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maio 08, 2014

Felipão confirma: saiu a “Família Scolari”

Felipão confirma:
saiu a “Família Scolari”



No post abaixo falamos da importância, para o Brasil na Copa, da “reconstrução” da “FAMÍLIA SCOLARI”. Ontem ela saiu! Com a convocação dos jogadores, os mesmos que Felipão vem preparando para que viessem a compor a “família”. A LIDERANÇA de Felipão é reconhecida e louvada pelos “experts” do futebol. É o que dará consistência ao Brasil na Copa.


FAMÍLIA SCOLARI:


GOLEIROS:
- Julio César (Toronto FC)
- Jefferson (Botafogo)
- Vitor (Atlético-MG)

LATERAIS:
- Daniel Alves (Barcelona)
- Marcelo (Real Madrid)
- Maicon (Roma)
- Maxwell (PSG)

ZAGUEIROS:
- Thiago Silva (PSG)
- David Luiz (Chelsea)
- Dante (Bayern de Munique)
- Henrique (Nápoli)

MEIAS:
- Paulinho (Tottenham)
- Ramires (Chelsea)
- Luiz Gustavo (Wolfsburg)
- Hernanes (Inter de Milão)
- Fernandinho (Manchester City)
- Oscar (CHelsea)
- Willian (Chelsea)

ATACANTES:
- Neymar (Barcelona)
- Fred (Fluminense)
- Hulk (Zenit)
- Bernard (Shakhtar Donetsk)
- Jô (Atlético Mineiro)

Vejam o post de 28 de novembro de 2012:


FELIPÃO: PENTACAMPEÃO +
PARREIRA: TETRACAMPEÃO
= SUCESSO EM 2014!!!




O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.

O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!

Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas do futebol com a política e com determinados políticos...



Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.

“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)


AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!



“Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”


“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”

“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso à conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldade de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”

( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

julho 25, 2013

Ronaldinho Gaúcho
é um VENCEDOR!!!
Campeão da LIBERTADORES 2013!

Ronaldinho Gaúcho é um VENCEDOR!!!
Brasil conquista 4 LIBERTADORES seguidas!/ leia aqui
A vitória espetacular (na madrugada de hoje!) do Clube Atlético Mineiro – CAM sobre o Olímpia, do Paraguai (3 vezes Campeão da Libertadores), nos pênaltis, ficará na história do futebol brasileiro.

ATLÉTICO MINEIRO CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2013!!!

E nada mais justo que exaltemos o craque Ronaldinho. Provou que é o “dono da bola” e mais: PROVOU que é GUERREIRO e que joga para o time.

Será convocado pelo Felipão?!?
O Brasil todo quer que ele seja convocado...

Abaixo, o post que fizemos para ele em agosto de 2012: “Ronaldinho Novo Ídolo do Futebol?!?”   Merecido. Reproduzo na íntegra, inclusive com os comentários da época:

