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agosto 23, 2017

TODAS AS PESSOAS RENASCEM AO VIRAR DA ESQUINA...



TODAS AS PESSOAS RENASCEM AO VIRAR DA ESQUINA...




“...Se for de valer a pena, a gente morre por amor...”
“...Que maravilha, saber que somos sempre alguém para alguém...”
“Todas as pessoas renascem ao virar da esquina. Todas as pessoas renascem ao descer de um transporte público. A oportunidade de voltar a ser feliz está na base de cada instante...”

Essas frases, caçadas de um texto, me impressionaram muito. Há muito tempo não lia um artigo tão impactante. Foi no “Estadão” de domingo (25/05/2014): “País compacto”, de Valter Hugo Mãe, escritor português nascido em Angola.
Na verdade, havia passado batido na leitura de sempre no domingão. Um alerta dado no facebook sobre o texto chamou a minha atenção e despertou a minha curiosidade. Todo o texto é bom. É um estrangeiro falando da cidade de  São Paulo que tanto o encantou...

Vejam este parágrafo: “São Paulo é um país assim. De valer a pena. Contendo tudo, os perigos enrolados nas coisas boas, as aventuras, as esperanças, a inexistência da fealdade, a sensação intensa de estarmos vivos, de termos sempre alguém. Em São Paulo temos sempre alguém...”

O artigo nos remete a uma São Paulo que conhecemos bem e há muito tempo, mas não a víamos com esse olhar... Foi preciso o olhar poético de um escritor lusitano para clarear esse cenário verdadeiro...

E no artigo positivo, num português impecável, ele faz, de forma reiterada, o desenho da capacidade que temos de renascermos a cada instante, apesar de tudo, sempre, sempre, sempre...

É a oportunidade de viver feliz que está ao nosso alcance em cada amanhecer, em cada novo passo: “A oportunidade de voltar a ser feliz está na base de cada instante...”

É isso.

Valeu a leitura e a mensagem.

TODAS AS PESSOAS RENASCEM AO VIRAR DA ESQUINA...

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Abaixo, o que me alertou no Facebook:

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maio 28, 2017

A vida é um eterno renascer...na base de cada instante!

VOLTAR A SER FELIZ...


“...Se for de valer a pena, a gente morre por amor...”
“...Que maravilha, saber que somos sempre alguém para alguém...”
“Todas as pessoas renascem ao virar da esquina. Todas as pessoas renascem ao descer de um transporte público. A oportunidade de voltar a ser feliz está na base de cada instante...”

Essas frases, caçadas de um texto, me impressionaram muito. Há muito tempo não lia um artigo tão impactante. Foi no “Estadão” de domingo (25/05/2014): “País compacto”, de Valter Hugo Mãe, escritor português nascido em Angola.
Na verdade, havia passado batido na leitura de sempre no domingão. Um alerta dado no facebook sobre o texto chamou a minha atenção e despertou a minha curiosidade. Todo o texto é bom. É um estrangeiro falando da cidade de  São Paulo que tanto o encantou...

Vejam este parágrafo: “São Paulo é um país assim. De valer a pena. Contendo tudo, os perigos enrolados nas coisas boas, as aventuras, as esperanças, a inexistência da fealdade, a sensação intensa de estarmos vivos, de termos sempre alguém. Em São Paulo temos sempre alguém...”

O artigo nos remete a uma São Paulo que conhecemos bem e há muito tempo, mas não a víamos com esse olhar... Foi preciso o olhar poético de um escritor lusitano para clarear esse cenário verdadeiro...

E no artigo positivo, num português impecável, ele faz, de forma reiterada, o desenho da capacidade que temos de renascermos a cada instante, apesar de tudo, sempre, sempre, sempre...

É a oportunidade de viver feliz que está ao nosso alcance em cada amanhecer, em cada novo passo: “A oportunidade de voltar a ser feliz está na base de cada instante...”

É isso.

Valeu a leitura e a mensagem.

“VOLTAR A SER FELIZ...”

