Mostrando postagens com marcador Governo Federal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Governo Federal. Mostrar todas as postagens

junho 01, 2013

Usina Belo Monte:
Verdades ou Mentiras?!?



... os brasileiros precisam recordar o ensinamento do Padre Antônio Vieira aos Tamoios, alertando-os contra o apoio que vinham concedendo aos invasores franceses: “Eles não querem o nosso bem, mas os nossos bens!” 
                                        Almirante Roberto Gama e Silva .

"A Usina Hidrelétrica de Belo Monte é uma central hidrelétrica a ser construída no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará, nas proximidades da cidade de Altamira.

Sua potência instalada será de 11.233 MW; mas, por operar com reservatório muito reduzido, deverá produzir efetivamente cerca de 4.500 MW (39,5 TWh por ano) em média ao longo do ano, o que representa aproximadamente 10% do consumo nacional (388 TWh em 2009). Em potência instalada, a usina de Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas da chinesa Três Gargantas (20.300 MW) e da brasileira e paraguaia Itaipu (14.000 MW); e será a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira.
O lago da usina terá uma área de 516 km² (1/10.000 da área da Amazônia Legal), ou seja 0,046 km² por MW instalado e 0,115 km² por MW efetivo. Seu custo é estimado em R$ 19 bilhões (2010),ou seja R$ 1,7 milhões por MW instalado e R$ 4,3 milhões por MW efetivo. O leilão para construção e operação da usina foi realizado em 2010, e ela está prevista para entrar em funcionamento em 2015.
Desde seu início, o projeto de Belo Monte encontrou forte oposição de ambientalistas brasileiros e internacionais e de algumas comunidades indígenas locais. Essa pressão levou a sucessivas reduções do escopo do projeto, que originalmente previa outras barragens rio acima e uma área alagada total muito maior. Em 2008, o CNPE decidiu que Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu”(WIKIPEDIA – Enciclopédia Livre)



Este blog, desde o início, se propôs a ser um FORUM CULTURAL, onde se pudesse discutir, com a intelligentzia brasileira, os temas mais vitais para a Nação Brasileira. E não será a propaganda, com alguns globais que nem sabem onde fica a futura USINA DE BELO MONTE, que irá nos demover de batalhar pela verdade.



É preciso esclarecer a verdade sobre a construção de Usinas Hidro-Elétricas na Amazônia. Ou os GALÃS e as MOCINHAS preferem as USINAS ATÔMICAS?!? Deixando de lado o modismo e o pessoal das ONGs Estrangeiras que querem manter o Brasil em estágio (primitivo) adequado para um futuro Colonialismo do Século XXI, compensando o que as chamadas “Nações do 1º Mundo” destruiram em seus respectivos países.



Assim, vamos buscar a palavra ABALIZADA, de um AMAZONENZE, oficial graduado da MARINHA BRASILEIRA, e DEFENSOR da AMAZÔNIA, conforme os nossos posts abaixo linkados, já o fizeram de forma efetiva. Vamos ao artigo:



HIDRELÉTRICAS NA AMAZÔNIA.

Na Amazônia, a geomorfologia regional juntou-se aos rios caudalosos para oferecer perspectivas amplas de aproveitamento da energia cinética das águas para geração de energia elétrica.
Computados apenas os sítios já inventariados, que não incluem alguns aproveitamentos de porte e todas as pequenas quedas, a Amazônia brasileira poderá dispor de capacidade instalada da ordem de 134 mil megawatts, pouco mais da metade do resto do país (260 mil megawatts) e superior à capacidade instalada de todas as hidrelétricas dos Estados Unidos da América (115 mil megawatts).

A fartura de energia elétrica, de fonte renovável e limpa, transformará a inequívoca vocação mineral em vocação minero-industrial, circunstância que valorizará sobremaneira a região.

Como se sabe que a precedência absoluta na região é a conservação da cobertura arbórea, devido à relação biunívoca entre a floresta e as chuvas, convém tecer alguns comentários sobre a construção de hidrelétricas na região, como resposta aos argumentos disseminados por “ambientalistas de asfalto” e “Organizações Não Governamentais” estrangeiras.

