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agosto 01, 2013

Educação:
Revolucionando o Ensino +
Tecnologia de Ponta!

É impossível ficarmos nos protestos genéricos. É preciso uma concentração de esforços para que a EDUCAÇÃO passe a ser a prioridade nº1 do Governo Federal. E é de URGÊNCIA URGENTÍSSIMA!!!

"show up" virtual e o Ipad genérico!"
O nosso Planeta Terra está vivenciando uma verdadeira REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DIGITAL com a utilização das famosas“bolachas”, os “tablets” inteligentes com múltiplas utilidades, chegando a substituir, com sucesso, os notebooks atuais, é que o iPad agora pode ser usado como “hotspot”,conectando outros aparelhos à internet através da sua rede. Exatamente como o iPhone já consegue fazer. É o “show up” virtual e o seu crescimento e aprimoramento, com essa nova e crescente tecnologia é esperado a curtíssimo prazo!
E a utilização desses “tablets” como poderosa ferramenta do ensino já vem sendo maciçamente adotada por vários países (no Brasil, nem projeto!). Nos primeiros anos básicos do ensino fundamental, a utilização tem sido feita com absoluto sucesso. Os especialistas acham que o iPad é excelente para ser usado em algumas aulas e apenas como complemento em outras. Mas além de servir como caderno ele ajuda muito na organização do tempo, das tarefas e dos contatos feitos no dia-a-dia, e isso agrega um valor gigantesco ao aprendizado. Além de tudo isso, ele também serve para distração em momentos de espera e consegue substituir onotebook quando queremos ler notícias, ver os emails e usar redes sociais.
.
O mundo invadido por iPads Genéricos!!!
Apple está com inúmeros processos contra a fabricação e comercialização de “cópias” de seus modernos iPads. E como a Apple usa alguns componentes fabricados na Coréia do Sul em seus iPads, também vem enfrentando ações daSamsung Electronics que defende que seu produto, o Galaxy Tab 10.1N NÃO é cópia do iPad. Em apoio à posição da Samsung, umTribunal alemão (Dusseldorf), declarou que o chamado tablet “N” da Samsung NÃO é cópia doiPad!
A Apple anunciou o tão esperado lançamento do“iPad 3”. O novo iPad possui um processador mais poderoso e a capacidade de se conectar com as recentes redes 4G LTE de telecomunicação, que movem dados mais rápido que seus antecessores. Foi lançado ao mesmo tempo em dez países: EUA, França, Canadá, Austrália, Alemanha, Japão, Cingapura, Suíça, Reino Unido e China. Nesta semana está previsto o lançamento no Brasil. Nessa terceira versão, a Apple reduziu o preço do iPad 2. Nos EUA, a versão mais simples do equipamento teve desconto de US$ 100 e, no Brasil, o desconto deverá ser de R$ 250,00.
A Índia lidera a utilização do “Tablet genérico” na Educação!
É indiscutível a importância e absolutamente necessária a sua utilização como poderosa ferramenta na EDUCAÇÃO! E os países que compõem o BRICs (países emergentes: China, Índia, Brasil e África do Sul) estão utilizando de modo maciço esse importante equipamento tecnológico nas salas de aula com grande sucesso.
Índia lidera a utilização do “tablet genérico”na Educação. E na Índia, a diferença de preço é gigantesca! Se nos EUA, o original custa cerca de 500 dólares, na Índia o “genérico” é encontrado pelo equivalente a 30 dólares!!! REPETINDO: 30 DÓLARES!!!