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9 comentários:

Delmanto disse...
Na base de cada instante...
Uma crônica num português impecável e bonito.
Sem FEALDADE!
É isso.
A vida é um eterno renascer...na base de cada instante!
Anônimo disse...
Ora, ora. Pois, pois...
Gostei. É estiloso, gostoso de ler. E romântico...
A “sensação de termos sempre alguém...” Hummm...
(carla.bueno2011@bol.com.br)
Anônimo disse...
As nossas escolas precisam valorizar mais a língua portuguesa. Como é bonita e elegante.
Lembro da minha infância no interior de São Paulo, tinha uma verdureira portuguesa que fazia entrega e conversava muito com a minha mãe e eu ficava impressionada com perfeição e naturalidade com que ela falava.
Na internet e mesmo nas escolas estão acabando com a língua portuguesa. É um crime.
(ludmila.cunha@yahoo.com.br)
Anônimo disse...
Mara Nechar Gorni (Facebook):
E na cabeça de quem quiser, basta querer.
Anônimo disse...
O texto do Valter Hugo Mãe é de fato belíssimo...o que me impressiona é ele ser tão jovem! eu tenho estado muito próxima de professores de Coimbra e do Porto e ando aprendendo uma barbaridade! É, a "oportunidade de ser feliz está na base de cada instante...", belo! Bete Adami Santos (Facebook).
Anônimo disse...
Fernando Blasi (Facebook):
Gostei da especificidade da afirmação de que a oportunidade reside na "base de cada instante"! Entendi que a questão é reparar que a nossa vida muda a cada instante e dentro deste instante existe uma nova opção, uma nova oportunidade! Pô, gostei mesmo!
Delmanto disse...
Impressionante o que foi a “Revolução da Comunicação”, que abordamos em um de nossos posts.
Um comentário do Facebook, cruzado com comentários de Portugal, proporcionam um post sobre o assunto tratado e, sem seguida, na “base do instante seguinte”, já se tem os comentários sobre o post e sua repercussão, aqui no Brasil e em Portugal.
Vivemos um momento histórico. O Mundo se transformando literalmente e de fato em uma ALDEIA GLOBAL...
Nada será como antes. O futuro ao alcance de nossas mãos.
Impressionante e genial!
Anônimo disse...
Sonia Maria Cabral Simoes(Facebook):
A vida é um pulsar constante e é nesse moto contínuo que jaz a oportunidade das escolhas ..sempre podemos optar por uma vida melhor.
Anônimo disse...

Mirian Emilio de Oliveira (Facebook) compartilhou sua foto.

Excelente!!!

maio 28, 2014

VOLTAR A SER FELIZ...

VOLTAR A SER FELIZ...


“...Se for de valer a pena, a gente morre por amor...”
“...Que maravilha, saber que somos sempre alguém para alguém...”
“Todas as pessoas renascem ao virar da esquina. Todas as pessoas renascem ao descer de um transporte público. A oportunidade de voltar a ser feliz está na base de cada instante...”

Essas frases, caçadas de um texto, me impressionaram muito. Há muito tempo não lia um artigo tão impactante. Foi no “Estadão” de domingo (25/05/2014): “País compacto”, de Valter Hugo Mãe, escritor português nascido em Angola.
Na verdade, havia passado batido na leitura de sempre no domingão. Um alerta dado no facebook sobre o texto chamou a minha atenção e despertou a minha curiosidade. Todo o texto é bom. É um estrangeiro falando da cidade de  São Paulo que tanto o encantou...

Vejam este parágrafo: “São Paulo é um país assim. De valer a pena. Contendo tudo, os perigos enrolados nas coisas boas, as aventuras, as esperanças, a inexistência da fealdade, a sensação intensa de estarmos vivos, de termos sempre alguém. Em São Paulo temos sempre alguém...”

O artigo nos remete a uma São Paulo que conhecemos bem e há muito tempo, mas não a víamos com esse olhar... Foi preciso o olhar poético de um escritor lusitano para clarear esse cenário verdadeiro...

E no artigo positivo, num português impecável, ele faz, de forma reiterada, o desenho da capacidade que temos de renascermos a cada instante, apesar de tudo, sempre, sempre, sempre...

É a oportunidade de viver feliz que está ao nosso alcance em cada amanhecer, em cada novo passo: “A oportunidade de voltar a ser feliz está na base de cada instante...”

É isso.

Valeu a leitura e a mensagem.

“VOLTAR A SER FELIZ...”

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abril 30, 2013

“O suicídio assumido
do Estadão”...

BYE-BYE JORNALÕES!!!

Em seu artigo de hoje, 30/04/2013, no “OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA” o jornalista Alberto Dines analisa a “mudança anunciada” do “Estadão”. Em ampla publicidade pela TV, o centenário jornal paulista anuncia o seu “emagrecimento racional” durante a semana e a sua “programação completa” no final de semana...(me engana que eu gosto...)


A verdade verdadeira é que o jornalismo brasileiro, de uma forma geral, não se renovou e não inovou na batalha diária do jornalismo que informa e dá condições para seu leitor “formar” a sua opinião.