Em primeiro lugar, o impacto da substituição da vegetação nativa, mesmo aquela dominada por florestas, pelos reservatórios das usinas é desprezível, pelo fato de não afetar o clima, fiador do equilíbrio de todos os ecossistemas amazônicos.

Com efeito, o ciclo hidrológico local ficará livre de qualquer alteração perniciosa, porque não será reduzida a proporção da precipitação que retornará à atmosfera para, mais adiante, gerar mais chuvas. A evapotranspiração será compensada, com sobras, pela evaporação da superfície líquida dos reservatórios.

O outro parâmetro conformador do clima, a umidade relativa do ar, também não será afetado. Ao contrário, tenderá a aumentar, ligeiramente, devido à diminuição do albedo (razão entre a radiação refletida por uma superfície e a radiação solar que sobre ela incide), uma vez que a água tem maior capacidade de absorção da energia solar incidente do que qualquer outro tipo de superfície.

A seguir, argumentam muitos, que os reservatórios são muito extensos, alagando grandes trechos florestados. Ocorre que, até o momento, só foram aproveitadas as quedas situadas nos limites entre a Bacia Sedimentar e os Escudos, portanto em sítios pouco encaixados no relevo. Por esse motivo, a área de alagamento de Tucuruí chegou a 2.430 quilômetros quadrados e a de Balbina atingiu 2.360 quilômetros quadrados.

As futuras hidrelétricas, construídas à montante desse limite serão mais bem encaixadas no relevo e, por conseqüência, inundarão áreas menores.

Além disso, o uso de unidades geradoras tipo bulbo, combinado com a seleção de quedas mais baixas, minimizarão as áreas alagadas.



Assim é que a futura Usina de Santo Antônio, no Madeira, com potência instalada de 3.150 mil megawatts, terá um reservatório com apenas 271 quilômetros quadrados, dos quais uns 150 quilômetros quadrados pertencem ao curso natural do rio. A outra usina licitada no Madeira, à montante de Santo Antônio, a futura Hidrelétrica do Jirau, com potência instalada de 3300 mil megawatts, terá um reservatório de 258 quilômetros quadrados, dos quais 122 coincidem com o curso natural do rio. Para sanar qualquer dúvida a respeito, a Usina de Belo Monte, que será construída na primeira volta do rio Xingu, gerará 11 mil megawatts e formará um lago de 400 quilômetros quadrados.

Espera-se, apenas, que se planejem melhor as obras civis das futuras barragens, de modo a conceder tempo para a extração e comercialização das madeiras existentes nas áreas de alagamento dos reservatórios, de modo a reduzir ao mínimo a emissão do gás metano, produzido pela decomposição dos vegetais submersos. Tal emissão também é usada como argumento contrário à construção de hidrelétricas na Amazônia.

Outro ponto controverso é o dos danos à ictiofauna, devido às interrupções nos cursos dos rios, que inibiriam a reprodução das espécies que buscam as nascentes para a desova. É um problema contornável, mediante a introdução das “escadas de peixe” nas barragens, providência esta que se tornará automática a partir do momento em que a competência se fizer presente em todas as etapas de construção das usinas.

A favor das hidrelétricas, entretanto, há dois argumentos de peso, totalmente desvinculados da geração de eletricidade, por esse motivo pouco lembrados.

O primeiro deles é tão valioso que, por si só, justificaria a construção de barragens, mesmo sem a instalação de turbogeradores: trata-se da ampliação da navegabilidade dos tributários de Amazonas, além dos limites da Bacia Sedimentar, mediante a instalação de eclusas, ao lado das barragens.

Depois de implantadas todas as usinas inventariadas na Amazônia, além de outras fora da região, seria possível desatracar um comboio fluvial do porto de Boa Vista, à margem do rio Branco, para demandar um terminal hidroviário no alto Tocantins, nas proximidades de Brasília. Ou então, alcançar o Tietê, via Araguaia, Aporé e Paraná, até chegar ao subúrbio de São Paulo. Ou ainda, atracar em Buenos Aires, depois de percorrer os rios Guaporé, Paraguai e Paraná. Tudo isso com o mínimo consumo de energia, como ensina o Princípio de Arquimedes, e, como conseqüência, com descarga mínima de poluentes na atmosfera!