É UMA REVOLUÇÃO SOCIAL OU É UMA APROPRIAÇÃO CRIMINOSA?!?
Há 30 anos, a então poderosa industria automobilística norte-americana ACUSAVA os países asiáticos de “espionagem industrial” e de “concorrência desleal” ao copiarem o seus carros tops de linha. Aqui mesmo, no Brasil, o governo teve a coragem cívica de legalizar a fabricação de remédios necessários para a população, quebrando a rígida legislação da propriedade industrial. E acertou! Quando o objetivo é a melhoria da sociedade e o caminho a seguir EXIGE a utilização de produtos já devidamente registrados, É MEDIDA CIDADàque tem recebido amplo apoio por todos os organismos internacionais!
Com a indústria automobilística e com muitos outros produtos industriais , o mundo viu uma“escandalosa migração” dos industriais e capitalistas norte-americanos para os países asiáticos utilizando mão de obra quase escrava, os impostos reduzidos ou inexistentes e o suborno fácil. Utilizando“laranjas” locais, fizeram surgir poderosos grupos industriais naquela região.  

E O BRASIL, QUE CAMINHO SEGUIR?!?
PRIMEIRO, o Brasil precisa de um “CHOQUE DE GESTÃO NA EDUCAÇÃO”, com salários dignos e com preparação adequada de seus professores. SEGUNDO, tem que tomar também uma MEDIDA CIDADàe produzir, com coragem, seus “tablets genéricos” (a preços populares!) e REVOLUCIONAR a EDUCAÇAO NO BRASIL!!!


janeiro 17, 2013

Choque de Gestão na Educação!
Urgente!!!

"show up" virtual e o Ipad genérico!"
O nosso Planeta Terra está vivenciando uma verdadeira REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DIGITAL com a utilização das famosas“bolachas”, os “tablets” inteligentes com múltiplas utilidades, chegando a substituir, com sucesso, os notebooks atuais, é que o iPad agora pode ser usado como “hotspot”,conectando outros aparelhos à internet através da sua rede. Exatamente como o iPhone já consegue fazer. É o “show up” virtual e o seu crescimento e aprimoramento, com essa nova e crescente tecnologia é esperado a curtíssimo prazo!
E a utilização desses “tablets” como poderosa ferramenta do ensino já vem sendo maciçamente adotada por vários países (no Brasil, nem projeto!). Nos primeiros anos básicos do ensino fundamental, a utilização tem sido feita com absoluto sucesso. Os especialistas acham que o iPad é excelente para ser usado em algumas aulas e apenas como complemento em outras. Mas além de servir como caderno ele ajuda muito na organização do tempo, das tarefas e dos contatos feitos no dia-a-dia, e isso agrega um valor gigantesco ao aprendizado. Além de tudo isso, ele também serve para distração em momentos de espera e consegue substituir onotebook quando queremos ler notícias, ver os emails e usar redes sociais.
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O mundo invadido por iPads Genéricos!!!
Apple está com inúmeros processos contra a fabricação e comercialização de “cópias” de seus modernos iPads. E como a Apple usa alguns componentes fabricados na Coréia do Sul em seus iPads, também vem enfrentando ações daSamsung Electronics que defende que seu produto, o Galaxy Tab 10.1N NÃO é cópia do iPad. Em apoio à posição da Samsung, umTribunal alemão (Dusseldorf), declarou que o chamado tablet “N” da Samsung NÃO é cópia doiPad!
A Apple anunciou o tão esperado lançamento do“iPad 3”. O novo iPad possui um processador mais poderoso e a capacidade de se conectar com as recentes redes 4G LTE de telecomunicação, que movem dados mais rápido que seus antecessores. Foi lançado ao mesmo tempo em dez países: EUA, França, Canadá, Austrália, Alemanha, Japão, Cingapura, Suíça, Reino Unido e China. Nesta semana está previsto o lançamento no Brasil. Nessa terceira versão, a Apple reduziu o preço do iPad 2. Nos EUA, a versão mais simples do equipamento teve desconto de US$ 100 e, no Brasil, o desconto deverá ser de R$ 250,00.
A Índia lidera a utilização do “Tablet genérico” na Educação!
É indiscutível a importância e absolutamente necessária a sua utilização como poderosa ferramenta na EDUCAÇÃO! E os países que compõem o BRICs (países emergentes: China, Índia, Brasil e África do Sul) estão utilizando de modo maciço esse importante equipamento tecnológico nas salas de aula com grande sucesso.
Índia lidera a utilização do “tablet genérico”na Educação. E na Índia, a diferença de preço é gigantesca! Se nos EUA, o original custa cerca de 500 dólares, na Índia o “genérico” é encontrado pelo equivalente a 30 dólares!!! REPETINDO: 30 DÓLARES!!!

