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maio 29, 2014

O GIGANTE ACORDOU...rsrsrsrsrs

O GIGANTE ACORDOU...rsrsrsrsrs


Ronaldo Nazário – o Fenômeno – anunciou o seu descontentamento com as obras para a Copa do Mundo 2014 e o seu apoio à candidatura de Aécio Neves do PSDB. Isso levou a presidente Dilma declarar que é preciso “perder o complexo de vira-latas”...

RESUMINDO: Jogador de futebol, falando de política, nunca tem dado certo... O Pelé que o diga. O Ronaldão divide opiniões se seria um bom cabo eleitoral...
O jornalista Carlos Chagas analisa, abaixo, muito bem essa atitude do Ronaldo que esteve estes 2 últimos anos viajando para cima e para baixo com o ministro dos esportes, Aldo Rebelo e os demais membros da equipe que coordena e acompanha a realização das obras para a Copa... Será que Ronaldo vai trazer votos?!?

"Uma armação primária e pueril

Carlos Chagas


Já imaginaram um urso polar obrigado a viver no deserto do Saara? Ou um camelo transferido para o Polo Norte?
Caso Aécio Neves calçasse chuteiras, tornozeleiras e meiões, entrando no gramado do Maracanã junto com a seleção brasileira, faria um papelão se escalado para centroavante. Da mesma forma, e com todo o respeito, não dá para entender o Ronaldo Fenômeno dizendo-se envergonhado com o atraso nas obras da copa e, por conta disso, declarar seu apoio a Aécio Neves. Quem pertence ao futebol geralmente se desmoraliza ao tentar a política. E vice-versa, apesar das exceções possíveis, lá e cá. Raphael de Almeida Magalhães, vice-governador da Guanabara era um excelente meio-campista, assim como Romário, um razoável deputado.
Dessa grotesca incursão do Ronaldo Fenômeno na política há uma lição a tirar: não se deve entrar em atividade para a qual não se está preparado. O grande craque de tempos atrás daria um excelente treinador ou comentarista esportivo. Mas cabo-eleitoral do candidato tucano, jamais. Quantos votos ele terá carreado para Aécio Neves?
Todo cidadão tem o direito de externar suas opiniões a respeito dos assuntos que bem entender. Só que se desmoraliza quem publicamente atropela questões alheias à sua natureza. Ainda mais dentro de uma armação pueril e primária como a que assistimos esta semana: “as obras da copa atrasaram, por isso deve-se votar em Aécio Neves?” Depois, concluem que marqueteiros não fazem falta nas campanhas…
(Blog da Tribuna da Internet, 29/05/2014)


maio 08, 2014

Felipão confirma: saiu a “Família Scolari”

Felipão confirma:
saiu a “Família Scolari”



No post abaixo falamos da importância, para o Brasil na Copa, da “reconstrução” da “FAMÍLIA SCOLARI”. Ontem ela saiu! Com a convocação dos jogadores, os mesmos que Felipão vem preparando para que viessem a compor a “família”. A LIDERANÇA de Felipão é reconhecida e louvada pelos “experts” do futebol. É o que dará consistência ao Brasil na Copa.


FAMÍLIA SCOLARI:


GOLEIROS:
- Julio César (Toronto FC)
- Jefferson (Botafogo)
- Vitor (Atlético-MG)

LATERAIS:
- Daniel Alves (Barcelona)
- Marcelo (Real Madrid)
- Maicon (Roma)
- Maxwell (PSG)

ZAGUEIROS:
- Thiago Silva (PSG)
- David Luiz (Chelsea)
- Dante (Bayern de Munique)
- Henrique (Nápoli)

MEIAS:
- Paulinho (Tottenham)
- Ramires (Chelsea)
- Luiz Gustavo (Wolfsburg)
- Hernanes (Inter de Milão)
- Fernandinho (Manchester City)
- Oscar (CHelsea)
- Willian (Chelsea)

ATACANTES:
- Neymar (Barcelona)
- Fred (Fluminense)
- Hulk (Zenit)
- Bernard (Shakhtar Donetsk)
- Jô (Atlético Mineiro)

Vejam o post de 28 de novembro de 2012:


FELIPÃO: PENTACAMPEÃO +
PARREIRA: TETRACAMPEÃO
= SUCESSO EM 2014!!!




O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.

O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!

Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas do futebol com a política e com determinados políticos...



Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.

“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)


AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!



“Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”


“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”

“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso à conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldade de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”

( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

novembro 28, 2012

“Família Scolari”:
agora é pra valer!

Felipão: PENTACAMPEÃO! +
Parreira: TETRACAMPEÃO =
SUCESSO NA COPA DE 2014!!!
O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.
O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!
Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas com a política e com determinados políticos...
Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende sociologicamente por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.
“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)
AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!
 “Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”
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“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”
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“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso às conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldades de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”
( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

setembro 08, 2012

Seleção Brasileira:
Alta Rotatividade Negocial ?!?