O outro argumento ponderável relaciona-se com a introdução da piscicultura nos futuros reservatórios de água doce, uma vez que a Amazônia é um dos locais mais apropriados para a criação de peixes, não só pela grande variedade de espécies nativas, cerca de 2.000, mas também pelas condições climáticas.

Como se procurou demonstrar, pois, são totalmente falsos os argumentos que se vem usando, com freqüência,
para impedir o aproveitamento da energia cinética dos rios amazônicos para gerar eletricidade.

Sem energia, não há progresso possível!

Roberto Gama e Silva
Almirante Reformado



novembro 06, 2012

Marxistas de Galinheiro
e os Cretinos Fundamentais...

ARNALDO JABOR + NELSON RODRIGUES

Na “boca do furacão” está a crise que assola o Brasil. É o MENSALÃO, é aquele LEWANDOWISKI, é o ZÉ DIRCEU, é o PCC agindo em São Paulo enquanto no Rio as UPPs dão AVISO PRÉVIO para a bandidagem sair com calma e “infestar” a baixada fluminense e fazer “estágio criminal” na CAPITAL PAULISTA”...

Enquanto se aguarda o que vai dar o “confronto” entre o governo federal e o governo paulista, temos que ver o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso dar entrevista humilhando e desprezando São Paulo...

Para amenizar a espera por soluções e uma saída da “boca do furacão”, vamos ler o ótimo artigo de Arnaldo Jabor para o “Estadão”, de 30 de outubro:

“Nelson Rodrigues e o mensalão

Depois de muito tempo, falei ontem com Nelson Rodrigues no velho telefone preto que ele atende lá no céu, entre nuvens de algodão e estrelas de purpurina. Ele riu ao telefone:
- Você só me liga quando está em crise? A crise é tua ou do País?
- Nelson, eu sou parte dos detritos da nação...
- Não faz frase, rapaz, olha a pose... Este momento do País é maravilhoso: o Brasil está assumindo a própria miséria, a própria lepra... Os brasileiros deviam se agachar no meio-fio e beber dessa sagrada lama que apareceu, com o 'negão' bisneto de escravos abolindo a corrupção... Ali está a salvação. Finalmente, os marxistas de galinheiro estão aparecendo no relatório do STF. É impressionante ver as trapalhadas que fizeram; achavam que ninguém estava vendo. Eles são parte dos cretinos fundamentais que infestam o País e se escondem sob a capa da 'revolução'. Antigamente, o cretino se escondia pelos cantos, envergonhado da própria sombra; hoje, se você subir num caixotinho de querosene "Jacaré" e falar "meu povo", eles formam uma multidão de Fla x Flus. Você pegue o Prestes, por exemplo; ele só fez errar na vida. Tudo que ele quis deu zebra, de 1935 até o fim... No entanto, quem falar mal do Prestes leva um dedo na cara: "Não admito, ouviu?!" Durante 30 anos organizaram um partido e chamaram os intelectuais, que fizeram um carnaval danado, transformando o Lula num "Padim Ciço". Mas, quando chegaram ao poder, debaixo de papel picado, resolveram se suicidar como as virgens do meu tempo: ateando fogo às vestes. Daí, a verdade inapelável: os comunistas odeiam governar; só querem 'tomar' o poder para entrar nas boquinhas, com a mentira de serem 'socialistas'. Eles acham a democracia uma vigarice burguesa para enganar as massas.
- Mas... Nelson... o proletariado sob o capitalismo...
- Para com isso, rapaz; o Homem é capitalista... Existe mercado desde o tempo dos macacos disputando minhocas no buraco... Só os cegos acreditam na "utopia" e só os profetas enxergam o óbvio. O óbvio é um Pão de Açúcar que ninguém vê. E o óbvio é que os petistas queriam fazer a "revolução" com o mensalão, ali na cara do Lula. Mas, foram mexer com a única coisa proibida: com o canalha brasileiro. O canalha é um patrimônio da nacionalidade. Desde Tomé de Souza que roubam sem parar. Pois os canalhas estavam quietos, metendo as mãos nas cumbucas do Estado, quando de repente apareceu o Zé Dirceu, achando que ia passar-lhes a perna. Os canalhas olharam maravilhados aquela burrice dos petistas e sacaram na hora: "Esses comunas acham que a gente é babaca? É tudo mané!..." Dirceu prometia grana, mas não pagava na hora, humilhando a gangue aliada. Eles piscavam cinicamente uns para os outros, contendo o riso e preparando o bote: "Perfeitamente, camarada Dirceu..."
- Você acha o que do Dirceu?
- Ele me fascina. Eu o conheci em 67, por aí... Ele vivia atracado em postes, como vira-latas... Explico: o Dirceu não podia ver um poste que ele trepava em cima e escrachava o capitalismo. Você sabe que os comunas tratam o capitalismo como uma pessoa: "Hoje o capitalismo acordou de mau humor, o capitalismo tem de morrer!!!" Eles falam no tal do "neoliberalismo" como se os grandes empresários de cartola tivessem resolvido: "Vamos fundar este neoliberalismo para acabar com aqueles trouxas!" Acham que a IBM, a Coca-Cola e a GM estão dando gargalhadas de bruxa de peça infantil. A velha esquerda não entendeu até hoje a grande lição de Marx: quem manda são as mercadorias, quem manda é a salsicha. Ninguém controla o Mercado. Aliás, o Marx está ali numa nuvem, exalando cava depressão.
Bem, como eu ia dizendo, o Dirceu vivia trepado em postes, falando da "utopia", que ninguém sabia o que era. Alguns sujeitos rosnavam: "Quem é essa tal de Utopia? É a mulher dele?" Pois um dia o nosso Dirceu encontrou o Lula. Foi uma festa. O Lula era o "robô" perfeito para os petistas intelectuais: operário, foice e martelo, barba e sem dedo - tinha tudo para se tornar um símbolo de santidade, um messias da USP, onde as professoras se estapeavam para pegar um autógrafo do "proletário". Os bolchevistas, desempregados desde 68, se deram bem quando Lula chegou ao poder: "Vamos desapropriar a grana desse Estado burguês para conquistar nossos objetivos populares". Aí, apareceu o Dirceu esfregando as mãos: "Oba!... Deixa comigo, Lula!" E virou 'primeiro-ministro'. O Lula achou ótimo porque estava em fremente lua de mel consigo mesmo, segredando para dona Marisa: "Ei, mãezinha, quem diria nós aqui, hein...?" E nem ligava: "Deixa que o Dirceu resolve!" E ia beijar rainhas e reis, lambido pelos grã-finos internacionais.
Foi aí que surgiu o Jefferson, denunciando o comandante da "revolução corrupta". Jefferson saiu da mentira para a verdade e o Dirceu da "verdade" para a mentira. Um é o espelho invertido do outro. O Jefferson e Dirceu são a essência do Teatro: protagonista e antagonista. A maior peça do teatro brasileiro foi o duelo dos dois na Câmara. O País parou como no Brasil x Uruguai.
Os dois juntos levantaram a cortina do erro brasileiro. O Jefferson, que tinha passado a vida escondido na própria gordura, se esgueirando por estatais e fundos de pensão, descobriu a deliciosa alegria do sucesso. Ninguém foi mais feliz que o Jefferson naqueles dias, espojando-se na verdade, regozijando-se no papel de herói ao avesso, abrindo o alçapão de ratos...
E Dirceu se deu bem também, apesar da condenação no STF. Ele ficou livre de sua 'revolução' fracassada, finalmente no ansiado martírio, o único sossego dos paranoicos.
Jefferson fez o maior tratado de sociologia política da vida nacional e Dirceu fez uma revolução inesperada - queria um socialismo stalinista e acabou fortalecendo a democracia.
- Mas, Nelson, qual será o futuro disso tudo?
- Não há mais futuro, rapaz... Mas, garanto que um dia Jeff e Zé terão uma estátua em bronze - os dois sob os braços de uma grande deusa nua: a República celebrando seus heróis. Rapaz, isso é o óbvio: Dirceu e Jefferson salvaram o Brasil!
E desligou.”

fevereiro 08, 2012

Democracia de Farda: S.O.S !


