Mostrando postagens com marcador oposição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oposição. Mostrar todas as postagens

dezembro 06, 2012

Oposição parte para o suicídio!!!

OPOSIÇÃO FAZ BOICOTE CONTRA O POVO!
“Tucanos escolheram penalizar o povo na conta de luz, para beneficiar acionistas Os governadores tucanos Geraldo Alckimin (SP), Beto Richa (PR) e Anastasia (MG) com apoio do senador Aécio Neves, deram um tiro no pé, ou melhor, no bolso da população de seus estados, ao não aderirem ao plano da presidenta Dilma para baixar a conta de Luz.”
Temos enfatizado a necessidade da oposição fazer, realmente, OPOSIÇÃO! Mas tem que fazer política com competência. Na votação sobre os royalties do petróleo para educação, a oposição (leia-se PSDB e DEM) votaram CONTRA! A presidenta Dilma VETOU a mudança feita e já publicou uma MEDIDA PROVISÓRIA destinando para a EDUCAÇÃO (dos municípios, dos estados e do governo federal) os royalties do petróleo.

JÁ FOI UM TIRO NO PÉ!

Não se faz oposição votando CONTRA O POVO. Quando um projeto ou uma decisão do governo federal beneficia a população, a OPOSIÇÃO precisa ter a grandeza de saber se posicionar a favor. Ou não é assim?!?
Pois bem, parece que não é assim... Agora, os governos TUCANOS de 3 estados brasileiros estão BOICOTANDO a iniciativa da presidenta Dilma de reduzir em 20% o custo da energia elétrica, objetivando, com isso, ajudar a população de um modo geral mas, especificamente, propiciar a que a industria brasileira receba um “POUCO DE OXIGÊNIO” para atuar com mais competitividade no mercado internacional.

É MAIS UM TIRO NO PÉ!!!

Será que é uma caminhada para o suicídio partidário?!? Em uma década (10 anos) o PSDBestá reduzido à metade do que era... Encolheu! Ninguém vê isso?!? Hei, FHC, é preciso dar “um pito” nessa tucanada”...
A matéria está “bombando” na imprensa:

"Saiu no Blog da Cidadania texto de Eduardo Guimarães:

SABOTAGEM DA REDUÇÃO DO PREÇO DA ENERGIA EXPLICA CRISE DO PSDB



De 2003 para cá, eleição após eleição a oposição ao governo federal vem minguando em termos de representação parlamentar no Congresso Nacional e do eleitorado que governa. O caso mais grave é o do DEM, que está à beira da extinção, mas o PSDB também tem perdido apoio da sociedade, tendo hoje menos da metade do tamanho que tinha há uma década.

Nas eleições deste ano, enquanto o PT cresceu em número de prefeituras, de vereadores e de munícipes governados, a oposição diminuiu. Inclusive vêm surgindo especulações sobre fusão de PSDB, DEM e PPS, de forma a evitar que se tornem partidos “nanicos”.

Não há melhor explicação para esse fenômeno do que a atitude inexplicável de três governadores do PSDB que tentam sabotar iniciativa do governo Dilma Rousseff que poderia reduzir fortemente o valor das contas de luz de empresas e de pessoas físicas.

A queda no preço da luz poderá ser bem menor do que os 16,2% previstos pela presidente Dilma em setembro, quando anunciou a redução das tarifas.

As populações e as empresas de São Paulo, Minas Gerais e Paraná serão as únicas do país que não irão se beneficiar do programa federal de redução das contas de luz porque os governadores tucanos Geraldo Alckmin, Antonio Anastasia e Beto Richa estão sabotando abertamente a iniciativa da presidente Dilma Rousseff.

As empresas Cesp, Cemig e Copel, sob controle do PSDB de São Paulo, de Minas Gerais e do Paraná optaram por não prorrogar os contratos de suas hidrelétricas nos moldes propostos pela União.

O mais grave é que, do total de geradoras, 60% aderiram ao plano de Dilma.Todas as nove empresas de transmissão aceitaram renovar agora as concessões que venceriam entre 2015 e 2017.

