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julho 24, 2018

O COMPLEXO DE VIRA-LATA E NEYMAR


O COMPLEXO DE VIRA-LATA
 E NEYMAR
(Roberto Delmanto)


Foi Nelson Rodrigues, dramaturgo e jornalista, amante do futebol, que, com sua genialidade e sensibilidade, cunhou a famosa, mas triste, frase: “O brasileiro tem complexo de vira-lata”.

Nosso país, como diz a canção de Jorge Benjor, foi “abençoado por Deus”.
Nenhuma outra nação tem tantas belezas naturais: praias, mares, rios, árvores, plantas, flores, pássaros, florestas, inclusive a maior parte da Amazônia, pulmão do mundo e sua futura farmácia; nem tantos recursos minerais, fluviais e marítimos, a maior reserva de água doce do planeta, um país sem vulcões, terremotos , maremotos ou tornados.

Como disse ao rei, em sua primeira carta, Pero Vaz Caminha, escriba de Cabral: “Aqui, em se plantando, tudo dá”. E Américo Vespucci, que percorreu a costa brasileira em 1502, acrescentou: “Se existir um Paraíso, ele não deve estar longe”.

Nosso povo é essencialmente bom, trabalhador, pacífico, cordial, hospitaleiro, acolhedor, solidário, criativo e alegre, apesar das recentes tentativas de dividi-lo e fazê-lo odiar.
Os estrangeiros que desde sempre aqui chegaram, vindos de todas as partes e adotando-nos como sua segunda pátria, ou que apenas nos visitam como turistas ou a negócios, ficam encantados. Todas as raças e religiões encontram, enfim, a liberdade e o respeito que não tiveram em outras plagas.

Mas nós, brasileiros, ao contrário de outros povos menos bem-aventurados, não valorizamos nosso país. Certo que temos graves problemas como a violência, filha da injustiça social, e a corrupção, fruto da cobiça desenfreada. Mas tudo o que possuímos de bom, e ainda podemos ter de melhor, é muito superior às dificuldades presentes.

Além de não darmos valor às nossas coisas, também não valorizamos nossos heróis e ídolos. Preferimos desvalorizá-los, senão inconscientemente destruí-los...
Exemplo disso é o que aconteceu e está acontecendo com Neymar, nosso maior craque.
Nenhum outro jogador terá sofrido tantas faltas quanto ele nessa Copa. Os árbitros são tolerantes com defensores que usam de violência contra atletas de talento, quando, na verdade, deveriam protegê-los, pois deles depende a beleza do futebol.


Recém saído de uma cirurgia, Neymar sofreu e lutou para se recuperar a tempo de participar da Copa. Jogou as primeiras partidas visivelmente com dor e chorou de emoção quando, ao vencermos o México, fez sua melhor partida. Como os demais jogadores e comissão técnica, honrou nossa camisa verde-amarela.

Os que já jogamos futebol, sabemos que, ante a iminência de uma jogada violenta, é preferível saltar, muitas vezes caindo, do que ficar estático, podendo ter uma perna quebrada e, quiçá, a carreira encerrada. Por outro lado, difícil, senão impossível, terceiros avaliarem a intensidade da dor do atingido.

Lembro-me bem da agressão que Neymar levou nas costas na Copa de 14, tirando-o da competição, e do covarde pisão no pé que tomou na Copa de agora, mostrado claramente pela televisão. Para ambos, a arbitragem foi escandalosamente leniente: em 14, limitou-se a um cartão amarelo, e, na de 18, penso que nem punição houve, quando o correto, em ambas ocasiões, seria a expulsão, com posterior suspensão pela FIFA.

Jogadores e técnicos estrangeiros menos dotados, que voltaram mais cedo do que nós para a casa e sem a mesma honra, além de jornalistas desses países, passaram a apelidar Neymar de “cai, cai”.