Foi a melhor definição que se deu ao braço armado da DEMOCRACIA: é a DEMOCRACIA DE FARDA! O jornalista e blogueiro Reinaldo Azevedo foi quem definiu a atuação da Polícia Militar em defesa da sociedade paulista no episódio da queima da BANDEIRA NACIONAL por “estudantes” da USP. Acertou em cheio! A DEMOCRACIA não consegue se manter sem seu braço armado.

Bandeira Queimada e Democracia de Farda/ leia aqui




SEGURANÇA TOTAL + TOLERÂNCIA ZERO!!!
A cidade de Nova York enfrentando um índice altíssimo de criminalidade, optou pela TOLERÂNCIA ZERO. E o que isso significou?
Investimento maciço na segurança pública.
Seleção rigorosa de profissionais militares.
Compra da mais alta tecnologia em armamentos e viaturas.
Expurgo radical dos maus policiais.

RESULTADO: Nova York passou a ser exemplo de eficiência e competência em SEGURNAÇA PÚBLICA!

BRASIL:  ME ENGANA QUE EU GOSTO!!!
É preciso que as redes sociais, a imprensa e as entidades representativas passem a EXIGIR do Governo Federal e dos Governos Estaduais um PLANO DE SEGURANÇA PÚBLICA INTEGRADO!
Ou seja, tem, sim, que ser aplicada a PEC 300, que padroniza um piso mínimo para os vencimentos das polícias militares estaduais. A Polícia Civil também estaria integrada nesse Plano. Aberrações como a dos Delegados da Polícia Civil de São Paulo – um Estado rico da Federação! – que recebem um dos salários mais baixos do país!

UM NOVO OLHAR PARA A PM DA BAHIA!
Sim, é isso que deve ser feito enquanto há tempo. NÃO são marginais, são o BRAÇO ARMADO DA DEMOCRACIA e ganham salários abaixo de suas necessidades. É preciso um NOVO OLHAR, o MESMO OLHAR que tiveram os BOMBEIROS do Rio!

PASSANDO A LIMPO:
1-) o Governo Federal NÃO pode alegar falta de dinheiro para atender as reivindicações dos policiais militares do Brasil todo e manter uma TROPA, uma FORÇA DE PAZ no Haiti!!! Tem um ditado sábio que diz: “QUEM NÃO TEM COMPETÊNCIA, NÃO SE ESTABELECE!”;
2-) o Governo Federal NÃO pode fazer as concessões que fez para o governo da Bolívia! Foi um prejuízo garantido para atender interesses meramente ideológicos;
3-) o Governo NÃO pode , através do BNDES, emprestar mais de 1 bilhão de reais a longuíssimo prazo para Cuba! É um prejuízo garantido para atender interesses meramente ideológicos!

DEMOCRACIA DE FARDA: S.O.S !
O Brasil precisa rever a sua posição em relação à SEGURANÇA PÚBLICA! Como precisa rever sua posição com relação a SAÚDE e a EDUCAÇÃO!
A SOCIEDADE CIVIL não pode mais aceitar as desculpas do governo federal e dos estados federados!

O POLICIAL MILITAR e os heróicos BOMBEIROS estão passando por humilhações e com um salário ridículo. Além de terem que manter a si e a seus familiares protegidos da bandidagem que não é atacada mas, sim, AVISADA da chegada da força policial (Rio de Janeiro) para que os traficantes e a bandidagem possam mudar calmamente de lugar, indo praticar seus malfeitos em outra freguesia. Ou alguém acredita que HOUVE UMA LIMPEZA NA SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO?!?

SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS/SOS!!!


Com a palavra a sra. Presidenta da República, Dilma Rousseff, que mantém 38 MINISTÉRIOS indo contra toda lógica em ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA!!!
Com a palavra dos srs. Governadores dos Estados Federados que não remuneram condignamente as suas respectivas POLICIAS MILITARES E CIVIS!!!



dezembro 03, 2011

Usina de Belo Monte: Verdades ou Mentiras?!?



... os brasileiros precisam recordar o ensinamento do Padre Antônio Vieira aos Tamoios, alertando-os contra o apoio que vinham concedendo aos invasores franceses: “Eles não querem o nosso bem, mas os nossos bens!” Almirante Roberto Gama e Silva .

"A Usina Hidrelétrica de Belo Monte é uma central hidrelétrica a ser construída no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará, nas proximidades da cidade de Altamira.