NOVO ?!? NOVO ?!? NOVO?!?
“No gol de Ronaldinho, o Atlético tinha nove jogadores. Quando ele driblou Marcelo Oliveira, no meio-campo, um jogador do Galo entrava livre pela direita. Pensei que Ronaldinho lhe daria o passe. Mas ele, mostrando que está muito bem preparado fisicamente, percebeu o momento grandioso e foi driblando até o gol, até colocar a bola, com perfeição, no cantinho.” (Tostão)
O comentário é do ex-campeão mundial de futebol: TOSTÃO! Com a segurança de quem sabe o que fala porque já esteve lá e se saiu muito bem. Tostão mostra – para todo o Brasil! – o que só o técnico Mano não consegue ver ou não quer ver...
Sangrando a reputação da seleção brasileira desde que assumiu seu comando (da “tchurma” de Ricardo Teixeira, Ronaldo, Sanchez e Mano), o técnico tem feito verdadeiro rodízio de craques. Rodízio nunca visto e que só interessa para a valorização momentânea dos passes desses jogadores e, muito principalmente, da verdadeira “máfia” de empresários que vivem da exploração da venda de jogadores, principalmente depois de terem seus passes valorizados após uma convocação discutível para a seleção brasileira.
O artigo do Tostão, abaixo reproduzido, nos mostra a importância e o valor de Ronaldinho. Antes, com o Dunga, era vetado pelo fato do então técnico nunca ter perdoado Ronaldinho pelo “chapéu” que lhe deu num clássico gaúcho. Mas o Brasil é maior do que esses dois técnicos (Dunga e Mano) que só prestaram um desserviço à seleção brasileira de futebol.
Seja com Felipão, Muricy ou Luxemburgo, a Seleção Brasileira precisa montar o núcleo do time que nos representará em 2014 – convocando Kaká, Nilmar e tantos craques “óbvios”! – mantendo o “perfil” da seleção sem experiências ou “encomendas” de “amigos” empresários.
Agora, o Brasil está vendo o “gênio” de Ronaldinho...E isso o mundo todo já viu...
Acorda CBF!
Acorda José Maria Marin!!!
Tostão (JORNAL "O TEMPO", 22/08)
Durante o Brasileirão, com as chegadas de Ronaldinho, Junior Cesar e Victor para posições deficientes, o Atlético, que já estava bom, ficou muito melhor. Nas últimas partidas, Ronaldinho foi o principal destaque da equipe e do campeonato. Mestre Cuca esperava que ele fosse o regente, capaz de dar ótimos passes e de colocar mais classe na velocidade organizada. Ele tem sido mais do que tudo isso.
No Flamengo, a expectativa era a de que Ronaldinho jogasse como no Barcelona e de acordo com seu astronômico salário. Quanto maior a expectativa, maior a frustração. No Atlético, ele tem jogado melhor do que se esperava. O torcedor está radiante, pois há muito tempo não via, tão de perto, um jogador fazer tantas mágicas com a bola.
Vágner Love, em vez de Ronaldinho, tem agora Negueba ao seu lado. Negueba é um bom exemplo de jogador que se destaca demais nas categorias de base, por causa da velocidade, e que, no time principal, torna-se comum, mediano. O Brasil é o país dos Neguebas. Fisicamente, ficam prontos mais cedo. É um dos motivos de o país ganhar muitos títulos nas categorias de base.
Esse tipo de jogador, veloz, é produzido em série, para exportação ou para ser titular de um dos grandes times brasileiros. Todos eles correm muito. Com frequência, há mais de um Negueba em uma mesma equipe. Cada um corre por um lado. Raramente, se aproximam para trocar passes. Esse é o atual estilo brasileiro, de jogadas isoladas, em velocidade, de sobressaltos e de espasmos individuais. Algumas vezes, dá certo.
Felizmente, o Brasil é tão grande e há tantos meninos querendo ser craques, que, embora cada vez mais raro, surgem um Neymar, um Lucas, também velozes, porém, com muito mais talento. Por outro lado, há muito tempo, não aparece um craque no meio-campo, clássico, uma mistura de volante e meia, como Xavi. Esse tipo de armador, quando surge nas categorias de base, é deixado de lado, ainda mais se for baixinho, ou é transformado em um meia ofensivo ou em um jogador pelos lados, que vai e volta, para delírio dos treinadores.
Com o retorno dos campeonatos europeus, fica evidente, ao assistir, em um mesmo dia, a jogos na Europa e no Brasil, a diferença das partidas. Na Europa, a maioria dos jogos acontece em ótimos gramados, com estádios cheios, com menos tumulto e mais troca de passes. No Brasil, o jogo é mais poluído, até na publicidade das camisas. Com poucas exceções, as partidas são em gramados ruins, com mais erros dos árbitros, mais discussões, reclamações, trombadas, simulações, carrinhos, cotoveladas e agressões. Uma cafajestagem, como diz Fernando Calazans. Muitos gostam. Acham os jogos emocionantes, intensos.
###
VAPT-VUPT
O Atlético tem 82% de aproveitamento. Se tiver 50% nos jogos que faltam, o que é muito provável, terá mais pontos que o campeão do Brasileirão do ano passado. A ameaça é que o Fluminense pode manter os 72% que tem ou até fazer mais pontos. Já isso é pouco provável. O Galo está com tudo e está prosa.
Perder fora de casa para o Coritiba era esperado. Mas 4 a 0 foi demais, apesar de o Coritiba fazer muitos gols em casa, como nos 6 a 0, contra o Palmeiras, em 2011. O Cruzeiro tem jogado mal. Quando ganha, geralmente jogando mal, é elogiado como se estivesse bem. O Cruzeiro joga no esquema vapt-vupt, dito por Kafunga, para falar dos times que só sabiam dar chutões, correr e marcar."

maio 20, 2013

Cuidado, Felipão!
Muita Gula Faz Mal!!!