E, estranhamente, a imprensa brasileira, ao invés de defender, como deveria, nosso principal craque, passou a fazer coro às críticas de fora, que, nas nossas redes sociais, foram transformadas em chacota.

Não vi jornalistas ou torcedores de outros países tentando destruir a imagem de seus jogadores, fossem eles alemães, espanhóis, portugueses ou argentinos.

Parece que, mais uma vez, infelizmente, aflorou em nós o complexo de vira-lata.
Mas apesar de todas as injustiças, o enorme talento de Neymar continuará a brilhar, enchendo de orgulho todos os brasileiros que realmente amam o futebol.

E o nosso país, em que pese a descrença de muitos, haverá igualmente de nos orgulhar.
Como escreveu em inspirado artigo Roberto Mangabeira Unger:

“O engrandecimento do Brasil soará, em todos os recantos da terra, como o grito de uma criança ao nascer, prometendo novo começo para o mundo. Presos em seus afazeres, tentando esquecer que morrerão, homens e mulheres pararão, por um instante, perturbados por uma esperança inesperada. Ouvirão nesse grito a profecia do casamento da grandeza com o amor” (artigo “Grandeza do Brasil”, Folha de São Paulo, 20.03.2001).


junho 13, 2014

No Topo da Cuesta...

No Topo da Cuesta...

Foto: Lucia Delmanto


Foto: Notícias.Botucatu


NO TOPO DA CUESTA DE BOTUCATU, DO ALTO DA CATEDRAL METROPOLITANA, UMA TORCIDA ESPECIAL...AVANTE BRASIL!!!

resumo do Facebook: 194 curtidas e 17 compartilhamento (13/06/2014)

Abstraindo o enorme coro que se formou mandando a presidente Dilma e a Fifa para “mares nunca antes navegados...”

Abstraindo as manifestações com seus excessos e os excessos sempre presentes na segurança paulista...

Abstraindo a “over-dose” nos custos das construções dos estádios e seus entornos...
Restou, 



somente, a alma vibrante dos brasileiros que na abertura da Copa contou com 60.000 mil cantando o Hino Nacional, a sua imensa paixão pelo futebol e o orgulho de ver a Pátria representada por guerreiros motivados...

Brasil 3 x Croácia 1

Não houve canto deste Brasilzão que não torceu, vibrou e enviou energia positiva para a seleção brasileira que iria mostrar que, apesar de tudo, este é um país que defende suas tradições cívicas e esportivas:

AS ESPORTIVAS NO CAMPO!
AS CÍVICAS NAS VAIAS E, LOGO-LOGO, NAS URNAS!!

ASSIM FOI A TORCIDA NO TOPO DA CUESTA (SERRA) DE BOTUCATU, DO ALTO DA CATEDRAL METROPOLITANA...UMA TORCIDA ESPECIAL, QUE NEM OUVIU AS VAIAS, SÓ ENVIOU BÊNÇÃOS À SELEÇÃO BRASILEIRA!!!




ESCLARECENDO:

Saiba o que é  CUESTA DE BOTUCATU, através da leitura do texto do moderno “JORNAL DA CUESTA”, de 2004,  que levava a estilização da cuesta como seu símbolo: na letra D estilizada da Editora Delmanto, o traço da cuesta com o céu azul acima e o verde da natureza rica de Botucatu embaixo...


clique nas imagens para ampliá-las






maio 08, 2014

Felipão confirma: saiu a “Família Scolari”

Felipão confirma:
saiu a “Família Scolari”



No post abaixo falamos da importância, para o Brasil na Copa, da “reconstrução” da “FAMÍLIA SCOLARI”. Ontem ela saiu! Com a convocação dos jogadores, os mesmos que Felipão vem preparando para que viessem a compor a “família”. A LIDERANÇA de Felipão é reconhecida e louvada pelos “experts” do futebol. É o que dará consistência ao Brasil na Copa.