A proximidade da Copa Mundial de Futebol de 2014 nos faz voltar a este assunto da maior importância. A CBF continua intocável. Saiu o Ricardo Teixeira (embora conste que ele ainda recebe “pró-labore, será?), mas veio o Marin (com um salário fenomenal) trazendo a tira-colo aquele que tem sido esperto demais e já tem mostrado as suas “garras” e a sua “gula”: Marco Pólo Del Nero. Dizem que será o presidente da CBF durante a Copa. Sei lá... O que interessa é que continua tudo igual e como antes no “quartel de Abrantes”...
Aqui deste blog, repetidas vezes, temos focalizado a grave situação da CBF, como num de nossos últimos posts:
“Sangrando a reputação da seleção brasileira desde que assumiu seu comando (da “tchurma” de Ricardo Teixeira, Ronaldo e Sanchez), o técnico tem feito verdadeiro rodízio de craques. Rodízio nunca visto e que só interessa para a valorização momentânea dos passes desses jogadores e, muito principalmente, da verdadeira “máfia” de empresários que vivem da exploração da venda de jogadores, principalmente depois de terem seus passes valorizados após uma convocação discutível para a seleção brasileira.”
A presidenta Dilma já nomeou o Pelé como EMBAIXADOR DA COPA, mas é preciso colocar o dedo na ferida e “extirpar” esse “tumor” que pode levar o Brasil a sediar a Copa, MAS a PERDER A COPA!!!
Abaixo, 2 artigos. Um do Romário – revelação como deputado federal atuante! – e o outro do experiente jornalista Ricardo Kotcho, publicado no Blog do Ricardo Noblat:

Após chamar Mano de imbecil, Romário desconfia de convocações de Cássio e Hulk: 'Está havendo um cartel'

“O clima entre Romário e Mano Menezes continua longe de ser bom. Há cerca de duas semanas, os dois já haviam trocado farpas. O treinador chamara o deputado federal e ex-jogador de "aproveitador", que respondera chamando desafeto de "idiota", "imbecil" e colocando em dúvida os critérios do treinador no momento da convocação da seleção brasileira. Nesta quarta-feira, o Baixinho voltou a levantar suspeitas quanto ao critério de Mano nas listas.
"Sobre a última convocação do Mano, mais um exemplo de que dentro da seleção está havendo um cartel nas convocações. A convocação do Hulk para a Olimpíada e, logo em seguida, a realização de uma das transferências mais caras da história do futebol. O jogador saiu do Porto, de Portugal, para o Zenit, da Rússia, por 55 milhões de euros (R$ 140,8 milhões)", afirmou Romário pelo Twitter.

O ex-jogador já havia feito críticas à convocação do atacante para a Olimpíada logo após o treinador divulgar a lista. Ainda em relação à competição disputada entre o final de julho e a primeira metade de agosto, o Baixinho fez duras críticas ao treinador da seleção brasileira após a derrota na decisão para o México. "Ainda bem que a gente está vendo a última atuação dele na Seleção Brasileira", afirmara logo após o revés por 2 a 1.

O goleiro Cássio, do Corinthians, foi outro jogador citado na declaração desconfiada de Romário. "E, agora, o goleiro do Corinthians, que tem seus direitos econômicos ligados a pessoas da Confederação Brasileira de Futebol... após a convocação e alguns jogos pela seleção, se já não foi, será vendido para o Roma. Quem leva?", indagou o político.”
(por espn.com.br, Atualizado: 05/09/2012)


O título acima já estava pronto ao final do primeiro tempo do amistoso do Brasil contra a África do Sul, na tarde desta sexta-feira, no Morumbi, em que mais uma vez vimos como vai mal o outrora melhor futebol do mundo. Com esta seleção de Mano e Marin, não teremos a menor chance na Copa de 2014.
Não dá mais, chega! Em casos normais, é o presidente quem demite o treinador. Como isso não vai acontecer, porque os dois são igualmente medíocres e covardes, Mano Menezes poderia fazer o favor de pedir o boné e levar junto com ele o tal de José Maria Marin e seus óculos escuros panorâmicos, legítimo herdeiro de Ricardo Teixeira como dono da massa falida da CBF.
Faz mais de dois anos que o técnico escolhido por Teixeira para o lugar de Dunga, após o vexame na Copa da África do Sul, prova a cada jogo que é incapaz de montar um time de futebol com a camisa da seleção brasileira, depois de testar um caminhão de jogadores. Pouco importa que o Brasil tenha achado um gol e vencido por 1 a 0, com um gol do incrível Hulck. Vale o pedido que faço no título.
Jogamos tão mal que Mano, um técnico sempre muito agitado à beira do gramado, que passou as Olimpíadas gritando com os jogadores e xingando os juízes, ficou o tempo todo encolhido no banco de reservas com medo de ser vaiado.
No final do jogo, com o Brasil todo recuado para garantir a "goleada" contra uma seleção de jogadores apenas esforçados e muito ingênuos, as vaias da torcida que lotou o Morumbi gritaram que chegamos ao fundo do poço. E não vamos fazer nada, não vai acontecer nada, fica tudo por isso mesmo, faltando menos de dois anos para a abertura da Copa no Brasil?
(Blog do Ricardo Noblat – 08/09/2012)