Diz, Alberto Dines:

“De repente, a esqualidez coletiva, a magreza como exercício de descartabilidade. O suicídio assumido publicamente pelo antigo Estadão a partir da segunda-feira (22/4) foi compartilhado com uma sensação de alívio pela concorrência. O novo figurino Ersatz – sucedâneo inferior – caiu do céu, presente dos deuses. É extremamente conveniente aos diários ditos nacionais e regionais, finalmente desobrigados de competir em qualidade e densidade.”

E mais:

“A autoflagelação do antigo Estadão é apenas o começo de uma perigosa desertificação jornalística. Se até agora se gastava no fim de semana pelo menos duas horas para ler a safra de jornais e revistas, o tempo de leitura vai se reduzir substancialmente. Pouco adiantará esticar os infográficos, dramatizar os episódios policiais e as abobrinhas oriundas da TV.
Nosso jornalismo esgotou-se, patina na desimportância, incapaz de reencontrar as fontes de vitalidade e renovação. Nem a antecipação do embate presidencial conseguirá aumentar a circulação ou a receita da mídia impressa porque onde não há diversidade, não há surpresas. O inesperado não se sustenta automaticamente.”

E trás um argumento que retrata a sociedade civil brasileira, tão amorfa e indiferente à “roubalheira institucionalizada” e à “descrença propositalmente colocada” das instituições democráticas que os “políticos no poder” tem, sistematicamente, lhe mostrado:

“As elites endinheiradas não gostam de jornais opulentos, substanciosos, preferem a sublime dramaturgia das telenovelas, fingem que são informadas pelas mídias sociais e adoram desfolhar revistas com as irresistíveis citações proferidas por celebridades de shortinho.
Já as empresas jornalísticas, incapazes de multiplicar talentos e há décadas apostando em estrelas fatigadas pela rotina da submissão, começaram a afiar bisturis e guilhotinas, ávidas para cortar custos e gorduras.”

Vamos, cada um de nós, fazer a nossa parte. No jornalismo tradicional e na internet é possível exercer a cidadania necessária e condenar, repetidamente se for preciso, os maus políticos e os corruptos “encastelados”!!!

outubro 30, 2012

jornal da tarde:
símbolo do jornalismo brasileiro!

"jornal da tarde": símbolo do jornalismo moderno!

“Eu sempre acreditei que até a democratização dos meios de comunicação seria uma luta política. Acabei descobrindo que se tornou uma conquista tecnológica. Hoje, todo mundo pode ser o seu próprio Roberto Marinho...” -
Fernando Morais/jornalista e escritor -


Exatamente isso, com a Revolução da Informação, tudo se tornou acessível em termos de comunicação: a telefonia celular, a internet, os blogs, o Facebook, o Orkut, o Twiter (as redes sociais), as redes internacionais de televisão e demais recursos da tecnologia audiovisual levam a todos os rincões do planeta a realidade de nosso tempo. Simples assim... Por esses poderosos meios de comunicação, as pessoas se conectam rapidamente, levando notícias, relatando online as suas expectativas e as suas esperanças. Assim, a Aldeia Global se corporifica no avanço tecnológico da comunicação via internet...

VOCÊ PODE SER SEU PRÓPRIO JORNAL!!!

Está certo o jornalista e escritor Fernando Morais. Hoje, é possível ter o seu próprio site e o seu blog, conectando-se com cidadãos, propondo mudanças, relatando fatos, cobrando soluções, enfim, fazendo a parte cívica que lhe cabe no exercício da cidadania. E o Fernando Morais foi um dos jornalistas pioneiros que tiveram a oportunidade de trabalhar no “jornal da tarde”, no seu início que revolucionou o jornalismo brasileiro.

Mas nem sempre foi assim. Na minha caminhada no jornalismo, eu vivi a fase mais difícil da imprensa interiorana na cidade de Botucatu/SP

UMA EXPERIÊNCIA JORNALÍSTICA NO INTERIOR:

Já, em 1980,10 anos depois, ao transformar o “Vanguarda”(tablóide mensal) em bi-semanário, com nova denominação, “jornal de botucatu”, busquei inspiração no mais moderno e mais novo jornal paulista: o“jornal da tarde”. O título, em letras minúsculas, era uma ousadia positiva. E para acompanhar o layout, pedi para que o prof. Vinício Aloise – Mestre da ilustração! – idealizasse, estilizada, a Igrejinha de Rubião Jr., com arquitetura medieval e localizada no topo do Morro de Rubião Jr. De 1980 até final dos anos 90, reinou absoluto, permanecendo até os anos 2005/6.

SÍMBOLO DO JORNALISMO MODERNO!