 UMA VEZ DEU CERTO...
           ERRAR DE NOVO...SEI NÃO...
Família Scolari: Agora É Pra Valer!
(Blog do Noblat - 20/05/2013)

Saiu a lista dos convocados por Felipão. Todos estávamos esperando e apoiando esse técnico que já mostrou que é competente. Mas não é DIVINO!
Em 2002, ele NÃO quis convocar o ROMÁRIO que era considerado o melhor jogador em atividade no Brasil. Correu o risco. Montou uma boa equipe, criou a “FAMÍLIA SCOLARI” e foi vencedor. Poderia não ter sido...
E porquê não convocou o ROMÁRIO?!? Simplesmente porque ele além de ser um técnico competente, é vaidoso e queria construir sua carreira profissional. Não queria dividir os "louros" das vitórias... E conseguiu: foi para Portugal, tirou a seleção portuguesa do ostracismo e teve “ótimos” empregos onde pode fazer um bom “pé-de-meia”...
UM RAIO NÃO CAI 2 VEZES NUM MESMO LUGAR... Será?!? Te cuida, Felipão!!!
Em 2013, o RONALDINHO é considerado o melhor jogador brasileiro em atividade. Acaba de ser Campeão Mineiro/2013, e vive um momento “mágico” em sua carreira: é o maestro do time, arma as jogadas, dá passes milimetricamente perfeitos, com a bola nos pés é um terror, então...
Tudo bem, é esperar pra ver. Hoje, Felipão poderia dividir o possível prestígio das vitórias sem se prejudicar, certo? Hoje, ele não precisaria de todas as luzes dos holofotes sobre a sua pessoa...