FAMÍLIA SCOLARI:


GOLEIROS:
- Julio César (Toronto FC)
- Jefferson (Botafogo)
- Vitor (Atlético-MG)

LATERAIS:
- Daniel Alves (Barcelona)
- Marcelo (Real Madrid)
- Maicon (Roma)
- Maxwell (PSG)

ZAGUEIROS:
- Thiago Silva (PSG)
- David Luiz (Chelsea)
- Dante (Bayern de Munique)
- Henrique (Nápoli)

MEIAS:
- Paulinho (Tottenham)
- Ramires (Chelsea)
- Luiz Gustavo (Wolfsburg)
- Hernanes (Inter de Milão)
- Fernandinho (Manchester City)
- Oscar (CHelsea)
- Willian (Chelsea)

ATACANTES:
- Neymar (Barcelona)
- Fred (Fluminense)
- Hulk (Zenit)
- Bernard (Shakhtar Donetsk)
- Jô (Atlético Mineiro)

Vejam o post de 28 de novembro de 2012:


FELIPÃO: PENTACAMPEÃO +
PARREIRA: TETRACAMPEÃO
= SUCESSO EM 2014!!!




O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.

O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!

Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas do futebol com a política e com determinados políticos...



Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.

“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)


AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!



“Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”


“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”

“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso à conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldade de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”

( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

julho 25, 2013

Ronaldinho Gaúcho
é um VENCEDOR!!!
Campeão da LIBERTADORES 2013!

Ronaldinho Gaúcho é um VENCEDOR!!!
Brasil conquista 4 LIBERTADORES seguidas!/ leia aqui
A vitória espetacular (na madrugada de hoje!) do Clube Atlético Mineiro – CAM sobre o Olímpia, do Paraguai (3 vezes Campeão da Libertadores), nos pênaltis, ficará na história do futebol brasileiro.

ATLÉTICO MINEIRO CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2013!!!

E nada mais justo que exaltemos o craque Ronaldinho. Provou que é o “dono da bola” e mais: PROVOU que é GUERREIRO e que joga para o time.

Será convocado pelo Felipão?!?
O Brasil todo quer que ele seja convocado...

Abaixo, o post que fizemos para ele em agosto de 2012: “Ronaldinho Novo Ídolo do Futebol?!?”   Merecido. Reproduzo na íntegra, inclusive com os comentários da época:

NOVO ?!? NOVO ?!? NOVO?!?
“No gol de Ronaldinho, o Atlético tinha nove jogadores. Quando ele driblou Marcelo Oliveira, no meio-campo, um jogador do Galo entrava livre pela direita. Pensei que Ronaldinho lhe daria o passe. Mas ele, mostrando que está muito bem preparado fisicamente, percebeu o momento grandioso e foi driblando até o gol, até colocar a bola, com perfeição, no cantinho.” (Tostão)
O comentário é do ex-campeão mundial de futebol: TOSTÃO! Com a segurança de quem sabe o que fala porque já esteve lá e se saiu muito bem. Tostão mostra – para todo o Brasil! – o que só o técnico Mano não consegue ver ou não quer ver...
Sangrando a reputação da seleção brasileira desde que assumiu seu comando (da “tchurma” de Ricardo Teixeira, Ronaldo, Sanchez e Mano), o técnico tem feito verdadeiro rodízio de craques. Rodízio nunca visto e que só interessa para a valorização momentânea dos passes desses jogadores e, muito principalmente, da verdadeira “máfia” de empresários que vivem da exploração da venda de jogadores, principalmente depois de terem seus passes valorizados após uma convocação discutível para a seleção brasileira.
O artigo do Tostão, abaixo reproduzido, nos mostra a importância e o valor de Ronaldinho. Antes, com o Dunga, era vetado pelo fato do então técnico nunca ter perdoado Ronaldinho pelo “chapéu” que lhe deu num clássico gaúcho. Mas o Brasil é maior do que esses dois técnicos (Dunga e Mano) que só prestaram um desserviço à seleção brasileira de futebol.
Seja com Felipão, Muricy ou Luxemburgo, a Seleção Brasileira precisa montar o núcleo do time que nos representará em 2014 – convocando Kaká, Nilmar e tantos craques “óbvios”! – mantendo o “perfil” da seleção sem experiências ou “encomendas” de “amigos” empresários.
Agora, o Brasil está vendo o “gênio” de Ronaldinho...E isso o mundo todo já viu...
Acorda CBF!
Acorda José Maria Marin!!!
Tostão (JORNAL "O TEMPO", 22/08)
Durante o Brasileirão, com as chegadas de Ronaldinho, Junior Cesar e Victor para posições deficientes, o Atlético, que já estava bom, ficou muito melhor. Nas últimas partidas, Ronaldinho foi o principal destaque da equipe e do campeonato. Mestre Cuca esperava que ele fosse o regente, capaz de dar ótimos passes e de colocar mais classe na velocidade organizada. Ele tem sido mais do que tudo isso.
No Flamengo, a expectativa era a de que Ronaldinho jogasse como no Barcelona e de acordo com seu astronômico salário. Quanto maior a expectativa, maior a frustração. No Atlético, ele tem jogado melhor do que se esperava. O torcedor está radiante, pois há muito tempo não via, tão de perto, um jogador fazer tantas mágicas com a bola.
Vágner Love, em vez de Ronaldinho, tem agora Negueba ao seu lado. Negueba é um bom exemplo de jogador que se destaca demais nas categorias de base, por causa da velocidade, e que, no time principal, torna-se comum, mediano. O Brasil é o país dos Neguebas. Fisicamente, ficam prontos mais cedo. É um dos motivos de o país ganhar muitos títulos nas categorias de base.
Esse tipo de jogador, veloz, é produzido em série, para exportação ou para ser titular de um dos grandes times brasileiros. Todos eles correm muito. Com frequência, há mais de um Negueba em uma mesma equipe. Cada um corre por um lado. Raramente, se aproximam para trocar passes. Esse é o atual estilo brasileiro, de jogadas isoladas, em velocidade, de sobressaltos e de espasmos individuais. Algumas vezes, dá certo.
Felizmente, o Brasil é tão grande e há tantos meninos querendo ser craques, que, embora cada vez mais raro, surgem um Neymar, um Lucas, também velozes, porém, com muito mais talento. Por outro lado, há muito tempo, não aparece um craque no meio-campo, clássico, uma mistura de volante e meia, como Xavi. Esse tipo de armador, quando surge nas categorias de base, é deixado de lado, ainda mais se for baixinho, ou é transformado em um meia ofensivo ou em um jogador pelos lados, que vai e volta, para delírio dos treinadores.
Com o retorno dos campeonatos europeus, fica evidente, ao assistir, em um mesmo dia, a jogos na Europa e no Brasil, a diferença das partidas. Na Europa, a maioria dos jogos acontece em ótimos gramados, com estádios cheios, com menos tumulto e mais troca de passes. No Brasil, o jogo é mais poluído, até na publicidade das camisas. Com poucas exceções, as partidas são em gramados ruins, com mais erros dos árbitros, mais discussões, reclamações, trombadas, simulações, carrinhos, cotoveladas e agressões. Uma cafajestagem, como diz Fernando Calazans. Muitos gostam. Acham os jogos emocionantes, intensos.
###
VAPT-VUPT
O Atlético tem 82% de aproveitamento. Se tiver 50% nos jogos que faltam, o que é muito provável, terá mais pontos que o campeão do Brasileirão do ano passado. A ameaça é que o Fluminense pode manter os 72% que tem ou até fazer mais pontos. Já isso é pouco provável. O Galo está com tudo e está prosa.
Perder fora de casa para o Coritiba era esperado. Mas 4 a 0 foi demais, apesar de o Coritiba fazer muitos gols em casa, como nos 6 a 0, contra o Palmeiras, em 2011. O Cruzeiro tem jogado mal. Quando ganha, geralmente jogando mal, é elogiado como se estivesse bem. O Cruzeiro joga no esquema vapt-vupt, dito por Kafunga, para falar dos times que só sabiam dar chutões, correr e marcar."

junho 03, 2013

Barcelona + Neymar =
Brasil, Sim Senhor!!!