É UMA REVOLUÇÃO SOCIAL OU É UMA APROPRIAÇÃO CRIMINOSA?!?
Há 30 anos, a então poderosa industria automobilística norte-americana ACUSAVA os países asiáticos de “espionagem industrial” e de “concorrência desleal” ao copiarem o seus carros tops de linha. Aqui mesmo, no Brasil, o governo teve a coragem cívica de legalizar a fabricação de remédios necessários para a população, quebrando a rígida legislação da propriedade industrial. E acertou! Quando o objetivo é a melhoria da sociedade e o caminho a seguir EXIGE a utilização de produtos já devidamente registrados, É MEDIDA CIDADàque tem recebido amplo apoio por todos os organismos internacionais!
Com a indústria automobilística e com muitos outros produtos industriais , o mundo viu uma“escandalosa migração” dos industriais e capitalistas norte-americanos para os países asiáticos utilizando mão de obra quase escrava, os impostos reduzidos ou inexistentes e o suborno fácil. Utilizando“laranjas” locais, fizeram surgir poderosos grupos industriais naquela região.  

E O BRASIL, QUE CAMINHO SEGUIR?!?
PRIMEIRO, o Brasil precisa de um “CHOQUE DE GESTÃO NA EDUCAÇÃO”, com salários dignos e com preparação adequada de seus professores. SEGUNDO, tem que tomar também uma MEDIDA CIDADàe produzir, com coragem, seus “tablets genéricos” (a preços populares!) e REVOLUCIONAR a EDUCAÇAO NO BRASIL!!!


novembro 09, 2012

Veta Dilma, Veta!!!

OS ROYALTIES DO PETRÓLEO PARA A EDUCAÇÃO!
"Roberto Franklin de Leão, que integra o comitê diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, articulação que reúne mais de 200 grupos e entidades em todo o país, inclusive a Undime, afirmou que já está sendo organizada a campanha “Veta Dilma”. O objetivo é reunir a sociedade em torno da causa dos royalties do petróleo para financiar a educação e intensificar as pressões sobre a presidenta Dilma Rousseff para vetar o texto aprovado. O veto, segundo as entidades, é necessário porque a meta 20 do Plano Nacional de Educação, que prevê investimento de 10% do PIB no setor, depende da criação de novas fontes de financiamento".

"Considerando o compromisso público da presidenta Dilma Rousseff e do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em destinar 100% dos royalties do petróleo para as políticas educacionais, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação pretende escolher uma entre duas alternativas de ação. A primeira é pressionar pelo veto global da presidenta Dilma Rousseff ao PL 2565/11, resultando na edição imediata de uma Medida Provisória (MP) global que defina as regras para a distribuição das receitas com royalties, além de definir a destinação dos recursos. A segunda é solicitar a edição de uma MP específica, que operacionalize a vinculação das receitas"

Este blog já se posicionou com relação ao assunto EDUCAÇÃO. Não há outro caminho para o Brasil a não ser fazer a “sua revolução cultural” através da EDUCAÇÃO. Pois de nada adianta ser a . ou 6ª. Economia Mundial e ficar “perdido” quase em 90º lugar entre os países com bom nível de qualidade de vida de sua população.

No post “Educação: Choque de Gestão!”, de forma didática, está claro o caminho que o Brasil NÃO seguiu em contraponto ao que foi feito – com pleno êxito! – na Coréia do Sul. Não existe segredo.
Da mesma forma, mostramos a ação governamental do governo chinês que o levou ao topo da liderança econômica mundial. Esse foi o caminho por eles escolhido (post: “Capitalismo Chinês & Senzalas do Século XXI”). Nós podemos escolher e construir o nosso – E passa pela PRIORIDADE PARA A EDUCAÇÃO! Fica claro: ou vamos buscar um novo mundo, mais equilibrado e justo ou vamos cair nas NOVAS SENZALAS DO SÉCULOXXI ?!?