Sua potência instalada será de 11.233 MW; mas, por operar com reservatório muito reduzido, deverá produzir efetivamente cerca de 4.500 MW (39,5 TWh por ano) em média ao longo do ano, o que representa aproximadamente 10% do consumo nacional (388 TWh em 2009). Em potência instalada, a usina de Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas da chinesa Três Gargantas (20.300 MW) e da brasileira e paraguaia Itaipu (14.000 MW); e será a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira.
O lago da usina terá uma área de 516 km² (1/10.000 da área da Amazônia Legal), ou seja 0,046 km² por MW instalado e 0,115 km² por MW efetivo. Seu custo é estimado em R$ 19 bilhões (2010),ou seja R$ 1,7 milhões por MW instalado e R$ 4,3 milhões por MW efetivo. O leilão para construção e operação da usina foi realizado em 2010, e ela está prevista para entrar em funcionamento em 2015.
Desde seu início, o projeto de Belo Monte encontrou forte oposição de ambientalistas brasileiros e internacionais e de algumas comunidades indígenas locais. Essa pressão levou a sucessivas reduções do escopo do projeto, que originalmente previa outras barragens rio acima e uma área alagada total muito maior. Em 2008, o CNPE decidiu que Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu”(WIKIPEDIA – Enciclopédia Livre)



Este blog, desde o início, se propôs a ser um FORUM CULTURAL, onde se pudesse discutir, com a intelligentzia brasileira, os temas mais vitais para a Nação Brasileira. E não será a propaganda, com alguns globais que nem sabem onde fica a futura USINA DE BELO MONTE, que irá nos demover de batalhar pela verdade.



É preciso esclarecer a verdade sobre a construção de Usinas Hidro-Elétricas na Amazônia. Ou os GALÃS e as MOCINHAS preferem as USINAS ATÔMICAS?!? Deixando de lado o modismo e o pessoal das ONGs Estrangeiras que querem manter o Brasil em estágio (primitivo) adequado para um futuro Colonialismo do Século XXI, compensando o que as chamadas “Nações do 1º Mundo” destruiram em seus respectivos países.



Assim, vamos buscar a palavra ABALIZADA, de um AMAZONENZE, oficial graduado da MARINHA BRASILEIRA, e DEFENSOR da AMAZÔNIA, conforme os nossos posts abaixo linkados, já o fizeram de forma efetiva. Vamos ao artigo:



HIDRELÉTRICAS NA AMAZÔNIA.

Na Amazônia, a geomorfologia regional juntou-se aos rios caudalosos para oferecer perspectivas amplas de aproveitamento da energia cinética das águas para geração de energia elétrica.
Computados apenas os sítios já inventariados, que não incluem alguns aproveitamentos de porte e todas as pequenas quedas, a Amazônia brasileira poderá dispor de capacidade instalada da ordem de 134 mil megawatts, pouco mais da metade do resto do país (260 mil megawatts) e superior à capacidade instalada de todas as hidrelétricas dos Estados Unidos da América (115 mil megawatts).

A fartura de energia elétrica, de fonte renovável e limpa, transformará a inequívoca vocação mineral em vocação minero-industrial, circunstância que valorizará sobremaneira a região.

Como se sabe que a precedência absoluta na região é a conservação da cobertura arbórea, devido à relação biunívoca entre a floresta e as chuvas, convém tecer alguns comentários sobre a construção de hidrelétricas na região, como resposta aos argumentos disseminados por “ambientalistas de asfalto” e “Organizações Não Governamentais” estrangeiras.

Em primeiro lugar, o impacto da substituição da vegetação nativa, mesmo aquela dominada por florestas, pelos reservatórios das usinas é desprezível, pelo fato de não afetar o clima, fiador do equilíbrio de todos os ecossistemas amazônicos.

Com efeito, o ciclo hidrológico local ficará livre de qualquer alteração perniciosa, porque não será reduzida a proporção da precipitação que retornará à atmosfera para, mais adiante, gerar mais chuvas. A evapotranspiração será compensada, com sobras, pela evaporação da superfície líquida dos reservatórios.