Veja, abaixo, trecho de matéria da Folha de São Paulo desta quarta-feira (5):

“O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que a opção de Cesp, Cemig e Copel -estatais de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, Estados administrados pelo PSDB, principal partido de oposição ao governo federal- pune também a população desses Estados e que as companhias olharam apenas para o curto prazo.

‘Elas estão causando diretamente o impacto de não atingir os 20,2%. Estão sendo penalizadas as populações de São Paulo, Minas Gerais e Paraná pela decisão que essas empresas tomaram de não aceitar essas regras’, afirmou Zimmermann”


Se fosse preciso encontrar uma explicação para a débâcle oposicionista na última década, ela se resumiria a esse episódio inacreditável. Vejam que, de Norte a Sul, de Leste a Oeste do país, só as empresas geradoras de energia controladas pelo PSDB foram de encontro ao programa do governo federal.

Fica fácil entender que os governadores tucanos acham que podem impedir que o povo e os empresários dos Estados que governam fiquem sabendo que a promessa de Dilma não se concretizou nesses Estados porque eles sabotaram o programa que a materializaria.

Não é à toa que São Paulo, Minas Gerais e Paraná são Estados em que a vida vem piorando enquanto que, no resto do Brasil, melhora a cada ano. Todos os principais programas federais que têm impacto direto junto à população vêm sendo bloqueados.

Em São Paulo, particularmente, governadores como Geraldo Alckmin e José Serra rejeitaram programas federais para a Segurança Pública, para a Saúde, para a Educação, só para evitar que a logomarca do governo federal figurasse nesses programas.

Confiando na aliança com grandes grupos de comunicação, o PSDB e o DEM vêm prejudicando as populações dos Estados e Municípios que governam por razões puramente eleitoreiras. Porém, como se viu na recente eleição no maior colégio eleitoral do país (São Paulo), essas populações já começam a entender que esses partidos são nefastos para o país". (Blog Conversa Afiada- 06/11/2012))

fevereiro 09, 2012

"Outro Desastre" – artigo de Arthur Virgílio

   O Blog do Delmanto abre espaço para o artigo de nosso colaborador, o ex-senador Arthur Virgílio Neto, ampliando os temas para debate da “intelligentzia” brasileira. Vamos ao artigo:                                              



OUTRO DESASTRE

                               *ARTHUR VIRGÍLIO

Lisboa – Em 13 meses de governo, a Presidente Dilma Rousseff se viu forçada a demitir sete Ministros, que a imprensa solidamente acusava de corrupção. E perdeu Nelson Jobim, da Defesa, que discordou abertamente da orientação do governo.

Como se fosse pouco, tem feito o impossível para segurar dois outros, que viraram fantasmas: Fernando Bezerra, da Integração, para não se chocar com Eduardo Campos, governador de Pernambuco, e Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, pela amizade que nutre por ele. Ou seja, não demite um porque teme enfrentar um governador poderoso e não demite outro, porque o considera uma espécie de “afilhado”.

Como se fosse tudo, dos 28 Ministros restantes, se a Presidente quisesse fazer justiça ao mérito, demitiria certamente mais da metade: inoperantes, invisíveis, inexpressivos, desconhecidos. Indago: será que algum brasileiro, incluindo a própria Dilma, sabe dizer, num fôlego só, sem gaguejar, os nomes de toda essa gente? Duvido muito!

Como se ainda não bastasse, a Presidente demite a Ministra das mulheres, cujo nome sinceramente desconheço, e indica, em substituição, a professora Eleonora Menicucci, sua antiga companheira de prisão. A referida senhora, em sua primeira entrevista, afirmou ser favorável à descriminalização do aborto que, hoje, somente é permitido, por lei, em caso de estupro ou de risco de vida para a mãe.

Advertida pela “chefe”, Eleonora, primária e escapista, declarou então que falara em nome próprio e que, como Ministra, seguiria a orientação do governo. Que orientação é essa, a própria Dilma não explicita, porque sabe que a clareza lhe tiraria votos em 2014.