A presidenta Dilma Rousseff está empenhada em dotar a EDUCAÇÃO das condições necessárias ($$) para o seu aprimoramento e evolução. Mas a base aliada no Congresso Nacional (+ a OPOSIÇÃO), extremamente fisiológica, acostumada a obter tudo no governo Lula, não para de fazer o “jogo das trocas”. Assim, a presidenta Dilma para contentar as forças partidárias capazes de apoiá-la, acaba de criar o 38º Ministério! Para quem? Para o PSD, partido comandado por Gilberto Kassab (que o Serra com sua “visão de estadista” escolheu “a dedo” para colocar em importantes cargos públicos!). Será o Ministério da Micro e Pequena Empresa, com um ministro extraordinário, um secretário-executivo e 66 cargos em comissão!!!
Dilma e seu governo foram derrotados na votação dos royalties do petróleo, no qual destinava 100% da totalidade da receita com royalties da União, Estados e Municípios para a EDUCAÇÃO. O partido DEM teve uma ação direta no combate a essa destinação e, para surpresa geral, o PSDB também, além de outros pequenos partidos. Abaixo, a relação dos deputados federais paulistas que votaram CONTRA A EDUCAÇÃO e duas matérias da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – UNDIME, em defesa da educação pública com qualidade social.

Por 9 votos, Câmara dos Deputados vota contra a educação

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (6/11), o texto-base do Projeto de Lei 2565/2011, proveniente do Senado Federal, que muda a distribuição dos royalties do petróleo. Com isso, o texto segue agora para a sanção da presidenta Dilma Rousseff.
O projeto do Senado Federal, de autoria de Vital do Rêgo (PMDB-PB), não vincula à educação a totalidade da receita com royalties da União, Estados e Municípios.
“O País sai derrotado”, avalia o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. “O repasse das receitas dos royalties era uma das alternativas mais promissoras, porém não a única, para a destinação de 10% do PIB para educação pública”, afirma, referindo-se à meta estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado na Câmara dos Deputados em junho deste ano. O porcentual é quase o dobro do que é aplicado atualmente em educação no País.
Reviravolta inesperada - Surpreendentemente, o texto substitutivo do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), trabalhado durante meses na Câmara dos Deputados, sequer foi analisado pelo plenário da Casa. A aprovação apertada de um requerimento apresentado pelo partido Democratas, vitorioso por 220 votos a favor e 211 contra, desconsiderou o texto do relator Zarattini.
Assim, por apenas 9 votos, a irrisória maioria dos deputados, inviabilizou a destinação de todas as receitas com royalties do petróleo para a educação.
Equívoco - Segundo o coordenador geral da Campanha, a deliberação de ontem foi mal encaminhada, mas injustificada. “Ao optar pelo texto do Senado, os deputados prejudicaram a educação. Isso porque não havia qualquer emenda que solicitava a destinação de 100% da receita com royaties para a área”, afirmou.
Para Cara, o texto do Senado Federal apresenta graves falhas técnicas. Mas o maior prejuízo é não vincular os recursos com royalties para a educação. Isso permitirá o desperdício de dinheiro em obras desnecessárias, pagamento de dívidas e no agigantamento da máquina pública, por exemplo. “No Estado do Rio de Janeiro, já há casos de municípios que fazem uso irresponsável das receitas com royalties. Será muito pior com o dinheiro do pré-sal”, conclui.
Próximos passos: duas alternativas – Considerando o compromisso público da presidenta Dilma Rousseff e do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em destinar 100% dos royalties do petróleo para as políticas educacionais, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação pretende escolher uma entre duas alternativas de ação.
A primeira é pressionar pelo veto global da presidenta Dilma Rousseff ao PL 2565/11, resultando na edição imediata de uma Medida Provisória (MP) global que defina as regras para a distribuição das receitas com royalties, além de definir a destinação dos recursos. A segunda é solicitar a edição de uma MP específica, que operacionalize a vinculação das receitas da União, Estados e Municípios com royalties às políticas educacionais.
Discordância geral - Desde ontem, entidades divulgam posicionamentos sobre a votação. Conheça a posição da CNTE e Undime, membros do Comitê Diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. (09/11/2012)
Autor: Campanha Nacional pelo Direito à Educação