O comentarista da Band, o Neto, disse uma coisa certa: o melhor da seleção convocada é o Neymar, mas ele não está "pronto", pois se tivesse ido (em 2011) para a Europa, teria jogado contra times como o Real Madri, mas, ficando aqui, ficou jogando contra o XV de Jaú, o Mirasol... Ele NÃO está "pronto"!
Te cuida, Felipão! Errar é humano, mas reconhecer o erro e consertá-lo, é prerrogativa dos grandes homens! Repense! Em agosto de 2012, quase um ano atrás, fiz o post abaixo. Não custa uma releitura, Felipão! Vamos ao texto:
NOVO ?!? NOVO ?!? NOVO?!?
“No gol de Ronaldinho, o Atlético tinha nove jogadores. Quando ele driblou Marcelo Oliveira, no meio-campo, um jogador do Galo entrava livre pela direita. Pensei que Ronaldinho lhe daria o passe. Mas ele, mostrando que está muito bem preparado fisicamente, percebeu o momento grandioso e foi driblando até o gol, até colocar a bola, com perfeição, no cantinho.” (Tostão)
O comentário é do ex-campeão mundial de futebol: TOSTÃO! Com a segurança de quem sabe o que fala porque já esteve lá e se saiu muito bem. Tostão mostra – para todo o Brasil! – o que só o técnico Mano não consegue ver ou não quer ver...
Sangrando a reputação da seleção brasileira desde que assumiu seu comando (da “tchurma” de Ricardo Teixeira, Ronaldo, Sanchez e Mano), o técnico tem feito verdadeiro rodízio de craques. Rodízio nunca visto e que só interessa para a valorização momentânea dos passes desses jogadores e, muito principalmente, da verdadeira “máfia” de empresários que vivem da exploração da venda de jogadores, principalmente depois de terem seus passes valorizados após uma convocação discutível para a seleção brasileira.
O artigo do Tostão, abaixo reproduzido, nos mostra a importância e o valor de Ronaldinho. Antes, com o Dunga, era vetado pelo fato do então técnico nunca ter perdoado Ronaldinho pelo “chapéu” que lhe deu num clássico gaúcho. Mas o Brasil é maior do que esses dois técnicos (Dunga e Mano) que só prestaram um desserviço à seleção brasileira de futebol.
Seja com Felipão, Muricy ou Luxemburgo, a Seleção Brasileira precisa montar o núcleo do time que nos representará em 2014 – convocando Kaká, Nilmar e tantos craques “óbvios”! – mantendo o “perfil” da seleção sem experiências ou “encomendas” de “amigos” empresários.
Agora, o Brasil está vendo o “gênio” de Ronaldinho...E isso o mundo todo já viu...
Acorda CBF!
Acorda José Maria Marin!!!
Tostão (JORNAL "O TEMPO", 22/08)
Durante o Brasileirão, com as chegadas de Ronaldinho, Junior Cesar e Victor para posições deficientes, o Atlético, que já estava bom, ficou muito melhor. Nas últimas partidas, Ronaldinho foi o principal destaque da equipe e do campeonato. Mestre Cuca esperava que ele fosse o regente, capaz de dar ótimos passes e de colocar mais classe na velocidade organizada. Ele tem sido mais do que tudo isso.
No Flamengo, a expectativa era a de que Ronaldinho jogasse como no Barcelona e de acordo com seu astronômico salário. Quanto maior a expectativa, maior a frustração. No Atlético, ele tem jogado melhor do que se esperava. O torcedor está radiante, pois há muito tempo não via, tão de perto, um jogador fazer tantas mágicas com a bola.
Vágner Love, em vez de Ronaldinho, tem agora Negueba ao seu lado. Negueba é um bom exemplo de jogador que se destaca demais nas categorias de base, por causa da velocidade, e que, no time principal, torna-se comum, mediano. O Brasil é o país dos Neguebas. Fisicamente, ficam prontos mais cedo. É um dos motivos de o país ganhar muitos títulos nas categorias de base.
Esse tipo de jogador, veloz, é produzido em série, para exportação ou para ser titular de um dos grandes times brasileiros. Todos eles correm muito. Com frequência, há mais de um Negueba em uma mesma equipe. Cada um corre por um lado. Raramente, se aproximam para trocar passes. Esse é o atual estilo brasileiro, de jogadas isoladas, em velocidade, de sobressaltos e de espasmos individuais. Algumas vezes, dá certo.
Felizmente, o Brasil é tão grande e há tantos meninos querendo ser craques, que, embora cada vez mais raro, surgem um Neymar, um Lucas, também velozes, porém, com muito mais talento. Por outro lado, há muito tempo, não aparece um craque no meio-campo, clássico, uma mistura de volante e meia, como Xavi. Esse tipo de armador, quando surge nas categorias de base, é deixado de lado, ainda mais se for baixinho, ou é transformado em um meia ofensivo ou em um jogador pelos lados, que vai e volta, para delírio dos treinadores.
Com o retorno dos campeonatos europeus, fica evidente, ao assistir, em um mesmo dia, a jogos na Europa e no Brasil, a diferença das partidas. Na Europa, a maioria dos jogos acontece em ótimos gramados, com estádios cheios, com menos tumulto e mais troca de passes. No Brasil, o jogo é mais poluído, até na publicidade das camisas. Com poucas exceções, as partidas são em gramados ruins, com mais erros dos árbitros, mais discussões, reclamações, trombadas, simulações, carrinhos, cotoveladas e agressões. Uma cafajestagem, como diz Fernando Calazans. Muitos gostam. Acham os jogos emocionantes, intensos.
###
VAPT-VUPT
O Atlético tem 82% de aproveitamento. Se tiver 50% nos jogos que faltam, o que é muito provável, terá mais pontos que o campeão do Brasileirão do ano passado. A ameaça é que o Fluminense pode manter os 72% que tem ou até fazer mais pontos. Já isso é pouco provável. O Galo está com tudo e está prosa.
Perder fora de casa para o Coritiba era esperado. Mas 4 a 0 foi demais, apesar de o Coritiba fazer muitos gols em casa, como nos 6 a 0, contra o Palmeiras, em 2011. O Cruzeiro tem jogado mal. Quando ganha, geralmente jogando mal, é elogiado como se estivesse bem. O Cruzeiro joga no esquema vapt-vupt, dito por Kafunga, para falar dos times que só sabiam dar chutões, correr e marcar."

novembro 28, 2012

“Família Scolari”:
agora é pra valer!