O “jornal da tarde” imperou na imprensa brasileira influenciando jornais e revistas por todo o país. Era a diagramação ousada, a primeira página sempre impactante e a notícia “rasgada”, ou seja, mostrada às inteiras para o Leitor.

Permaneceu na liderança jornalística exatamente até o surgimento da REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO que viria a mudar radicalmente a comunicação entre os veículos da mídia existente e a população. Com a democratização ampla da mídia eletrônica, os principais jornais do mundo passaram a estudar e tentar fórmulas de coexistência financeiramente viáveis.

Apenas para exemplificar, o famoso e tradicional "JORNAL DO BRASIL” , hoje persiste apenas na mídia eletrônica. Vários jornais do mundo passaram a adotar o formato tablóide como forma de se modernizar e de conter os altos custos da mídia impressa.

O “jornal da tarde” DEIXARÁ DE CIRCULAR: É O FIM!

Manifestações de jornalistas estão saindo nos jornais, nas revistas e na internet. São lamentações pelo fechamento do mais inventivo e criativo jornal brasileiro, previsto para 2 de novembro p.f. Acuado pela força das novas mídias, como a internet, e cercado por jornais gratuitos e magro em anúncios, o "jornal da tarde" não resiste e deve fechar as portas.

Artigo de Mauro Cezar Pereira (ESPN.com.br – 29/10/2012), com o título “Com fim do jornal da tarde, o sinal de que jamais veremos uma primeira página como aquela...” Ele se referia sobre a manchete dos jornais “O ESTADO DE S.PAULO” e “FOLHA DE SÃO PAULO”, na segunda-feira (29/10), referente a posse do novo prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad. Os dois jornais deram a mesma manchete dizendo que Haddad é novo Prefeito! Essa já era uma notícia velha...

Ora, na segunda-feira, todo mundo já sabia do resultado das eleições e quem seria o prefeito eleito, tudo isso no próprio domingo. E a manchete de capa e o texto apresentado pelo “jornal da tarde”, na mesma segunda-feira (29/10), mostra toda a diferença. Vamos a um trecho do artigo citado:

"Atenção, senhores, estamos em 2012! Será que o jornal impresso ainda deve dar a notícia como se fosse a novidade do momento? Era assim nos anos 1920, quando as pessoas realmente tomavam conhecimento dos fatos pelos jornais do dia seguinte. Isso mudou faz tempo.

Mas os jornais seguem "informando" na segunda-feira que, digamos, Palmeiras e Corinthians empataram no domingo. O sujeito só não saberá o resultado do clássico caso resolva ficar trancado num cofre. Mesmo isolado, se sair e falar ao interfone correrá o risco de ouvir o rádio do porteiro ligado e dando o placar. A informação está o tempo todo em toda parte.

Incrível que os jornais impressos não deem um passo à frente. Quais as principais consequências da eleição de Haddad? Isso não seria uma manchete? Bons repórteres não conseguiriam contar tal história tão bem a ponto de tornar sua leitura quase obrigatória? E o tal resultado no clássico, o que provocará nos times? Que foi empate o leitor sabe pelo menos 12 horas antes de receber seu jornal.

Essa falta de sintonia com os novos tempos explica em parte o fim do Jornal da Tarde. Trabalhei no grande Jornal do Brasil, hoje restrito à internet. Também tive a honra de colocar no currículo o Jornal dos Sports, que marcou gerações de apaixonados por futebol.

Acompanhei à distância o fim da Gazeta Esportiva em sua versão impressa e agora vejo que foi decretado o fechamento do Jornal da Tarde. Foi do JT a capa mais espetacular de um jornal tendo como tema o futebol. Em uma Copa do Mundo, no mais duro momento da seleção brasileira desde a derrota na final de 1950 (veja abaixo).


Fosse exibida numa tela de computador, jamais aquela capa do JT teria tamanha repercussão. O choro do menino simbolizando a depressão coletiva causada pela derrota do Brasil para a Itália em 1982 foi eternizado pelo papel. Sim, no impresso, que sobrevive, apesar daqueles que poderiam modernizá-lo, salvá-lo. Mas não conseguem.
Atenção, senhores, estamos em 2012! Será que o jornal impresso ainda deve dar a notícia como se fosse a novidade do momento? Era assim nos anos 1920, quando as pessoas realmente tomavam conhecimento dos fatos pelos jornais do dia seguinte. Isso mudou faz tempo."

RESUMINDO: É preciso que a mídia impressa tradicional busque uma modernização que lhe propicie conviver com os modernos meios de comunicação. Notícia velha é o prenúncio do fim!!! Pay attencion, please!