‘Rejeição dos 100% dos royalties para a educação é gol contra’, lamentam ativistas

Com a rejeição do substitutivo que destinava todos os recursos dos royalties do petróleo para a educação, militantes iniciam a campanha ‘Veta Dilma’


A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lamentou a decisão do plenário da Câmara dos Deputados, que rejeitou ontem (6) o substitutivo do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que previa a destinação de 100% dos recursos arrecadados com royalties do petróleo para a educação. No seu lugar, foi aprovado o Projeto de Lei do Senado (PL 2.565/11), de autoria do senador Vital do Rego (PMDB-PB). “É um gol contra a educação brasileira. A tão cantada em verso e prosa prioridade da educação mostrou ontem que não é verdadeira. Deputados que defendem a aplicação de 10% do PIB no setor, na hora de indicar os caminhos para se buscar esses recursos, se recusam a fazê-lo”, disse o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão, ressaltando que o petróleo é a riqueza de todo o povo brasileiro, e não de estados e municípios, que receberam ontem um “cheque em branco para fazer o que quiserem com recursos públicos”.
Segundo o dirigente, a falta de compromisso dos parlamentares com a qualidade da educação pública traduz uma luta de classes na qual a elite continua a ditar as regras. Ele lembrou que todo o processo de discussão e votação dos royalties foi liderado pela oposição, o “que revela falta de coordenação política do governo que propôs a destinação desses recursos para a educação”. O PL do Senado, que redistribui os royalties do petróleo entre estados e municípios produtores e não produtores, foi aprovado por 286 votos a 124.
Em nota, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) afirmou que a decisão da Câmara de “não aprovar a destinação de 100% dos royalties do petróleo para a educação pública brasileira terá um impacto negativo no desenvolvimento desta área social e os parlamentares perderam uma grande oportunidade de vincular à educação mais uma fonte de financiamento diante das demandas históricas”. Ainda segundo o documento, é preciso alfabetizar as quase 13 milhões de pessoas com mais de 15 anos; cumprir a Emenda Constitucional 59, de 2009, que determina a obrigatoriedade do ensino dos 4 aos 17 anos, segmento no qual há 3,5 milhões de crianças e adolescentes fora da escola; atender à demanda por creches públicas; cumprir a Lei do Piso Salarial Nacional para os Profissionais do Magistério Público; valorizar a carreira dos profissionais da educação e oferecer formação continuada; e cumprir as demais Metas e as Estratégias previstas no Plano Nacional de Educação e nos planos estaduais e municipais de educação.
Para a Undime, o projeto de lei aprovado ontem é, na íntegra, o que saiu do Senado, sem aporte financeiro para a educação. E, com isso, os deputados ignoraram que este texto pode se transformar em um problema futuro por não “fechar” a conta em alguns pontos e não se sustentar, com equívocos de redação ou matemática. Feito o cálculo, conforme a nota, os índices previstos para vigorar a partir de 2019 somam 101% no caso dos contratos de concessão para o petróleo extraído da plataforma continental (mar), seja da camada pré-sal ou não. “É nítido que a redação terá de ser refeita para a retirada de 1%. Mas o valor será retirado de quem?”, questionam os autores do documento.