Na campanha de 2010, fez terrível ginástica para fugir do tema e agora aparece sua fraternal Eleonora, embaraçando-a com afirmações desse tipo! Claro que com o tempo, a nova Ministra haverá de aprender que, nesse governo, nada é feito a sério: a “faxina” de Dilma é falsa; sua capacidade gerencial é peça criada pelo marqueteiro João Santana e, portanto, diante de um tema como o aborto, a posição oficial é “nem sim nem não, muito pelo contrario”.

O perfil de Dilma está claro para quem tem olhos de ver. Ao invés de “durona” e “resoluta”, é indecisa e virou refém dos partidos fisiológicos que a apoiam, a começar pelo PT. Longe de ser intolerante com os “malfeitos” (ela teme dizer a palavra corrupção), mantém, por meros laços de amizade pessoal, o “consultor” Fernando Pimentel; se fosse coerente, traria Antonio Palocci de volta para o governo, porque o delito de um é igualzinho ao do outro.

Distante de ser lúcida administradora, revela sentimentalismos descabidos, entregando um Ministério a uma companheira de juventude que, ao abrir a boca, criou um problema para seu governo.
Na eleição passada, o povo comprou“ouro de tolo”.

*Diplomata, foi líder do PSDB no Senado


agosto 31, 2011

Modelo neoliberal está falido e Oposição tem que ser Oposição!!!


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-presidente Luís Ignácio Lula da Silva tem mais semelhanças do que se pensa. Não foram iguais apenas no contato prazeroso que tiveram – deslumbrados com o poder! – com muitos Ditadores. Também na política econômica, com o modelo neoliberal que adotaram – traindo as suas origens e roubando as bandeiras da direita mais atrasada! – para o país. Mas esse “modelito reacionário” se esgotou e está esgotando as perspectivas futuras do Brasil. A “Tribuna da Imprensa”, de 31/08/2011, nos traz importante e esclarecedor artigo do jornalista Carlos Chagas:

“A hora de mudar o modelo
Carlos Chagas
A ortodoxia econômica neoliberal ainda vai nos estrangular. Iniciada por Roberto Campos quando ministro do Planejamento do primeiro general-presidente, Castelo Branco, esse modelo alcançou o ponto alto no período de Fernando Henrique. Foi mantido pelo Lula e agora por Dilma Rousseff. A palavra de ordem é cortar gastos, mas onde?
Decidiu o governo derrotar a PEC-300, que estabelecia piso salarial para policiais militares e bombeiros. Também vetou reajustes para os aposentados que recebem mais do que o salário mínimo. Nem quer ouvir falar de vencimentos mais dignos para professores e médicos do serviço público. Além de engavetar a emenda 29, que regulamenta os recursos para a saúde.
Não seria mais fácil aumentar a taxação do lucro dos bancos? Ou cobrar imposto de renda do capital-motel que chega do exterior de tarde, passa a noite e vai embora de manhã? Que tal obrigar os investidores de fora a permancerem um ano no Brasil, aqui reinvestindo seus lucros? E o Imposto Sobre Grandes Fortunas, que foi para a gaveta? Taxar terras improdutivas seria boa solução, assim como a importação de produtos estrangeiros, em especial os supérfluos que vem da China. Pelo menos, acabar com os subsídios dados por diversos estados a esses produtos, via concessão de créditos do ICMS.
Estabelecer mecanismos para o retorno ao país de centenas de bilhões de dólares mandados ao exterior por especuladores e bandidos. Adianta muito pouco o ministro Guido Mantega tirar paliativos da cartola. O que se esgotou foi a estratégia responsável por mais uma crise mundial. O governo já reduz investimentos sociais. Logo estará criando novos impostos para o cidadão comum, reduzindo salários e aumentando o desemprego. Melhor seria mudar o modelo.
***
A CUT, ONDE ESTÁ A CUT?
No meio de perplexidades produzidas pela equipe econômica, indaga-se onde está a Central Única dos Trabalhadores, um dia constituída para defender os que vivem de salário. O Paulo Pereira da Silva ainda movimenta sua organização, a Força Sindical, mesmo cedendo sempre às exigências do palácio do Planalto, mas a CUT, pelo jeito, o gato comeu. Nenhuma campanha reivindicatória, nenhum protesto. Seria porque os trabalhadores estão felizes com a política restritiva do governo? Ou porque a liderança sindical esgotou-se, à maneira da pelegada que saiu sem deixar saudade, quando os militares entraram? A coisa nova, naqueles idos, foi a CUT. Agora, ficou velha”.