Felipão: PENTACAMPEÃO! +
Parreira: TETRACAMPEÃO =
SUCESSO NA COPA DE 2014!!!
O bom senso está voltando para o futebol brasileiro. Depois da “limpa” que foi feita na CBF, começando pelo caricato ex-presidente Ricardo Teixeira e, agora, com o desmonte da “tchurma”: Andres Sanchez, Mano Menezes e outros peixinhos mais “fracotes”.
O nosso post da semana passada “O Marin é do ramo...Cuidado!!!” Já apontava para esse caminho. Agora, conseguir “reconstruir” a competência e a genialidade do nosso futebol, só com a “FAMÍLIA SCOLARI”, de novo! E com o Parreira na Coordenação!!!
Chega de amadorismo e “picaretagem” dos deslumbrados que lá estavam e que chegaram a “misturar” as coisas com a política e com determinados políticos...
Apenas para que se entenda a volta da “FAMÍLIA SCOLARI”, vamos mostrar o que se entende sociologicamente por “FAMÍLIA”, qualquer que seja ela, principalmente, sobre o aspecto religioso. É bom aprender um pouco e termos a certeza – a inabalável certeza! – que se deixarem o Felipão montar a sua equipe, com firmeza, métodos definidos, preparo físico adequado, sem “firulas” e sem “frescuras”, estaremos vendo a segunda edição da “FAMÍLIA SCOLARI”, agora num momento super importante da COPA DO MUNDO DE FUTEBOL – 2014, começando no RIO DE JANEIRO e encantando o Brasil todo.
“Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é o homem escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol para comandar a Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2014. Após a demissão de Mano Menezes, consumada na última sexta-feira, o presidente José Maria Marin optou pelo ex-treinador do Palmeiras para assumir o cargo. O anúncio oficial acontece nesta quinta-feira pela manhã. Além do pentacampeão Felipão, outra novidade a ser anunciada nesta quinta é a entrada de Carlos Alberto Parreira, que conquistou o tetra com a Seleção em 1994, como coordenador”. (Terra – 28/11/2012)
AVANTE!
VITÓRIA!
Seja benvinda “FAMÍLIA SOLARI”!!!
 “Quando o treinador denominou o grupo de família e os jogadores assimilaram o termo aceitando-o como filosofia de convivência e trabalho, penso que seja preciso entrar no campo semiótico de análise para dar conta de um questionamento de partida em um estudo que se pretende embrionário: que representações simbólicas podemos encontrar na denominação de “Família Scolari” atribuída à seleção brasileira de futebol durante a copa do mundo de futebol em 2002? Pretendo ir ainda um pouco mais longe nas indagações suscitadas pelo fato em questão. O termo “Família Scolari”, proposto pelo treinador, aceito e assimilado por jogadores e comissão técnica, ultrapassa os limites do grupo específico e passa a fazer parte do cotidiano discursivo da imprensa e da nação como um todo. Neste caso, eu poderia estender o questionamento inicial a todos os brasileiros, mas, como considero, in factun, uma pretensão muito grande tentar descobrir respostas diversas neste ensaio, arriscar-me-ei em apresentar uma questão de caráter mais modesto, diria quase que lhe dando uma conotação de enunciado hipotético: É possível alguma relação do significado de “Família Scolari” com o resgate da idéia do valor da família na sociedade, quer por parte do treinador que propôs o termo, como da nação que o legitimou?”
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“Numa síntese bem consistente, a igreja coloca quatro deveres gerais da família, que ao enunciá-los, farei um paralelismo com aquilo que observo na experiência grupal da “Família Scolari”: a) A formação de uma comunidade de pessoas (a idéia de comunidade é muito forte. A família é igreja doméstica13, a seleção é uma sociedade doméstica: ter tudo em comum, as tarefas, as metas, as conquistas, tudo é mérito coletivo porque as responsabilidades são coletivas, resguardando-se os papéis de autoridade gentil dos pais e a obediência generosa dos filhos, num ambiente onde reina o espírito do sacrifício); b)O serviço à vida (servir à vida no nosso contexto é alcançar as expectativas que se espera da seleção em copa do mundo: ser campeã); c) A participação no desenvolvimento da sociedade (vencer uma copa do mundo representa soberania, mostrar-se como povo vencedor, o futebol campeão do mundo gera melhores perspectivas de negócios com o futebol no âmbito interno do país); d) Participação na vida e missão da igreja (vou chamar aqui a igreja de: o povo brasileiro, o povo que ao torcer também é vencedor, portanto, quando o Brasil venceu a copa, todos tivemos um vitória no mesmo dia, por isso tanta festa. Nossa missão então, é sermos vencedores na vida, todos podemos ser, uma vez que, no futebol, apesar das dificuldades, já o fomos).”
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“Acredito que estas breves reflexões introdutórias tenham servido para engendrar afirmações provisórias de que a representação de família no meio esportivo, neste caso a
seleção brasileira de futebol da copa de 2002, é permeada do imaginário enraizado pela tradição judaico-cristã de família como célula da sociedade e bem patrimonial do ser humano, grupo ligado por laços fortes de pertencimento, capaz de realizá-lo não só como indivíduo, mas possibilitar o acesso às conquistas comunitárias por via de ações solidárias. Outrossim, esta representação se estende para a sociedade brasileira como todo, que ao torcer pela seleção, celebrar suas vitórias, assimilar seus discursos, converge para toda uma grande massa o ideal de uma grande família, a qual em contraste com a dura realidade que vivemos de quebra do aparelho familiar tradicional, pode ajudar a resgatar a idéia de família desenvolvida pela tradição judaico-cristã e fazer-nos ver, no grupo que estamos inseridos, apesar de suas dificuldades de estruturação, a possibilidade de uma família feliz, que se ajuda a crescer e a conseguir as metas pessoais e coletivas.”
( “FAMÍLIA SCOLARI”: A GRANDE FAMILIA BRASILEIRA”, trechos da tese de mestrado de Carlos Nazareno Ferreira Borges –UFV )