Roberto Franklin de Leão, que integra o comitê diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, articulação que reúne mais de 200 grupos e entidades em todo o país, inclusive a Undime, afirmou que já está sendo organizada a campanha “Veta Dilma”. O objetivo é reunir a sociedade em torno da causa dos royalties do petróleo para financiar a educação e intensificar as pressões sobre a presidenta Dilma Rousseff para vetar o texto aprovado. O veto, segundo as entidades, é necessário porque a meta 20 do Plano Nacional de Educação, que prevê investimento de 10% do PIB no setor, depende da criação de novas fontes de financiamento.
Mas, no Congresso, a linha foi de colocar panos quentes sobre o assunto. O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), descartou a hipótese de veto presidencial. “A aprovação na Câmara demonstra claramente que há uma vontade política do povo brasileiro, por meio de seus representantes nas duas Casas, de fazer uma redistribuição dos recursos dos royalties”, afirmou, ao mesmo tempo em que demonstrou contrariedade com o fato de ter ficado para trás a proposta de destinar mais recursos para a educação.
Braga considera, porém, que não está fechada a possibilidade de revisar a questão e destinar uma fatia maior dos royalties para o setor, de modo que se garanta o cumprimento do Plano Nacional de Educação. “Podemos nesta lei [PNE] fazer a vinculação à educação, não na totalidade, mas num percentual absolutamente expressivo dos novos recursos dos royalties nas três esferas, estados, municípios e União”, indicou o senador.
Já os governadores de alguns dos principais estados produtores engrossaram o tom e cobraram o veto presidencial. “Estou tranquilo que a presidente vai vetar. A presidente não sanciona projeto de lei inconstitucional. Estou me baseando em declarações públicas da presidente, na qual ela disse que caso o projeto de lei versasse sobre contratos assinados de receitas advindas de campos de petróleo já leiloados seria vetado, porque isso é ferir contratos já assinados”, disse o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que estimou em R$ 4 bilhões a perda orçamentária do estado só em 2013. “Então, é absolutamente inviável, o estado fecha as portas, não se faz Olimpíadas, Copa (do Mundo de futebol), não se paga servidores aposentados e pensionistas.”
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, também disse apostar no veto. “Ela havia dito publicamente que vetaria qualquer projeto de lei onde houvesse rompimento de contrato. Caso aconteça alguma dificuldade e o Congresso derrube o veto, estamos nos preparando para ir ao Supremo para defender nossos direitos”, afirmou.
Para Casagrande, a decisão dos deputados foi desequilibrada e rompe o pacto federativo. Na visão dele, não houve solidariedade federativa nem da Câmara nem do Senado. “O impacto para o estado do Espírito Santo e os municípios (do ES) vai ser R$ 11 bilhões entre 2013 e 2020. Estamos confiantes de que a presidente Dilma possa vetar.”(08/11/2012)
Autor: Rede Brasil Atual