Agora, o ex-presidente FHC, sempre inoportuno, vem com a conversa “mole”, verdadeiro “hemhemhem”, oferecendo apoio à presidenta Dilma, com o apoio do Aécio Neves (que até ontem era o traíra do PSDB) e só não veio o Serra porque iria pegar muito mal...Agora dá pra entender porque não existiu OPOSIÇÃO nas eleições passadas para presidente. O PSDB, além de ficar em cima do muro, também amarelou.

NÃO, SENHOR FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, OPOSIÇÃO TEM QUE FAZER OPOSIÇÃO. QUEM NÃO TEM COMPETÊNCIA NÃO SE ESTABELECE!!!

Acostumado, desde o início à convivência com o pessoal do antigo PSD, Fernando Henrique tem verdadeira admiração por esses políticos que seriam muito “espertos”... Os “nem contra nem a favor, muito pelo contrário...” E foi o que ele fez nos seus 8 anos de governo e FOI O QUE RECOMENDOU À PRESIDENTA DILMA!!!

O Lula, de sua parte e nos seus 8 anos, seguiu com redobrada dedicação esse modelo neoliberal que faz crescer, cada vez mais , a distância cruel entre ricos e pobres! E os banqueiros NUNCA ganharam tanto dinheiro! E adotou – graças ao Duda Mendonça! – o perfil do “Lulinha paz e amor”, convivendo (sem se lembrar dos “300 Picaretas do Congresso”) com todos e, para exemplificar, indo, na saída do governo, com o “companheiro” José Sarney , juntinhos, para São Bernardo do Campo...

Os 300 Picaretas do Congresso/ leia aqui

O bravo comunista de origem e político íntegro, que é o deputado federal Roberto Freire, presidente do PPS, disse que a “fala dos tucanos beira o adesismo” e deixou o seu protesto:


“O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), criticou nesta terça-feira (30) as declarações dos tucanos Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso sobre a faxina do governo da presidente Dilma Rousseff. O senador e o ex-presidente haviam dito que, se o governo quiser mesmo fazer a faxina para combater a corrupção nos órgãos da União, pode convergir com a oposição. Em nota, Freire afirma que a declaração dos tucanos "é um grave equívoco que beira ao adesismo". O deputado disse ainda que "oposição não convoca governo" e que "afirmações como essas [de FHC e Aécio] expõem a oposição ao ridículo, ao deboche do PT e ao desdém da presidente Dilma". Durante um evento em Belo Horizonte, na segunda-feira (29), FHC afirmou que uma aproximação do governo e da oposição em relação ao combate à corrupção não configuraria adesão. "Se quiser avançar mais, acho que é buscar a convergência. Isso não deve ser confundido com adesão, não pode ser. Nós temos pontos de vista diferentes em muitas matérias e vamos manter [esses] pontos de vista [diferentes]", disse FHC. O presidente do PPS lembrou que o PSDB foi chamado pelo então presidente Fernando Collor a colaborar com seu governo. "Se um governo precisar, ele é que chama a oposição e esta estuda a situação antes de tomar uma decisão", disse Freire. O deputado afirmou ainda na nota que a posição dos tucanos "no mínimo causam danos à oposição, desarma-a e arma o adversário". (Folha/30/08/2011)

RESUMINDO: Oposição TEM QUE FAZER OPOSIÇÃO. Quer ajudar o país (não aderir ao governo!), então faça uma oposição competente! Como nos países onde a Democracia já atingiu uma maior maturidade. Crie os Ministérios Paralelos, faça o acompanhamento dos projetos, apresente publicamente as suas soluções para os problemas, critique porque a crítica justa e objetiva só ajuda o governante, enfim, SEJA OPOSIÇÃO!!!

Não tendo sido bom governante, com as privatizações “sem controle de qualidade” e nem conseguindo eleger seu sucessor, SAIBA, AGORA, SER UMA OPOSIÇÃO DIGNA E ATUANTE e...chega de HEMHEMHEM!!!