No Vaticano”

Padre Gabriele Amorth, famoso Exorcista Chefe da Diocese de Roma, fez essa declaração que repercutiu como uma “bomba” na Igreja Católica.
 “O DIABO MORA NO VATICANO!”
“HÁ BISPOS LIGADOS AO DIABO!”

“De acordo com a revista Veja o exorcista oficial da Igreja Católica, o padre Gabriele Amorth, se pronunciou sobre as recentes notícias do Vaticano dizendo que o demônio está instalado na Igreja.
Quadro de Mihály Zichy, "Lúcifer". Mostra o banimento de Lúcifer do Céu por Deus.
Amorth que trabalha com exorcismo há 25 anos garante que há sinais de que o anti-Cristo está vencendo a batalha contra a Santa Sé e diz também que “há cardeais que não acreditam em Jesus e bispos que estão ligados ao demônio”.
O padre italiano de 85 anos, nascido em Modena, garante que os casos de pedofilia cometidos por líderes católicos é obra do demônio. “O demônio mora no Vaticano e você pode ver as conseqüências disso”.
“Ele pode se esconder, ou falar diversas línguas, ou até aparecer para ser solidário”, diz Amorth sobre o demônio.
A renúncia do papa Bento 16 pode revelar uma disputa de poder dentro da Igreja, jornais internacionais afirmam que o cardeal Tarcísio Bertone comanda um governo paralelo que resiste aos planos de Joseph Ratzinger que passou a se sentir isolado pelos seus ex-aliados.”
Ou a Igreja Muda ou Ela Acabará...
Antes dos anos 50, a Igreja Católica Apostólica Romana já mostrava a distância que tinha dos seus fiéis... Foi se distanciando da preocupação pelo social, burocratizando o exercício sacerdotal, transformando seus imensos templos em espaços quase vazios...
Com a eleição do PAPA JOÃO XXIII (1958/1063), com a idade de 78 anos, era visto como um Papa de Transição, mas surpreendeu a todos, convocando o CONCÍLIO VATICANO II que visava a renovação da Igreja Católica e a formulação de uma nova forma de explicar pastoralmente a doutrina católica ao mundo moderno. No seu curto e surpreendente pontificado de 5 anos, escreveu 8 Encíclicas, sendo as principais a MATER ET MAGISTRA (Mãe e Mestra) e a PACEM IN TERRIS (Paz na Terra).
Depois dele, o PAPA JOÃO PAULO II fez seu pontificado no rumo da renovação da Igreja Católica. Mas a estrutura da Igreja já estava dominada pelos ambiciosos pelo PODER, especialmente pelo controle e uso do BANCO DO VATICANO. As denúncias de pedofilia remontam exatamente dos anos 50... A Igreja Católica estava dividida e o controle de seu “rebanho” oficial não estava sendo cuidado e orientado com a moral religiosa. A mudança era necessária...
JOÃO PAULO II INICIA A RETOMADA DO CONTROLE DO VATICANO

Com a sua eleição, em 1978, o PAPA JOÃO PAULO II colocou como seu braço direito o CARDEAL RATZINGER. O Cardeal Joseph Alois Ratzinger, domina pelo menos 6 idiomas (alemão, italiano, francês, latim, inglês e castelhano), possuindo conhecimentos do português, do grego antigo e do hebraico

Considerado um dos principais teóricos da Doutrina Católica, o Cardeal Ratzinger deu toda sustentação ao Papa João Paulo II. E pode ver, após a sua morte, a dificuldade para manter os “aproveitadores” longe do controle do Vaticano: a solução foi a sua própria eleição, eis que tinha juntamente com o Papa João Paulo II o controle dos Cardeais votantes.
O Papa que mudará a história da Igreja!

Realmente, o PAPA Bento XVI está mostrando que ele controla o conclave para a eleição de seu sucessor. Após o último conclave, teve a certeza de que teria que – ele próprio! – coordenar a eleição do Novo Papa.
Pela primeira vez na história da Igreja Católica, um Papa influenciará na escolha de seu sucessor. Principalmente nos últimos 2 anos, o Papa Bento XVI escolheu com o maior critério os novos cardeais: hoje, o colégio eleitoral tem o controle seguro de Sua Santidade.
E já vem dando SINAIS da MUDANÇA NECESSÁRIA: surpreendentemente destacou a necessidade de se retomar as decisões do CONCÍLIO VATICANO II, até hoje proteladas. Exerceu o seu poder para colocar um dirigente de sua confiança no comando do BANCO DO VATICANO. Afastou o Cardeal inglês acusado de envolvimento com a pedofilia nos anos 80. Explicitou que no VATICANO existe uma luta clara pelo PODER.
Com a possibilidade de ser reduzido o tempo para a convocação do Conclave que elegerá o seu sucessor, o PAPA BENTO XVI selou, em definitivo, a escolha de um sucessor com a formação canônica, a fé explícita, a capacidade intelectual e o vigor físico necessários para o duro enfrentamento para EXPULSAR O (S) DIABO (S) DO VATICANO. E +: RENOVAR A IGREJA CATÓLICA, levando-a ao reencontro com seus fiéis e com uma linguagem adequada e com a modernidade possível (e necessária) em sua Doutrina.
Em poucos dias, poderemos afirmar junto com o Conclave: HABEMUS PAPA!!!

março 28, 2012

Cuba nunca mais será a mesma depois da visita do Papa!