setembro 10, 2012

Brasil reage!
Brics perde espaço para o Mist!

 

Brasil reage!

O Brasil está reagindo, no momento certo, ao declive acentuado das economias dos países componentes do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul. Isso no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento de 0,8% do Brasil foi menor que os 2,1% da África do Sul, os 4,9% da Rússia, os 5,3% da Índia e os 8,1% da China. As informações foram divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com base em dados de institutos de estatística internacionais e do Banco Mundial.
Então, as medidas que vem sendo tomadas pelo governo federal para o aquecimento de nossa economia são positivas. Sendo que o destaque maior foi para a REDUÇÃO SUBSTANCIOSA das tarifas de ENERGIA ELÉTRICA para o consumo doméstico e comercial/industrial. É o que tem que ser feito. O desemprego ainda não atingiu o Brasil e, se bem dosada a atuação governamental em parceria com a iniciativa privada, será possível EVITAR que maiores turbulências venham a prejudicar o Brasil.
E esse momento de declive das economias dos países que compões o Brics coincide com o momento especial que estão vivendo os países que compõem o chamado Mist: México, Indonésia, Coréia do Sul e Turquia. Material jornalístico da revista VEJA nos dá a real dimensão desse perigo e da fragilidade do Brics:

Com Brics em baixa, Mist é novo oásis econômico

Catedral do México

México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia despertam a atenção de um mercado frustrado pela crise no mundo desenvolvido e desaquecimento nos emergentes

O termo Brics – sigla que se refere ao grupo de países em desenvolvimento composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul –, que por uma década foi pronunciado à exaustão como promessa de crescimento e retorno aos investidores, está a um passo de ter um concorrente. O motivo é a ascensão de outro time de emergentes que atende pelo apelido de Mist: México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia
Esses países crescem mais, passaram nos últimos anos por turbulências econômicas menos profundas e possuem menos burocracia. Em suma, são hoje vistos como um novo oásis num mercado frustrado por perdas na Europa, nos Estados Unidos e, mais recentemente, no Brasil e na China. Jim O'Neill, presidente do Goldman Sachs Asset Management (GSAM) e criador da alcunha Brics, é considerado o autor, mesmo que involuntariamente, da nova sigla. "Muitos pensam que criei esse acrônimo, mas ele nasceu do fato de eu ter definido, cerca de quinze meses atrás, onze novos países como economias promissoras. Como, do grupo de onze, os quatro são os que mais se destacaram, jornais disseram que havia criado o conceito de Mist. Achei engraçado", disse em entrevista ao site de VEJA.
Mist: as novas potências que hoje ofuscam os Brics
Desaceleração dos BRICS abre espaço para um novo grupo de promessas econômicas formado por México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia
A dependência econômica do México em relação a seu vizinho, os Estados Unidos, foi sua maior dor nos últimos anos, mas também sua maior sorte. Após quatro anos sombrios, a economia americana dá sinais cada vez mais claros de recuperação – e o México se beneficia quiçá mais dessa nova realidade que os próprios americanos.
Enquanto a expectativa para a expansão do PIB dos EUA em 2012 é de 2%, o México deverá crescer 4%. O país também colhe os frutos de investimentos em infraestrutura e privatizações feitas na década de 1990. Ainda que controversas – já que, em alguns casos, criaram verdadeiros oligopólios, como no setor de telecomunicações –, as privatizações propiciaram ao país um ambiente de crescimento menos atravancado que o do Brasil. Além disso, a própria influência da Casa Branca faz com que o governo mexicano interfira pouco na economia do país, o que proporciona um ambiente de estabilidade aos investidores. A taxa de juros no México permanece inalterada em 4% ao ano desde 2008.
Contudo, o principal ativo mexicano é hoje justamente a conjuntura econômica chinesa. Com a valorização do yuan e o aumento dos custos trabalhistas, a China está deixando de ser o país mais barato para se produzir, sobretudo para os EUA – seu maior parceiro de manufatura. "O México sofreu um baque quando a China se tornou o maior exportador para os Estados Unidos. Agora que a China não está mais tão barata assim, o México vai se beneficiar", diz Jim O'Neill, ao explicar porque o país latinoamericano é seu "MIST" preferido. O fácil acesso ao mercado interno dos EUA e a proximidade geográfica fazem do México uma nação mais atrativa aos negócios do que o Brasil, diz a Economist Intelligence Unit (EIU).”
(matéria de Naiara Infante Beltrão e Ana Clara Costa – Veja – 26/08/2012)

março 12, 2012

“Show up” Virtual e o iPad Genérico


O nosso Planeta Terra está vivenciando uma verdadeira REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DIGITAL com a utilização das famosas “bolachas”, os “tablets” inteligentes com múltiplas utilidades, chegando a substituir, com sucesso, os notebooks atuais, é que o iPad agora pode ser usado como “hotspot”, conectando outros aparelhos à internet através da sua rede. Exatamente como o iPhone já consegue fazer. É o “show up” virtual e o seu crescimento e aprimoramento, com essa nova e crescente tecnologia é esperado a curtíssimo prazo!