agosto 30, 2012

Ronaldinho: novo ídolo do futebol?!?


Ronaldinho Gaúcho é um VENCEDOR!!!

Na vitória espetacular do Clube Atlético Mineiro – CAM sobre o Olímpia, do Paraguai (3 vezes Campeão da Libertadores), nos pênaltis ficará na história do futebol brasileiro.

ATLÉTICO MINEIRO CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2013!!!

E nada mais justo que exaltemos o craque Ronaldinho. Provou que é o “dono da bola” e mais: PROVOCOU que é GUERREIRO e que joga para o time.

Será convocado pelo Felipão?!?
O Brasil todo quer que ele seja convocado...

Abaixo, o post que fizemos para ele em agosto de 2012: “Ronaldinho Novo Ídolo do Futebol?!?” Merecido. Reproduzo na íntegra, inclusive com os comentários da época:
NOVO ?!? NOVO ?!? NOVO?!?
“No gol de Ronaldinho, o Atlético tinha nove jogadores. Quando ele driblou Marcelo Oliveira, no meio-campo, um jogador do Galo entrava livre pela direita. Pensei que Ronaldinho lhe daria o passe. Mas ele, mostrando que está muito bem preparado fisicamente, percebeu o momento grandioso e foi driblando até o gol, até colocar a bola, com perfeição, no cantinho.” (Tostão)
O comentário é do ex-campeão mundial de futebol: TOSTÃO! Com a segurança de quem sabe o que fala porque já esteve lá e se saiu muito bem. Tostão mostra – para todo o Brasil! – o que só o técnico Mano não consegue ver ou não quer ver...
Sangrando a reputação da seleção brasileira desde que assumiu seu comando (da “tchurma” de Ricardo Teixeira, Ronaldo, Sanchez e Mano), o técnico tem feito verdadeiro rodízio de craques. Rodízio nunca visto e que só interessa para a valorização momentânea dos passes desses jogadores e, muito principalmente, da verdadeira “máfia” de empresários que vivem da exploração da venda de jogadores, principalmente depois de terem seus passes valorizados após uma convocação discutível para a seleção brasileira.
O artigo do Tostão, abaixo reproduzido, nos mostra a importância e o valor de Ronaldinho. Antes, com o Dunga, era vetado pelo fato do então técnico nunca ter perdoado Ronaldinho pelo “chapéu” que lhe deu num clássico gaúcho. Mas o Brasil é maior do que esses dois técnicos (Dunga e Mano) que só prestaram um desserviço à seleção brasileira de futebol.
Seja com Felipão, Muricy ou Luxemburgo, a Seleção Brasileira precisa montar o núcleo do time que nos representará em 2014 – convocando Kaká, Nilmar e tantos craques “óbvios”! – mantendo o “perfil” da seleção sem experiências ou “encomendas” de “amigos” empresários.
Agora, o Brasil está vendo o “gênio” de Ronaldinho...E isso o mundo todo já viu...
Acorda CBF!
Acorda José Maria Marin!!!
Tostão (JORNAL "O TEMPO", 22/08)
Durante o Brasileirão, com as chegadas de Ronaldinho, Junior Cesar e Victor para posições deficientes, o Atlético, que já estava bom, ficou muito melhor. Nas últimas partidas, Ronaldinho foi o principal destaque da equipe e do campeonato. Mestre Cuca esperava que ele fosse o regente, capaz de dar ótimos passes e de colocar mais classe na velocidade organizada. Ele tem sido mais do que tudo isso.