NEYMAR É RECEBIDO EM GRANDE FESTA!

O BARCELONA, definitivamente, sabe recepcionar os seus jogadores. A recepção ao Neymar foi majestosa. Quase 60 mil pessoas no estádio só para aplaudi-lo. Entrevista concorrida. Cobertura dos melhores jornais da Espanha. Seguramente, NEYMAR foi recebido como um FUTURO MELHOR JOGADOR DO MUNDO!!!

Os jogadores brasileiros MELHORES DO MUNDO, vestindo a camisa do BARCELONA, foram: Romário (1994), Ronaldo (1997), Rivaldo (1999), Ronaldinho Gaúcho (2004/2005). Sendo que o Ronaldo já tinha sido o melhor do Mundo em 1995 e voltou a ser em 2002.

O apoio da namorada global, Bruna Marquezine, foi positivo, em sua atuação pela Seleção Brasileira, no empate com a Inglaterra, por 2 gols. Ela acompanhou Neymar a Barcelona.

Com certeza, o BARCELONA, além de ser famoso por preparar seus atletas desde a base, como aconteceu com o MESSI, por exemplo, sempre buscou no Brasil as grandes promessas do futebol mundial.

PARABÉNS, NEYMAR!
PARABÉNS, BARCELONA!
PARABÉNS, BRASIL!!!

maio 20, 2013

Cuidado, Felipão!
Muita Gula Faz Mal!!!

 UMA VEZ DEU CERTO...
           ERRAR DE NOVO...SEI NÃO...
Família Scolari: Agora É Pra Valer!
(Blog do Noblat - 20/05/2013)

Saiu a lista dos convocados por Felipão. Todos estávamos esperando e apoiando esse técnico que já mostrou que é competente. Mas não é DIVINO!
Em 2002, ele NÃO quis convocar o ROMÁRIO que era considerado o melhor jogador em atividade no Brasil. Correu o risco. Montou uma boa equipe, criou a “FAMÍLIA SCOLARI” e foi vencedor. Poderia não ter sido...
E porquê não convocou o ROMÁRIO?!? Simplesmente porque ele além de ser um técnico competente, é vaidoso e queria construir sua carreira profissional. Não queria dividir os "louros" das vitórias... E conseguiu: foi para Portugal, tirou a seleção portuguesa do ostracismo e teve “ótimos” empregos onde pode fazer um bom “pé-de-meia”...
UM RAIO NÃO CAI 2 VEZES NUM MESMO LUGAR... Será?!? Te cuida, Felipão!!!
Em 2013, o RONALDINHO é considerado o melhor jogador brasileiro em atividade. Acaba de ser Campeão Mineiro/2013, e vive um momento “mágico” em sua carreira: é o maestro do time, arma as jogadas, dá passes milimetricamente perfeitos, com a bola nos pés é um terror, então...
Tudo bem, é esperar pra ver. Hoje, Felipão poderia dividir o possível prestígio das vitórias sem se prejudicar, certo? Hoje, ele não precisaria de todas as luzes dos holofotes sobre a sua pessoa...