Sem o carisma do Papa João Paulo II, o Papa Bento XVI chega a Cuba para tentar ajudar a passagem daquele país de uma ditadura “chinfrim” para um Estado de Direito. Nem precisa dizer muita coisa: a sua visita é “emblemática”. Tão só a presença do Papa é o bastante para mostrar que está próximo o fim da Ditadura que FUZILOU MAIS DE 17 MIL CUBANOS NO FAMOSO “PAREDON”...

Já dissemos várias vezes que eram grandes as discordâncias entre Fidel Castro e Che Guevara... Só com a saída de Che Guevara de Cuba é que Fidel perdeu o temor que tinha da liderança e da firmeza de Che Guevara...

Na verdade, se vivo fosse – COM CERTEZA! – CHE GUEVARA estaria convocando a população cubana para combater os “os traidores da revolução” e iria para SIERRA MAESTRA para combater e apear do Poder os Irmãos Castro!!!
No “Estadão” de hoje, 28/03/2012, a notícia:
“A visita do papa a Cuba
O papa Bento XVI se fez preceder em Cuba por um comentário com o qual hão de concordar, decerto apenas em conversa com os seus travesseiros, as mentes mais lúcidas que se presume existir em setores do em geral esclerosado regime de Havana. Perguntado pelos jornalistas que o acompanhavam sobre a situação na ilha que visitaria em seguida ao México, ele deu uma resposta comedida, típica do intelectual que é, mas nem por isso menos desprovida de sentido político imediato. "Hoje é evidente que a ideologia marxista, do modo como foi concebida, deixou de corresponder à realidade" - e conclamou os cubanos a "buscar novos modelos".

O modelo a que aspiram os 11,5 milhões de habitantes do país não é diferente daquele dos seus vizinhos no Continente, que combina acesso crescente às oportunidades de desenvolvimento pessoal, participação também crescente na sociedade de consumo, proteção social, direito de ir e vir - e a "liberdade negativa" de que falava o pensador Isaiah Berlin: não ter medo do Estado. Já o modelo que a elite dirigente cubana tem em vista é o do transplante para o Caribe da fórmula chinesa de economia aberta com ditadura política. A marcha do comunismo cubano para o sistema de mercado, iniciada por Raúl Castro, não passa pela transferência de poder do Partido (e do Exército) para a sociedade, mediante liberdade de imprensa e de organização de eleições reais - o óbvio ululante das democracias.

Em Cuba, onde apenas metade da população se diz católica e não mais de 10% costumam ir à missa, a Igreja percorre uma linha fina entre a defesa dos direitos humanos e a convivência com o regime que os sonega. As condições necessárias para o seu ativismo - a legitimidade no exercício da sua missão pastoral e o reconhecimento como interlocutora do Estado - começaram a ser construídas há 14 anos, com a visita do papa João Paulo II. Naquele 1998, um decênio depois da queda do Muro de Berlim e do desmoronamento do "socialismo real" no Leste Europeu - para o que a contribuição de Karol Wojtyla foi extraordinária -, Fidel era já um anacronismo. Ao lhe suceder, em 2006, Raúl entendeu que o regime já tinha problemas demais para manter uma atitude hostil à Igreja. E o Vaticano entendeu que, para ter alguma influência na ilha, precisaria admitir a legitimidade da Revolução.

Com isso, a principal autoridade eclesiástica no país, o cardeal Jaime Ortega, conseguiu negociar em 2010 com Raúl a libertação de dezenas de prisioneiros políticos, mandados - a maioria, a contragosto - para a Espanha. Ortega não esconde que "encorajar as reformas que o governo iniciou", como afirma o seu porta-voz Orlando Márquez, é a sua prioridade política. "É possível dizer que as mudanças têm sido lentas, insuficientes ou limitadas", reconhece o auxiliar. "Mas elas começaram." A estratégia de avançar (nas reformas) para consolidar (o papel institucional do catolicismo) não é isenta de contradições. Cubanos que ocuparam uma igreja dias antes da chegada de Bento XVI foram retirados pelas forças de segurança com a conivência dos sacerdotes. A detenção de 150 dissidentes parece ter sido encarada como um dado da realidade. E não houve espaço na agenda papal para um encontro com a oposição.

Mas, tão logo pôs os pés em Santiago de Cuba, onde rezaria missa pelo 400.º aniversário do achado de uma imagem de Nossa Senhora da Caridade do Cobre, a padroeira do país, Bento XVI fez uma inequívoca profissão de fé nas "justas aspirações e legítimos desejos de todos os cubanos, onde quer que se encontrem", numa alusão à diáspora provocada pela tirania castrista. Diante do anfitrião Raúl, falou também dos "presos e seus parentes", dos "pobres e necessitados". Pediu ainda "justiça, paz, liberdade e reconciliação" - 53 anos depois da implantação no país de uma ordem totalitária que prometia erradicar a pobreza e instaurar a igualdade. Talvez aquele seja o limite que o papa impôs às suas falas em Cuba. A ver se dirá algo a mais na missa de hoje na Praça da Revolução de Havana, o ponto culminante da visita”