No Flamengo, a expectativa era a de que Ronaldinho jogasse como no Barcelona e de acordo com seu astronômico salário. Quanto maior a expectativa, maior a frustração. No Atlético, ele tem jogado melhor do que se esperava. O torcedor está radiante, pois há muito tempo não via, tão de perto, um jogador fazer tantas mágicas com a bola.
Vágner Love, em vez de Ronaldinho, tem agora Negueba ao seu lado. Negueba é um bom exemplo de jogador que se destaca demais nas categorias de base, por causa da velocidade, e que, no time principal, torna-se comum, mediano. O Brasil é o país dos Neguebas. Fisicamente, ficam prontos mais cedo. É um dos motivos de o país ganhar muitos títulos nas categorias de base.
Esse tipo de jogador, veloz, é produzido em série, para exportação ou para ser titular de um dos grandes times brasileiros. Todos eles correm muito. Com frequência, há mais de um Negueba em uma mesma equipe. Cada um corre por um lado. Raramente, se aproximam para trocar passes. Esse é o atual estilo brasileiro, de jogadas isoladas, em velocidade, de sobressaltos e de espasmos individuais. Algumas vezes, dá certo.
Felizmente, o Brasil é tão grande e há tantos meninos querendo ser craques, que, embora cada vez mais raro, surgem um Neymar, um Lucas, também velozes, porém, com muito mais talento. Por outro lado, há muito tempo, não aparece um craque no meio-campo, clássico, uma mistura de volante e meia, como Xavi. Esse tipo de armador, quando surge nas categorias de base, é deixado de lado, ainda mais se for baixinho, ou é transformado em um meia ofensivo ou em um jogador pelos lados, que vai e volta, para delírio dos treinadores.
Com o retorno dos campeonatos europeus, fica evidente, ao assistir, em um mesmo dia, a jogos na Europa e no Brasil, a diferença das partidas. Na Europa, a maioria dos jogos acontece em ótimos gramados, com estádios cheios, com menos tumulto e mais troca de passes. No Brasil, o jogo é mais poluído, até na publicidade das camisas. Com poucas exceções, as partidas são em gramados ruins, com mais erros dos árbitros, mais discussões, reclamações, trombadas, simulações, carrinhos, cotoveladas e agressões. Uma cafajestagem, como diz Fernando Calazans. Muitos gostam. Acham os jogos emocionantes, intensos.
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VAPT-VUPT
O Atlético tem 82% de aproveitamento. Se tiver 50% nos jogos que faltam, o que é muito provável, terá mais pontos que o campeão do Brasileirão do ano passado. A ameaça é que o Fluminense pode manter os 72% que tem ou até fazer mais pontos. Já isso é pouco provável. O Galo está com tudo e está prosa.
Perder fora de casa para o Coritiba era esperado. Mas 4 a 0 foi demais, apesar de o Coritiba fazer muitos gols em casa, como nos 6 a 0, contra o Palmeiras, em 2011. O Cruzeiro tem jogado mal. Quando ganha, geralmente jogando mal, é elogiado como se estivesse bem. O Cruzeiro joga no esquema vapt-vupt, dito por Kafunga, para falar dos times que só sabiam dar chutões, correr e marcar."