O comentarista da Band, o Neto, disse uma coisa certa: o melhor da seleção convocada é o Neymar, mas ele não está "pronto", pois se tivesse ido (em 2011) para a Europa, teria jogado contra times como o Real Madri, mas, ficando aqui, ficou jogando contra o XV de Jaú, o Mirasol... Ele NÃO está "pronto"!
Te cuida, Felipão! Errar é humano, mas reconhecer o erro e consertá-lo, é prerrogativa dos grandes homens! Repense! Em agosto de 2012, quase um ano atrás, fiz o post abaixo. Não custa uma releitura, Felipão! Vamos ao texto:
NOVO ?!? NOVO ?!? NOVO?!?
“No gol de Ronaldinho, o Atlético tinha nove jogadores. Quando ele driblou Marcelo Oliveira, no meio-campo, um jogador do Galo entrava livre pela direita. Pensei que Ronaldinho lhe daria o passe. Mas ele, mostrando que está muito bem preparado fisicamente, percebeu o momento grandioso e foi driblando até o gol, até colocar a bola, com perfeição, no cantinho.” (Tostão)
O comentário é do ex-campeão mundial de futebol: TOSTÃO! Com a segurança de quem sabe o que fala porque já esteve lá e se saiu muito bem. Tostão mostra – para todo o Brasil! – o que só o técnico Mano não consegue ver ou não quer ver...
Sangrando a reputação da seleção brasileira desde que assumiu seu comando (da “tchurma” de Ricardo Teixeira, Ronaldo, Sanchez e Mano), o técnico tem feito verdadeiro rodízio de craques. Rodízio nunca visto e que só interessa para a valorização momentânea dos passes desses jogadores e, muito principalmente, da verdadeira “máfia” de empresários que vivem da exploração da venda de jogadores, principalmente depois de terem seus passes valorizados após uma convocação discutível para a seleção brasileira.
O artigo do Tostão, abaixo reproduzido, nos mostra a importância e o valor de Ronaldinho. Antes, com o Dunga, era vetado pelo fato do então técnico nunca ter perdoado Ronaldinho pelo “chapéu” que lhe deu num clássico gaúcho. Mas o Brasil é maior do que esses dois técnicos (Dunga e Mano) que só prestaram um desserviço à seleção brasileira de futebol.
Seja com Felipão, Muricy ou Luxemburgo, a Seleção Brasileira precisa montar o núcleo do time que nos representará em 2014 – convocando Kaká, Nilmar e tantos craques “óbvios”! – mantendo o “perfil” da seleção sem experiências ou “encomendas” de “amigos” empresários.
Agora, o Brasil está vendo o “gênio” de Ronaldinho...E isso o mundo todo já viu...
Acorda CBF!
Acorda José Maria Marin!!!
Tostão (JORNAL "O TEMPO", 22/08)
Durante o Brasileirão, com as chegadas de Ronaldinho, Junior Cesar e Victor para posições deficientes, o Atlético, que já estava bom, ficou muito melhor. Nas últimas partidas, Ronaldinho foi o principal destaque da equipe e do campeonato. Mestre Cuca esperava que ele fosse o regente, capaz de dar ótimos passes e de colocar mais classe na velocidade organizada. Ele tem sido mais do que tudo isso.
No Flamengo, a expectativa era a de que Ronaldinho jogasse como no Barcelona e de acordo com seu astronômico salário. Quanto maior a expectativa, maior a frustração. No Atlético, ele tem jogado melhor do que se esperava. O torcedor está radiante, pois há muito tempo não via, tão de perto, um jogador fazer tantas mágicas com a bola.
Vágner Love, em vez de Ronaldinho, tem agora Negueba ao seu lado. Negueba é um bom exemplo de jogador que se destaca demais nas categorias de base, por causa da velocidade, e que, no time principal, torna-se comum, mediano. O Brasil é o país dos Neguebas. Fisicamente, ficam prontos mais cedo. É um dos motivos de o país ganhar muitos títulos nas categorias de base.
Esse tipo de jogador, veloz, é produzido em série, para exportação ou para ser titular de um dos grandes times brasileiros. Todos eles correm muito. Com frequência, há mais de um Negueba em uma mesma equipe. Cada um corre por um lado. Raramente, se aproximam para trocar passes. Esse é o atual estilo brasileiro, de jogadas isoladas, em velocidade, de sobressaltos e de espasmos individuais. Algumas vezes, dá certo.
Felizmente, o Brasil é tão grande e há tantos meninos querendo ser craques, que, embora cada vez mais raro, surgem um Neymar, um Lucas, também velozes, porém, com muito mais talento. Por outro lado, há muito tempo, não aparece um craque no meio-campo, clássico, uma mistura de volante e meia, como Xavi. Esse tipo de armador, quando surge nas categorias de base, é deixado de lado, ainda mais se for baixinho, ou é transformado em um meia ofensivo ou em um jogador pelos lados, que vai e volta, para delírio dos treinadores.
Com o retorno dos campeonatos europeus, fica evidente, ao assistir, em um mesmo dia, a jogos na Europa e no Brasil, a diferença das partidas. Na Europa, a maioria dos jogos acontece em ótimos gramados, com estádios cheios, com menos tumulto e mais troca de passes. No Brasil, o jogo é mais poluído, até na publicidade das camisas. Com poucas exceções, as partidas são em gramados ruins, com mais erros dos árbitros, mais discussões, reclamações, trombadas, simulações, carrinhos, cotoveladas e agressões. Uma cafajestagem, como diz Fernando Calazans. Muitos gostam. Acham os jogos emocionantes, intensos.
###
VAPT-VUPT
O Atlético tem 82% de aproveitamento. Se tiver 50% nos jogos que faltam, o que é muito provável, terá mais pontos que o campeão do Brasileirão do ano passado. A ameaça é que o Fluminense pode manter os 72% que tem ou até fazer mais pontos. Já isso é pouco provável. O Galo está com tudo e está prosa.
Perder fora de casa para o Coritiba era esperado. Mas 4 a 0 foi demais, apesar de o Coritiba fazer muitos gols em casa, como nos 6 a 0, contra o Palmeiras, em 2011. O Cruzeiro tem jogado mal. Quando ganha, geralmente jogando mal, é elogiado como se estivesse bem. O Cruzeiro joga no esquema vapt-vupt, dito por Kafunga, para falar dos times que só sabiam dar chutões, correr e marcar."