E a utilização desses “tablets” como poderosa ferramenta do ensino já vem sendo maciçamente adotada por vários países (no Brasil, nem projeto!). Nos primeiros anos básicos do ensino fundamental, a utilização tem sido feita com absoluto sucesso. Os especialistas acham que o iPad é excelente para ser usado em algumas aulas e apenas como complemento em outras. Mas além de servir como caderno ele ajuda muito na organização do tempo, das tarefas e dos contatos feitos no dia-a-dia, e isso agrega um valor gigantesco ao aprendizado. Além de tudo isso, ele também serve para distração em momentos de espera e consegue substituir o notebook quando queremos ler notícias, ver os emails e usar redes sociais.
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O mundo invadido por iPads Genéricos!!!


A Apple está com inúmeros processos contra a fabricação e comercialização de “cópias” de seus modernos iPads. E como a Apple usa alguns componentes fabricados na Coréia do Sul em seus iPads, também vem enfrentando ações da Samsung Electronics que defende que seu produto, o Galaxy Tab 10.1N NÃO é cópia do iPad. Em apoio à posição da Samsung, um Tribunal alemão (Dusseldorf), declarou que o chamado tablet “N” da Samsung NÃO é cópia do iPad!

A Apple anunciou o tão esperado lançamento do “iPad 3”. O novo iPad possui um processador mais poderoso e a capacidade de se conectar com as recentes redes 4G LTE de telecomunicação, que movem dados mais rápido que seus antecessores. Foi lançado ao mesmo tempo em dez países: EUA, França, Canadá, Austrália, Alemanha, Japão, Cingapura, Suíça, Reino Unido e China. Nesta semana está previsto o lançamento no Brasil. Nessa terceira versão, a Apple reduziu o preço do iPad 2. Nos EUA, a versão mais simples do equipamento teve desconto de US$ 100 e, no Brasil, o desconto deverá ser de R$ 250,00.
A Índia lidera a utilização do “Tablet genérico” na Educação!
É indiscutível a importância e absolutamente necessária a sua utilização como poderosa ferramenta na EDUCAÇÃO! E os países que compõem o BRICs (países emergentes: China, Índia, Brasil e África do Sul) estão utilizando de modo maciço esse importante equipamento tecnológico nas salas de aula com grande sucesso.
A Índia lidera a utilização do “tablet genérico” na Educação. E na Índia, a diferença de preço é gigantesca! Se nos EUA, o original custa cerca de 500 dólares, na Índia o “genérico” é encontrado pelo equivalente a 30 dólares!!! REPETINDO: 30 DÓLARES!!!
É UMA REVOLUÇÃO SOCIAL OU É UMA APROPRIAÇÃO CRIMINOSA?!?
30 anos, a então poderosa industria automobilística norte-americana ACUSAVA os países asiáticos de “espionagem industrial” e de “concorrência desleal” ao copiarem o seus carros tops de linha. Aqui mesmo, no Brasil, o governo teve a coragem cívica de legalizar a fabricação de remédios necessários para a população, quebrando a rígida legislação da propriedade industrial. E acertou! Quando o objetivo é a melhoria da sociedade e o caminho a seguir EXIGE a utilização de produtos já devidamente registrados, É MEDIDA CIDADÃ que tem recebido amplo apoio por todos os organismos internacionais!
Com a indústria automobilística e com muitos outros produtos industriais , o mundo viu uma “escandalosa migração” dos industriais e capitalistas norte-americanos para os países asiáticos utilizando a mão de obra quase escrava, os impostos reduzidos ou inexistentes e o suborno fácil. Utilizando “laranjas” locais, fizeram surgir poderosos grupos industriais naquela região.
E O BRASIL, QUE CAMINHO SEGUIR?!?
PRIMEIRO, o Brasil precisa de um “CHOQUE DE GESTÃO NA EDUCAÇÃO”, com salários dignos e com preparação adequada de seus professores. SEGUNDO, tem que tomar também uma MEDIDA CIDADÃ e produzir, com coragem, seus “tablets genéricos” (a preços populares!) e REVOLUCIONAR a EDUCAÇAO NO BRASIL!!!

Educação: Choque de Gestão!/ leia aqui