O outro parâmetro conformador do clima, a umidade relativa do ar, também não será afetado. Ao contrário, tenderá a aumentar, ligeiramente, devido à diminuição do albedo (razão entre a radiação refletida por uma superfície e a radiação solar que sobre ela incide), uma vez que a água tem maior capacidade de absorção da energia solar incidente do que qualquer outro tipo de superfície.

A seguir, argumentam muitos, que os reservatórios são muito extensos, alagando grandes trechos florestados. Ocorre que, até o momento, só foram aproveitadas as quedas situadas nos limites entre a Bacia Sedimentar e os Escudos, portanto em sítios pouco encaixados no relevo. Por esse motivo, a área de alagamento de Tucuruí chegou a 2.430 quilômetros quadrados e a de Balbina atingiu 2.360 quilômetros quadrados.

As futuras hidrelétricas, construídas à montante desse limite serão mais bem encaixadas no relevo e, por conseqüência, inundarão áreas menores.

Além disso, o uso de unidades geradoras tipo bulbo, combinado com a seleção de quedas mais baixas, minimizarão as áreas alagadas.



Assim é que a futura Usina de Santo Antônio, no Madeira, com potência instalada de 3.150 mil megawatts, terá um reservatório com apenas 271 quilômetros quadrados, dos quais uns 150 quilômetros quadrados pertencem ao curso natural do rio. A outra usina licitada no Madeira, à montante de Santo Antônio, a futura Hidrelétrica do Jirau, com potência instalada de 3300 mil megawatts, terá um reservatório de 258 quilômetros quadrados, dos quais 122 coincidem com o curso natural do rio. Para sanar qualquer dúvida a respeito, a Usina de Belo Monte, que será construída na primeira volta do rio Xingu, gerará 11 mil megawatts e formará um lago de 400 quilômetros quadrados.

Espera-se, apenas, que se planejem melhor as obras civis das futuras barragens, de modo a conceder tempo para a extração e comercialização das madeiras existentes nas áreas de alagamento dos reservatórios, de modo a reduzir ao mínimo a emissão do gás metano, produzido pela decomposição dos vegetais submersos. Tal emissão também é usada como argumento contrário à construção de hidrelétricas na Amazônia.

Outro ponto controverso é o dos danos à ictiofauna, devido às interrupções nos cursos dos rios, que inibiriam a reprodução das espécies que buscam as nascentes para a desova. É um problema contornável, mediante a introdução das “escadas de peixe” nas barragens, providência esta que se tornará automática a partir do momento em que a competência se fizer presente em todas as etapas de construção das usinas.

A favor das hidrelétricas, entretanto, há dois argumentos de peso, totalmente desvinculados da geração de eletricidade, por esse motivo pouco lembrados.

O primeiro deles é tão valioso que, por si só, justificaria a construção de barragens, mesmo sem a instalação de turbogeradores: trata-se da ampliação da navegabilidade dos tributários de Amazonas, além dos limites da Bacia Sedimentar, mediante a instalação de eclusas, ao lado das barragens.

Depois de implantadas todas as usinas inventariadas na Amazônia, além de outras fora da região, seria possível desatracar um comboio fluvial do porto de Boa Vista, à margem do rio Branco, para demandar um terminal hidroviário no alto Tocantins, nas proximidades de Brasília. Ou então, alcançar o Tietê, via Araguaia, Aporé e Paraná, até chegar ao subúrbio de São Paulo. Ou ainda, atracar em Buenos Aires, depois de percorrer os rios Guaporé, Paraguai e Paraná. Tudo isso com o mínimo consumo de energia, como ensina o Princípio de Arquimedes, e, como conseqüência, com descarga mínima de poluentes na atmosfera!

O outro argumento ponderável relaciona-se com a introdução da piscicultura nos futuros reservatórios de água doce, uma vez que a Amazônia é um dos locais mais apropriados para a criação de peixes, não só pela grande variedade de espécies nativas, cerca de 2.000, mas também pelas condições climáticas.

Como se procurou demonstrar, pois, são totalmente falsos os argumentos que se vem usando, com freqüência,
para impedir o aproveitamento da energia cinética dos rios amazônicos para gerar eletricidade.

Sem energia, não há progresso possível!

Roberto Gama e Silva
Almirante Reformado