novembro 28, 2012

“Família Scolari”:
agora é pra valer!

Felipão: PENTACAMPEÃO! +
Parreira: TETRACAMPEÃO =
SUCESSO NA COPA DE 2014!!!
O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.
O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!
Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas com a política e com determinados políticos...
Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende sociologicamente por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.
“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)
AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!
 “Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”
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“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”
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“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso às conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldades de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”
( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

setembro 08, 2012

Seleção Brasileira:
Alta Rotatividade Negocial ?!?


A proximidade da Copa Mundial de Futebol de 2014 nos faz voltar a este assunto da maior importância. A CBF continua intocável. Saiu o Ricardo Teixeira (embora conste que ele ainda recebe “pró-labore, será?), mas veio o Marin (com um salário fenomenal) trazendo a tira-colo aquele que tem sido esperto demais e já tem mostrado as suas “garras” e a sua “gula”: Marco Pólo Del Nero. Dizem que será o presidente da CBF durante a Copa. Sei lá... O que interessa é que continua tudo igual e como antes no “quartel de Abrantes”...
Aqui deste blog, repetidas vezes, temos focalizado a grave situação da CBF, como num de nossos últimos posts:
“Sangrando a reputação da seleção brasileira desde que assumiu seu comando (da “tchurma” de Ricardo Teixeira, Ronaldo e Sanchez), o técnico tem feito verdadeiro rodízio de craques. Rodízio nunca visto e que só interessa para a valorização momentânea dos passes desses jogadores e, muito principalmente, da verdadeira “máfia” de empresários que vivem da exploração da venda de jogadores, principalmente depois de terem seus passes valorizados após uma convocação discutível para a seleção brasileira.”
A presidenta Dilma já nomeou o Pelé como EMBAIXADOR DA COPA, mas é preciso colocar o dedo na ferida e “extirpar” esse “tumor” que pode levar o Brasil a sediar a Copa, MAS a PERDER A COPA!!!
Abaixo, 2 artigos. Um do Romário – revelação como deputado federal atuante! – e o outro do experiente jornalista Ricardo Kotcho, publicado no Blog do Ricardo Noblat:

Após chamar Mano de imbecil, Romário desconfia de convocações de Cássio e Hulk: 'Está havendo um cartel'

“O clima entre Romário e Mano Menezes continua longe de ser bom. Há cerca de duas semanas, os dois já haviam trocado farpas. O treinador chamara o deputado federal e ex-jogador de "aproveitador", que respondera chamando desafeto de "idiota", "imbecil" e colocando em dúvida os critérios do treinador no momento da convocação da seleção brasileira. Nesta quarta-feira, o Baixinho voltou a levantar suspeitas quanto ao critério de Mano nas listas.
"Sobre a última convocação do Mano, mais um exemplo de que dentro da seleção está havendo um cartel nas convocações. A convocação do Hulk para a Olimpíada e, logo em seguida, a realização de uma das transferências mais caras da história do futebol. O jogador saiu do Porto, de Portugal, para o Zenit, da Rússia, por 55 milhões de euros (R$ 140,8 milhões)", afirmou Romário pelo Twitter.

O ex-jogador já havia feito críticas à convocação do atacante para a Olimpíada logo após o treinador divulgar a lista. Ainda em relação à competição disputada entre o final de julho e a primeira metade de agosto, o Baixinho fez duras críticas ao treinador da seleção brasileira após a derrota na decisão para o México. "Ainda bem que a gente está vendo a última atuação dele na Seleção Brasileira", afirmara logo após o revés por 2 a 1.

O goleiro Cássio, do Corinthians, foi outro jogador citado na declaração desconfiada de Romário. "E, agora, o goleiro do Corinthians, que tem seus direitos econômicos ligados a pessoas da Confederação Brasileira de Futebol... após a convocação e alguns jogos pela seleção, se já não foi, será vendido para o Roma. Quem leva?", indagou o político.”
(por espn.com.br, Atualizado: 05/09/2012)


O título acima já estava pronto ao final do primeiro tempo do amistoso do Brasil contra a África do Sul, na tarde desta sexta-feira, no Morumbi, em que mais uma vez vimos como vai mal o outrora melhor futebol do mundo. Com esta seleção de Mano e Marin, não teremos a menor chance na Copa de 2014.
Não dá mais, chega! Em casos normais, é o presidente quem demite o treinador. Como isso não vai acontecer, porque os dois são igualmente medíocres e covardes, Mano Menezes poderia fazer o favor de pedir o boné e levar junto com ele o tal de José Maria Marin e seus óculos escuros panorâmicos, legítimo herdeiro de Ricardo Teixeira como dono da massa falida da CBF.
Faz mais de dois anos que o técnico escolhido por Teixeira para o lugar de Dunga, após o vexame na Copa da África do Sul, prova a cada jogo que é incapaz de montar um time de futebol com a camisa da seleção brasileira, depois de testar um caminhão de jogadores. Pouco importa que o Brasil tenha achado um gol e vencido por 1 a 0, com um gol do incrível Hulck. Vale o pedido que faço no título.
Jogamos tão mal que Mano, um técnico sempre muito agitado à beira do gramado, que passou as Olimpíadas gritando com os jogadores e xingando os juízes, ficou o tempo todo encolhido no banco de reservas com medo de ser vaiado.
No final do jogo, com o Brasil todo recuado para garantir a "goleada" contra uma seleção de jogadores apenas esforçados e muito ingênuos, as vaias da torcida que lotou o Morumbi gritaram que chegamos ao fundo do poço. E não vamos fazer nada, não vai acontecer nada, fica tudo por isso mesmo, faltando menos de dois anos para a abertura da Copa no Brasil?
(Blog do Ricardo Noblat – 08/09/2012)